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  • Parque Solar do Viçoso visitado por estudantes

    Parque Solar do Viçoso visitado por estudantes

    Segundo um comunicado, a Fundação Galp destacou o apoio da Associação Odiana – Associação para o Desenvolvimento do Baixo Guadiana, parceiro social local na implementação do seu plano de envolvimento com a região.

    Imersos num campo de cerca de 250 mil painéis solares, os alunos experienciaram uma aula num contexto real. Foi uma chance para entenderem ´«o universo da energia, visualizarem como funciona um parque solar e a realidade dos profissionais, avaliarem seus conhecimentos sobre o papel das energias renováveis no combate às mudanças climáticas e aprenderem mais sobre a produção solar no Baixo Guadiana».

    A atividade Rota da Energia, promovida pela ADENE – Agência para a Energia, parceira da Fundação Galp, iniciou a visita destinada aos jovens do 3º ciclo, incentivando-os a contribuir para a economia de energia.

    A Agência Internacional de Energia calcula que mais de 67 milhões de pessoas trabalham no setor energético globalmente. Muitas dessas profissões, inexistentes há poucos anos, são agora fundamentais para uma nova economia de baixo carbono.

    Inaugurado em setembro de 2023, o Parque de Alcoutim representa o primeiro grande investimento solar da Galp em Portugal. Composto por quatro centrais fotovoltaicas – São Marcos, Viçoso, Pereiro e Albercas -, o complexo corresponde a 10% da capacidade solar instalada e operada pela empresa, fornecendo energia renovável para mais de 80.000 famílias.

    Como parte integrante da comunidade, o parque solar de Alcoutim continuará a organizar visitas escolares de diversas áreas do Algarve, promovendo a literacia energética e a sensibilização das novas gerações, uma ação que faz parte do programa educativo da Fundação Galp.

  • Eurocidade premeia «Poetas do Guadiana»

    Eurocidade premeia «Poetas do Guadiana»

    Este prémio foi concedido pelo Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial Eurocidade do Guadiana e tenta destacar que este grupo de poetas representa a essência da iluminação das fronteiras como barreiras.

    Representa a fusão de culturas e autores de ambos os países recitam problemas, publicam seus livros e organizam recitais nos dois lados do Rio, apoiando a criação e a difusão de obras de um número elevado de autores.

    Em maio de 2021 foi publicada a obra poética na Eurocidade de Guadiana, no âmbito do projeto Euroguadiana, livro apresentado no dia de Europa, ainda se faziam sentir as restrições da pandemia.

    Nas suas páginas mais de 20 autores demonstram a riqueza poética dos três municípios que constituem a Eurocidade.

    Em representação dos poetas, receberam o troféu relativo José Luís Rua Nascer e António Cipriano Cabrita.

    António Cabrita

    Em nome de todo o coletivo português, António Cabrita historiou o percurso dos Poetas do Guadiana:

    «Eu disse muitas vezes que este projeto dos poetas do Guadiana começou de uma forma simples. Fomos nós que começamos a construir a Eurocidade. Não me levem a mal esta pretensão, mas nós só começamos a ver a Eurocidade, porque começamos no dia 21 de enero de 2011, na Casa Grande, em Ayamonte

    «Na altura, com duas pessoas, um que não está a cá porque está longe e o outro porque já não está entre nós, fizemos um encontro de poetas. Um é o Pedro Tavares, que está em Timor por questões profissionais. O outro António Miravente que não está já entre nós».

    Revelou, recorrendo àas suas atas que, na parte portuguesa, estavam também José Cruz, Pedro Tavares, e um amigo professor que foi acompanhar o Pedro Tavares, com música, António Caballé.

    Na parte espanhola estavam o Miravente, estava o José Luiz Rua, Carmen Herrera e a Aurora Canhada. Este era o elenco inicial. Depois fizeram um encontro na biblioteca de Vila Real de Santo António, onte se juntaram mais presenças.

    O terceiro encontro ocorreu no Monte Francisco mais conhecido pelo Montinho,
    de onde saiu a ideia, por sugestão de José Luís Rua, de se fazer uma primeira coletânea, que saiu «com os seus erros, mas foi um marco importante».

    «Aquela primeira coletânea saiu com a colaboração de uma série de pessoas.», disse António Cabrita. Ao longo dos anos, fizeram recitais em Ayamonte, em Castro Marim e em Vila Real de Santo António.

    Lembrou a Poesia na Rua, em Cacela Velha e «aqui deixo o recado que nós, Poetas do Guadiana, temos toda a interesse em agarrar-nos e continuar, que era um evento que se fazia no fim do Verão e que já foi um período muito bonito para a localidade».

    «Em Ayamonte era o Molino Pintado, outro sítio fundamental que nos permitia,
    quase todos os fins de semana, ter uma atividade poética, e foi o cunho que demos ao primeiro Passeio por Ayamonte
    ».

    Agradeceu o prémio e ao público «que é o que, no fim de contas, nos foi comprando livros, de vez em quando, e nos a permitiu seguir

    Em nome dos poetas espanhóis tomou a palavra José Luiz Rua Náscer, incassável fotógrafo, divulgador, curador de coletâneas e elemento humano fundamental na atividade de divulgação da poesia dos «Poetas do Guadiana»

  • Álvaro Araújo preside a Eurocidade do Guadiana

    Álvaro Araújo preside a Eurocidade do Guadiana

    «Sabendo nós que cada vez mais somos solicitados e visitados por estrangeiros do Norte da Europa e de todos os cantos do mundo. E que apreciam não só as nossas praias, o nosso clima, a nossa gastronomia, o nosso golfe, a nossa oferta hoteleira, a nossa história, a nossa cultura, o nosso brio que nos une, a simpatia das nossas gentes e acima de tudo, a paz e a segurança que aqui se vive, neste mundo cada vez mais em guerra e cada vez mais inseguro».

    Continuou dizendo que «com estas características todas e de todo o nosso potencial temos tudo para gerar um turismo de qualidade, gerador de emprego de qualidade bem remunerado que promove uma maior qualidade de vida para as nossas gentes, para os ayamontimos, para os vilarealenses e para os castromarinenses, que no fundo é o que nos motiva».

    Francisco Amaral considerou que se estava por diante de umdesafio para o futuro, que também deve passar pelo estimular do sentimento de pertença à Eurocidade que deve ser sentido pela população dos três municípios.

    O presidente da câmara Municipal de Castro Marim, considera importante que os cidadãos se sintam que fazem parte integrante da comunidade e que tiram dela os seus porveitos.

    «No fundo, fazendo juro a uma história recente de partilha e de contacto permanente com intercâmbios comerciais, económicos, sociais e até familiares.
    No fundo, com o sentido de ter feito o melhor que posso e sei, com os meus colegas Alberto e Alvaro Araújo, no fundo fomos uma equipa motivada, de mangas arreegaçadas, com a Silvia Madeira, com o Fran e outros técnicos, pois para mim foi um orgulho ter presidido a Eurocidade do Guadiana
    », rematou Francisco Amaral.

    Acredita que certamente irá manter e reforçar o seu sonho com o Alvaro Araújo a presidir aos seus destinos e, após agradecer a todos quantos o ajudaram «nesta nobre e honrosa tarefa de presidir», desejou bons ventos para a Eurocidade do Guadiana.

    O discurso da tenente de Alcalde

    Paloma Oganes, justificou a ausência do alcaide de Ayamonte com uma inadiável deslocação a Madrid e considerou ser dia de celebração pela mudança de presidência da Eurocidade, de dois em dois anos «que permite um equilíbrio na representação dos ciudadanos e das administrações dos três municípios».

    Considerou que se tratava d uma demonstração da mais boa sintonia ou mesmo evidência devque o trabalho em equipa é mais enriquecedor e «nos faz chegar mais
    longe, é mais grato, amplia opcções e campos de actuacão, é mais conciliador
    ».

    Lembrou que tinham passado onze anos da criação da Eurocidae do Guadiana, que foram anos difíceis, mas que, agora, já começam a navegar e «já podemos dizer que a nossa frontera líquida se vai diluindo».

    Comprimentos por vídeo conferência

    Alberto, teve presença virtual através de um vídeo especialmente gravado para o evento, no qual como alcalde de Aliamonte, se declarou satifeito por dizer algumas palavras no acto de troca de presidência da Eurocidade.

    Sai o presidente da câmara Francisco Amaral, um presidente que é um amigo, um presidente que é um referente da política municipal em todo o vosso país português.

    Afirmou que Francisco Amaral, com a sua experiência, contribuiu para, durante uma transição complicada, ter prestado um excelente auxílio na definição do rumo da Eurocidade e com muito acerto, «num tempo em que não sabiamos onde ir».

    A falaar sobre o novo presidene, Álvaro Araújo, considerou ser ele «um dos políticos mais proactivos que eu conheci em muito tempo, e eu gosto de trabalhar com ele.
    Ayamonte gosta de trabalhar assim, com a Vila Vial de Santo Antonio, porque o trabalho se faz com impulso e com ganas.

    «Com Álvaro Araújo, na Eurocidade do Guadiana, estamos em boas mão e iremos por um bom caminho».

    De seguida foi assinada a Ata da Assembleia Extraordinária de Eurocidade do Guadiana, lida pela secretária da Assembleia de Eurocidade do Guadiana, para conhecimento dos presentes.

    As palavras do presidente da câmara municipal de VRSA

    Álvaro Araújo, depois de empossado no cargo de presidente da Assembleia Geral, dirigiu palavras de apreço a Francisco Amaral, presidente cessante e a Alberto Fernandez, alcaide de Ayamonte.

    «Hoje é um dia muito especial, o dia em que o município de Vila Real de Santo António assume a presidência da mesa da Assembleia da Eurocidade do Guadiana» começou por dizer Álvaro Araújo, para depois lembrar que se estava, no Dia da Europa, a festejar a Eurocidade, e a comemorar o 11º aniversário da instituição.

    «Nos próximos dois anos, juntamente com Castro Marim e Ayamonte, ambicionamos continuar a elevar tudo que foi feito na Eurocidade de Guadiana para a comunidade local e na projeção exterior do nosso destino comum, uma fronteira líquida que nos une por meio do Rio Guadiana. Que esta nossa missão flua como este Rio Guadiana, contornando obstáculos, sem perder a sua essência.», continuou

    Prometeu espírito da missão e serviço, no modelo de governança partilhada. «Queremos que a Eurocidade de Guadiana seja uma realidade consolidada atrativa, desejada e reconhecida. Tudo isto em prol do desenvolvimento do nosso território,
    no marco dos valores europeus e dos agrupamentos da cooperação territorial
    .», afirmou.

    Depois disse que cooperação transfronteiriça é essencial na cultura, na educação, no turismo. «Há vários anos que é um sucesso e queremos que continue a ser como cooperação, como referido, mas também como aposta no reforço do acesso aos fundos europeus que nos permitam alavancar os projetos e ações que são ambicionados, e trabalhados nos distintos documentos estratégicos devolvidos no seio do Projeto Euroguadiana 2020».

    «Queremos que a Eurocidade do Guadiana formada por estes três municípios seja um território de excelência turística acessível como modelo de gestão entre dois países que se unem para dar o melhor para os seus cidadãos. Queremos soluções eficientes, neste espaço fronteiro, soluções e ações que permitam uma melhor qualidade de vida que potenciem um espaço atrativo de visitar e estar. Queremos bem estar. Somos o agrupamento europeu mais a sul de Europa

    É de opinião que a cooperação transfronteiriça, entre dois países e três municípios, traz um valor acrescentado no desenvolvimento do território, «como um todo que é indiscutível e nos permites pensar e atuar no território com sentido de escala maior dimensão, aos diferentes níveis da atuação supera municipal».

    Terminou apelando à união, a contar com todos, comunidade local, empresas, entidades regionais, associações, coletivos dos três municípios para que participem nas ações da Eurocidade, vivam na Eurocidade, disfrutem do que ela tem de melhor e sejam parte desta realidade.

    A CCDR do Algarve fez-se representar pela doutora Maria Loudes de Carvalho.

  • Silves e Albufeira fazem praia limpa

    Silves e Albufeira fazem praia limpa

    O evento, organizado pelo Zoomarine, conta novamente com o apoio da Câmara Municipal de Silves e, como nas edições anteriores, haverá dois pontos de encontro: na Praia Grande (Pêra) e na Praia do Vale do Olival (Armação de Pêra).

    As inscrições devem ser feitas online, através do link:

    Iniciada em 2017, a «Operação Praia Limpa« faz parte da filosofia de responsabilidade ambiental «Together We Protect» e divide-se em duas grandes ações: a limpeza subaquática e a limpeza da praia.

    O objetivo principal é remover a maior quantidade possível de detritos, tais como plásticos, pontas de cigarro, latas, artes de pesca abandonadas, partes de embarcações, entre outros, em vários pontos ao longo da costa e do recife natural do Algarve.

    O Município de Silves está a convidar todos, individualmente ou em grupo, a participar desta causa que, além de promover a conservação da costa, visa também conscientizar sobre a proteção ambiental e as várias espécies que consideram o oceano como seu habitat.

    A atividade tem a colaboração da ALGAR – Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos, APAL – Agência de Promoção de Albufeira, BioReefAP, CCDR – Europe Direct Algarve, DiveSpot, Geoparque Algarvensis, ICNF – Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, IPDJ – Instituto Português do Desporto e Juventude, UAlg V+ e Visit Algarve Portugal.

    • O esplendor da cal nas paredes de CacelaVelha

      O esplendor da cal nas paredes de CacelaVelha

      Para esta acção, escolheu o dia 18:00 de maio, entre as 9:00 e as 18:00 horas, estabelecendo do «Dia da Cal em Cacela Velha»

      Recentemente, parece ter-se perdido o hábito secular dos residentes em manter e caiar as suas fachadas e muros, o que pode contribuir para o declínio do caráter e da imagem do centro histórico de Cacela Velha.

      Após o sucesso da primeira edição do «Caia-me», realizada em Maio do ano passado e com a ajuda de mais de vinte voluntários que dedicaram seu esforço e motivação para tornar Cacela Velha mais branca, limpa e brilhante, decidiu continuar a iniciativa este ano.

      Como Cacela Velha é um dos locais de maior interesse histórico e patrimonial da região e este dia visa contribuir para a valorização do espaço público.

      Também para valorizar materiais e práticas tradicionais no contexto da arquitetura tradiciona; fomentar a troca de práticas e saberes associados ao uso da cal; e incentivar a participação da população, agentes locais e público em geral, na preservação e valorização do centro histórico de Cacela Velha

    • Praia de El Portil em tempo de recuperação

      Praia de El Portil em tempo de recuperação

      Trata-se de uma obra de reconstrução na zona afetada que implicará um orçamento elevado, embora os detalhes da ação esperada devam ser fornecidos pela Subdelegação, no momento que considerar mais adequado.

      A subdelegada do Governo indicou que as propostas apresentadas por aquela associação foram apresentadas à Direcção Geral de Costas e, segundo o diário Huelva Informação, acrescentadas com a rejeição da contribuição massiva de areia «porque significa colocar dinheiro e deixar o mar levar isso embora de novo», o que é inútil, porque «qualquer coisa que tentarmos lutar contra o mar não vamos conseguir.»

      Reportagem completa em https://www.huelvainformacion.es/provincia/recuperacion-Portil-contempla-envergadura-presupuesto_0_1900610703.html

    • Em busca da Alcaria Moçarabe em Mesquita

      Em busca da Alcaria Moçarabe em Mesquita

      Já foram apresentados os resultados da IACAM- Mesquita, na Faculdade de Filosofia e Letras, em Granada sobre minorias, identidade e materialidade dos Moçárabes.

      No Sul de AL-ANDALUS celebrou-se ontem em Granada a aul Garcia Lorca, atividade coordenada por Luca Mattei, no quadro do projeto «I+D Proyecto “DICRAN” Dimmies cristianos en el sur de al-Andalus: análisis arqueológico sobre su identidad y agencia campesina».

      Bilal Sarr (UGR) e Maria de Fátima Palma (CAM), de Mértols apresentaram a investigação arqueológica sobre «Mesquita, ¿una alquería mozárabe en el territorio de Mértola?»

      Enquadramento do projeto

      As escavações na aldeia de Mesquita, no concelho de Mértola, estão a ser realizadas em colaboração com a Universidade de Granada e são coordenadas por Maria de Fátima Palma (Campo Arqueológico de Mértola/Universidade de Granada) e Bilal Sarr (Universidade de Granada).

      Estas escavações fazem parte do projeto “Intervenção Arqueológica na Cerca das Alcarias da Aldeia de Mesquita”.

      A campanha de escavações mais recente terminou em setembro de 2023. A escavação reuniu arqueólogos, estudantes e voluntários de Portugal, Espanha e Colômbia.

      O projeto é importante para o conhecimento do antigo Garb al-Andalus e, particularmente, para a história do território de Mértola no período islâmico.

      Em 2021, a parceria entre o Campo Arqueológico de Mértola e a Universidade de Granada permitiu a identificação de estruturas habitacionais que possivelmente pertenciam a uma alcaria (aldeia) do século XI e XII do período islâmico.

      A segunda campanha de 2022 centrou-se no exterior da Ermida e previu que fossem definidas as estruturas do complexo exumado em 2021 e delimitada a área funerária vinculada com o mesmo.

      Até agora, foram escavadas sete sepulturas, sendo a maior curiosidade o facto de serem crianças. Ainda não há muitos dados, mas espera-se que em laboratório se consiga obter mais informações.

    • Mértola faz balanço do apoio europeu

      Mértola faz balanço do apoio europeu

      Observa que, nas últimas décadas, tem procurado «melhorar a eficiência e a qualidade dos serviços de abastecimento de água e de tratamento de águas residuais em várias localidades do concelho, promovendo igualmente a requalificação urbanística das mesmas».

      Desde 2016, a autarquia apresenta candidaturas ao Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso dos Recursos (POSEUR) 2014-2020, tendo conseguido obter a aprovação de 7 operações, num total de investimento elegível de 2.256.750,00 €, com financiamento aprovado pelo Fundo de Coesão de 1.988.886,00 €.

      Através de quatro empreitadas de obras públicas realizadas entre 2016 e 2021, foi feito um investimento total de 3.221.776,00 €. A Câmara Municipal de Mértola recebeu, até o momento, 1.764.199,00 € do Fundo de Coesão, representando 55% do investimento total em requalificação urbana e infraestruturas de abastecimento e saneamento nas localidades de Alcaria Longa, João Serra, Montes Altos e Picoitos.

      Cada projeto incluiu a criação de sistemas de abastecimento de água (dois autónomos e dois conectados ao sistema da AGDA) e sistemas autónomos de tratamento de águas residuais (quatro no total), além da requalificação viária das quatro localidades, visando melhorar a mobilidade e segurança dos residentes.

      Escavadora em obra de canalização rural.
      redes de saneamento e aguas 1 alcaria longa

      Esses investimentos são um avanço importante para a qualidade de vida dos habitantes e visitantes das localidades do concelho de Mértola, refletindo o compromisso da Câmara Municipal de Mértola e da União Europeia com a sustentabilidade e o bem-estar das comunidades locais.

      Em Alcaria Longa, os investimentos abrangeram o sistema de abastecimento de água, o tratamento de águas residuais e pluviais e a requalificação urbana, totalizando 950.044,06 €, com um financiamento aprovado pelo Fundo de Coesão de 546.046,34 €, o que corresponde a uma taxa de cobertura de 57% para uma população de 46 habitantes.
      POSEUR-03-2012-FC-000431 | Sistema de Abastecimento de Água de Alcaria Longa
      Custo total elegível: 380.985,94 €
      Apoio financeiro da União Europeia: Fundo de Coesão – 235.656,52 €

      POSEUR-03-2012-FC-000428 | Sistema de Saneamento de Águas Residuais de Alcaria Longa
      Custo total elegível: 395.128,09 €
      Apoio financeiro da União Europeia: Fundo de Coesão – 310.389,82 €

      Em João Serra, foram efetuados investimentos no sistema de abastecimento de água e no tratamento de águas residuais e pluviais, além da requalificação urbana, num valor de 642.175,28 €,

      Portão verde e edifício branco em paisagem montanhosa.
      etar picoitos

      .

    • Espanhóis insistem na água de Alqueva

      Espanhóis insistem na água de Alqueva

      Ainda segundo aquele jornal, a ministra Maria da Graça Carvalho, responsável pelo ambiente, nega ter recebido essa carta mas admite que os dois Ministérios se vão reunir em breve para discutir este tema.

      Com o problema da seca existente em várias regiões peninsulares, como é o caso do Algarve e da Extremadura, a água do Alqueva é vista como cada vez mais importante.

      As alterações climáticas são cada vez mais preocupantes. Portugal apresenta duas realidades hídricas bem diferentes, com as albufeiras a norte quase cheias e as do sul peninsular, como é o caso da Extremadura, com níveis preocupantes.

      «Há dez anos que o Alqueva, uma das maiores barragens da Europa, não enchia. Estamos a apenas um metro de ficar totalmente cheia. A cota máxima é de 152 metros. 4150 hm3: é metade do que Portugal consome todos os anos na agricultura e na indústria», observa El Trapezio..

      Segundo María José Rico, subdelegada do Governo em Huelva (na Andaluzia), «parece haver condições« para uma negociação. Os espanhóis pretendem captar esta água na confluência do rio Chança com o rio Guadiana, junto à linha de fronteira.

      Há um dado curioso nestas observações que é o de afirmar que a água do Guadiana tem sido utilizada em Boca Chança «nas últimas duas décadas, mas o Governo espanhol pretende oficializar esta retirada da água proveniente do Alqueva».

    • APC discorda do fim das portagens

      APC discorda do fim das portagens

      «A dita ‘abolição’ significa apenas a transferência do custo de construção e manutenção dos troços em causa, dos utilizadores para os contribuintes», refere a APC num comunicado enviado às redações.

      A associação presidida por Paulo Carmona não faz comentários sobre o enquadramento político da votação da medida, mas lamenta que partidos e comentadores utilizem o termo abolição como «se com esta votação deixássemos, todos nós contribuintes, de as pagar».

        Na passada quinta-feira, o parlamento aprovou na generalidade o projeto de lei do PS para eliminar as portagens nas ex-SCUT com os votos a favor dos socialistas, Chega, BE, PCP, Livre e PAN, a abstenção da IL e o voto contra do PSD e do CDS-PP.

        A proposta do PS – a única que foi aprovada – pretende acabar com as portagens na A4 – Transmontana e Túnel do Marão, A13 e A13-1 – Pinhal Interior, A22 – Algarve, A23 – Beira Interior, A24 – Interior Norte, A25 – Beiras Litoral e Alta e A28 – Minho nos troços entre Esposende e Antas e entre Neiva e Darque.

        De acordo com os socialistas a medida tem um impacto orçamental de 157 milhões de euros.

        A APC critica o facto de os partidos assumirem a popularidade da medida junto dos utilizadores, sem referirem o ónus que passou para os que não utilizam estas vias, incluindo os que não têm carro, e estranha mesmo que partidos que sempre se posicionaram «contra a utilização do automóvel», tenham agora votado a favor desta medida «que incentiva o seu uso».

        «Esta forma continuada de referir o fim das portagens, como se a medida fosse positiva para os portugueses, distorce a realidade, aumenta a iliteracia fiscal e impede o debate que lamentamos não existir sobre se o custo – da utilização rodoviária ou de outros serviços – deve ser suportado todo através dos impostos, ou também pelo utilizador-pagador», salienta a associação cívica.

        A APC lamenta igualmente que o Governo critique a votação do projeto pelo impacto que pode ter na cobrança da receita das «suas contas», esquecendo que os verdadeiros prejudicados são os contribuintes.

        Neste contexto, apela a que se reforce a mensagem de que não existe uma abolição de portagens, mas antes uma transferência do custo de construção e manutenção dos troços de autoestradas em causa.

        A APC assume-se como uma associação apartidária que pretende reequilibrar a relação entre o Estado e os contribuintes, contribuindo para que «os impostos sejam transparentes, claros e fáceis de entender no seu propósito de bem comum».

        Entre os elementos dos seus órgãos contam-se os nomes de Daniel Bessa, João Vilalobos, António Nogueira Leite, Diogo Feio, Carlos Lobo, Cecília Meireles ou Luís Leon.

      • Os 100 anos da Banda Musical Castromarienense

        Os 100 anos da Banda Musical Castromarienense

        Intitulada «100 memórias – 100 anos da Sociedade Recreativa Popular – Banda Musical Castromarinense», acompanhou as celebrações que decorreram com muita alegria e uma programação cultural que incluía atuações musicais e bandas convidadas.

        Ao princípio do dia foram recebidas as bandas convidadas, a Filarmónica Artística Pombalense e Banda Filarmónica Artistas de Minerva, que percorreram as ruas da vila em arruada, cumprimentando entidades, sócios e população.

        A exposição gem estado patente sendo uma oportunidade de viajar no tempo e de reviver momentos marcantes, contando com um acervo da própria sociedade e de particulares, que cederam registos documentais e objetos.

        Recoda-se, desta forma, a história da Sociedade Recreativa Popular – Banda Musical Castromarinense, retratada através de objetos antigos como bandeiras, fardas, divisas, instrumentos e recortes de imprensa.

        O dia culminou com atuações da Banda Musical Castromarinense, da Filarmónica Artística Pombalense e da Banda Filarmónica Artistas de Minerva, que encheram a Casa do Sal

        Sociedade Recreativa Popular – Banda Musical Castromarinense

        É uma das instituições mais importantes do concelho, considerada como «um orgulho para o Município». Foi fundada com um fim mais diverso do que a música, tendo ao longo da sua vida marcado presença em festas, cerimónias e celebrações, além de elevar o bom nome de Castro Marim.

        Está previsto a mrlhoria da exposição com a realização de várias atividades, encontros e ensaios in loco, com este 100.º aniversário a continuar a ser assinalado ao longo de todo o ano, incluindo um concerto a 24 de junho, Dia do Município de Castro Marim, com a participação dos UHF, no Revelim de Santo António.

        A câmara municipal considera que a participação desta sociedade na vida social, cultural e recreativa de Castro Marim «teve um profundo impacto na comunidade durante várias décadas, tendo ganho dinâmica com a Revolução dos Cravos de 25 de abril de 1974, que celebra este ano o seu 50.º aniversário».

        A Sociedade Recreativa Popular – Banda Musical Castromarinense não é apenas um conjunto de músicos, é uma família que se reúne para ensaiar, compartilhar histórias e criar algo maior do que a soma das suas partes individuais.

        Este grupo cria crianças e jovens, arrasta famílias e amigos, constrói laços para a vida e transforma a essência humana de todos os que por lá passam, com o empenho e dedicação de todos os dirigentes, maestros, músicos, familiares e autarcas.

      • Fundo perdido em apoios a candidaturas culturais

        Fundo perdido em apoios a candidaturas culturais

        Este programa é uma excelente oportunidade para agentes culturais que procuram financiamento e apoio para as suas iniciativas.

        Para se candidatar, é importante que os interessados sejam entidades coletivas sem fins lucrativos e que estejam formalmente constituídas.

        Além disso, não devem ter recebido apoios sustentados (bienais ou quadrienais) da tutela da Cultura no ano civil a que respeita a candidatura.

        O programa cobre várias áreas, incluindo «Criação/Produção», «Programação/Circulação», «Apoio ao Associativismo» e «Protocolos».

        As candidaturas estão abertas até 24 de maio de 2024, e os documentos necessários para a candidatura podem ser obtidos através do site da Direção Regional de Cultura do Algarve.

        É importante notar que o montante disponível para este programa é de 175.500 euros, o que será distribuído como comparticipação a fundo perdido. Isto significa que os beneficiários não terão que reembolsar o apoio financeiro recebido.

        Este programa representa uma oportunidade significativa para o enriquecimento cultural da região do Algarve, incentivando a criação e fruição cultural das populações locais.

        Para mais informações detalhadas e para aceder ao formulário de candidatura, visite o site oficial da Direção Regional de Cultura do Algarve ou da CCDR Algarve.

      • Dar ao volante folga ao telemóvel

        Dar ao volante folga ao telemóvel

        A campanha decorre entre os dias 7 e 13 de maio, tendo por objetivo alertar os condutores para «as consequências negativas e mesmo fatais do uso indevido do telemóvel durante a condução».

        Quando se conduz a 50 km/h, observa a ANSR, olhar para o telemóvel durante três segundos é o mesmo que conduzir uma distância de 42 metros com os olhos vendados, o que equivale a percorrer uma fila de 10 carros.

        A utilização do telemóvel durante a condução aumenta em quatro vezes a probabilidade de ter um acidente, causando um aumento no tempo de reação a situações imprevistas.

        A campanha «Ao volante, o telemóvel pode esperar» integrará ações de sensibilização da ANSR em território continental e dos serviços das administrações
        regionais dos Açores e da Madeira.

        Ainda, as operações de fiscalização pela GNR e pela PSP, com especial incidência em vias e acessos com elevado fluxo rodoviário e de acordo com o PNF de 2024, de forma a contribuir para a diminuição do risco de ocorrência de acidentes e para a adoção de comportamentos mais seguros por parte dos condutores no que respeita ao manuseamento do telemóvel durante a condução.

      • Revista Alva tem municípios do Algarve em foco

        Revista Alva tem municípios do Algarve em foco

        Dois municípios algarvios já cooperavam com os caçadores, na missão de proteger o espaço rural dos incêndios, Alcoutim e Castro Marim, e acaba de se lhes juntar o município de Tavira, são visados.

        A edição atual da publicação foca-se no concelho de Vila Viçosa e do que o município pode proporcionar aos amantes da caça.

        A atividade, enquanto arte de caçar, assume neste concelho alentejano uma grande importância, desde logo, devido à sua ligação histórica com a Casa de Bragança, que ali fundou uma das suas tapadas.

        A revista ilustrada ALVA realça o trabalho realizado em conjunto com o poder local para a implementação de projetos que visam ordenar e proteger o território rural, nomeadamente, contribuir para a diminuição do risco de incêndios.

        A revista ALVA contempla as Jornadas do Mundo Rural de Alcoutim, as Jornadas da Caça de Mértola, a Feira de Caça, Pesca e Desenvolvimento Rural de Vilar Formoso, a Feira de Caça e Turismo de Macedo de Cavaleiros e a EXPOCAÇA de Santarém.

      • 440 bandeiras azuis para Portugal

        440 bandeiras azuis para Portugal

        O anúncio ocorreu no Aquário Vasco da Gama, em Dafundo, município de Oeiras, distrito de Lisboa, pelo presidente da Associação Bandeira Azul da Europa, José Archer. Ele revelou que, na próxima temporada balnear, 398 praias em 103 municípios hastearão a Bandeira Azul.

        Uma praia com Bandeira Azul cumpre diversos critérios, incluindo qualidade da água, gestão do espaço, segurança, serviços, vigilância e educação ambiental.

        José Archer considerou encorajador o aumento do número de praias, marinas e embarcações com Bandeira Azul, observando que o total está próximo de atingir 400.

        Destacou ainda o crescimento contínuo das praias interiores, reconhecendo que são mais sensíveis e desafiadoras para alcançar e manter os padrões exigidos.

        “Portugal é notavelmente proeminente nas praias interiores. Somos o segundo país a nível mundial com mais praias fluviais, totalizando 49, mais do que o dobro de Espanha e Itália, um feito digno de destaque”, afirmou.

        Quanto às praias costeiras, sublinhou que o número de praias portuguesas com Bandeira Azul está bem estabelecido, crescendo à medida que novas praias são designadas.

        Sobre a perda da Bandeira Azul, Archer explicou que todas as decisões foram baseadas na qualidade da água. No caso específico da Zambujeira do Mar, a perda deve-se ao impacto do festival de verão realizado na região do sudoeste alentejano, no município de Odemira, distrito de Beja.

        Para as praias fluviais mais vulneráveis, mencionou que um acidente a montante pode ser suficiente para afetar a sua condição.

      • Ana Horta expõe a sua pintura

        Ana Horta expõe a sua pintura

        As obras expostas ilustram diversas temáticas e alguns dos quadros fazem-se acompanhar de poemas da autora, professora de primeiro ciclo aposentada, que fez da pintura e da poesia as formas terapêuticas de viver o quotidiano.

        Ana Horta é também uma das poetas participantes na antologia de poesia, dedicada aos 50 anos das Comemorações do 25 de Abril de 1974.

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        Grupo de idosos visitando exposição de arte.
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        A exposição contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de VRSA, Álvaro Araújo.

        Os quadros estarão expostos de 2 a 29 de maio, na Biblioteca Municipal Vicente Campinas, em Vila Real de S. António.

      • Destinos insustentáveis na oferta da água diz a Zero

        Destinos insustentáveis na oferta da água diz a Zero

        A associação ambientalista ZERO, referindo-se à captação no Pomarão, considera que o aumento da oferta de água não pode ter por destino consumos insustentáveis.

        Já chegou ao fim no dia 29 de abril, o período de consulta pública ao Estudo de Impacte Ambiental (EIA) do projeto de Reforço do Abastecimento de Água ao Algarve a partir da Solução de Tomada de Água no Pomarão.

        Esta captação superficial na zona estuarina do rio Guadiana, fica localizada a montante do Pomarão.

        Terá uma conduta adutora até à albufeira de Odeleite, percorrendo os concelhos de Mértola, Alcoutim e Castro Marim, numa extensão total de condutas que varia entre 37 e 41 quilómetros, em função da alternativa de traçado.

        O contributo desta captação deverá ser, em média, de 16 a 21 hm3 de água, através de um regime de exploração da captação durante sete meses por ano, entre outubro e abril.

        O bombeamento pode parar nos meses excecionalmente secos e quando, em acumulado, desde o início do ano hidrológico, for atingido um total anual de 30 hm3 ou for atingida a capacidade de armazenamento útil do sistema Odeleite-Beliche (164 hm3).

        A captação de água no Pomarão é uma das medidas definidas no Plano Regional de Eficiência Hídrica do Algarve para a qual estão previstos 61,5 milhões de euros do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) 2021-2026.

        A Zero considera o preconizado na Diretiva Quadro da Água relativamente à necessidade de implementação de estratégias capazes de tornar os usos e consumos de água mais sustentáveis.

        Afirma que se prossegue ‘numa lógica de aumento da captação e retenção de um recurso escasso para fazer face a consumos insustentáveis através de projetos que fomentam um aumento da procura por esse mesmo recurso‘.

        Analisando a natureza do projeto, a associação critica a ‘lógica de pensamento e de atuação ao intervir diretamente sobre as massas de água para captação de caudais adicionais destinados a aumentar a retenção e ou o armazenamento de água, não só com o objetivo de garantir que não falta água às populações’

        Porém, ao mesmo tempo, ‘pretende garantir que a agricultura praticada na região continua a dispor dos caudais necessários para manter ou, até mesmo aumentar, os seus níveis de consumo e desperdício’.

        Veja o comunicado na íntegra no site da Zero.

      • Gatos e cães abandonados rondam o milhão

        Gatos e cães abandonados rondam o milhão

        Esses números são referentes às áreas onde vivem pessoas, ou seja, as zonas humanizadas do território nacional, correspondendo a cerca de 39% do total.

        O estudo, desenvolvido pela Universidade de Aveiro a pedido do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e financiado pelo Fundo Ambiental, utiliza modelos de extrapolação com base na contagem direta de animais errantes em zonas de amostragem.

        Apesar da capacidade para recolher cães e gatos das ruas ter aumentado, os lugares disponíveis nos centros de recolha oficiais ainda são insuficientes para atender às necessidades.

        Em 2022, os canis municipais acolheram 41.994 animais, o maior número desde 2017, mas ainda muito abaixo do estimado de animais ao abandono. Além disso, há um elevado número de animais com dono que não estão esterilizados nem têm identificação eletrónica, passeando pelas ruas sem supervisão.

        Os dados da Guarda Nacional Republicana (GNR), relacionados com a sinistralidade rodoviária, mostram que foram reportados 4.640 atropelamentos entre 2019 e 2022, sendo 4.443 cães e 197 gatos.

        O ano de 2020 registou o maior número de atropelamentos (1.428 cães e 84 gatos). Quanto aos cuidados prestados pelos inquiridos aos animais errantes, 83,4% providenciaram alimento para os gatos, enquanto 70,5% fizeram o mesmo para os cães.

        No entanto, os índices de detenção responsável são baixos, especialmente no que diz respeito à identificação individual e ao acesso ao exterior sem supervisão

      • Já se pode pescar sardinha

        Já se pode pescar sardinha

        A pesca deste pelágico é entre Portugal e Espanha, segundo plano plurianual, durante o período 2021-2026. Em 2024, estão previstas capturas de 44.450 toneladas.

        No mesmo diploma, encontram-se definidos limites diários para a descarga e venda de sardinhas. As embarcações com comprimento de fora a fora inferior ou igual a nove metros, tem por limite 2.700 quilogramas (kg) ou 120 cabazes, quando aplicável. As embarcações com comprimento superior a nove metros e inferior a 16 metros têm um limite de 6.750 kg ou 300 cabazes.

        Em feriados nacionais é proibido capturar, manter a bordo, descarregar ou vender sardinha. A transferência de uma lota diferente da correspondente ao porto de descarga é também proibida, tal como a possibilidade de uma embarcação descarregar em mais de um porto, durante cada dia.

      • Fronteira dinamizará com o fim das portagens

        Fronteira dinamizará com o fim das portagens

        Desde Lagos até ao interior da Andaluzia, ninguém paga um euro, mas já o mesmo não se pode dizer no sentido inverso, em que se registam, como se testemunhará até ao final do ano, um autêntico gargalo de garrafa, no trânsito destinado ao Algarve. Também situações semelhantes se observam noutras zonas fronteiriças do País.

        Quando se fizerem as contas, lá para o final do ano de 2025, se poderá aferir se é ou não verdade que a economia das regiões que sofriam este desagradável interregno nas viagens a partir de Espanha terá ou não compensado os valores que custa colocar o fim nas concessões.

        As portagens, para além da algarvia Via do Infante, vão também terminar na A4 da Transmontana e o túnel do Marão, que faz a ligação com a província de Zamora; a A13 do Pinhal Interior; a A23 da Beira Interior, e a A24 do Interior Norte, que chega a Ourense;

        A foto documenta o tal gargalo de garrafa que se forma à saída da Ponte Internacional do Guadiana, no sentido Espanha – Portugal, para pagamento da portagem e que os comerciantes e unidades hoteleiras identificam como um fator negativo de acesso, em especial em dias de feriados e pontes de descanso.