Este ano, foi universalmente aclamada como a melhor de Espanha, um testemunho do seu esplendor e da dedicação da comunidade local.
O Huelva Información destacou a sua singularidade e a rica tapeçaria de eventos que compõem esta celebração. Desde as procissões solenes até às performances musicais emocionantes, Ayamonte oferece uma experiência inesquecível que ressoa com todos os que têm a sorte de participar.
Este evento é uma oportunidade única para explorar o legado e as contribuições de Horta Correia para estas disciplinas. A entrada para o colóquio é gratuita, contudo, requer inscrição prévia. Os interessados devem enviar um email para coloquiohortacorreia@gmail.com para garantir a sua participação.
José Eduardo Horta Correia é reconhecido pelo seu percurso académico notável, que começou na Universidade de Coimbra na década de 1970, até se tornar Professor Emérito na Universidade do Algarve.
A sua influência pedagógica e de investigação estende-se por todo o território português e além-fronteiras, marcando gerações de estudiosos nas áreas da História da Arte, Arquitetura e Urbanismo.
O programa do colóquio já está disponível para descarregar e promete abordar temas ricos e variados que refletem a profundidade do trabalho de Horta Correia. Não perca a chance de mergulhar nos estudos modernos da arquitetura e urbanismo portugueses e de honrar a trajetória deste ilustre académico.
Nascido na Mexilhoeira Grande, concelho de Portimão, faleceu ontem, domingo 17 de Março o poeta, ensaísta, ficcionista e professor universitário, Nuno Júdice, destacado intelectual na Geração de 70 e um dos principais autores numa época de transição de poesia portuguesa.
A sua morte foi lamentada pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa que, para além da obra poética referiu trabalho de Nuno Júdice, por décadas e décadas em diferentes instituições, em contributo maior para a singularidade, o cosmopolitismo e a projeção da literatura portuguesa.
Estreou-se na literatura em 1972 com a obra «A Noção de Poema» e, ao longo da carreira literária, foi distinguido com diversos prémios, entre os quais o Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-americana, em 2013, o Prémio Pen Clube, o Prémio D. Dinis da Casa de Mateus. Recebeu tasmbé, o Grande Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores, por «Meditação sobre Ruínas», e foi finalista do Prémio Europeu de Literatura.
Foi professor associado da Universidade Nova de Lisboa, instituição onde se doutorou em 1989 com a tese «O espaço do conto no texto medieval».
Nuno Júdice foi, até 2015, professor na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, desmpenhou o cargo de diretor da revista literária Tabacaria (1996-2009) e foi comissário para a área da Literatura da representação portuguesa na 49.ª Feira do Livro de Frankfurt. Desempenhou, ainda, funções como conselheiro cultural da Embaixada de Portugal em Paris (1997-2004) e foi diretor do Instituto Camões na capital francesa.
Organizou a Semana Europeia da Poesia, no âmbito da «Lisboa’94 – Capital Europeia da Cultura», e dirigiu a Revista Colóquio-Letras, da Fundação Calouste Gulbenkian.
O prazo termina a 29 de abril, sendo a obra denominada Reforço do Abastecimento de Água ao Algarve – Solução da Tomada de Água no Pomarão.
Esta obra destina-se a captar água superficial na zona estuarina do Rio Guadiana, junto à povoação de Mesquita, a montante do Pomarão, através de uma conduta adutora até à albufeira de Odeleite, em Castro Marim.
De acordo com a literatura inclusa, «permitirá reforçar a garantia e aumentar a resiliência do sistema multimunicipal de abastecimento urbano de água do Algarve, face aos efeitos esperados e já sentidos das alterações climáticas».
A não execução deste projeto, contribuirá para «o agravamento da situação atual de exploração do sistema Odeleite-Beliche, agravando os efeitos da seca na região do Algarve, com previsão de impactos muito significativos na economia, no bem-estar das populações e no aumento da pressão sobre as massas de água»,
A bombagem da água ocorrerá apenas durante sete meses do ano, entre outubro e abril, com paragem nos meses excecionalmente secos ou depois de ter sido atingida uma acumulação anual de 30 hm3.
A condutas terão cerca de 37 a 41 quilómetros, passando pelos concelhos de Mértola, Alcoutim e Castro Marim e dependendo de qual dos três traçados alternativos seja adotado.
Impactos negativos
Previsivelmente, esta captação de água do Guadiana, que entra em Odeleite em estado natural, afetará de forma negativa, para além da quantidade da massa de água do estuário, a qualidade da água das massas de água que afluem às albufeiras de Odeleite e de Beliche, a alteração de habitats e das comunidades biológicas, o efeito-barreira e a fragmentação de habitats, bem como a disseminação de espécies exóticas invasoras aquáticas.
Como sempre, há novidades e este ano são a Exposição de Concurso de Ovos da Páscoa, que terá lugar durante os dois dias do evento, e o Showcooking- “Prato certo: alimentação + sustentável PNAES Algarve, que se ocorrerá por volta das 16:00 de sábado.
Além da variedade de doçaria e licores, o certame oferece ainda animação musical com Tap Noir da CompanhiaMarimbondo, Quinteto Alcatifa e Olho’s 4.
As atividades lúdicas para as crianças também não serão esquecidas e passam pela realização de dois ateliers alusivos à Páscoa – Pinturas de ovos de Páscoa e Confeção de Folares.
Na sexta-feira, quem gosta de dançar, ver dançar ou apenas ouvir música esteja às 21:30 horas no recinto da feira que vai haver Baile da Pinha.
As obras destinam-se a reduzir as «afluências indevidas de água salobra e aumentar assim a reutilização de água tratada», sendo os trabalhos concretizados em parceria com a Águas do Algarve e com a Taviraverde.
A rede de esgotos da vila de Castro Marim é antiga e está próxima ao rio Guadiana, existindo assim várias afluências de água salobra nos coletores de esgotos, que posteriormente são encaminhados para a Águas do Algarve e para tratamento na ETAR de Vila Real de Santo António.
«A salinidade nos esgotos faz com que o tratamento de águas seja mais complicado, prejudicando assim a sua reutilização pelo setor agrícola e nos dois golfes do concelho de Castro Marim, uma das medidas da Resolução do Conselho de Ministros para combater a seca na região algarvia que tem de ser cumprida», anota a câmara municipal de Castro Marim.
A intervenção foi iniciada com uma campanha, financiada pelo Fundo Ambiental, de medição da salinidade em vários locais da vila de Castro Marim, expressa em limpeza de condutas e deteção de infiltrações, executada pela Águas do Algarve, através da empresa municipal Taviraverde que procedeu ao diagnóstico com câmaras de vídeo.
A autarquia faz notar, na justificação destes novos trabalhos que «uma boa qualidade de água é de extrema importância para a rega e para os campos de golfe, cuja reutilização deve incluir um tratamento terciário de remoção de nutrientes, de poluição microbiológica e salinidade, contribuindo assim no combate à seca que afeta o concelho de Castro Marim e a região algarvia».
Este ano há a promessa de surpreender os visitantes com uma programação repleta de atividades, gastronomia irresistível e concertos imperdíveis.
O Festival te por objetivo de celebrar a rica tradição piscatória da região e promover a cultura local, realizando-se nos próximos dias 23 e 24 de março com a apresentação de uma variedade de atrações para todas as idades.
Os visitantes terão a oportunidade de desfrutar de demonstrações gastronómicas, nas quais Chefs locais vão apresentar «pratos deliciosos, destacando os sabores autênticos do peixe do rio».
Uma eclética seleção de artistas musicais animará o festival com performances ao vivo, abrangendo uma variedade de estilos que vão desde o rancho folclórico ao cante alentejano, com destaque principal para o concerto de Ana Moura, na noite de dia 23 de março, acompanhado do esplendoroso fogo-de-artifício sobre o Rio Guadiana.
Exposições e demonstrações por artesãos locais, transportam os visitantes sobre a rica história e tradições da região, proporcionando uma experiência enriquecedora e educativa.
Há também. atividades ao ar livre que envolvem pesca desportiva, passeios de motorizadas e caminhadas guiadas pela natureza oferecerão para que os participantes tenham «a oportunidade de explorar a deslumbrante paisagem local».
Por sua vez, os produtores locais desdobram-se numa panóplia de iguarias da região, nomeadamente os famosos enchidos de porco preto, os queijos artesanais, doces regionais, o pão de Mértola galardoado todos os anos como o melhor do país, mel e vinhos de Mértola
O Algarve, tradicionalmente conhecido pela sua produção de amêndoas, enfrenta desafios que têm impactado a sua capacidade produtiva. Fatores como alterações climáticas, escassez de água e problemas fitossanitários são algumas das causas que contribuem para a estagnação ou mesmo decréscimo na produção desta região.
Apesar destes obstáculos, é importante salientar o esforço contínuo dos produtores algarvios na busca por soluções sustentáveis e inovadoras para reverter este cenário. A implementação de novas tecnologias de irrigação, a seleção de variedades mais resistentes e a adoção de práticas agrícolas mais adaptadas às condições locais são algumas das medidas que estão sendo exploradas.
Em contrapartida, outras regiões do país têm beneficiado de condições mais favoráveis e de uma maior adaptação às exigências do mercado atual. O investimento em infraestruturas modernas e em formação especializada tem permitido não só aumentar a quantidade produzida mas também melhorar significativamente a qualidade das amêndoas nacionais.
Este panorama reflete a importância de uma abordagem regionalizada na agricultura, que considere as particularidades de cada zona e desenvolva estratégias específicas para cada realidade. A diversificação das fontes de rendimento agrícola e a valorização dos produtos endógenos são essenciais para garantir a sustentabilidade e resiliência do setor agrícola nacional.
As diferenças de preço e peso entre uma botija de gás comprada em Espanha ou em Portugal podem ser significativas e influenciar a decisão de compra dos consumidores. Em geral, o preço de uma botija de gás em Espanha pode ser mais baixo devido à maior concorrência no mercado e aos diferentes impostos aplicados sobre os produtos energéticos. Por outro lado, o peso da botija pode variar dependendo do fabricante e das normas específicas de cada país.
Em Portugal, as botijas de gás são frequentemente mais pesadas, o que pode ser atribuído às regulamentações que exigem uma maior quantidade de metal na sua construção, visando garantir a segurança e durabilidade do produto. Este fator pode aumentar o custo final para o consumidor português.
Além disso, é importante considerar os custos de transporte e logística associados à aquisição de botijas de gás. Em áreas fronteiriças, alguns consumidores optam por comprar botijas em Espanha para aproveitar os preços mais baixos, mas devem estar cientes das implicações legais e de segurança ao transportar botijas de gás entre países.
Concluindo, ao comparar preços e pesos de botijas de gás entre Espanha e Portugal, é essencial levar em conta todos os fatores envolvidos, desde as diferenças fiscais até às normativas de segurança. A escolha deve ser feita com base numa análise cuidadosa das vantagens e desvantagens em ambos os lados da fronteira.
A renovação da pista de atletismo do Complexo Desportivo de Vila Real de Santo António representa um marco significativo para a comunidade desportiva local. Com investimentos em infraestruturas modernas e adaptadas às necessidades dos atletas, o complexo promete ser um polo de atração para eventos desportivos de grande escala.
As novas instalações incluem uma pista de última geração, que cumpre com os rigorosos padrões internacionais, garantindo assim condições ideais para o treino e competição. Além disso, foram implementadas melhorias significativas em termos de segurança e conforto, tanto para os atletas como para os espectadores.
Este projeto não só revitaliza um espaço importante para o atletismo nacional, mas também contribui para o desenvolvimento desportivo da região, oferecendo novos desafios e oportunidades para todos os envolvidos.
Na carta lembra-se que não existem evidências científicas para apoiar uma mudança que poderá ter impactos devastadores, e, por isto mesmo se considera a proposta da Comissão Europeia inaceitável.
Que a desproteção do lobo em nada resolveria os problemas socioeconómicos que afetam a agricultura e as comunidades rurais. O argumento da Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, é considerado como promotor da desinformação.
E explica «Nós, humanos, fazemos parte do ecossistema que partilhamos com outras espécies que desempenham papéis ecológicos cruciais. A forma como gerimos a proteção de espécies como o lobo mostra o nosso empenho na preservação da biodiversidade europeia e reflete a nossa atitude em relação ao ambiente em que vivemos. Podemos decidir se queremos que a natureza na Europa prospere ou apenas sobreviva».
Defende que a «coexistência entre as pessoas e os grandes carnívoros é possível e provada por mais de 80 projetos de investigação e conservação desde 1992, e os Estados-Membros da UE têm de saber e querer usar as ferramentas de conservação ao seu dispor».
É citada a Lei de Proteção do Lobo-ibérico que protege esta espécie em Portugal desde 1988, e defende-se que os esforços de conservação atrelados às medidas de promoção da coexistência tornaram possível a convivência harmônica entre as pessoas e o lobo.
A carta apela ao Governo português que continue a fazer ouvir a sua voz junto da Comissão Europeia e mantenha a posição manifestada no início de 2023 de oposição à redução do estatuto de proteção do lobo.
Pede, ainda que, enquanto Estado-membro da UE, Portugal deva rejeitar esta proposta. «Esse é o meu apelo – e espero que seja ouvido», apela a pessoa signatária, que remata: «A menos que haja novas provas científicas substanciais recolhidas pelos serviços da Comissão Europeia, considero que a ciência e a opinião pública são claras: a alteração do estatuto de proteção do lobo – quer ao abrigo da legislação da UE, quer da Convenção de Berna – não se justifica».
O Lobo não é mau!
Já a WWF considera que a proposta de Ursula van der Lyen poderá ter impactos devastadores e é a «última de uma série de tentativas nos últimos anos para diminuir o estatuto de proteção legal para grandes carnívoros, especialmente lobos». Aquela organização aposta mais em alcançar a coexistência e garantir que os agricultores sejam compensados pelas suas perdas, esperando que não sejam sacrificadas décadas de trabalho de conservação simplesmente para obter ganhos políticos.
A WWF é de opinião que «desproteger o lobo em nada resolve os problemas socioeconómicos que afetam a agricultura e as comunidades rurais, ao contrário do que Ursula von der Leyen pretende insinuar. A coexistência entre humanos e grandes carnívoros é possível!»
Releva que o ministro do Ambiente e Ação Climática de Portugal, Duarte Cordeiro, já manifestou no início de 2023 sua discordância à diminuição do estatuto de proteção do lobo por meio de carta endereçada à Comissão Europeia com mais 11 ministros europeus. Precisamos que Portugal mantenha esta posição! Também apela aos Estados-Membros da UE para que rejeitem esta proposta.
A prova terá início às 10:00 horas, para um percurso de sete quilómetros. Partirá do Campo de Futebol de 11, na Avenida 24 de Junho, atravessando várias artérias da localidade, a praia e o passadiço de Altura. Para a organização, esta iniciativa destina-se a contribuir para o desenvolvimento do exercício físico e dos bons hábitos de saúde, além da criação de laços de amizade e de solidariedade entre os participantes. As inscrições, gratuitas, podem ser feitas até ao dia 22 de março através do telefone 281 510 749 ou presencialmente no Pavilhão Municipal. A Marcha Corrida é organizada pela Câmara Municipal de Castro Marim e pela Junta de Freguesia de Altura.
A autarquia de Vila Real de Santo António comentou a sua participação na 3.ª edição da iniciativa «À Descoberta do Turismo Industrial», entre os dias 16 e 30 de março de 2024.
O município de Vila Real de Santo António esteve presente no 3.º Encontro da Rede Portuguesa de Turismo Industrial, realizado no Parque Mineiro de Aljustrel, tendo sido representada no certame pelo chefe da Divisão de Atividades Económicas, Turismo e Comunicação, José Gonçalves, durante o qual foi apresentada a Agenda Nacional «À Descoberta do Turismo Industrial».
A exposição, visita, pretende dar a conhecer todo processo de produção de conservas desde a captura do pescado até à cravação dos tampos das latas de conserva, destacando os diversos aspetos relacionados com a indústria conserveira, nomeadamente a litografia. São também abordados aspetos do quotidiano das fábricas e da sociedade na qual se enquadram.
Depois de recuperado o Laboratório Colaborativo vai ser dedicado ao setor das algas e instalado em anteriores instalações laboratoriais na CCDR ALGARVE | Agricultura e Pescas.
Para tanto, será realizado um esforço coletivo e colaborativo de vários entidades e empresas regionais, tais como a ex-Direcção Regional de Agricultura e Pescas (DRAP) do Algarve e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve, I.P., em articulação com área governativa da Agricultura e Alimentação.
O GreenCoLab recebeu recentemente o parecer favorável da ESTAMO – Participações Imobiliárias, S.A. à sua pretensão de revitalizar as instalações desativadas do antigo Laboratório de Apoio à Produção Animal, gerido pela ex-DRAP Algarve, situadas no Patacão – Faro.
No imediato, segundo informa a CCDR Algarve, esta solução permitirá desbloquear investimentos superiores a um milhão de euros, com financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
Este valor será repartido entre a reabilitação do edifício e a instalação de duas unidades demonstradoras no âmbito do Pacto da BioEconomia Azul:
Uma de economia circular, com fecho do ciclo, via reaproveitamento de água e nutrientes de instalações de produção agrícola e aquícola, através de tecnologias de produção de algas;
Outra, de bio refinaria, para o processamento efetivo de biomassa de algas em ingredientes de alto valor a uma escala demonstradora, em particular de bio estimulantes para culturas agrícolas.
Paralelamente, para além de manter a vocação inicial das instalações na área do apoio à produção primária, os promotores acreditam que esta é uma oportunidade para projetar os próximos anos.
A ambição é tornar o Algarve como um dos principais polos mundiais de conhecimento do setor das algas e na criação de conhecimento e produtos de elevado valor acrescentado para aplicação nas áreas da produção agrícola, pescas; assegurar o planeamento e a gestão da política de coesão no âmbito dos programas regionais, e dos programas de cooperação territorial europeia, enquadrados nos ciclos de programação das políticas da União Europeia, tendo em vista o desenvolvimento económico, social e cultural dos territórios que constituem as respetivas circunscrições; e, apoiar tecnicamente as autarquias locais e as suas associações.
A iniciativa, anunciou a câmara municipal, visa dar voz aos alunos, professores e comunidade escolar, no âmbito das diferentes áreas disciplinares e curriculares, e pretende o desenvolvimento de atividades que estimulem e reforcem os hábitos culturais e artísticos, oferecendo um leque de eventos diversificados.
O «RespirArte» abre-se igualmente à comunidade, sendo possível assistir, em espaços interiores e exteriores da cidade, a um leque de espetáculos que percorrerão expressões artísticas como a dança, o teatro e a poesia, passando ainda pela pintura, pelo desenho, pela música, a escultura e o vídeo.
Para o presidente da autarquia local, Álvaro Araújo, «Trata-se de uma iniciativa em que o município, em estreita colaboração com toda a comunidade escolar, contribui para a divulgação das boas práticas educativas e partilha com a população a qualidade do desempenho dos alunos em contexto escolar».
O projeto «RespirArte» é desenvolvido pelo município de Vila Real de Santo António, em parceria com o Agrupamento de Escolas de Vila Real de Santo António, o Agrupamento de Escolas D. José I e os clubes e associações do concelho.
A entrada é livre para todas as atividades e os espetáculos dos dias 20 e 21 de março estão sujeitos ao levantamento prévio de bilhetes. Todos os residentes e visitantes são convidados a juntarem-se à celebração da arte, da cultura e da liberdade em Vila Real de Santo António.
O encontro é descrito pela ADPM como a oportunidade para analisar as inovações na gestão do pastoreio de ovinos, com melhoria do solo, bem como os bosquetes bio diversos, para combate à desertificação, e a compostagem, para aproveitamento de resíduos agropecuários.
Mais tarde, na sociedade recreativa, o professor da Universidade de Córdova, Vicente Rodriguez, apresentou as problemáticas associadas à pecuária extensiva e as inovações necessárias para a melhoria da sua eficiência e sustentabilidade. Em destaque esteve a empresa Rega-in que apresentou a inovação na rega, pós-plantação de árvores.
Os Grupos de Ação Local (GAL) espanhol ADRAO e o português Alentejo XXI apresentaram as suas estratégias para 2030 e o Coordenador do Projeto RAIA apresentou o projeto e os seus objetivos. O sexto e último encontro começou há pouco, nas instalações do CADES, Serpa.
O projeto RAIA – Rede de Apoio à Inovação Rural Andaluzia – Alentejo – Algarve, coordenado pela Junta de Andaluzia e com outros nove parceiros do território, decorre até ao final de 2025 e é cofinanciado pela União Europeia, Programa Interreg España-Portugal – Poctep.
A Ecovia/ Ciclovia do Litoral Sul, a Ecovia/ Ciclovia da Costa Vicentina e a Ecovia/ Ciclovia da Rota do Guadiana, são as tês ciclovias regionais previstas para o Algarve e que se desenvolvem respetivamente entre Odeceixe e Sagres, entre Sagres e V. Real de Santo António e entre esta cidade e Alcoutim.
Estas redes de Ciclovias Regionais integram redes internacionais e dão continuidade a uma rede ciclável urbana atravessando e ligando entre si os principais centros urbanos regionais e estão configuradas para acolher as deslocações pendulares diárias, principalmente para a escola e trabalho, mas também por motivos de comércio, lazer e outros. A Ecovia/ Ciclovia do Litoral Sul e a Ecovia/Ciclovia da Costa Vicentina, que integram a Rede Europeia de Ciclovias, rotas EuroVelo, contaram com 3,9 milhões de euros de apoio dos Fundos Europeus Estruturais e de Investimento (FEEI), através do Programa Operacional CRESC ALGARVE 2020.
Destinadas à prática do Cicloturismo ao longo do continente europeu, mas também uma boa alternativa para mobilidade diária e para lazer de uso local, as rotas EuroVelo contam com 14 rotas cicláveis de longa distância cruzando todo o continente europeu, com um comprimento total de 70.000 Km em 42 países.
A Ecovia/ Ciclovia do Litoral Sul vai de Sagres a Vila Real de Sto. António, atravessa os 12 concelhos do Litoral Sul do Algarve e 9 das 11 cidades da Região, numa extensão de aproximadamente 250 Kms. Teve um financiamento de 2,5 milhões de euros da Prioridade de Investimento (PI 4.5) do PO Regional (2014-2020).
Esta rede liga com a Rota do Guadiana, através da qual já é possível chegar até Castro Marim (Município fronteiriço) restando apenas 5 Kms, até ao início da Ponte sobre o Rio Guadiana na fronteira com a Andaluzia, o que permite a sua continuidade para o país vizinho.
ecovia olhão bias
Estas obras de beneficiação foram da responsabilidade das Autarquias (Municípios) e coordenadas através de um modelo de parceria entre a Autoridade de Gestão do PO Algarve (CCDR Algarve), o Turismo de Portugal (TP) e a AMAL (Comunidade Intermunicipal do Algarve), dispondo de financiamento conjugado entre os apoios dos FEEI e o financiamento do Turismo de Portugal.
Até final do atual Período de Programação, ficarão concretizados cerca de 74 kms dos cerca de 250 kms totais, o que representa aproximadamente 1/3 do traçado total, prevendo-se que o restante venha a ser totalmente executado durante a vigência do Programa Regional ALGARVE 2030.
A Ecovia da Costa Vicentina tem financiamento do PO aprovado na PI 6.3 e do Turismo de Portugal através do Programa Valorizar. Encontra-se neste momento em curso no concelho de Vila do Bispo e de Aljezur. Dos 108 kms previstos, esta Ecovia encontra-se com 92 kms concretizados, cerca de 85% da rota concluída. O traçado que faz a ligação direta do Alentejo (na Ribeira de Odeceixe) a Sagres (cerca de 91 kms) ficará concluído.
No concelho de Vila do Bispo compreende uma extensão total de 24 Km, divididos por 3 troços (Limite do Concelho Aljezur/Vila do Bispo – Praia da Cordoama; Praia da Cordoama – EN268); e Cabo de S. Vicente – Sagres. Em Aljezur, compreende uma extensão de 60 Km, divididos por 13 troços entre Odeceixe e o limite do Concelho de Vila de Bispo (EN 268). No conjunto, trata-se de um custo total de 2,6 milhões de euros, com um investimento elegível de 1,9 milhões de euros, comparticipado a 70% pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).
Esta ciclovia do Sudoeste é um projeto estruturante para os concelhos de Vila do Bispo e Aljezur do ponto de vista da mobilidade e da atratividade do território. Irá prover estes 2 concelhos de uma infraestrutura capaz de potenciar o desenvolvimento sustentável de uma oferta turística baseada na valorização do património natural, potenciando a atratividade do território e do produto Cycling & Walking.
ermite uma mobilidade suave entre as várias localidades ao longo deste Eixo da Costa Vicentina e o contato com a natureza no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina na Região do Algarve.
No que concerne à Ecovia do Guadiana, com bastante menos maturidade no que respeita ao desenvolvimento dos estudos preparatórios, dispõe apenas de um “Esquema Diretor” esboço de traçado, efetuado em 2006, não dispondo ainda de Estudos Prévios ou Projetos de Execução.
Ainda segundo a CCDR Algarve, no âmbito do PR ALGARVE 2030, está ainda previsto realizar as principais prioridades de redes cicláveis urbanas em cada Centro Urbano/ Município da Região.
Para tal os Municípios têm de desenvolver um Plano de Ação de Mobilidade ciclável/ ativa urbana, onde serão identificados e cartografadas os principais corredores de ligações pedonais e cicláveis, entre os principais pontos geradores de tráfego de cada Centro Urbano.
Têm de estar organizados por prioridades, em função do grau de maturidade, com indicação do respetivo orçamento estimado e da calendarização prevista, de forma a permitir a sua realização faseada, troço a troço, ao longo do período de vigência do Programa Regional.
«Registamos, com humildade democrática, o significativo aumento dos sinais de insatisfação e de protesto, que impõem a todos os democratas e, em particular, aos socialistas, reflexão e redobrada determinação no combate contra as desigualdades sociais, pela promoção das qualificações dos jovens e de emprego de qualidade e a devida inserção social dos mais frágeis e desprotegidos».
De acordo com a nota, «Os eleitos socialistas irão trabalhar na Assembleia da República, em estreita ligação com os nossos autarcas, nos municípios e nas freguesias, de forma a honrar a confiança que os algarvios depositaram no Partido Socialista e assumem forte vigilância na execução dos projetos e investimentos que estão em curso na nossa região, desde logo na área da saúde, com o lançamento do concurso do Hospital Central à cabeça».
No que diz respeito a garantir água, será «com a execução do Plano de Eficiência Hídrico, e a construção da Central de Dessalinização de Água do Mar e a captação de água no Pomarão».
Anunciam a construção, em parceria com os municípios de um Parque Público de habitação acessível à classe média, aos trabalhadores e aos jovens, a conclusão das obras de eletrificação da linha de caminho de ferro, a construção da Variante de Olhão e o concurso da ligação de São Brás de Alportel à Via do Infante.
Os investimentos no Serviço Nacional de Saúde, como a requalificação dos centros de saúde, «onde estão garantidos 47 milhões de euros no PRR e o avanço do Centro Oncológico e, tal como assumimos na campanha eleitoral, iremos propor o fim das portagens na Via do Infante». são citados.
Apesar da vitória alcançada pelo PS na maioria dos concelhos do Algarve, designadamente Alcoutim, Aljezur, Castro Marim, Faro, Lagos, Monchique, São Brás de Alportel, Tavira, Vila do Bispo e Vila Real de Santo António e do Partido Socialista ter ficado à frente da Aliança Democrática em 14 dos nossos 16 municípios, «a Federação do PS Algarve não pode deixar de sinalizar que o resultado eleitoral não corresponde às suas expectativas».
A crescente procura por parte dos turistas, aliada à enorme oferta de luxo para férias e escapadinhas, contribuem para o sucesso do setor.
Quanto ao crescimento da oferta hoteleira, para além das 400 novas unidades hoteleiras, nos últimos três anos, existe a previsão da ativação de mais 100 até 2026, com 60 aberturas previstas para 2024, totalizando cerca de 10 mil novos quartos, sendo que, este aumento da oferta, se dará em Lisboa, 15%, no Porto, 16%, e no Algarve, 10% do total.
O Algarve, inserido no contexto nacional, demonstra um crescimento sólido no setor do turismo, com a abertura de novas unidades hoteleiras e a diversificação da oferta. A região continua a ser uma das mais procuradas pelos turistas, tanto nacionais como internacionais, e o futuro parece promissor, neste setor da economia.
A água utilizada para a criação de peixes em tanques fica rica em nutrientes provenientes de suas fezes. É então utilizada como fertilizante para as plantas que são cultivadas em sistemas hidropónicos, nos quais as raízes das plantas ficam suspensas em uma solução nutritiva. Desse modo, a água é reciclada, reduzindo consideravelmente seu consumo.
Como a região do Algarve possui uma agricultura tradicionalmente baseada no uso intensivo de água e agroquímicos, a Aquoponia poderia ser uma alternativa sustentável e inovadora que contribuiria para a preservação dos recursos hídricos e para a produção de alimentos mais saudáveis. Além disso, poderia gerar novas oportunidades de trabalho e desenvolvimento econômico para a região
Além de utilizar de forma mais eficiente a água, a aquaponia também possibilita a produção de alimentos de alta qualidade de forma sustentável. Os peixes fornecem proteínas e outros nutrientes essenciais, enquanto as plantas produzem uma ampla variedade de vegetais e ervas frescos. Esses produtos podem ser vendidos diretamente aos consumidores locais ou serem processados e comercializados em outros mercados.
Outra vantagem é a sua versatilidade. Esse sistema pode ser implementado tanto em pequenas e médias propriedades agrícolas como em espaços urbanos, como telhados de prédios ou ambientes internos. Isso permite um maior aproveitamento do espaço disponível, reduzindo a necessidade de grandes áreas de cultura.