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  • Universidade Sénior de Alcoutim encerra o ano de atividades

    Universidade Sénior de Alcoutim encerra o ano de atividades

    Na exposição, os participantes apreciaram os trabalhos realizados pelos alunos, “apresentados com grande orgulho e admiração”.

    O jantar decorreu no Espaço Guadiana, em confraternização, “marcado por um ambiente de camaradagem e partilha de experiências.

    A noite culminou com um espetáculo de revista, proporcionando momentos de entretenimento e alegria a todos os presentes.

    O evento foi organizado com sucesso pela Associação Odiana, Associação Alcance e Município de Alcoutim, que expressaram aos participanres gratidão, à espera que “levem consigo lembranças preciosas desta ocasião”.

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  • Colisão no rio Arade

    Colisão no rio Arade


    Recebido o alerta de um popular que se encontrava na praia, pelas 14:30 horas, sobre a ocorrência do acidente, frente ao cais da Marina de Portimão, foram ativados para o local elementos do Comando-Local da Polícia Marítima Portimão e tripulantes da Estação Salva-vidas de Ferragudo, além de elementos dos Bombeiros de Portimão.

    Da colisão, resultaram três feridos ligeiros, duas mulheres de nacionalidade americana, de 57 e 22 anos e um homem de 57 anos.

    Segundo as autoridades, os proprietários das embarcações foram notificados que não podem navegar até ser realizada uma vistoria que comprove as condições de navegabilidade.

    Tomou conta da ocorrência, o Comando-local da Polícia Marítima de Portimão, tendo sido instaurado um processo de sinistro marítimo para se apurarem as causas do acidente e contatada a inexistência de foco de poluição no rio Arade.

    Fonte: ???????????????????????????????????????? ????????????????́???????????????? ????????????????????????????????

    Com Arenilha TV©️2024

  • Bandeiras Azuis em Huelva

    Bandeiras Azuis em Huelva

    Quanto aos portos, a Marina de Ayamonte, que se junta este ano, a Marina da Associação Náutica Nuevo Portil em Cartaya, a Marina de Isla Cristina, a Marina El Terrón em Lepe, a Marina de Mazagón em Palos de la Frontera e a Marina em Punta Umbría, hastearão a bandeira azul.

    Este ano, como novidade, temos um Serviço Turístico distinguido com a Bandeira Azul: o barco turístico Gran Guerrero da EMAI (Excursões Marítimas da Ilha) em Isla Cristina, disse Herrera.

  • AS 114 casas do Parque do Cine-Foz

    AS 114 casas do Parque do Cine-Foz


    Segundo as declarações prestadas pelo presidente da câmara municipal de Vila Real de Santo António, Álvaro Araújo, a autarquia emitiu um edital para que privados, que o quisessem, pudessem vender ao município casas para arrendamento acessível.

    Oficialmente é considerado como rendimento acessível rendas de valores mínimos à volta dos 260€ e valores máximos a rondar os 600€, sendo tido em conta a capacidade das famílias para efetuarem os pagamentos, em função de uma avaliação da taxa de esforço.


    A Greeprime, que pertence ao grupo Ferreira., segundo revelou o presidente na Assembleia Municipal, concorreu à execução de um projeto de construção de 114 casas, cujo modelo foi exibido e pode ser encontrado para consulta pública.

    Este projeto e a sua polémica localização foi levado à Assembleia Municipal de 27 Junho, uma vez que tinha associada uma isenção de taxas de construção como incentivo ao investidor que já trabalha e constrói habitação a custos controlados e outras, em todo o país e, no momento está a construir, no Algarve, em Faro, em Loulé, em Portimão.

    O presidente fez saber que teve «o cuidado de ir ver o andar modelo que estava a ser construído a custos controlados também em Faro. E fiquei muito agradado com aquilo que vi. Por acaso, na altura, disse: há aqui determinadas coisas que no nosso território têm que ter alteração, têm que sofrer alteração. E o senhor disse-me que se fizermos, isto é, se houver forma de nós vendermos as casas ao município, não haverá problema nenhum em fazer essas pequenas alterações».

    Álvaro Araújo sublinhou que «O empreendimento, como foi mostrado na sessão, é um empreendimento que tem os materiais de qualidade. Porque é assim, quando o financiamento vem do PRR e vem da Europa, a construção está obrigada a determinadas normas. Por exemplo, de eficiência energética, de eficiência hídrica, de segurança, de acessibilidade, de climatização. Tudo isso tem que ser avaliado. E por isso é que as casas são caras.»

    O projeto encontra-se, para consulta pública, disponível na Câmara Municipal.

    O presidente procurou desfazer os receios de que ali, naquela zona que os moradores vizinhos tem por nobre, porque as taxas de IMI são altas e os prédios tem construção cuidada, se ia construir um bairro social. ««Não são caixotes como as pessoas poderiam pensar», disse.

    Mas eu ficaria muito triste que nós não conseguíssemos executar este projeto. Porque ninguém vai ficar prejudicado e muita gente vai ficar beneficiada. Eu o que vos digo, eu sei que há pessoas que não gostam que eu fale assim, mas é verdade. Eu faço atendimentos e atendo pessoas que 99% dos temas é a habitação. Ainda na semana passada esteve lá um casal de jovens, com um filho e com outro que vem a caminho. E diziam, eu contei isto na sessão e aqui volto a dizer. E diziam, Sr. Presidente, nós estamos numa casa e estamos a ser despejados neste momento.

    O senhorio precisa da casa. Estamos a pagar uma renda de 400 euros. Eu olhei para ele e disse, nós não temos solução para vocês. Infelizmente o município não tem casa disponível.

    O dinheiro do PRR

    Sem o dinheiro do PRR a câmara municipal não poderá comprar «casa absolutamente nenhuma, porque o município não se pode endividar»

    O presidente diz-se «um bocado revoltado. É natural que fique, porque nós, este executivo, estas pessoas que estão aqui a dar a cara, e que dão a cara todos os dias de uma forma transparente, não querem mais do que resolver um problema grave que existe no nosso Conselho. Nós ficamos muito preocupados com o que acontece nos outros concelhos. Mas nós temos que nos preocupar é com o nosso concelho. E o problema da habitação é um problema grave».

    Negou que as casas já estejam atribuídas, e revelou que existe um universo de 1181 famílias que estão identificadas na Estratégia Local de Habitação. «Querem acreditar que todas essas famílias vão degradar, o que quer que seja?» Deixou a pergunta no ar.

  • Lagoa compra Alagoas Brancas

    Lagoa compra Alagoas Brancas

    A Câmara Municipal de Lagoa acaba de anunciar que celebrou ontem a escritura de compra dos terrenos das «Alagoas Brancas», adquirindo os terrenos à empresa Edifícios Atlântico, S.A., por um valor de 3 milhões e 670 mil euros.

    No final do ano de 2023 a autarquia tinha celebrado um protocolo de colaboração com o Fundo Ambiental do Ministério do Ambiente e da Ação Climática (MAAC), que lhe permitiu receber o montante doado pelo governo para a realização da compra dos terrenos.

    Revela a autarquia que «O processo de negociação durou vários meses e foram inúmeras as diligências efetuadas pelo executivo permanente para que fosse possível chegar a um acordo de atendimento que permitiu que o ato de ontem fosse uma realidade».

    Para além das diligências efetuadas pelo Município de Lagoa, o envolvimento do governo, à data das negociações, «foi determinante para o desfecho desta pasta de negociações», considera.

    Os técnicos do Município de Lagoa já se encontram, a alguns meses, a trabalhar no projeto do Parque Natural que ali irá nascer, uma vez que ficou logo acordado no protocolo celebrado com o Fundo Ambiental do Ministério do Ambiente e da Ação Climática (MAAC) que os terrenos a adquirir seriam para construir um Parque Natural.

    Loteamento Alagoas Brancas

    O loteamento das Alagoas Brancas é parte integrante do Plano de Urbanização da Cidade de Lagoa, que foi aprovado na reunião de Câmara de 6 de fevereiro de 2008.

    Este plano «definido a zona sul da cidade de Lagoa como zona de expansão de atividades económicas e implantação de áreas industriais de usos múltiplos comerciais e de serviços, pelo que o promotor teve todos os direitos adquiridos para construir naquela zona de cidade».

    Recordam que este loteamento e construção no mesmo fez nascer um movimento cívico, a que se juntaram algumas associações ambientalistas, que desde a primeira hora «contestaram a construção naquele local porque considerarem que lá existe uma riqueza natural que deverá ser preservada».

    Felizmente, graças ao entendimento com o promotor, que abdicou de todos os seus direitos, foi possível ao Município de Lagoa chegar a um acordo que permitiu comprar os terrenos e preservar aquela zona da cidade, onde já em 2021 o atual Executivo passou a classificar aquela zona, através do PDM, como solo rural, para que jamais fosse possível construir no local.

    Luís Encarnação, presidente da câmara municipal classifica este momento como «de enorme satisfação para mim e para o meu executivo, uma vez que conseguimos resolver um problema que herdamos e que já se arrastava há muitos anos».

    Entende que Lagoa ficou a ganhar porque «conseguimos cumprir com aquilo para o qual sempre estive disponível que era resolver a situação sem nunca hipotecar o futuro de Lagoa e dos Lagoenses».

  • PCP contra o fim da pediatria em Portimão

    PCP contra o fim da pediatria em Portimão

    No Hospital de Portimão, dizem os comunistas, a falta recorrente de médicos pediatras tem causado sérias preocupações entre a população há bastante tempo. Esta carência pode resultar no desmantelamento e encerramento dos serviços de Pediatria, incluindo internamento e urgência, afetando também os serviços de Obstetrícia e o Bloco de Partos, segundo opinam.

    Recentemente, relatam, um episódio durou vários dias, incluindo um fim de semana, deixando o Hospital de Portimão sem pediatras, afetando a Urgência Pediátrica, o internamento de Pediatria, o Bloco de Partos e o serviço de Obstetrícia, que, embora não tenham fechado, operaram sem o suporte de um médico especialista em pediatria.

    Essa situação, mais uma vez, levou à transferência preventiva de grávidas, bebês e crianças para Faro, uma medida habitual que causa transtornos significativos, especialmente no que diz respeito ao deslocamento de pais e filhos por longas distâncias.

    O Secretariado da DORAL do PCP alerta para a iminente possibilidade de extinção do Departamento de Pediatria de Portimão, com a consequente centralização num único Departamento Regional em Faro, impactando todos os serviços pediátricos, como a Urgência, o Internamento e a Maternidade do Hospital de Portimão.

    Classifica a situação como intolerável e sublinha o desequilíbrio regional que isso implica, porque representa uma sobrecarga adicional para o Hospital de Faro.

    Daí vão resultar longas esperas, custos significativos de deslocação ou aumento na utilização de ambulâncias, num contexto onde este serviço já enfrenta dificuldades crescentes, particularmente o transporte inter-hospitalar devido à falta de profissionais.

    Um exemplo específico e preocupante que assinalam é a inoperância do Transporte Inter-hospitalar Pediátrico devido a restrições na formação de equipas.

  • Lei do restauro da Natureza

    Lei do restauro da Natureza

    Diversas ONG subscreveram um comunicado sobre o Conselho do Ambiente da União Europeia (UE) que fechou o acordo sobre a lei Lei de Restauro da Natureza, com voto positivo de Portugal.

    Os Estados-Membros cumpriram os seus compromissos e, com uma maioria de 20 países, representando 66,07% da população, a lei foi oficialmente aprovada, com a Ministra do Ambiente da Áustria, Leonore Gewessler a intervir no último minuto, alterando a anterior posição do país e salvaguardando a lei.

    Portugal «manteve-se do lado certo da história, com a Ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, a votar a favor da Lei de Restauro da Natureza e mantendo a posição que Portugal já tinha, anteriormente, assumido», anotam as ONG.


    A votação, sublinhas, «é uma vitória maciça para a natureza da Europa e para os cidadãos que há muito apelam a uma ação imediata para combater o declínio alarmante da natureza».

    E esclarecem: «Depois de anos de intensa campanha e de muitos altos e baixos, estamos radiantes com o facto de esta lei ser agora uma realidade — este dia ficará na história como um ponto de viragem para a natureza e a sociedade».

    Dizem que, a partir de agora é necesário que «todos ponham mãos à obra: os Estados-Membros devem aplicar corretamente e sem demora esta legislação nos seus países, em estreita colaboração com todas as partes interessadas.

    No fim de contas, a natureza pode recuperar, para bem do nosso clima, da biodiversidade e das pessoas!», afirma a coligação #RestoreNature, constituída pela BirdLife Europe, ClientEarth, EEB e WWF EU, cujos membros em Portugal juntaram esforços com outras organizações de defesa do ambiente nacionais para se baterem pela Lei de Restauro da Natureza.

    No fim de contas, a lei enfrentou um dos percursos mais tumultuosos da história da legislação da UE, dizem os signatários. «Depois de sobreviver a uma campanha de desinformação absurda e sem precedentes, com o objetivo de destruir a Lei de Restauro da Natureza no Parlamento Europeu, enfrentou o risco de ser rejeitada na última etapa no Conselho Europeu de Ministros do Ambiente. No final, porém, o apoio à lei acabou por prevalecer».


    Trata-se de um resultado oportuno para apresentar na próxima Conferência das Partes da Convenção da Diversidade Biológica (COP16), a realizar no final deste ano, mostrando que a Europa está disposta a assumir a liderança na resolução das crises climática e da biodiversidade, assumindo os seus compromissos globais.

    É também uma mensagem muito clara para o novo Parlamento e a nova Comissão da UE, para que não se esqueçam de manter a biodiversidade na primeira linha da sua agenda.


    Este resultado surgiu na sequência de uma mobilização pública maciça, dizem os signatários. Ao longo dos últimos anos, mais de um milhão de assinaturas e mensagens de cidadãos, apelos repetidos de mais de 6000 cientistas, mais de 100 empresas, organizações de juventude e da sociedade civil de vários sectores foram feitos para defender esta lei e a integridade do Pacto Ecológico Europeu.


    A lei não é apenas «uma grande mais-valia não só para a natureza, mas também para a agricultura sustentável, que deve ser mais apoiada através também da Política Agrícola Comum, e para o desenvolvimento das regiões desfavorecidas do interior do país, através da criação de novas atividades económicas de empregos verdes».

    As 31 organizações de ambiente e movimentos de cidadãos que apoiaram e acompanharam a campanha #RestoreNature em Portugal estão a congratular-se com este marco histórico, e estendem um agradecimento a «todos os que contribuíram para este resultado e o tornaram possível».

    Subscrevem este xomunicado as ONGA e os movimentos ADPM; AEPGA; Agrobio; ALAMBI; Aldeia; Almargem; ANP|WWF; A Rocha; Campo Aberto; CEENTAA; CPADA; Dunas Livres; FAPAS; GEC; GEOTA; Íris; Juntos pelo Sudoeste; LPN; MovRioDouro; OIKOS; OMA; Palombar; PolliNET; ProTejo; PTF; Quercus; Sciaena; SPEA; SPECO; TAGIS; ZERO


    Fonte: ANP|WWF



  • In Loco debate desenvolvimento local

    In Loco debate desenvolvimento local

    A assembleia de parceiros do Grupo de Ação Local “Algarve Central 2030” reuniu no passado dia 25 de junho, na sede da Associação In Loco, com o objetivo de aprovar o Plano de Implementação da Estratégia de Desenvolvimento Local (EDL) para o território.

    A assembleia foi precedida de uma reunião de trabalho, realizado no dia 17 onde se debateram as prioridades da EDL face às medidas do PEPAC abrangidas pelo plano.

    O plano visa tormar-se um instrumento de programação para implementar a estratégia aprovada para o território no âmbito do Desenvolvimento Local de Base Comunitária.

  • Gerador substituído por cabo em Cabanas

    Gerador substituído por cabo em Cabanas

    A E-REDES conclui construção de troço de alimentação de energia da ilha de Cabanas, o que se traduz em um benefício das infraestruturas existentes.

    Investimento rondou os 120 mil euros e visa garantir energia à ilha, substituindo o atual gerador em funcionamento permanente diário.

  • Verde Lago vai ter hotel

    Verde Lago vai ter hotel

    Representa um investimento de 53 milhões de euros, fortalecendo a posição de Castro Marim e contribuindo para a criação de emprego e para a melhoria da oferta turística do Sotavento Algarvio, dentro de três anos, no mês de Maio.

    O empreendimento Verdelago, com uma área total de 86 hectares, dos quais 70 são áreas verdes, com acesso direto à praia e um quilômetro de frente marítima, representa um investimento total de cerca de 300 milhões de euros, com 120 milhões já executados desde 2021.

    A integração harmoniosa da nova unidade hoteleira na paisagem foi uma das prioridades do ateliê de arquitetura Saraiva & Associados, com o paisagismo de Hipólito Raposo, na concepção do projeto.

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    Pelo passadiço do Verde Lago

    No âmbito da missão de articulação territorial e políticas públicas essenciais para o desenvolvimento regional e o acompanhamento dos Municípios, o Conselho Diretivo da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve, I.P., esteve presente na cerimônia.

    Também assistiram ao lançamento da primeira predra o Turismo do Algarve, a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), acompanhou o Executivo Municipal de Castro Marim.

  • Tavira mais neutra no clima

    Tavira mais neutra no clima

    O projeto “Tavira + Neutra”, vencedor do concurso “Iniciativa de Participação Climática”, promovido pela Fundação Calouste Gulbenkian, decidiu envolver a comunidade na elaboração do Plano Municipal de Ação Climática.

    Este plano pretende que dar corpo à ”estratégia de adaptação às alterações climáticas e de mitigação das emissões de gases com efeito de estufa, assegurando o necessário alinhamento com os instrumentos de política nacional e os compromissos de Portugal a nível internacional”.

    Tavira, quer assumir um compromisso, a nível local, com o esforço global de limitar o aquecimento do planeta a 1,5˚ C, o limite considerado seguro pelo Painel Intergovernamental sobre as Alterações Climáticas.

    No dia 13 de julho de 2024, pelas 10h30, no Auditório da Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, em Tavira, decorre mais uma sessão participativa aberta à comunidade.

  • 6120 piscinas 0limpicas é a perda de água no Algarve

    6120 piscinas 0limpicas é a perda de água no Algarve

    Esta é a conclusão da DECO PROteste, após análise dos dados da Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR).


    Segundo a organização, as fugas na distribuição dos 16 municípios algarvios resultaram no desperdício de 15,3 milhões de metros cúbicos de água potável em 2022.

    Elsa Agante, da DECO PROteste, estima que isso cobriria 49% das necessidades das famílias numa região sob pressão turística e com períodos de seca prolongados, que levaram a medidas urgentes, posteriormente atenuadas.

    ALTERAÇÃO DE COMPORTAMENTOS

    Os números permanecem estáveis. Em 2021, foram 15,5 milhões m3 e, em 2020, 14,6 milhões. Elsa Agante suspeita que pouco melhorou em 2023 ou neste ano.

    As obras planeadas – a Comunidade Intermunicipal do Algarve tem 43,9 milhões de euros do PRR para renovar 125 quilómetros de rede até 2026 – podem não ser suficientes para solucionar completamente o problema.

    De acordo com a DECO PROteste, os municípios do Algarve com maiores perdas anuais são Lagoa (370 litros por ramal/dia), Lagos (322), Silves (295), São Brás de Alportel (289), Loulé (242) e Castro Marim (220). Por outro lado, Aljezur (2,2), Tavira (45), Alcoutim (61 litros por ramal/dia), Vila Real de Santo António (78) e Portimão (97) são os que menos desperdiçam água.

  • É bom o apoio mas verba insuficiente

    É bom o apoio mas verba insuficiente

    Com base nos possíveis investimentos elegíveis a financiar, o Sistema de Incentivos «apresenta-se como um programa adequado a apoiar investimentos de pequena dimensão para criação de micro e pequenas empresas e para a expansão ou modernização das suas atividades».

    Porém, o NERBE/AEBAL, observa que se apresenta como insuficiente tendo em conta as manifestações de interesse recolhidas pela nossa Associação durante o período em que não existiam avisos abertos, provocado pela transição do Portugal 2020 e o Portugal 2030.

    Também a restrição de atividades económicas elegíveis constante no referido aviso que acaba por deixar de fora atividades que se apresentam como importantes para o território, salientando que «apenas parte do setor industrial e do setor do turismo são considerados para apoio no âmbito do aviso».

    Realça o NERBE/AEBAL, que as diferenças explanadas no aviso entre as diversas NUT III do Alentejo, concretamente ao nível das dotações orçamentais e atividades elegíveis, «poderão ser um fator de não coesão territorial, pois estas diferenças são gritantes concretamente entre o Alto Alentejo e as restantes sub-regiões do Alentejo».

    Várias empresas ficam impossibilitadas de concorrer ao aviso e, uma vez que, as mesmas se encontravam há vários meses à espera da sua abertura, o NERBE/AEBAL solicita aos órgãos competentes, que o próximo aviso a ser criado, seja acessível a outras várias atividades, com uma dotação aceitável.

    Tal ´deve permitir, que as empresas, que têm estado a atrasar as suas decisões de investimento, o possam fazer retroativamente à data de abertura das candidaturas.

  • Sessão sobre habitação no CC António Aleixo

    Sessão sobre habitação no CC António Aleixo

    Devido ás muitas têm dúvidas suscitadas na sociedade vilarealense sobre a construção de edifícios habitacionais no Parque Cine Foz. o presidente da câmara municipal, Álvaro Araújo anunciou para hoje uma sessão de esclarecimento pública.

    A sessão vai decorrer no Centro Cultural António Aleixo hoje 21h00 horas.

  • A Copa do Guadiana até 1 de julho

    A Copa do Guadiana até 1 de julho

    São centenas os atletas, famílias e apoio das equipas que desfilaram no Estádio em festa do futebol, em cerimónia que contou com a presença de membros da câmara municipal.

    O Complexo Desportivo de Vila Real de Santo António continuará a acolher, até ao dia 1 de julho de 2024, «o maior torneio nacional de futebol realizado num só concelho».

    A autarquia prevê que a edição de 2024 será a maior de sempre, com a presença de 288 equipas e perto de 5000 participantes, entre atletas e staff, transformando a cidade na «capital do futebol juvenil».

    A competição está dividida em oito escalões, nomeadamente sub-08, 09, 10, 11, 12, 13 e 15, estando reunidas todas as condições para jogos ao mais alto nível com jovens entre os 7 e os 15 anos.

    Este ano, o torneio volta a estar dividido em três momentos. De 22 a 25 de junho (futebol 11) estarão em competição os escalões de Iniciados (atletas nascidos em 2009/2010) e Infantis A (atletas nascidos em 2011).

    Já entre 25 e 28 de junho (futebol 9 e futebol 7) entram em campo os escalões de Infantis A (atletas nascidos em 2011), Infantis B (atletas nascidos em 2012) e Benjamins A (atletas nascidos em 2013).

    Entre 28 de junho e 1 de julho (futebol 7 e futebol 5) competem os escalões de Benjamins B (atletas nascidos em 2014), Traquinas A (atletas nascidos em 2015) e Traquinas B (atletas nascidos em 2016).

    Os jogos terão também lugar no Campo Francisco Gomes Socorro e no Complexo Desportivo de Monte Gordo e decorrem diariamente a partir das 8:30 horas.

    A autasrquia acredita que «voltam a estar criadas todas as condições para a concretização de grandes momentos futebolísticos, juntando as futuras promessas do futebol e os melhores clubes da atualidade».

    A cerimónia de abertura de 22 de junho, com desfile de abertura das equipas de futebol 11,será repetida no dia 28 de junho, às 20:30 horas e sendo esta considerada a cerimónia de abertura do torneio para os restantes escalões.

    A presença, no concelho, de dezenas de equipas e de centenas de participantes de diferentes regiões do país, representa para o concelho, segundo declarou o presidente da câmara muncipal, Álvaro Araujo, «cria uma dinâmica única que beneficia não só a economia local, mas também promove a nossa cidade como um destino turístico e desportivo de referência».

    O suporte ao evento é proporcionado por um quadro de 80 pessoas para suporte e apoio, nomeadamente ao nível técnico.

    Durante toda a prova, será criada a linha «Copa do Guadiana Bus» para transportar os milhares de atletas entre os alojamentos e os locais dos jogos.

  • Martim Longo e Intervivos com motorizadas antigas

    Martim Longo e Intervivos com motorizadas antigas

    Está marcado para a aldeia de Martim Longo, no concelho de Alcoutim, no dia 14 de julho, o 5º Encontro de Motorizadas Antigas.

    A iniciativa é promovida pela associação Inter-Vivos e pelo grupo Bem Montados. O ínício é às 09:00 horas.

  • Moradores preocupados com  habitação para arrendar

    Moradores preocupados com habitação para arrendar

    Em comunicado à nossa redação um grupo de 150 moradores moradores da zona nascente de Vila Real de Santo António, manifestou-se para dar conhecimento ”de uma situação que tem gerado grande preocupação e indignação na nossa comunidade”.

    Trata-se da possível aquisição pela Câmara Municipal de Vila Real de Santo António de habitações construídas “numa das áreas mais prestigiadas da cidade… condicionada à obtenção de Fundos Europeus”.

    Os moradores julgam saber que a autarquia planeia ”arrendar estas habitações através de arrendamento”

    As marcações do terreno continuaram sem que as suas questões tenha ficado respondidas, designadamente, se existe um projeto; se podem ver a candidatura aos Fundos Europeus e quais são os prazos envolvidos e o destino final das habitações; os critérios de atribuição; saber o impacto deste projeto na comunidade e no valor das habitações em redor, tanto usadas como construção.

    Dizem defender o direito à habitação para todos e consideram que “a construção de habitação numa zona nobre, onde existe uma malha urbana qualificada, com urbanizações desenvolvidas por construtores conceituados ao longo de décadas, não é apropriada”.

    Dizem acreditar que ”esta decisão pode ter um impacto urbanístico nefasto, comprometendo a estética, a qualidade de vida e o valor patrimonial da área. Além disso, pagamos taxas de IMI equivalentes às da Quinta do Lago, e questionamos a equidade desta estratégia urbanística”.

    Pronunciam-se contra o “aumento da densidade populacional pode sobrecarregar infraestruturas existentes, como as estradas. O estacionamento já é limitado e pode ser comprometido sem alternativas adequadas”.

    Entendem que a “construção nesta zona levará à eliminação de um parque de estacionamento central com capacidade para 1200 veículos. Este parque é crucial para residentes e visitantes, e a sua remoção sem uma alternativa viável resultará em sérios problemas de estacionamento no centro da cidade”.

    Acusam a câmara municipal, quanto ao planeamento urbanístico, falta de transparência e consulta pública adequada. “Não houve uma consulta adequada aos moradores sobre este projeto e as decisões estão a ser tomadas sem consideração pelas nossas preocupações”, sublinham.

    Querem garantias de que os coeficientes de IMI para as novas habitações serão justos em relação às habitações existentes. Dizem pagar as taxas de IMI elevadas para manter a qualidade e a valorização das suas propriedades, e temem que a introdução de habitações de arrendamento acessível possa desvalorizar a área.

    Estão a tomar, afirmam, medidas para garantir que “as nossas preocupações sejam ouvidas e que o desenvolvimento urbano em Vila Real de Santo António reflita os interesses e preocupações de todos”

  • UALG em simulação clínica com a população

    UALG em simulação clínica com a população

    Centro de Simulação Clínica da Faculdade de Medicina e Ciências Biomédicas da Universidade do Algarve, esteve de portas abertas à população
    Durante os meses de junho, julho, setembro e outubro, serão organizadas visitas guiadas a projetos de diversas áreas, incluindo solidariedade social, saúde, inovação, ciência, empreendedorismo, cultura e património cultural.

    O primeiro dia aberto ocorreu na última terça-feira, 18 de junho, no Centro de Simulação Clínica da Faculdade de Medicina e Ciências Biomédicas, que oferece educação pré e pós-graduada e promove a formação contínua dos profissionais de saúde do sul do país.

    Este projeto pioneiro na simulação clínica para formação foi financiado pelo Programa Operacional CRESC ALGARVE 2020, o que possibilitou sua equipagem com tecnologia de ponta, colocando-o entre os melhores Centros de Simulação Clínica da Europa.

    Inaugurado oficialmente em 1 de março do ano anterior, o centro já recebeu mais de 1500 formandos, incluindo médicos e enfermeiros.
    José Apolinário, Presidente da Comissão Diretiva do Programa Regional ALGARVE 2030, destacou em seu discurso que “a investigação aplicada na área da saúde foi uma das principais prioridades do Programa Algarve 2020 e assim permanecerá no ALGARVE 2030.”
  • Castro Marim celebra o Dia do Município

    Castro Marim celebra o Dia do Município

    As celebrações iniciam-se a 23 de junho, às 18h00, com uma exibição de xailes e lenços no Mercado Local de Castro Marim, confeccionados pelos alunos da Universidade do Tempo Livre.

    O Grande Arraial de São João terá lugar às 20h00 na Praça 1.º de Maio, com Marchas Populares e atuações do Duo Reflexo, constituindo o ápice das festividades dos Santos Populares.

    A 24 de junho, as cerimónias arrancam às 09h00 com o Hastear da Bandeira na Câmara Municipal, seguido de uma missa na Igreja Matriz de Nossa Senhora dos Mártires às 10h00.

    Um momento alto será a sessão solene no auditório da Biblioteca Municipal, com entrada livre.

    Será igualmente inaugurado o Projeto Educativo “O nosso Património Natural”, um mural de azulejos realizado por estudantes, que será desvendado às 12h30 junto à Casa do Sal.

    Durante o Dia do Município, serão estabelecidos protocolos para a utilização das instalações desportivas do Verdelago e para o desenvolvimento da comunidade energética.

    A festa incluirá também o lançamento da recolha de biorresíduos em Castro Marim.

    As festividades culminam com o espetáculo dos UHF e da Banda Musical Castromarinense no Revelim de Santo António às 22h00, em comemoração ao centenário da banda.

  • Lince ibérico já não está em extinção

    Lince ibérico já não está em extinção

    O lince-ibérico deixou de ser considerado um animal ameaçado de extinção e passa a ser classificado uma espécie “vulnerável” na Lista Vermelha elaborada pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN).

    Esta catalogação obedece ao esforço que tem sido feito para a sua conservação.
    A organização internacional vai atualizar a sua lista a 27 de junho, mas já anunciou esta que uma das grandes novidades será a melhoria do estatuto deste mamífero endémico da Península Ibérica, que se tornou a espécie felina mais ameaçada do planeta nas décadas anteriores.

    A razão para isso é que o número de linces ibéricos adultos se multiplicou por dez até agora este século, como detalhou a UCIN em comunicado, no qual afirma que “os esforços de conservação conseguiram recuperar esta espécie depois de estar perto da extinção, com um aumento exponencial da sua população de 62 espécimes adultos em 2001 para 648 em 2022”.

    A população total do lince-ibérico (lince pardinus), incluindo espécimes jovens e maduros, está estimada em mais de 2.000, segundo o último relatório de 2023 elaborado pelo grupo de trabalho coordenado pelo Ministério da Transição Ecológica e do Desafio Demográfico (Miteco). Dos 2.021 exemplares de lince, 1.730 estão localizados na Espanha e, destes, 130 estão em Doñana, o segundo centro populacional do país, atrás de Sierra Morena (545). Os restantes 291 linces estão, de acordo com o referido censo, em Portugal.

    Em Portugal, que trabalha na sua recuperação desde 2007, o lince habitou historicamente o Algarve e atualmente, com 291 indivíduos registados em 2023, as autoridades portuguesas já falam em ter “salvo este felino da extinção”.


    Considerado um animal endémico da Península Ibérica (Espanha e Portugal), o lince-ibérico é protegido em Espanha desde 1966 e declarado na categoria “em perigo” desde 1990. Pesa entre 8 e 12 quilos e, embora se assemelhe a um gato nas suas características, o seu pelo com manchas e orelhas, terminando em pincéis pretos, fazem dele um mamífero exclusivo e o melhor representante da biodiversidade ibérica.

    Para sua reprodução e sobrevivência, as condições básicas em seu ambiente, de montanhas e arbustos mediterrâneos, e sua dieta, baseada principalmente no coelho-bravo, são determinantes. Mesmo assim, a vulnerabilidade do lince está intimamente ligada à ação do homem. Incêndios, caça, atropelamentos e o declínio gradual das populações de coelhos, devido a doenças como mixomatose e pneumonia hemorrágica, têm contribuído para a extinção desta espécie.

    Em relação à Lista Vermelha da IUCN, criada em 1964, deve-se notar que ela classifica as espécies em três níveis (“baixo risco”, “ameaçadas” e “extintas”), com vários subníveis em cada um desses grupos. Dentro da classificação das espécies ameaçadas existem três subníveis, que do menos ao mais grave são “vulneráveis” (aquele que o lince-ibérico terá agora), “em perigo” e “criticamente em perigo”.
    Uma espécie vulnerável corre menor risco de extinção do que uma ameaçada de extinção, mas esta última ainda está presente devido a problemas como a perda de habitat, por isso a IUCN recomenda que seus animais continuem sendo supervisionados até que sua capacidade reprodutiva e capacidade de sobrevivência melhorem.

    Nesse sentido, a IUCN alerta que a população do lince-ibérico, nativo de zonas florestais mediterrânicas, mas também na zona do Parque Doñana, ao nível do mar, ainda está ameaçada por fatores como a alteração do seu habitat em resultado das alterações climáticas, atropelamentos ou caça furtiva.

    A organização alerta ainda para doenças que podem ser transmitidas a este animal pelos gatos domésticos, ou as flutuações que outras epidemias podem causar na população de coelhos, o seu alimento básico.

    A Lista Vermelha da IUCN inclui 44.000 espécies animais e vegetais, 28% do total, e no caso dos mamíferos, mais de um quarto delas está mais ou menos em perigo de extinção. Entre os mamíferos declarados mais ameaçados estão o camelo selvagem (camelus ferus), o vison europeu (Mustela lutreola), o gorila em suas subespécies oriental e ocidental (Gorilla beringei e Gorilla gorilla), o rinoceronte-de-java (rhinoceros sondaicus) ou o orangotango-de-sumatra (pongo abelil).