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  • A aula aberta na Secundária do senhor Governador

    A aula aberta na Secundária do senhor Governador

    A iniciativa procurou proporcionar aos estudantes uma experiência enriquecedora, numa ótica de partilha de experiências e de pontos de vista, em que tiveram a oportunidade de colocar perguntas ao Governador do Banco de Portugal, ele que estudou como aluno naquele estabelecimento de ensino,

    Nascido em Olhão, em 1966, Mário Centeno viveu em Vila Real de Santo António durante toda a infância e parte da adolescência, até aos 15 anos, mudado, depois, para Lisboa.

    Mário Centeno é, desde julho de 2020, Governador do Banco de Portugal, tendo-se doutorado em Economia pela Universidade de Harvard em 2000. Foi ministro das Finanças entre 2015 e 2020, nos governos de António Costa.

    Veja a aula em Guadinforma

  • Morreu José Rosa Pereira de Martin Longo

    Morreu José Rosa Pereira de Martin Longo

    Morreu José Rosa, antigo presidente da Junta de Freguesia de Martim Longo, concelho de Alcoutim e um dos primeiros militantes do PSD no Algarve, faleceu no dia 22 de Abril. Tinha 82 anos.

    Segundo Cristóvão Norte, presidente do PSD Algarve, que o considerou um homem de causas destacou a energia e tenacidade do José Rosa e considerou-o como grande empresário, criando emprego e dinamismo para a sua terra.

    O vereador da câmara municipal de Alcoutim, presidente do PSD Alcoutim e vereador da Câmara Municipal, Carlos Ludovico lembra-o como alguém que foi um exemplo para todos os alcoutenejos.

    Pesar da Câmara Municipal de Alcoutim

    A Câmara Municipal de Alcoutim aprovou hoje, dia 24 de abril, em reunião do executivo, um voto de pesar pelo falecimento de José Rosa Pereira e um minuto de silêncio em sua homenagem.

    O executivo enalteceu a natureza das funções que desempenhou enquanto autarca, «onde de forma empenhada sempre defendeu a causa pública e os interesses do concelho, com especial ênfase os da freguesia de Martim Longo, onde foi presidente de Junta de Freguesia durante vários anos».

    Louvou ainda a «capacidade demonstrada durante toda a vida na área do empreendedorismo, já que através da sua ação enquanto empresário contribuiu para a dinâmica económica local e, desta forma, para o desenvolvimento do território» e apresentou aos seus familiares as mais sentidas condolências.

  • APA que castigar algarvios pela escassez de água

    APA que castigar algarvios pela escassez de água

    Normalmente, que tem dinheiro continua a consumir, porque não prescinde e pode pagar, e são as camadas mais desfavorecidas da sociedade a arcar com o desequilíbrio da Natureza e do planeamento humano.

    É o caso de um ex-presidente da APA, que entende que o preço da água no Algarve abaixo da média nacional é erro crasso, alegando que andamos a gastar dinheiro dos nossos impostos para despoluir e para limpar a água para beber. E, no entanto, utilizamos esta água para regar espaços verdes ou lavar carros.

    Contudo, conhecem-se poucas soluções que façam a separação dos contadores entre o consumo doméstico e o das regas.

    As declarações foram de Nuno Lacata que exerceu funções naquele organismo durante 12 anos e deixou o cargo o cargo no final de janeiro, dutrante um debate sobre a crise hídrica no Algarve promovido pela Ordem dos Economistas, Delegação Regional do Algarve, realizado em Faro.

  • Poucos clássicos abandonaram as 500 milhas

    Poucos clássicos abandonaram as 500 milhas

    Com quase duas décadas de história, as 500 Milhas ACP são um dos maiores e mais importantes ralis de regularidade da Península Ibérica.

    Não apenas pela quantidade e qualidade dos automóveis que participam, compreendidos entre as décadas de 1950 e 1970, mas também pelo desafio muito particular de percorrer, num único dia, a mais longa estrada da Europa: a emblemática Estrada Nacional 2 de Portugal.

    Este ano, a caravana atravessou a Nacional 2 no figurino original, de norte para sul, desde o Km 0 em Chaves, até ao Km 738 em Faro, com as 500 Milhas a terminarem em Olhão, no porto de recreio daquela cidade algarvia, já ao início da madrugada. Com um total de 77 equipas inscritas.

    Esta foi uma das edições mais concorridas de sempre uma das mais duras, pelas condições atmosféricas que os concorrentes enfrentarem na travessia de Portugal continental, com períodos de chuva, trovoada e até granizo.

    Apesar de alguns dos clássicos das 500 Milhas ACP terem sido fabricados há mais de 70 anos, a taxa de abandonos foi muito reduzida, já que mais de 90 por cento das equipas conseguiu completar as 19 especiais de regularidade e chegar até Olhão, inclusive atravessando a Serra do Caldeirão, já noite dentro e após muitos quilómetros de percurso.


    Nunca digas nunca

    Além do estado irrepreensível de máquinas históricas, também o nível de preparação das equipas era altíssimo, já que a discussão pela vitória nas diferentes categorias (consoante o ano de fabrico do carro) durou, literalmente, até aos últimos quilómetros.

    Trata-se de uma realidade que poderá ser explicada, em parte, pelo curso de navegação para regularidade do ACP, disponível online.

    Para se perceber as curtas diferenças no topo da classificação, no concelho de Almodôvar, imediatamente antes da entrada no Algarve, apenas 9,8 segundos separavam as oito equipas menos pontuadas da prova!

    No final, foram escassos 2 segundos a decidir a vitória na Categoria F, ganha por Nuno Serrano e Tiago Caio, num Porsche 912 Coupé de 1968, logo na frente de Evandro e Adriana Gueiros, num Porsche 911 E 2.2 de 1970. O pódio ficou completo com a equipa de Jorge Magalhães Correia e Eduardo Carpinteiro Albino, noutro Porsche 911 E de 1968.

    Na Categoria E, reservada aos automóveis mais antigos, a emoção também durou até à chegada, em Olhão, onde apenas 5,3s separavam os vencedores, Pedro Carregosa e Ekta Sureschandre, no belo Jaguar Mk2 3.8 de 1960, do raro Fiat Derivazione Abarth de 1959 conduzido por Nuno Pereira de Melo e navegado por Francisco Pereira de Melo.

    Outro exemplar belíssimo, o MG A de 1959 de Pedro e Duarte Brito, completou o pódio da Categoria E.

    a Categoria G, Sancho Ramalho e António Caldeira levaram o seu Alfa Romeo 2000 GTV de 1973 à vitória, com 5,7s de vantagem sobre Luís Miguel Garcia e João Serôdio, num Fiat 124 Special T 1600, de 1974.

    Victor Júlio e José Santos Madeira também estiveram em evidência, com o Lancia Fulvia 1.3 de 1972, conseguindo o derradeiro lugar do pódio.
    Depois de mais uma edição de sucesso, a equipa do ACP Clássicos já aponta baterias à 20ª edição das 500 Milhas ACP, em 2025.

  • Eurocidade premeia «Poetas do Guadiana»

    Eurocidade premeia «Poetas do Guadiana»

    A Eurocidade atribuiu o prémio de Cooperação Transfronteiriça aos «Poetas do Guadiana». O prémio será entregue no dia 9 de maio, Dia da Europa, pelo Grupo Europeu de Cooperação Territorial Eurocidade do Guadiana, que também celebra o seu décimo primeiro aniversário.

    Este prémio destaca que o coletivo simboliza a essência da superação de fronteiras como barreiras e, ao mesmo tempo, a fusão cultural.

    Grupo de pessoas sorrindo ao ar livre.
    Poetas do Guadiana em tempos primordiais – foto de José Luís Rua

    O prémio é de reconhecimento pelo trabalho de cooperação e integração os escritores das duas margens do rio. concedido pela Assembleia daquela entidade por sugestão da equipe técnica, e destaca que os poetas encarnam a essência da eliminação das fronteiras como obstáculos e como união de culturas.

    Os autores dos dois países recitam, publicam e organizam recitais nas duas margens do rio, promovendo a criação e divulgação da obra de numerosos escritores.

    Os Poetas do Guadiana, com mais de uma década de experiência, têm partilhado os seus versos não só nas três localidades da Eurocidade, mas também noutros pontos de Huelva e do Algarve, colaborando com alguns dos poetas mais destacados e afastando-se dos formalismos restritivos.

    Com mais de cinquenta publicações, coleções como «Los libros del Estraperlo» ou «Los Cuadernos de la Barranca», antologias e livros de autores emergentes e poetas consagrados, já são mais de cem escritores que publicaram com este grupo poético.

    No lado de Portugal é a Editora Guadiana quem tem assegurado algumas das edições dos poetas portuguese.

    José Luíz Rua e António Cabrita tem assegurado a coordenação informal deste movimento poético transfronteiriço.

    Em maio de 2021 foi lançada a «Poética na Eurocidade do Guadiana«, integrada no projeto EuroGuadiana e coordenada por José Luis Rúa. Este trabalho foi apresentado virtualmente, no Dia da Europa, devido às condições sociais e de saúde da época.

  • Os Maios em Santa Rita

    Os Maios em Santa Rita

    Na Manta Rota, por mão da associação «A Manta» e por Maria Cândida Justo, popularmente conhecida por «Candinhas».

    A exposição de Maios pode ser vista, a partir do dia 1, a partir da zona pedonal e até ao antigo casino/posto de Turismo e junto ao balneário público.

    Já em Santa Rita a iniciativa estará a carfo da câmara municipal de Vila Real de Santo António, com o Centro de Investigação e Informação do Património de Cacela, CIIPC, e com a população local.

    Pode ser visitada durante todo o dia, nas ruas da aldeia, permitindo reviver desta antiga tradição festiva, tão característica na região algarvia, onde é costume, no primeiro dia de maio, criarem-se os Maios ou Maias, enfeitá-los e colocá-los na rua.

    São bonecos e bonecas a representar pessoas, em tamanho real, com enchimento de palha, trapos ou jornais amachucados e vestidos com roupa, reminiscências de costumes arcaicos ligados ao fim do Inverno e ao eclodir da Primavera, assinalando a renovação da natureza.

    No concelho de Vila Real de Santo António são elaborados pelas populações «com simplicidade e improvisação, acompanhados de reproduções de animais e objetos de uso comum, encenando atividades quotidianas, com dizeres a propósito em prosa ou verso», segundo destaca a autarquia.

  • PRR da habitação pagou quase tudo a VRSA

    PRR da habitação pagou quase tudo a VRSA

    Também Vizela, Odivelas, Barreiro, Palmela e Seixal já encaixaram pelo menos metade do valor. Já Lisboa ainda só recebeu 45% da verba total aprovada.

    O Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) chegou como uma lufada de ar fresco a Portugal, permitindo, entre outras matérias, melhorar e aumentar o parque habitacional do país.

    Foram muitos os municípios que aproveitaram as verbas vindas de Bruxelas para avançar com a construção, reabilitação e compra de casas para colocá-las no mercado a preços mais acessíveis até 2026.

    Há 31 autarquias que contam receber um total de 675 milhões de euros no âmbito do PRR para habitação. Mas a verdade é que mais de metade desta verba está concentrada em apenas cinco municípios: Lisboa, Setúbal, Oeiras, Matosinhos e Coimbra.

    Foi aprovada no âmbito do PRR uma verba de 1.208 milhões de euros para a habitação, que visa aumentar o parque público de habitação a preços acessíveis, reforçar a oferta de habitação social, bem como a de alojamentos para estudantes a custos mais baixos, por exemplo.

    Foram muitos os municípios que de candidataram aos apoios à habitação previstos no PRR e 31 autarquias viram já pagas verbas superiores a 1 milhão de euros, revelam os dados do website Recuperar Portugal atualizados no passado dia 17 de abril.

    No total, estas 31 autarquias conseguiram obter a aprovação de cerca de 675 milhões de euros do PRR para levar a cabo as suas políticas de habitação (que não está pago na totalidade).

    A verdade é que mais de metade desta verba aprovada está concentrada em apenas cinco municípios: Lisboa, Setúbal, Oeiras, Matosinhos e Coimbra, que são os que têm mais valores do PRR aprovados, mostram os dados.

    Fonte: TNews
  • Ganchorra em pesca ilegal

    Ganchorra em pesca ilegal

    Os elementos do Comando-local da Polícia Marítima de Tavira realizaram na quarta-feira, dia 17 de abril, uma ação de fiscalização destinada à atividade da pesca com recurso à arte da ganchorra rebocada, entre a praia do Barril e a Barra de Tavira, da qual resultou a elaboração de três autos de notícia.

    Durante esta ação foram fiscalizadas cinco embarcações de pesca em plena atividade, com tripulantes de nacionalidade espanhola, com recurso a artes de pesca denominadas de «ganchorra rebocada», estando três delas a operar fora do horário legalmente definido.

  • Liderança na AMAL – correcção

    Liderança na AMAL – correcção

    A notícia que demos estava incorreta, bem como as conclusões retiradas da mesma. Foi um erro de interpretação cometido pela nossa Redacção sobre as mudanças no próximo cargo de Osvaldo Gonçalves.

    Ele foi nomeado como representante dos municípios do Algarve na ALGAR e não para a AMAL, como a notícia refere. Ao visado, ao vice-presidente do município de Alcoutim, à AMAL e à ALGAR, e naturalmente aos nossos leitores, pedimos as nossas desculpas pelo erro cometido.

    O restante articulado fica sem efeito e foi por nós anulado. Reforçaremos a atenção para manter o rigor que nos caracteriza.

  • Palavra Proibida na BM Vicente Campinas

    Palavra Proibida na BM Vicente Campinas

    A exposição de Livros PALAVRA PROIBIDA, está aberta na Biblioteca Municipal Vicente Campinas em Vila Real de Santo António-

    No âmbito das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, a Biblioteca organizou uma mostra com o intuito de evidenciar a vastidão de livros cuja circulação foi proibida pela ditadura.

    Se não puder deslocar-se à Bibioteca, o que é sempre melhor, e mais abrangente, pode ver a exposição dos vários livros expostos no vídeo:

    ./Carmo Costa

  • Portugal defende título em Tavira

    Portugal defende título em Tavira

    Está prevista a presença do presidente da ANSR, Rui Ribeiro, na cerimónia de entrega dos prémios às equipas vencedoras dos campeonatos nacionais, que terá lugar no dia 21 de abril, domingo, às 16:30 horas, no Parque de Feiras Exposições de Tavira.

    O nosso País vai defender o título de campeão mundial conquistado no ano passado em Lanzarote, Espanha, onde estiveram presentes 67 equipas de todo mundo, tendo a prova sido vencida pela equipa do Regimento de Sapadores de Bombeiros de Lisboa.

    Os Campeonatos Nacionais de Trauma e Desencarceramento 2024 contam com a participação de 15 equipas de desencarceramento e 40 equipas de trauma provenientes de diversos locais de Portugal continental e Ilhas.

    A organização é da Associação Nacional de Salvamento e Desencarceramento (ANSD), em colaboração com o Corpo de Bombeiros Municipais de Tavira.

    No âmbito desta temática, a Resposta Pós-Acidente é um dos elementos do Sistema Seguro e está também incluída na Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária – Visão Zero 2030 como uma das áreas chave de intervenção.

    Os cuidados médicos pós-acidente e a rapidez com que o socorro chega ao local do acidente podem significar a diferença entre a vida e a morte.

    Assim, a Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária – Visão Zero 2030 irá contemplar um programa com medidas específicas para a Resposta Pós-Acidente.

    Nestas respostas está incluída, a formação sistematizada das equipas de emergência e salvamento, para reduzir os tempos de desencarceramento, bem como a elaboração de planos de ação para diminuir os tempos de socorro.

  • PCP dá relevo à luta na Cimpor

    PCP dá relevo à luta na Cimpor

    Reivindicam aumentos salariais de 8%, 37 horas semanais a partir de janeiro, retribuição do trabalho por turnos, melhorias nas carreiras profissionais e pela manutenção da assistência na doença.

    O PCP considera CIMPOR como uma empresa de um sector estratégico para o nosso país.

    Lembra que o processo de privatização «daquele que foi outrora um dos principais grupos industriais portugueses, começou pelas mãos de um Governo PSD em 1994 e foi desenvolvido posteriormente por sucessivos governos quer do PS, quer do PSD».

    Aquele partido anota que, atualmente, a empresa é totalmente dominada por capital privado e maioritariamente estrangeiro.

    Destaca esta unidade industrial no Algarve, como «importante na diversificação da actividade económica e na promoção do aparelho produtivo regional. Produzir cimento e outros derivados no nosso País, significa não ficar dependente do exterior num bem que é essencial, mas também devia significar a valorização dos seus trabalhadores».

    A presença do PCP, junto dos trabalhadores em greve, «é uma forma de assinalar a importância da luta pelos direitos de quem cria riqueza e faz avançar o País, mas também pela importância que damos à produção e à soberania nacional».

  • Nova barragem em Espanha afetará Portugal

    Nova barragem em Espanha afetará Portugal

    O projeto, atualmente aberto a consulta pública, é denominado «Aproveitamento Hidroelétrico de José Maria de Oriol II», foi detalhado pelas autoridades espanholas e está aberto a revisão no «portal Participe» durante 30 dias úteis, terminando a 28 de maio, conforme refere a APA.

    A APA manifestou a sua intenção de participar no processo de Avaliação de Impacte Ambiental (AIA), dado o potencial impacto ambiental significativo em Portugal, e comunicou-o a Espanha.

    De acordo com o «Protocolo de ação entre o Governo da República Portuguesa e o Governo do Reino de Espanha», a Espanha forneceu documentação sobre os potenciais impactos do projeto transfronteiriço.

    A central hidroelétrica reversível proposta deverá ser construída em Alcántara, Cáceres, utilizando as albufeiras existentes de Cedillo e Alcántara II.

    A Iberdrola, empresa espanhola que supervisiona o projeto, garantiu que a nova central não irá alterar a gestão da água libertada a jusante da albufeira de Cedillo.

    As avaliações de impacto ambiental indicam que se espera que o projeto tenha um impacto ambiental moderado, com efeitos minimizáveis na rede Natura 2000.

  • Desafio nas 500 milhas de Chaves a Faro

    Desafio nas 500 milhas de Chaves a Faro

    Quase 80 automóveis clássicos vão alinhar alinham à partida nas 500 Milhas ACP, um dos maiores ralis de regularidade da Península Ibérica.

    A caminho das duas décadas de história, as 500 Milhas ACP regressam ao seu figurino original e levam 77 equipas a percorrer a maior estrada da Europa, a Estrada Nacional 2, para atravessarem Portugal de norte a sul.

    A 19.ª edição da prova do Automóvel Club de Portugal atraiu uma das maiores listas de inscritos de sempre, com 77 clássicos produzidos nas décadas de 1950, 1960 e 1970. Entre os participantes, destaque para o carro mais antigo, um Jaguar , um dos exemplares com mais de 70 anos que vão enfrentar o desafio de percorrer toda a EN2.

    Outra raridade em prova é um AC Aceca de 1960, mais um destaque numa lista diversificada e que inclui modelos históricos de asmarcas como a Porsche, MG, Austin Healey, Mercedes-Benz, Alfa Romeo, Fiat, BMW, Simca, Morris, Volvo, Triumph, Peugeot, Volkswagen, Lancia, Citroën, Toyota e Opel.

    Uma odisseia de Trás-os-Montes ao Algarve

    Os concorrentes vão disputar um total de 19 setores de regularidade, divididos em duas etapas, a exigirem perícia e precisão, por entre algumas das mais belas paisagens do país. A concentração de máquinas e pilotos acontece na próxima sexta-feira, em Chaves, no Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, com a partida do primeiro concorrente a acontecer na manhã de sábado, logo às 06h01, no Km 0 da Nacional 2.

    Os concorrentes rumam a sul e passam por Santa Marta de Penaguião, Lamego, Castro Daire, Tondela, Sertã (local do almoço), Abrantes, Mora, Ferreira do Alentejo, Almodôvar e Faro, que marca o final da EN2, com a chegada da prova a acontecer no Porto de Recreio de Olhão, cidade algarvia que também recebe o jantar e a entrega de prémios.

    Em 2023, as 500 Milhas ACP tiveram emoção e indecisão mesmo até aos últimos quilómetros quanto aos vencedores de cada categoria, além de terem registado uma elevada percentagem de concorrentes a concluir a prova, atestando a excelente preparação das máquinas e equipas.

    Além de um dos maiores e mais importantes ralis de regularidade da Península Ibérica, as 500 Milhas ACP são também uma jornada de descoberta da história e dos territórios atravessados pela Estrada Nacional 2, uma oportunidade única para ver verdadeiras máquinas do tempo num desafiante périplo pelo país.

    PROGRAMA 500 MILHAS ACP

    19 de abril (sexta-feira)

    15h00 / 19h00 – Verificações – Chaves – Estacionamento junto ao Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso

    Após as verificações, as viaturas ficam em exposição durante o resto do dia e noite.

    20 de abril (sábado)

    • 06h01 – Partida do Km 0 em Chaves para o primeiro concorrente
    • 13h00 – Almoço na Sertã
    • 21h38 – Chegada ao Porto de Recreio de Olhão para o primeiro concorrente
    • 22h00 – Jantar e entrega de prémios – Olhão

    HORAS DE PASSAGEM

    • 07h35 Santa Marta de Penaguião
    • 08h10 Lamego
    • 08h52 Castro Daire
    • 09h45 Viseu  
    • 11h05 Penacova
    • 11h42 Góis  
    • 12h30 Pedrogão Grande
    • 13h00 Sertã  
    • 15h00 Abrantes
    • 15h45 Domingão / Ponte de Sor
    • 16h38 Ciborro 
    • 17h30 Escoural
    • 18h05 Torrão
    • 18h22 Odivelas / Ferreira do Alentejo
    • 19h23 Ervidel 
    • 20h00 Almodôvar


  • 0cupação de jovens em Mourão

    0cupação de jovens em Mourão

    O objetivo é oferecer aos jovens uma ocupação saudável dos tempos livres, em atividades de interesse municipal.

    O município de Mourão esclarece que desenvolveu o projeto para permitir o “contacto experimental com a vida profissional de forma a potenciar as suas capacidades cívicas e de participação social, sendo ao mesmo tempo um contributo para a inserção no mundo laboral“.

    A iniciativa encontra-se aberta à participação de todos os jovens residentes no concelho de Mourão que estejam à procura do primeiro emprego ou desempregados, com idades compreendidas entre os 18 e os 25 anos.

    Vão ser ocupados no desenvolvimento de atividades numa área à sua escolha, como por exemplo a educação, património e cultura, desporto, saúde oiação social,

    Cada candidato tem direito a um seguro de acidentes pessoais e uma bolsa mensal no valor de 400€.

  • Alemã morre em queda de falésia

    Alemã morre em queda de falésia

    Alegadamente pode ter-se desequilibrado enquanto tirava fotografias. Às 13:30 horas foi recebido o alerta, através do Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo de Lisboa (MRCC Lisboa), sendo, de imediato, ativados para o local tripulantes da Estação Salva-vidas de Sagres e elementos do Comando-local da Polícia Marítima de Lagos.

    Quando localizaram o corpo da vítima, constatado que a mesma já se encontrava sem vida, tendo, após autorização do Ministério Público, recolhido recolhido e transportado o corpo pelos tripulantes da Estação Salva-vidas para o Porto da Baleeira.

    Nesse local, foi declarado o óbito pelo médico da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER). A vítima será posteriormente transportada para o Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses de Portimão, pelos elementos dos Bombeiros Voluntários de Vila do Bispo.

    O Gabinete de Psicologia da Polícia Marítima e do INEM foram ativados e encontram-se a prestar apoio ao acompanhante da vítima. O Comando-local da Polícia Marítima de Lagos tomou conta da ocorrência.

  • Terminou a seca, mas deixou rasto

    Terminou a seca, mas deixou rasto

    O IPMA usou o índice PDSI, que se baseia no conceito do balanço da água tendo em conta dados da quantidade de precipitação, temperatura do ar e capacidade de água disponível no solo e permite detetar a ocorrência de períodos de seca classificando-os em termos de intensidade (fraca, moderada, severa e extrema).

    Balanço e lições para o futuro

    A seca que assolou as regiões do Algarve e Alentejo foi um período desafiador que deixou marcas profundas na paisagem, na economia e na vida das pessoas.

    Durante este tempo, enfrentou-se a pior seca de que há registo, com barragens e reservatórios a atingirem níveis críticos de água, afetando severamente a agricultura, uma das principais atividades económicas destas regiões.

    No Algarve, a Barragem da Bravura, em Lagos, chegou a estar a apenas 8% da sua capacidade, o que representou um duro golpe para os agricultores que dependem deste recurso vital.

    A situação não foi muito diferente na Barragem do Arade, que desceu para 15% da sua capacidade, deixando cerca de 1.800 agricultores com uma quantidade de água insuficiente para as suas necessidades.

    A seca prolongada foi exacerbada pelas alterações climáticas, com 2023 a ser registado como o ano mais quente para o planeta, aumentando o pessimismo quanto à possibilidade de recuperação a curto prazo.

    No Alentejo, a situação também foi grave, com o território a sofrer de seca severa e extrema. Apesar de uma ligeira melhoria na primeira quinzena de Março, grande parte do sul de Portugal não viu variações significativas na quantidade de água no solo.

    O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) relatou que, apesar das chuvas que caíram, o período de Outubro de 2021 a Março de 2022 foi o mais seco desde 1931, evidenciando a gravidade e a persistência da seca.

    A seca no Algarve e Alentejo não só afetou a agricultura mas também teve impactos na biodiversidade, nos recursos hídricos e na qualidade de vida das populações.

    A escassez de água levou a restrições no consumo, aumentou os custos de produção e forçou muitos a repensar as práticas de gestão de água e terra. Este período de seca destacou a necessidade urgente de medidas de adaptação e mitigação das alterações climáticas, bem como de uma gestão mais sustentável dos recursos naturais.

    Com o anúncio do fim da seca, há uma sensação de alívio, mas também a consciência de que eventos semelhantes podem voltar a ocorrer.

    É crucial aprender com esta experiência e trabalhar para garantir que as regiões do Algarve e Alentejo estejam mais bem preparadas para enfrentar os desafios que as alterações climáticas possam trazer no futuro.

    Foto: Joaquim Félix
  • Em Serpa há descida do Guadiana

    Em Serpa há descida do Guadiana

    A câmara municipal de Serpa está a propor, para o dia 20 de abril, uma descida do rio Guadiana em canoa, no troço entre os Moinhos Velhos (Brinches) e o Moinho da Amendoeira (Serpa).

    A descida tem quase 10 quilómetros e uma duração prevista de 3 horas, sendo recomendado o uso de roupa e calçado adequado à atividade, chapéu e protetor solar.

    A autarquia promove esta descida do Rio Guadiana porque ela «permite partir à aventura e descobrir o último reduto selvagem e natural de um rio que faz parte da memória coletiva e lendária do Alentejo».

    O percurso é assinalado como calmo e fluído, sendo regularmente animado pelos rápidos, à passagem dos açudes das antigas azenhas, proporcionando a sensação e emoção das «águas bravas».

    A Rota das Azenhas é efetuada no percurso de canoagem homologado desde 2012 e apresentado como «Por Este Rio Abaixo», permitindo usufruir das potencialidades do rio Guadiana para a prática de canoagem como atividade de promoção turística e desporto de natureza.

  • Está de regresso o TT «Trilhos Inter-Vivos»

    Está de regresso o TT «Trilhos Inter-Vivos»

    Será qual o XVII Passeio Turístico Todo-o-Terreno, onde os apaixonados por aventuras, paisagens deslumbrantes e momentos inesquecíveis são convidados a participar e onde reafirmam o compromisso com a qualidade, segurança e a experiência inigualável que sempre caracterizaram este evento.

    O passeio Turístico TT «Trilhos Inter-Vivos», destina-se a proporcionar lazer e envolvimento familiar, a celebração da cultura, tradição e gastronomia da região. Percorrem-se caminhos entre a serra do Caldeirão e o rio Guadiana, onde os participantes têm a oportunidade única de conhecer aldeias pitorescas e conviver com as tradições autênticas do concelho de Alcoutim.

    A Associação INTER-VIVOS acumulou, ao longo de edições anteriores, um vasto conhecimento e compreensão das expectativas dos participantes. Cada detalhe foi cuidadosamente considerado para criar uma experiência refletindo a paixão pela região de Alcoutim e o desejo de proporcionar momentos memoráveis aos participantes.

    Este ano, a novidade introduzida foi o «Acampamento Familiar», para uma noite especial, «repleta de diversão ao redor de uma fogueira, criando memórias para todas as idades. Queremos que usufrua das maravilhas naturais e culturais, sinta-se parte desta celebração e experimente a hospitalidade única de Alcoutim”, adianta a organização esperando que os participantes estejam preparados para um evento repleto de diversão e aventura.

    A Associação INTER-VIVOS lança o convite assim os amantes de TT a confiarem na experiência consolidada e no seu compromisso com a segurança e qualidade

  • Começou a Feira de Sevilha

    Começou a Feira de Sevilha

    A Feira de Sevilha, um dos eventos mais emblemáticos da Andaluzia, começou hoje com a tradicional cerimônia de iluminação à meia-noite, marcando o início de uma semana de festividades que capturam a essência da cultura local.

    Este ano, a feira promete continuar sua longa tradição de ser um ponto de encontro vital para a comunidade agrária e camponesa, ao mesmo tempo em que oferece uma experiência rica e vibrante para todos os visitantes.

    Desde sua origem em 1847 como uma feira de gado, a Feira de Sevilha evoluiu para se tornar uma celebração cultural que atrai atenção internacional. A edição de 2024 não é exceção, com expectativas de uma semana repleta de música, dança, gastronomia e diversão sem fim.

    O evento deste ano, que ocorre de 14 a 20 de abril, é uma oportunidade para os sevilhanos e visitantes de todo o mundo mergulharem na atmosfera única que só a Feira de Sevilha pode oferecer.

    Uma das características mais esperadas é o flamenco, um estilo de dança tradicional que é sinônimo do festival da primavera. A feira transforma-se numa cidade dentro de uma cidade, com um belo portão na entrada e pequenas casas, chamadas “casetas”, iluminadas por lanternas, criando um cenário mágico.

    As ruas são pavimentadas com uma terra amarela especial, conhecida como «albero» que adiciona ao charme do ambiente.

    O «jantar de pescaíto», realizado no sábado anterior à iluminação, é um momento de convívio onde se partilham comidas típicas, como o peixe frito, acompanhado de enchidos, queijos e vinhos ou manzanilla. Este jantar simboliza a antecipação e alegria antes do evento principal.

    A iluminação, ou «El Alumbrao», é um espetáculo à parte, com 200.000 lâmpadas acendendo as 15 ruas do recinto da feira, criando uma atmosfera mágica que dá início à festa, acima de tudo quando observado da Avenida de Flota de Indias ou da rua Assunção, que oferecem vistas privilegiadas da cerimônia.

    Além disso, o clima para a Feira de Abril de Sevilha de 2024 é promissor, com previsões de céu parcialmente nublado, calor e poucas chances de chuva, criando condições ideais para aproveitar todos os dias e noites da feira.

    A Feira de Sevilha é mais do que um evento; é uma expressão da identidade andaluza, um encontro de tradições e um convite aberto para celebrar a vida. A edição de 2024 continua a honrar esse espírito, prometendo ser uma experiência inesquecível para todos os que participam.