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  • Fundos Europeus no Algarve com 269 M€

    Fundos Europeus no Algarve com 269 M€

    Estes fundos são distribuídos por vários objetivos de política e pelas várias regiões do país, nas áreas sociais, da economia, do ambiente, do mar e do território.

    Programa, Pessoas 2030, 972 356 450 €, 37 avisos; Sustentável 2030, 893 258 228 €, 26; Norte 2030. 846 776 249 €, 89; Centro 2030, 475 865 340 €, 48; Alentejo 2030, 387 200 000 €, 59; Compete 2030, 332 500 000 €, 21; Algarve 2030, 269 326 000 €, 71; Açores 2030, 103 975 000 €, 31; Madeira 2030, 101 040 000 €, 28; Lisboa 2030, 70 600 000 €, 26; Mar 2030 68 748 633 €, 74; FAMI 11 407 500 €, 7; e PAT 2030, 1 000 000 €, 1.

    • O primeiro quadrimestre (de maio a agosto de 2024) soma 253 avisos a lançar, com um volume de fundo associado de 2,5 mil M€, o segundo quadrimestre (de setembro a dezembro de 2024) soma 164 avisos a lançar, com um volume de fundo associado de 1,6 mil M€.

    • Relativamente à distribuição dos avisos pelos meses do primeiro quadrimestre, destaque para a previsão de abertura de 131 avisos durante o mês de maio, representando um investimento de cerca de 1,2 mil M€, e de 80 avisos para o mês de junho, com uma dotação de 748 M€.
    O Plano Anual de Avisos estrutura-se em três quadrimestres, apresentando particular detalhe para o primeiro, com informação adicional para cada aviso a publicar, e é alvo de atualizações todos os quadrimestres, sendo, em cada um, publicada uma versão atualizada do Plano para os 12 meses subsequentes.

    Até 31 de março de 2024, o Portugal 2030 conta com 4.906 M€ de fundo a concurso.

  • Alívio das restrições da água em estudo

    Alívio das restrições da água em estudo

    Há várias hipóteses a considerar e todas elas são de alívio em relação à presente situação. A ministra esteve em Faro e falou após uma reunião da Subcomissão Regional da Zona Sul da Comissão de Gestão de Albufeiras. Na ocasião, foi avaliada a atual situação dos recursos hídricos no Algarve.

    A ministra sublinhou que no Governo existe a consciência de que a falta de água no Algarve é um problema que veio para ficar, sendo que foi a maior precipitação registada este ano no Algarve que abre caminho ao alívio das restrições.

    Os armazenamentos de abril de 2024 por bacia hidrográfica apresentam-se superiores às médias de armazenamento do mesmo mês, período de referência 1990/91 a 2022/23), com exceção para as bacias do Ave (71,4%), Mira (42,2%), Ribeiras do Algarve (Barlavento 22,6%) e Arade (44,4%).

    No último dia do mês de abril, as bacias do Oeste (93,2%), Guadiana (93,1%), Tejo (92,3%) e Cávado (91%) eram as que apresentavam maior volume de água.

    De acordo com o SNIRH, das 60 albufeiras monitorizadas, 36 apresentavam no fim de abril disponibilidades hídricas superiores a 80% do volume total e três com disponibilidades inferiores a 40%.

  • Ampliação da Ecovia de Silves

    Ampliação da Ecovia de Silves

    Engloba um troço rural-natural que se estende em paralelo com o cordão da Praia Grande, em Pêra, com início na ponta nascente da malha urbana da vila de Armação de Pêra. Atravessa a Ribeira de Alcantarilha, unindo-se com o passadiço já existente na Lagoa dos Salgados.

    Para a câmara minicipal de Silves, este é um investimento que, «para além de representar mais um ponto de interesse turístico, também beneficiará a comunidade local, não só na área do lazer, mas também do encurtamento da distância entre a vila de Armação de Pêra e o concelho de Albufeira

    A autarquia salenta a utilização de meios de deslocação não poluentes, como a bicicleta.

  • As mulheres e a Igreja primitiva

    As mulheres e a Igreja primitiva

    Este curso vai ser realizado aos sábados, ente 8 a 29 de junho de 2024 às 18:00 horas de Portugal e às 14:00 horas do Brasil e vão ser gravadas para quem não puder participar das aulas ao vivo, estando já abertas as inscrições.

    O tema do curso aborda o Novo Testamento e aponta para uma igreja nascente com forte atuação feminina e aponta os nomes de Priscila, Febe, Lídia, Evódia, Sintique, Trifena e Trifona, alguns dos muitos nomes citados nos textos de Atos dos Apóstolos e nas cartas paulinas.

    E as perguntas são sobre a razão por que as mulheres foram silenciadas a partir do segundo século; quem foram os principais defensores deste silenciamento; quais eram as mulheres conhecidas e respeitadas no segundo século como profetisas e mestres; por que seus nomes e suas histórias foram apagados dos livros de história da igreja.

    Neste curso procuram resgatar a memória de mulheres cuja teologia foi vista como uma ameaça a autoridade masculina da igreja.

    Chamadas de hereges, prostitutas e endemoniadas, tiveram seus escritos destruídos e seus ensinos combatidos.

    Silenciadas à força, sua história foi registada apenas pelos seus opositores, mas seu estudo é essencial para se compreender o processo histórico de silenciamento das mulheres na igreja cristã até os dias de hoje.

    O curso é destinado a curiosos, estudiosos em geral e interessados na história do cristianismo, estudantes e professores de ciência das religiões e teologia, líderes religiosos em geral, pastores e leigos, envolvidos com o campo religioso e eclesial, agentes de pastoral, educadores e líderes comunitários, dirigidos e com a docência da prof. doutora Lidice Meyer

  • Maio é o mês da vila do Marquês

    Maio é o mês da vila do Marquês

    Maio é mês das celebrações da fundação da cidade de Vila Real de Santo António e vai ser festejado com a edição do livro de poesia «Margens Livres», pelos Poetas do Guadiana, já amanhã, dia 3, prosseguindo as cerimónias no dia da fundação, dia 13, e o festival histórico «Vila Real de Santo António Setecentista», nos dias 17, 18 e 19.

    Livro "Margens Livres", poesia, cravo vermelho na capa.

    Trata-se da segunda edição do Festival Histórico «Vila Real de Santo António Setecentista», classificado como «evento âncora», integrando recriações históricas, cortejos, espetáculos e animação de entradas livres, com a duração de três dias.

    O festival pretende retratar a vida quotidiana da então vila, no século XVIII, e destacar a sua importância histórica, cultural e social. Ao mesmo tempo, assinalar o 248º aniversário da fundação de Vila Real de Santo António. Inaugura também a contagem decrescente das celebrações dos seus dois séculos e meio de história.

    O festival é composto por recriações, cortejos, espetáculos e animações, terminando nos mercados e banquetes, dando motivos para visitas à cidade e à evocação das personagens de época, dentro do traçado urbano da zona histórica e salientando a imponência da Praça Marquês de Pombal.

    Animação, teatralizações que retratam episódios da história de Vila Real de Santo António, em transversalidade com a História de Portugal, recriações, mercados, gastronomia e espetáculos com muita luz e cor espalhados por vários palcos, são outros dos atrativos.

    Cortejos históricos e mercados

    Os cortejos pelas ruas do Centro Histórico são considerados pontos altos do evento, reavivando uma tradição já enraizada na cidade que costumam atrair centenas de pessoas.

    Ao longo do fim de semana, haverá ainda teatro circense, com diversos ambientes cénicos, retratando episódios históricos ou cenas da vida quotidiana. O Destaque vai também para os concertos musicais e para os espetáculos de danças barrocas.

    No mercado, serão vendidos manjares frescos e acepipes doces, além do artesanato tradicional, tudo rematado com um conjunto de divertimentos para os mais novos.

    O Banquete

    No sábado, dia 18 de maio, um dos pontos altos da noite será o banquete, no Centro Cultural António Aleixo. Aqui, os comensais terão a oportunidade de desfrutar do requinte e da magia de um manjar em homenagem a D. José I.

    Os protocolos, a etiqueta, a gastronomia da época e espetáculos variados fazem parte do menu.

    Espetáculo de videomapping

    Além de um intenso programa de animação, o último dia do festival, a 19 de maio (domingo), encerra com chave de ouro: um grandioso espetáculo final de videomapping, na Avenida da República, frente ao Rio Guadiana, onde não faltará cor, luz e música.

    À exceção do banquete, todos os eventos têm entrada livre.

  • Álvaro Bila substitui Isilda Gomes

    Álvaro Bila substitui Isilda Gomes


    Por motivo da suspensão de funções de Isilda Gomes que é candidata nas Eleições Europeias de 9 junho próximo a presidência da Câmara Municipal de Portimão vai ser exercida por Álvaro Bila, vice-presidente na câmara municipal de Portimão.

    Álvaro Bila assume os pelouros e as competências da presidência do Município de Portimão, em acumulação com os que lhe tinham sido delegados.

    Entretanto, a vereadora Teresa Mendes foi nomeada vice-presidente.

  • Poetas do Guadiana escrevem Margens Livres

    Poetas do Guadiana escrevem Margens Livres

    Na obra, participam Ana Maria Horta, António Cabrita, Áurea Nobre, Clara Lourenço, João Pereira, João Viegas, José Carlos Barros, José Estêvão Cruz, Miguel Godinho, Paula Amaro e Pedro Tavares.

    Pretende comemorar os 30 anos da Editora Guadiana e os 50 anos do 25 de Abril e resulta de um convite da editora à participação dos escritores que participam na tertúlia transfronteiriça do «Poetas do Guadiana».

    Para a Editora Guadiana, os poemas do livro manifestam o que de mais íntimo possui o ser humano: «a oportunidade de patentear na escrita o sentimento sobre um dos temas mais pertinentes da nossa sociedade».

  • Mértola será «Laboratório para o Futuro»

    Mértola será «Laboratório para o Futuro»

    O principal objetivo desta visita, foi proporcionar aos alunos uma experiência in loco das aldeias que serão o foco dos projetos académicos a serem desenvolvidos, durante o curso.

    Palestra sobre vinhos em Mértola, Portugal.
    mártola alunos

    O grupo era composto por 39 alunos e alunas provenientes de diversas partes do mundo, incluindo países como Líbano, Irão, China, Turquia, Equador, Uruguai, México, Argentina, Itália, Espanha, entre outros e esteve acompanhado por dois respeitados professores.

    O programa da visita incluiu uma palestra-aula enriquecedora, onde renomados arquitetos partilharam conhecimentos e perspetivas acerca de questões de sustentabilidade e inovação.

    Entre os palestrantes estavam a Arquiteta Lívia Tirone, especialista em conceitos de sustentabilidade, João Soares, diretor do curso de arquitetura do Departamento de Arquitetura da Universidade de Évora, Filipa Frois Almeida do estúdio FHAR e Filipe Paixão do estúdio Corpo Atelier.

    Após esta sessão, cada grupo de alunos apresentou as primeiras propostas de trabalho para as seis aldeias selecionadas: Corte Sines, Corte do Pinto, Pomarão, Mesquita, S. Miguel do Pinheiro e Namorados.

    Este programa de parceria com o Instituto Politécnico di Milano está na segunda edição e encontra-se alinhado com a estratégia Mértola, Laboratório para o Futuro, que visa fortalecer as conexões entre Mértola e instituições académicas, centros de investigação, inovação e criatividade em todo o mundo.

    A vereadora da câmara municipal de Mértola, Rosinda Pimenta coordenará a informação e os contatos por telefone, em 961 024 874, e por correio eletrónico em rosindapimenta@cm-mertola.pt

  • Webinar sobre insuficiência cardíaca

    Webinar sobre insuficiência cardíaca

    Desta vez, sob o tema «Insuficiência Cardíaca: do diagnóstico ao tratamento», com o objetivo de esclarecer sobre os sintomas, os sinais de alerta, quando procurar o médico, como gerir a doença, quais os tratamentos, entre outras informações importantes.

    O webinar oencontro em linha, vai contar com as intervenções do Dr. João Agostinho, Cardiologista Clínica de Insuficiência Cardíaca do Hospital Pulido Valente (ULS Santa Maria), do Dr. Jonathan dos Santos, Médico de Família MGF Instituto CUF Porto e da Enfª. Fátima Salazar, Enfermeira Clínica de Insuficiência Cardíaca do Hospital Pulido Valente (ULS Santa Maria). A Dra. Maria José Rebocho, cardiologista e membro do conselho técnico-científico da AADIC, será responsável pela moderação.

    Este evento, que tem transmissão exclusiva na página de Facebook e canal de Youtube da AADIC. Conta com o apoio da Bial.

    Os resultados do Estudo Porthos revelaram que mais de 700 mil portugueses com idade superior a 50 anos vivem com Insuficiência Cardíaca, sendo que 90 % não sabe que tem a síndrome.

    São dados preocupantes que levam a AADIC a reforçar ainda mais a sua missão de divulgar esta doença e os seus sintomas, sendo esse o ponto de partida para este webinar.

    A iniciar a sessão, o Dr. João Agostinho irá explicar o que é a Insuficiência Cardíaca, quais os sinais de alerta e quando procurar o médico.

    Após esta explicação, será a vez do Dr. Jonathan dos Santos falar sobre o diagnóstico nos cuidados primários e porque é tão importante o início precoce do tratamento.

  • Parlamento Europeu apela ao voto

    Parlamento Europeu apela ao voto

    Entre os dias 6 e 9 de junho de 2024, quase 400 milhões de pessoas nos 27 Estados-Membros são chamadas a votar nas eleições europeias – em Portugal marcadas domingo, dia 9 de junho.

    Para informar melhor os cidadãos da União Europeia (UE) e incentivá-los a votar, o Parlamento Europeu dá início à segunda fase da sua estratégia de comunicação institucional.

    Através do slogan «Usa o teu voto. Ou outros decidirão por ti», esta segunda fase sublinha a importância da democracia. A estratégia usa uma abordagem multifacetada, incluindo eventos mediáticos, ações de sensibilização digital, participação de parceiros públicos e privados, iniciativas da comunidade e programas educativos adaptados aos cidadãos de toda a UE.

    Entre os esforços de sensibilização utilizados, o vídeo de 4 minutos, intitulado «Usa o teu voto», conta com testemunhos de cidadãos mais velhos de diferentes países da União Europeia, que transmitem aos seus netos, e próximas gerações, as suas histórias reais sobre como era a vida antes da democracia, salientando que este é um direito que não pode ser dado como adquirido.

    «A democracia na União Europeia é mais importante do que nunca. É o vosso voto que decide a direção da Europa nos próximos cinco anos. Vai decidir em que Europa queremos viver», diz a presidente do Parlamento Europeu, Roberta Metsola. «Não deixes que outros escolham por ti. Entre 6 e 9 de junho de 2024, vota. Todos os votos contam.»

    Responsabilidade coletiva

    À medida que a União Europeia enfrenta novos desafios e que as eleições de junho de 2024 se aproximam, o Parlamento Europeu reafirma o seu empenho em promover o diálogo, a unidade e a cidadania ativa. «Usa o teu voto. Ou outros decidirão por ti» serve para relembrar que a democracia é um legado que tem de ser cultivado e defendido por todos.

    «A democracia é uma responsabilidade coletiva – não em prol de uma ideia política ou de uma causa específica, mas em relação uns aos outros», diz o porta-voz e Diretor Geral de Comunicação do Parlamento Europeu, Jaume Duch.

    «Estamos mais unidos na democracia europeia do que pensamos: entre nações, sensibilidades políticas e gerações. Nos tempos de polarização em que vivemos, é fácil esquecer isto e a nossa campanha foi criada para nos relembrar do que nos une

    Em particular, o vídeo central da campanha explora mais aprofundadamente a história de muitos países europeus que enfrentaram conflitos armados ou limites à liberdade individual, e que sabem quão frágil pode ser a democracia, se não for ativamente defendida.

    Aumento do interesse pelas eleições europeias

    O mais recente estudo Eurobarómetro do Parlamento Europeu, com mais de 26 mil inquiridos em todos os Estados-Membros, revelou que 60 % dos europeus, e 51% dos portugueses, estão interessados nas eleições europeias de 6 a 9 de junho de 2024 – mais 11 pontos percentuais do que no mesmo período pré-eleitoral em 2019.

    Além disso, 71 % dos europeus afirmam que provavelmente vão votar, mais 10 pontos percentuais do que na última vez. Apesar de a percentagem em Portugal ser ainda abaixo da média europeia, atingindo os 57%, está 10 pontos percentuais acima do Eurobarómetro divulgado no período homólogo de 2019.

    Os resultados sugerem também que quatro em cada cinco europeus concordam que «o voto é importante para proteger a democracia» (81 %) e que «o voto é importante para garantir um futuro melhor para as próximas gerações» (84 %).

    Mais de oito em cada dez europeus (81 %), e nove em cada dez portugueses (90%), consideram que o voto é ainda mais importante dada a atual situação geopolítica.

    O vídeo «Usa o teu voto», e outras nove versões mais curtas para televisão, cinema, rádio e redes sociais, são divulgadas hoje, dia 29 de abril, em todos os Estados-Membros.

  • Cortes iguais querem agricultores algarvios

    Cortes iguais querem agricultores algarvios

    A CSHA representa mais de 1.000 produtores, operadores e associações do setor agrícola algarvio.

    Segundo a CSHA, a previsão de armazenamento de água de superfície nas bacias do Algarve já foi ultrapassada, e a região possui níveis de água suficientes para os próximos anos.

    A comissão espera que os valores dos cortes em vigor desde janeiro sejam atualizados na reunião de terça-feira, com um corte de 15% para o setor urbano e turismo, e de 25% para a agricultura.

    Além do mais, esperam que seja apresentada uma proposta para a legislação da gestão da água subterrânea, permitindo a criação de associações de produtores e usuários de cada aquífero.

    A CSHA também gostaria de ouvir a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) anunciar o aumento do volume de água a ser transferido da barragem do Funcho para a do Arade, no barlavento algarvio.

    A medida foi solicitada pela Associação de Regantes de Silves, Lagoa e Portimão, para que a agricultura naquele perímetro de rega possa operar com um corte de 15%, pois necessita de cinco hectómetros cúbicos de água do Funcho.

  • Turismo massivo pode originar protestos

    Turismo massivo pode originar protestos

    Em Portugal, dada a existência destes locais onde a procura turística é muito forte, há o receio de que comece a acontecer o mesmo problema que tem vindo a assolar outras zonas turísticas na Europa.

    Tem havido protestos muito sérios contra a massificação do turismo e até restrições ao número de turistas e construção de novos hotéis, como é o caso de Amesterdão.

    José Theotónio, entende que o grande argumento para defendermos o setor do turismo é não termos memória curta e olharmos para o que aconteceu em Portugal quando o turismo esteve parado.

  • Castro Marim | Água chega a Pisa Barro

    Castro Marim | Água chega a Pisa Barro

     

    Para assinalar a abertura da Rede de Abastecimento de Água em Pisa Barro e o 50.º Aniversário do 25 de Abril de 1974, a Banda Musical Castromarinense celebrou, com a sua atuação em Pisa Barro, durante as celebrações dos 50 anos do 25 de Abril de 1974 mais um passo dado pelo concelho de Castro Marim no desenvolvimento do interior, a tão esperada abertura da Rede de Abastecimento de Água.

    Comemorou-se, também, «a crescente presença das autarquias na melhoria das condições de vida das pessoas e na prestação de serviços básicos, desde o abastecimento de água à população até à programação cultural aquele que era um dos grandes objetivos do município e do atual executivo»

    Esta semana, assinala a autarquia, ficou totalmente concretizado o objetivo, «permitindo assim o abastecimento de água, em quantidade e qualidade, colocando um ponto final ao fornecimento instável que existia graças a captações subterrâneas que alimentavam redes próprias, particulares ou fontenários».

    O investimento foi superior a um milhão de euros, a alimentação de água efetua-se agora a partir da extensão da rede municipal de distribuição atualmente existente, com base em duas origens alternativas, o Reservatório de Monte Francisco e o Reservatório do Cabeço, integrados no Sistema Multimunicipal de Abastecimento de Água do Algarve.O projeto foi aprovado pelo programa PO SEUR, sendo apoiado por Portugal e pela União Europeia, cofinanciado a 82,04% pelo Fundo de Coesão.

    Em 2020, o Município de Castro Marim executou uma obra que estendeu a rede de abastecimento de água a mais de 30 povoações das freguesias de Azinhal e Odeleite, «pretendendo continuar com esta política nos aglomerados populacionais ainda não servidos».

  • Ler o «Avante!» às escondidas na margem do Guadiana

    Ler o «Avante!» às escondidas na margem do Guadiana

    Um habitante da aldeia, situada frente ao Pomarão, bem conhecido dos locais, era tido como pessoa como muito especial, inteligente e informada, sem praticamente sair do monte, a não ser ter feito o serviço militar, onde ingressou a 2 de Março de 1938.

    A pessoa que conta a história, lembra que, nas décadas de 50 e 60, ainda havia muita gente na Mesquita e frequentavam a aldeia com frequência, porque o marido era caçador e por ali havia muita caça. Adoravam lá ir.

    Assim, tudo contribuiu para que tivesse conhecimento de uma história bem curiosa. O tio gostava muito de conversar e, bem como ela, passavam muito tempo na conversa.

    Um dia, ele fez-lhe uma confissão muito curiosa e perigosa. Contou que, muito ao fim da tarde e mais no princípio da noite, quando todos os homens do campo já tinham regressado ao monte, o homem citado punha uma saca às costas como se fosse em busca de um ninho.

    Ia até ao Serro da Fome, onde havia um cabanejo e um seu camarada, de longe, vinha esconder o jornal «Avante!». Ele, então, trazia o jornal na saca, deixava num outro esconderijo e, no dia seguinte, voltava lá, como se fosse à lenha, e lia o jornal.

    Ele dizia que nem contava à esposa com medo que ela não fosse capaz de guardar segredo.

  • Os videos da Tertúlia na Biblioteca em VRSA

    Os videos da Tertúlia na Biblioteca em VRSA

    No dia 23 de Novembro, decorreu em Vila Real de Santo António, na Biblioteca Municipal Vicente Campinas, uma tertúlia integrada nos 50 anos da Revolução de Abril de 1974, na qual participaram como oradores José Carlos Barros, Luísa Travassos, Neto Gomes e José Cruz, a que se juntou o professor Bruno Gomes.

    José Estêvão Cruz participou na tertúlia a cantar canções com poemas de António Gedeão, Pedro Barroso e Rui Mingas.

    A Guadinforma esteve presente e realizou uma reportagem de video que compartilha com o FOZ – Guadiana Digital. Clique nas fotos para ver os vídeos.

    O vereador Fernando Horta
    O vereador Fernando Horta
    Susana de Sousa, moderadora do debate, com Luísa Travassos, diretora do  Jornal do Algarve
    Susana de Sousa, moderadora do debate, com Luísa Travassos, diretora do Jornal do Algarve
    José Carlos Barros, poeta e escritor, Prémio Leya e Neto Gomes, escritor e cronista
    José Carlos Barros, poeta e escritor, Prémio Leya e Neto Gomes, escritor e cronista
    Elizabete Guerreiro Isabel, pintora
    Elizabete Guerreiro Isabel, pintora
    Homem aplaudindo sentado numa cafetaria.
    Professor Bruno Gomes
    Reportagem de vídeo de Carmo Costa
  • Manifestação pelo AVE no Dia da Europa

    Manifestação pelo AVE no Dia da Europa

    Essa decisão tem causado descontentamento tanto na população quanto na administração local.

    A alcaldesa de Huelva expressou sua decepção e reiterou seu compromisso em lutar pela inclusão da cidade nos planos de alta velocidade. Segundo suas declarações, o governo central parece priorizar outras regiões, deixando Andaluzia, e em particular Huelva, em posição desvantajosa.

    A única alternativa para Huelva conseguir uma conexão de alta velocidade antes do mencionado ano é que o governo espanhol decida priorizar a construção do trecho Huelva-Sevilha.

    A alcaldesa afirmou que continuará pressionando as autoridades nacionais e até mesmo europeias, apesar de mencionar que o presidente do governo não demonstrou disponibilidade para se reunir com ela.

    No entanto, ela deixou claro que, além de seu papel como alcaldesa, representa todos os habitantes de Huelva e exigirá que a justiça seja feita à cidade.

    Diante dessa situação, foi convocada uma grande manifestação para o próximo dia 9 de maio, com o objetivo de reivindicar ao governo que reconsidere a inclusão de Huelva no projeto de alta velocidade.

    A alcaldesa fez um apelo a todos os cidadãos para se unirem à protesto, enfatizando que não se trata de uma questão política, mas sim de justiça social e da necessidade de reconhecer Huelva como uma cidade com os mesmos direitos e necessidades que qualquer outra no país.

    Origem: conversação com o Bing, 27/04/2024
    (1) Huelva fuera de los planes de alta velocidad hasta 2050 según el ….
    (2) Uma má notícia para o Algarve – FOZ – Guadiana Digital.
    (3) Autarcas de Faro, Huelva e Sevilla reivindicam ligação em alta velocidade.
    (4) Municípios pedem comboio de alta velocidade que ligue Faro, Huelva e ….
    (5) El AVE no llegará hasta 2050 a Huelva y la deja totalmente aislada.

  • Um mar de Abril inundou Portugal

    Um mar de Abril inundou Portugal

    Em Faro, centenas de paticipantes estiveram presentes nas comemorações dos 50 anos da Revolução de Abril de 1974, convocada pela Comissão Organizadora das Comemorações Populares do 25 de Abril.

    Gente chegada de todo o Algarve participou no desfile que percorreu várias ruas da baixa de Faro, do Jardim Manuel Bívar até ao Largo de São Pedro, sempre com enorme alegria e emoção, cheia de força e grande combatividade por Abril, as suas conquistas e avanços, como anota a Direcção Regional do PCP que já saudou o êxito do desfile.

    Muitos jovens e crianças, de muitas mulheres, de reformados, trabalhadores organizados pelos sindicatos dos professores, do comércio e serviços, da administração pública, da hotelaria, os enfermeiros, dos CTT, entre outros.

    Estiveram ex-militares, participantes de movimentos pelo direito à habitação, à igualdade, anti-racistas, pela Paz, empunhando cartazes e faixas, marcando posições de afirmação e exigência do cumprimento da Constituição da República Portuguesa e dos valores de Abril.

    Pediam melhores salários, pensões, direitos e condições de trabalho, habitação, dignidade, igualdade, paz, soluções para os muitos problemas com que se vive no Algarve,o que para o PCP «são reivindicações que comprovam de que Abril está vivo e significa luta e acção».

    A exigência de que Abril perdure, com a entoação muitas vezes repetidas no percurso – «25 de Abril sempre«, ficou bem vincada com a também associada exigência de que não se quer retrocessos políticos, sociais, económicos e culturais, com a afirmação logo de seguida -«Fascismo nunca mais!».

    «O Povo unido jamais será vencido!», «Paz sim, guerra não !», «Não queremos ter de escolher pagar casa ou comer!», «É mesmo necessário o aumento do salário!» – foram das mais repetidas palavras de ordem, demonstrando que celebrar Abril é mais futuro para todos os que estiveram presentes.

    Para a DORAL do PCP esta resposta dos trabalhadores e da população é o cabal comprovativo de que o generoso projecto de Abril e os seus valores estão presentes e são factores de confiança na construção de um Portugal fraterno e de progresso.

    A Direcção da Organização Regional do Algarve do PCP

    Manifestação por políticas inclusivas em Portugal.
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  • Centenário de Ramos Rosa com  prémio e colóquio

    Centenário de Ramos Rosa com prémio e colóquio

    No Dia Mundial do Livro, quando se assinalou o 23º aniversário da Biblioteca Municipal António Ramos Rosa, a autarquia revelou o programa alargado de comemorações.

    O programa vai incluir um colóquio internacional dedicado ao poeta, a reformulação do atual Prémio Nacional de Poesia António Ramos Rosa, um programa direcionado a jovens e uma homenagem com a colocação de uma peça escultórica na Biblioteca Municipal.

    O anúncio foi feito durante as comemorações presididas por Rogério Bacalhau, presidente da Câmara Municipal de Faroe contou ainda com a presença de José Manuel Mendes, presidente da Associação Portuguesa de Escritores (APE), e do poeta, ensaísta e professor António Carlos Cortez, que aceitou o convite do Município de Faro para ser o curador das comemorações.

    O colóquio internacional será denominado «António Ramos Rosa: Poesia Liberdade Livre», e realiza-se no dia 17 de outubro, data do 100.º aniversário do poeta. Esta iniciativa pretende abrir a obra de António Ramos Rosa a outros universos da cultura que não apenas o meio académico.

    Espera-se a presença em Faro de diversos e reconhecidos poetas e académicos nacionais e internacionais.

    Outro dos grandes destaques apresentados é a transformação do Prémio Nacional de Poesia António Ramos Rosa. No âmbito das comemorações, o Município de Faro estabelece uma parceria com a Associação Portuguesa de Escritores (APE) para a constituição do novo Grande Prémio Nacional de Poesia António Ramos Rosa APE – CM Faro.

    Passa a ser coproduzido entre estas duas entidades, passando de um formato bienal para anual e aumentando o valor do prémio dos atuais 5.000 euros para 12.500 euros.

    Mantendo a aposta na poesia editada em Língua Portuguesa, o Prémio é aberto a todos os autores que editem em português.

    Será também promovida a exposição itinerante «António Ramos Rosa: Uma presença Real», com uma mostra sobre as edições, os livros, os poemas e a presença do autor.

    Esta exposição, que decorrerá entre setembro de 2024 e junho de 2025, estará patente ao público na Biblioteca Municipal e irá circular pelas escolas do concelho de Faro.

    Paralelamente, será promovido entre setembro e dezembro de 2024 um programa direcionado a escolas, que incluirá sessões de poesia, música e conversas, debates em torno da obra de António Ramos Rosa, que serão criados para jovens e realizados nas escolas secundárias do concelho.

    Ao artista Miguel Martins, o município encomendou uma peça escultórica de homenagem a Ramos Rosa, que deverá ser instalada, até final do ano, na Biblioteca Municipal de que é patrono.

    Também até final de 2024, deverá ser editada uma publicação em que um conjunto de autores escolhidos por António Carlos Cortez e vão ser partilahasdas as suas leituras sobre a vida e obra de António Ramos Rosa, através dos seus poemas.

    No âmbito da sessão de apresentação das comemorações, António Carlos Cortez agradeceu o convite mas também a sensibilidade e o cuidado que a Câmara Municipal de Faro tem devotado à Cultura e à figura de António Ramos Rosa.

    «Foi um convite que me surpreendeu mas que julgo que faz algum sentido, por ter sido amigo pessoal de António Ramos Rosa e por ter tido oportunidade de, em 2005, organizar e fazer o prefácio de um livro de António Ramos Rosa, ‘Os Animais do Sol e da Sombra seguido de O Corpo Inicial’, das Edições Quasi», relembrou António Carlos Cortez, adiantando ter uma ligação sentimental a Faro e ao Algarve, por via de amizades com outro poeta farense, Gastão Cruz, e com Nuno Júdice, poeta algarvio falecido em março deste ano.

    «Fazer a curadoria de um programa deste género significa não só ponderar bem o eco da obra de António Ramos Rosa, mas também fazê-lo num contexto que é adverso, seja no ensino, seja na atmosfera cultural, onde há hoje uma resistência seja às humanidades, seja ao ensino da poesia», disse Cortez e revelou:

    «Por isso, este gesto da Câmara Municipal de Faro enche-me de alegria e de responsabilidade e esta ocasião feliz pode ter uma importante ação sob a cidade de Faro e não só: levar António Ramos Rosa às escolas, uma vez que, na verdade, Ramos Rosa e os poetas portugueses são muito pouco conhecidos pelas gerações mais jovens».

    Também o presidente da APE, José Manuel Mendes, agradeceu o diálogo com a Câmara Municipal de Faro que permitiu a criação do Grande Prémio Nacional de Poesia António Ramos Rosa APE – CM Faro, um prémio que prestigiará não só quem os poetas que o vieram a receber, mas também quem o promove.

    Invocando António Ramos Rosa, mas também Gastão Cruz e Nuno Júdice como grandes nomes da poesia e da literatura nacional, José Manuel Mendes destacou ainda o facto de este prémio literário ser um galardão aberto à lusofonia e a toda a criação literária feita em português, que até pode vir de fora do espaço lusófono.

    Já o Presidente da Câmara Municipal de Faro, Rogério Bacalhau, sublinhou o agradecimento a José Manuel Mendes pela parceria com a APE, que permite passar a promover o Grande Prémio Nacional de Poesia António Ramos Rosa anualmente, mas também a António Carlos Cortez por aceitar o convite para ajudar a comemorar os 100 anos de António Ramos Rosa com a dignidade que merece.

    «O centenário de António Ramos Rosa, por ser farense e um dos maiores vultos da poesia nacional e internacional, é uma efeméride que é única e que não podíamos deixar de assinalar, até juntando os 50 anos de liberdade e do 25 de Abril, em que também ele teve um papel importante, no plano literário», disse ainda o Presidente da Câmara Municipal de Faro, Rogério Bacalhau, a concluir.

  • Atravessar o Guadiana seguro por uma arame

    Atravessar o Guadiana seguro por uma arame

    A travessia está prevista para o próximo dia 11 de Maio e, na divulgação do evento a organização, refere que o percurso tem 720 metros, que atravessa o rio Guadiana, pode alcançar uma velocidade de 70 a 80 quilómetros por hora.

    Dos 25 euros que custa o bilhete de participação, cinco revertem a favor da Associação de Alerta de Incêndios Florestais e dos bombeiros voluntários.

    Trata-se de uma ideia lançada pela britânica Jan Felton, administradora de dois grupos na rede social Facebook: Women of Loulé, mulheres de Loulé, e Algarve Womens Network , Rede de Mulheres do Algarve.

    A Associação de Alerta de Incêndios Florestais dedica-se a dar informação sobre a atividade dos bombeiros e a fazer publicações sobre o desenvolvimento de incêndios, de forma a “ajudar a comunidade e os serviços”.

    Foto: Limite Zero
  • Câmara de Monsaraz em desacordo com a EDIA

    Câmara de Monsaraz em desacordo com a EDIA

    «Infelizmente confirma-se o que temos vindo a afirmar, com bastante desilusão» diz a autarquia na sua nota, afirmando que «tudo fará para reverter o total desinvestimento que a anterior governação socialista e a sua tutela da Agricultura deixaram para a nossa terra e para o Bloco de Rega de Reguengos – o esquecimento e o abandono»

    Em abono da sua opinião aponta o atual Plano de Atividades e Orçamento de 2024 da Empresa de Desenvolvimento das Insfraestruturas de Alqueva (EDIA), na sua página 29 do quadro do Referencial Estratégico a Médio Prazo para a Promoção de Novas Áreas de Regadio.

    Lembra que o município de Reguengos de Monsaraz já havia anunciado, na sua Nota de Imprensa de 15 de março de 2024 que «… os 88 milhões de euros que constam na portaria do Governo já não vão chegar para a construção do bloco de rega de Reguengos, uma das empreitadas do projeto. …».

    Para a autarquia, nunca esteve candidato aos fundos europeus do Programa de Desenvolvimento Rural 2020, o PDR 2020, pelo governo liderado pelo Partido Socialista a que acusa de durante oito anos ter iludido, sistematicamente, os agricultores reguenguenses.

    A presidente, Marta Prates, com o apoio do restante executivo em funções, «tudo fará para reverter o estado de abandono a que os agricultores de Reguengos de Monsaraz foram deixados», sublinham.

    Porém não fecha as portas ao diálogo e afirma: «Tal como nós, também a Federação Nacional de Regantes de Portugal (FENAREG), parceiro do Município de Reguengos de Monsaraz nesta exigência, irá trabalhar com o atual Ministério para, em articulação com a autarquia, verificar e demonstrar a necessidade da concretização do financiamento para esta obra essencial para a sobrevivência e futuro do concelho de Reguengos de Monsaraz».

    Foto: créditos a odigital