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  • Alfândega pombalina fez 250 anos

    Alfândega pombalina fez 250 anos

    Um dos pontos altos desta inauguração foi a afirmação por parte do presidente da câmara municipal, Álvaro Araújo, de que é intenção do seu executivo fazer reverter o edifício, entretanto cedido a privados e onde funciona um café, à posse do município.

    Depois de dar uma palavra especial «ao nosso querido Professor Doutor Horta Correia», Álvaro Araújo destacou a importância da presença do reputado historiador, «no dia em que se está a fazer a restituição das armas neste edifício» dirigindo-lhe uma saudação especial.» 

    Escudo de Armas VRSA - Inaugurado
    Álvaro Araújo

    Depois de saudar os outros presentes, com destaque para Fernando Pessanha, orador anterior, e Nuno Rufino, autor da réplica do escudo de armas, afirmou: «Como já foi dito aqui, as armas reais colocadas no frontão deste edifício, descerradas com salvas de artilharia por parte do destacamento militar há 250 anos atrás, foram posteriormente removidas após a implantação da República»

    E, sobre o prédio iniciático, historiou: «Também há uns anos atrás este edifício foi retirado da posse do município, neste momento o edifício não pertence ao município. Quando aqui chegámos ao município, este edifício servia de armazém, aqui tinham sacas de batatas, estavam colchões, num edifício com o simbolismo que ele tem, era assim que estava no momento em que cá chegámos». 

    Traçou, depois, um novo rumo: «Por isso, temos um grande objectivo, para além do que fizemos hoje que foi a recolocação das armas no frontal, recuperar também o edifício para as mãos do município, para que o possamos transformar,  dar-lhe a dignidade que ele merece.

    Disse que ali se podia ter um museu ou aquilo que «nós, os órgãos do município, a Câmara e a Assembleia Municipal assim entenderem. Agora, aquilo que é património municipal, diria mais, património nacional, não pode nunca, não poderia nunca, ter sido retirado das mãos do município. Por isso vamos restituir, é este um dos grandes objectivos também que temos em mãos, é restituir, voltar a ter a posse deste edifício para lhe dar a dignidade que ele merece».

    Classificou como importante toda a resenha histórica feita por Fernando Pessanha, e pediu que se aproveitasse o dia «para refletir sobre a história e a cultura numa sociedade. Olhamos sempre para o passado, como disse o Fernando, para o que foi feito, para o que foi construído, para o que foi ensinado e passado de geração em geração. Só assim, como ele dizia, com um olhar crítico e espírito aguçado, poderemos construir um futuro sustentável, uma sociedade unida, responsável e forte». 

    Afirmou que vai procurar criar um momento para discussão, para juntar os historiadores, as várias correntes, as várias doutrinas que existem sobre a fundação de Vila Real de Santo António. Vai ser marcada uma data, brevemente, para que aqueles que entendem da matéria possam vir e esplanar as suas ideias, «para que possamos ter uma linha, uma única linha de pensamento, para que Vila Real de Santo António e a sua história não ande aqui em disputa de várias ideias, mas que tenhamos uma ideia consolidada e para isso vamos preparar esse momento importante para a discussão da nossa história». 

    «Vila Real de Santo António está de parabéns hoje, neste dia 6 de agosto de 2024, que faz, como sabemos, e recordo e volto a dizer, 250 anos do 6 de agosto de 1774, data em que este edifício foi inaugurado», concluiu.

    Fernando Pessanha
    Fernado Pessanha

    Fernado Pessanha fez as honras ca casa na recepção às autoridades e convidados, onde se viram também representações da Capitania do Porto, GNR, PSP, Bombeiros, Protecção Civil, Real Associação do Reino do Algarve e membros dos diversos órgãos autárquicos do município.

    O historiador começou por afirmar que «Na realidade, poucas são as terras que se podem orgulhar de ter uma data de nascimento. A nossa terra tem o privilégio de até ter várias datas de nascimento».

    E constinuou «Realmente, os primórdios dos primórdios se remontam à antiga Vila de Arnilha, que teve o seu nascimento formal em dia 8 de Fevereiro de 1513, como atesta à Carta de Privilégio do Rei Dom Manuel, dia 8 de Fevereiro».

    Destacou que, com a Guerra Fantástica de 1762, «o Estado Português volta a compreender a importância geoestratégica da Foz do Guadiana e nela instala um sistema defensivo que, até já em período de paz, protegeu a fauna das comunidades pescatórias derramadas pelos areais de Santo António de Arnilha e pelos mares de Monte Gordo»

    E, após este enquadramento histórico primordial, destacou: «Foi, portanto, face à problemática do contrabando e da evasão fiscal praticada pelas comunidades pescatóricas que o nosso Marquês de Pombal, ao abrigo do designado Plano de Restauração do Reino do Algarve, manda reconstruir a Vila de Santo António de Arnilha, sobre a designação de Nova Vila de Santo António de Arnilha».

    Assim, continua Pessanha, «Efetivamente, em 16 de Março de 1774 é nomeado o primeiro governador da Nova Vila, Francisco Mendonça Peçanha Mascarenhas, que já comandava o termo de Santo António de Arnilha, pelo menos desde 1766. No dia seguinte, no dia 17 de Março de 1774, é simbolicamente lançada a primeira pedra da Nova Vila de Santo António de Arnilha, numa sessão soleno onde estiveram presentes as autoridades da Câmara de Arnilha em toda a oficialidade e até o próprio juiz de fora da Praça de Castro Marim».

    E lançou o paralelo histórico da comemoração dos 250 anos: «Finalmente, no dia 6 de Agosto, e hoje é o dia 6 de Agosto, no dia 6 de Agosto de 1774, dia em que foi lançada a primeira pedra da nova igreja e em que foram lançadas à água as embarcações concluídas aqui nos taleiros locais, portanto, a norte da malha urbana de Vila Real de Santo António, foi inaugurado o edifício da alfândega e oficialmente descerradas as armas reais portuguesas, simbolicamente colocadas, portanto, na frontaria do edifício que representa a afirmação política, militar e económica do Estado português face ao Estado espanhol. Em carta dirigida ao Governador Peçanha Mascarenhas, de 3 de Agosto de 1774, instruía aqui o Armador Mor do Reino do Algarve».

    E, sobre o brasão reposto e inaugurado momentos antes, explicou:

    «Instruía para que o Governador desse ordem ao Comandante Militar para, na nova Vila, trazer o destacamento militar com o maior número de tropa possível para que fossem dadas as três descargas de artilharia, quando fossem descerradas estas armas reais».

    «Curiosamente, reparem, isto acontece em 1774», anotou Fernando Pessanha, salientando um novo paralelo e curiosidade histórica: «A última vez que a Foz do Guadiana assiste a salvas honoríficas de artilharia foi com a passagem do D. Sebastião pela Foz do Guadiana.»

    Foi exatamente dois séculos antes, em 1574, quando o D. Sebastião faz a sua jornada pelo Alentejo e pelo Algarve e passa pela Foz do Guadiana, vem a Santo António de Arnilha, vai a Ayamonte e vai a Castro Marim.

    Na opinião de Fernado Pessanha, «Estas armas reais, alegadamente destruídas pela citada população vilarealense, quando da implantação da República no 5 de Outubro de 1910.

    O historiador destacou o empenho da arquiteta Perpétua Almeida e o acompanhamento do professor Dr. José Eduardo Horta Correia, na projecção da réplica das armas reais produzida pelo «talentoso escultor vilarelense Nuno Rufino, que se encontra entre nós».

    Nuno Refino, escultor vilarealense

    Filho de Vila Real de Santo António, Nuno, Nuno Miguel Dias Rufino, nasceu no dia 17 de Outubro de 1979. É licenciado em Artes Plásticas, Escultura, pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e é pós-graduado em Museologia e Museografia pela Faculdade de Belas Artes da mesma universidade.

    Os objetivos do novo escudo

    A obra na frontaria do edifício de Alfândega, réplica, portanto, das armas reais de Dom José I, pretende restituir a dignidade simbólica de um edifício que reflete o plano de restauração do Reino do Algarve concebido por Sebastião José de Carvalho e Melo, mais conhecido como Marquês de Pombal, para o extremo Sotavento-Algarvio, nomeadamente para esta Foz do Guadiana.

    Fernsndo Pessanha terminou o seu discuro alertando: «Neste dia histórico, para a nossa terra, em que são novamente descerradas as armas reais do edifício de Alfândega, importa refletir na importância da história e da cultura para a construção do sentido crítico da nossa sociedade e para a construção de futuros sustentáveis. E nós podemos perguntar-nos, é pertinente? É pertinente este cuidado com a nossa história? É pertinente este cuidado com o nosso património? Naturalmente que é pertinente. A história é o sangue que nos corre nas veias. Nós, seres humanos, somos constituídos pela matéria empírica que alberga a nossa existência.

    «Nós somos feitos de história. Portanto, tendo em consideração que nós somos feitos de história, dificilmente conseguimos compreender de onde viemos, quem efetivamente somos, ou para onde vamos tirar ilações, se eu por vir, se não soubermos da nossa história, da nossa cultura e do nosso património. Portanto, a todos vocês, vilarealenses, a nossa profunda gratidão».

    O Porto de Honra esteve a cargo de «O Coração da Cidade»

  • Pedra do Valado com medidas de compensação

    Pedra do Valado com medidas de compensação

    Contudo, o Governo reconhece que a pesca comercial enfrentará desafios devido às novas restrições.

    Para mitigar o impacto, um mecanismo de compensação, regulamentado pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 1/2024 e o Despacho n.º 2182/2024, que exige licenças específicas para a pesca comercial dentro do parque.

    Este mecanismo visa equilibrar a conservação com as necessidades econômicas dos pescadores afetados.

    É importante que os interessados em concorrer às compensações leiam atentamente toda a legislação aplicável para entender completamente os critérios e processos envolvidos.

  • Requalificação urbana em Giões

    Requalificação urbana em Giões

    A requalificação urbana do segmento que liga o Parque de São João Domingos à Igreja de Nossa Senhora da Assunção foi inaugurada no domingo, 4 de agosto, em Giões, Alcoutim, tendo assistido Mário Centeno, Governador do Banco de Portugal, com laços familiares na aldeia.

    Na cerimônia, foi prestado tributo ao «Gigante de Farelos», igura icônica da paróquia de Giões, destacando-se a importância de reconhecer as figuras locais que têm contribuído para a identidade e progresso da área.

    José Manuel Silva, um parente do «Gigante de Farelos«, presente na cerimônia com outros membros da família, contou a história da figura homenageada.

    No evento participaram o presidente da Câmara Municipal de Alcoutim, Paulo Paulino, o presidente da Junta de Freguesia de Giões, José Afonso, o presidente da Assembleia de Freguesia de Giões, João Cabral e o diácono Albino Martins.

    Após a cerimónia, houve visita à trradicional Feira de Giões, onde decorreu o Festival do Gaspacho e Sardinhada.

  • Encerramento de serviços bancários em Alcoutim

    Encerramento de serviços bancários em Alcoutim

    O presidente da Câmara Municipal de Alcoutim, Paulo Paulino, já reuniu com o Conselho de Administração da instituição, uma vez que considera a decisão de reduzir o horário de funcionamento das agências como a geradora da «grande preocupação entre os munícipes, que dependem destes serviços financeiros para as suas atividades diárias e para o sustento da economia local».

    Paulo Paulino destacou àqueles responsáveis a importância vital destas agências para a comunidade, sublinhando que, «em áreas rurais como Alcoutim e Martim Longo, o acesso a serviços bancários é já limitado, tornando a continuidade do serviço essencial para a população local, em especial para os empresários e agricultores».

    O Conselho de Administração justifica a medida com base numa análise de «rentabilidade e na escassez de pessoal disponível, fatores que, segundo eles, tornaram necessário o ajustamento do horário de funcionamento».

  • Os cantos à Virgen del Carmen em Isla Canela

    Os cantos à Virgen del Carmen em Isla Canela

    La procesión de la patrona de los marineros se inició en la pequeña Ermita donde se encuentra la imagen, después recorrió en procesión por las calles de la Barriada Canela.

    Em seguida, ele foi para a estrada em direção a Ayamonte e atravessou o meio da ponte, que liga o bairro a Ayamonte. Ali, do alto da ponte, a imagem virou-se para olhar o bairro, o estuário que o rodeia, e os barcos dos marinheiros nos estuários.

    De seguida a procissão continuou por outras ruas do bairro, para finalmente ser introduzida no rio Guadiana sobre os ombros dos marinheiros do bairro, regressando de imediato à ermida.

    Veja o vídeo aqui: https://www.youtube.com/watch?v=4L1ggov43Qo

  • Pode faltar verba para a dessalinizadora

    Pode faltar verba para a dessalinizadora

    A entrevista refere também outros aspetos sobre a redução de perdas de água no setor urbano e as intenções de candidatura recebidas, bem como a constatação de que «estas candidaturas, a serem aprovadas, são já todas em overbooking» e estão a quase a 100 por cento «da verba comprometida e aprovada».

    Porém, o que despertou a nossa atenção maior foi o fato de o presidente da AMAL, ter sublinhado a necessidade de deixar «um alerta a todos os algarvios, a todas as forças políticas que o processo da Central Descentralizadora do Algarve não tem cabimento para a totalidade do custo que foi posto a concurso».

    Veja aqui a reportagem completa publicada no BARLAVENTO
  • Mais segurança e acesso limitado em Grutas de Benagil

    Mais segurança e acesso limitado em Grutas de Benagil

    Este «extenso processo participativo», liderado pela CCDR Algarve, culminou num conjunto de recomendações sobre a operação e atividade das empresas marítimo-turísticas, segurança, acesso, circulação nas grutas e áreas adjacentes, bem como licenciamento, usos e fiscalização pelas entidades competentes, agora refletidas nas instruções de navegação da Capitania do Porto de Portimão.

    Aquele organusmo regional lembra que, após o despacho governamental que estabeleceu o Grupo de Trabalho, liderado pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve (CCDR Algarve), I.P., o processo e a consulta pública envolveram a participação de várias entidades e cidadãos, O Grupo de Trabalho incluiu representantes dos seguintes órgãos:

    Instituto Português, Gabinetes dos Secretários de Estado da Defesa Nacional, Turismo, Comércio e Serviços, Mar, Ambiente, Conservação da Natureza e Florestas, Administração Local e Ordenamento do Território, e Pescas; Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve, I.P.; Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL); Câmara Municipal de Lagoa;

    Turismo de Portugal, I.P.; Região de Turismo do Algarve; Direção-Geral dos Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos, Pescas e Sustentabilidade e Autoridade Marítima Nacional.

  • Um possível aeroporto em Gibraleón

    Um possível aeroporto em Gibraleón

    A construção desta infraestrutura de tráfego aéreo será realizada pela sociedade «Huelva Desarrollo y Progreso», fundada pelo Grupo Lyncis, liderado por Alfredo González.

    Este grupo, segundo o Huelva Informacíón, é o impulsionador do aeroporto onubense, ampliou já o número de acionistas e incorpora no projeto privado a Fundación Caja Rural del Sur, Grupo AZVI y Avoris (Barceló), e a Câmara de Comércio de Huelva passou a liderar o arranque desta infraestrutura.

    O Aeroporto Cristóbal Colón, que há anos espera para concluir os trâmites »burocráticos relevantes, perdeu a consideração de «Interesse Geral», levantando a indignação de toda a sociedade de Huelva.

    Depois do AVE, o aeroporto é a infraestrutura historicamente mais procurada em Huelva, «fundamental para alavancar o arranque turístico de Huelva, e também para o seu desenvolvimento agrícola, sendo considerados também como dois grandes motores das atividades econômicas e sociais da província.

    Na passada quinta feira, foi confirmado que a gigantesca infraestrutura será localizada em Gibraleón. Custará mais de noventa milhões de euros, com 2.700 metros de pista, tendo por objetivo dar um impulso decisivo na agricultura, energia, esperando-se que conte também com um laboratório de hidrogénio verde.

    fonte: Huelva Información

  • Tavira alberga Dieta Mediterrânica

    Tavira alberga Dieta Mediterrânica

    Tavira, é um património vivo de todo o país, em sintonia com as Convenções da UNESCO e com relevância crescente nacional e internacional.

    Será a visita às Coleções de Fruteiras Tradicionais do Algarve, promovida pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve, I.P., a marcar, mais uma vez, o arranque da Feira da Dieta Mediterrânica, no dia 5 de setembro, no Centro de Experimentação Agrária de Tavira (CEAT).

    Estas coleções são caracterizadas pelo elevado interesse patrimonial e cultural, na sua maioria únicas no país, representativas da paisagem típica algarvia associada à Dieta Mediterrânica, constituindo-se este repositório numa verdadeira «Arca de Noé» da biodiversidade agrícola.

    A feira é aberta à população em geral, e a visita é mais uma oportunidade de divulgar junto dos visitantes o trabalho de prospeção, preservação e caracterização desenvolvido na última década e meia, pelos técnicos da área de Agricultura e desenvolvimento rural na região.

    Para além também ser realizada uma visita à exposição «O Posto Agrário de Tavira», reflexo de um trabalho de preservação e valorização da consciência histórica do Posto Agrário.

    Será caracterizada por uma diversidade de registos «apresentados numa narrativa cronologicamente contextualizada, que permite não só um resgate do passado, mas também a construção de um novo significado sobre o mesmo».

    No período da tarde, destaca-se a realização de um Seminário Temático sobre a Sustentabilidade e Saúde dos Solos onde está prevista a apresentação dos projetos “Saúde dos Solos”, por um representante da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), e “+ Solo + Vida – Adaptação e Mitigação das Alterações Climáticas e Luta contra a Desertificação no Vale do Guadiana”.

    Este seminário será promovido pela Associação para o Desenvolvimento do Património de Mértola (ADPM), prevendo-se ainda a participação da Universidade do Algarve (UALG) e uma abordagem sobre o tema Lei do Restauro da Natureza, recentemente aprovada pelos ministros do Ambiente da União Europeia e que visa fazer restabelecer os ecossistemas.

    Até ao final do certame, a CCDR Algarve fará representar-se com um Stand Institucional no recinto, onde decorrem ações de promoção de produtos/projetos da região, que visam a criação de Sistemas Alimentares Territoriais Sustentáveis, anunciou aquel organismo regional.

    Ainda no âmbito do projeto REVITALGARVE, os serviços de agricultura e desenvolvimento rural organizarão duas visitas a explorações agrícolas do concelho de Tavira: Quinta Maria Flaminga (dia 7 de setembro) e Horta do Cabeço (dia 8 de setembro), durante o período da manhã.

    Este ano, a CCDR Algarve, em associação com o Município de Tavira e a com a Caixa de Crédito Agrícola Mútuo do Sotavento Algarvio, lançará um concurso «Prémio Inovação – Dieta Mediterrânica», com o objetivo de premiar produtos inovadores no setor agroalimentar, relacionados com a Dieta Mediterrânica, e de acordo com o regulamento proposto.

    A entrega dos prémios, será um dos momentos altos da Feira, realizando-se no último dia do certame.

  • Populares extinguem incêndio em Cacela

    Populares extinguem incêndio em Cacela

    Um incêndio ocorrido em Vila Nova de Cacela, no concelho de Vila Real de Santo António, junto à ponte de caminho de ferro, foi rapidamente extinto por populares, informou a Arenilha TV.

    A consolidação do trabalho dos populares coube aos operacionais dos Bombeiros de Vila Real de Santo António e Castro Marim e aos Sapadores Florestais de Vila Real de Santo António.

    A Guarda Nacional Republicana (GNR), tomou conta da ocorrência. No local estiveram 26 operacionais, auxiliados por cinco viaturas e um meio aéreo.

    O alerta foi dado às 13:38 desta tarde de quinta-feira, 1 de agosto.

  • Restauro da Ribeira do Vascão é interesse europeu

    Restauro da Ribeira do Vascão é interesse europeu

    Alegam que essa recuperação servirá para «diminuir os impactos da seca e favorecer a biodiversidade»

    A ribeira, também designada como rio Vascão, nasce na serra do Caldeirão, entre o Alentejo e o Algarve, desagua no rio Guadiana e está incluída no relatório Rivers2Restore.

    Este relatório, já pela ANP/WWF, em associação com a WWF, inclui 11 projetos de recuperação de rios em Portugal, Áustria, Finlândia, Alemanha, Grécia, Itália, Letónia, Países Baixos, Roménia, Eslováquia e Espanha.

    A intervenção que propõem proposta para estes rios europeus dizem que permite diminuir o impacto da seca, beneficiar as pessoas e a biodiversidade.

    O modo sugerido é através de uma ação imediata desde a nascente até à foz para eliminar as barreiras existentes, restaurar os rios da Europa e ajudar a cumprir os objetivos de recuperação da natureza recentemente acordados pela União Europeia (UE).
    Segundo a coordenadora de água da associação, Maria João Costa, a bacia do Guadiana é uma das mais áridas e propensas à seca na Europa e alberga várias espécies ameaçadas cujos habitats precisam de ser recuperados.

    Eliminar 17 barreiras

    O projeto previsto para o rio Vascão prevê a eliminação de 17 barreiras fluviais consideradas obsoletas «ao longo da totalidade do seu trajeto», uma vez que a ausência de barreiras favorece o «funcionamento do ecossistema fluvial através do restauro da conectividade ecológica e aumento da disponibilidade de habitats».

    Procuram melhorar as rotas migratórias dos peixes, e proporcionar habitats para outras espécies, como a lontra europeia, melhorando a qualidade e disponibilidade de água, fatores que, destacou, podem depois incentivar a criação de mais emprego e mais receitas de turismo.

    A associação sublinhou que a execução dos 11 projetos propostos para Portugal, Áustria, Finlândia, Alemanha, Grécia, Itália, Letónia, Países Baixos, Roménia, Eslováquia e Espanha permitem alcançar os 2.200 quilómetros de rios restaurados e quase 10% do objetivo da Estratégia da UE para a Biodiversidade.

  • Aldeia da Mesquita citada na National Geographic

    Aldeia da Mesquita citada na National Geographic

    A população local e a própria sociedade recreativa, tem manifestado grande interesse neste projeto, bem explicado nos seus objetivos pelos técnicos do projeto e pela própria câmara municipal de Mértola.

    Assim, com grande satisfação, foi acolhida naquela pequena localidade serrana, junto ao rio Guadiana e frente ao Pomarão, a reportagem publicada pela National Geographic, dado nota de resultados das escavações e que sintetisamos a seguir:

    Descobertas Arqueológicas: Em Mértola, Portugal, escavações na aldeia de Mesquita revelaram sepulturas cristãs do século X, uma casa medieval islâmica e uma necrópole tardia do século XVI.

    Comunidade Moçárabe: A presença de sepulturas cristãs em território muçulmano sugere uma comunidade moçárabe que adotou elementos da cultura árabe sem se converter ao Islão.

    Elementos Decorativos: Foram encontrados elementos de mármore reutilizados na construção, datados entre os séculos VI e IX.

    Estudo de Alcarias: A equipa identificou espaços habitacionais e oficinais com uma cronologia extensa entre os séculos XI e XIV.

    Com Copilot. Para mais detalhes, consulte a National Geographic.

  • Programa erudito no antigo cemitério de Cacela

    Programa erudito no antigo cemitério de Cacela

    O piano é o destaque da 13ª edição do evento, com performances dos pianistas Joana Gama no dia 8 de agosto e Vasco Dantas no dia 22 de agosto, ambos a iniciar às 21h30.

    Desde 2008, o ciclo «Clássica em Cacela» é organizado pela Câmara Municipal de Vila Real de Santo António, em parceria com o Centro de Investigação e Informação do Património de Cacela (CIIPC) e a Algartes – Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Música Erudita no Algarve, contando com o apoio do restaurante Chá com Água Salgada.

    Os bilhetes estão disponíveis por dez euros, com um preço reduzido de cinco euros para menores de 18 anos. Para mais informações, pode-se contactar ciipcacela@gmail.com ou ligar para o número 281 952 600.

    Joana Gama, a pianista portuguesa, é conhecida pela sua paixão por melodias quase silenciosas ou que induzem à contemplação. Ela tem interpretado obras de compositores como Erik Satie, John Cage, Federico Mompou e Hans Otte, a quem homenageou com o festival Hans Otte: Sound of Sounds entre 2021 e 2022.

    Joana Gama participa em diversos projetos que abrangem cinema, dança, teatro, fotografia e música. Ela compôs a trilha sonora de “KORA”, um curta-metragem de Cláudia Varejão, e atualmente trabalha no sexto álbum do seu duo de piano e eletrónica com Luís Fernandes, parceria que mantém desde 2014.

    A discografia variada de Joana Gama pode ser encontrada nas editoras Shhpuma, mpmp, Pianola, Boca/Douda Correria, Holuzam, Room 40 e Grand Piano.

    Vasco Dantas começou seus estudos musicais aos quatro anos de idade e hoje é o diretor artístico de festivais como Music Series Festivals, Sezim Music Series, Piano Concerto Festival e Algarve Music Series.

    O pianista Vasco Dantas acumula mais de 50 prémios e distinções em concursos de música, apresentando-se regularmente em prestigiadas salas de concerto pelo mundo. Ele já se apresentou como solista com várias orquestras nacionais e internacionais, tendo a oportunidade de trabalhar

  • Mértola satisfeita com promessa de água no Espírito Santo

    Mértola satisfeita com promessa de água no Espírito Santo

    Desta vez, é a camara municipal de Mértola que toma posição expressando «a sua satisfação com as recentes decisões anunciadas pela Ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, em relação ao abastecimento de água e à recuperação das margens do rio Guadiana no concelho de Mértola».

    Nessa tomada de posição, a autarquia faz também referência à recuperação das margens do Guadiana entre a vila de Mértola e a localidade do Pomarão e considera:

    «Este plano é crucial para resolver os problemas crónicos de escassez de água que afetam as localidades de Espírito Santo e Mesquita, especialmente durante o verão, quando as populações são frequentemente abastecidas por autotanques devido aos grandes défices hídricos existentes nesta freguesia».

    Diz ainda que a instalação de uma unidade de captação de água superficial do rio Guadiana junto ao Pomarão, para reforço do sistema Odeleite-Beliche no Algarve, necessita que salvaguarde estas necessidades do território «sob pena de não tornar justo e equativo o acesso a uma necessidade tão elementar como a água».

    A câmara municipal de Mértola anota ainda que «a reabilitação das margens do rio Guadiana entre Mértola e Pomarão é essencial para melhorar a navegabilidade do rio, que atualmente é prejudicada pelo assoreamento progressivo causado pelo excesso de sedimentos acumulados desde o encerramento das comportas do Alqueva em 2002 que impede que o leito natural do rio realize a sua regeneração natural».

    A autarquia afirma que as decisões da ministra «são resultado direto de um conjunto de diligências que o município tem vindo a desenvolver junto das entidades competentes, com particular ênfase numa reunião realizada durante a semana passada entre a Sra. Ministra do Ambiente e Energia e o Presidente da Câmara de Mértola»,

    Neste encontro a autarquia confirma que «foi discutido o problema crónico de escassez de água e elevado stress hídrico no concelho».

    Na sua nota, diz que a articulação com a Águas Públicas do Alentejo (AgdA) e outras entidades locais «será fundamental para garantir que estas medidas tenham um impacto positivo na vida da população de Mértola».

    A câmara municipal de Mértola agradeceu à ministra Maria da Graça Carvalho, bem como ao eng. Pimenta Machado da APA, «pelo compromisso demonstrado e pela rápida ação em prol do bem-estar dos habitantes do concelho, sublinhando que a garantia de acesso à água potável é um direito fundamental e que necessita de ser salvaguardado».

  • Mais baixas reservas em Espanha da Bacia do Guadiana

    Mais baixas reservas em Espanha da Bacia do Guadiana

    Quanto às zonas específicas desta Bacia Hidrográfica-se, constata-se que a zona Oriental deste sistema de barragens, diminuiu 1,39%, a Ocidental 0,77% e a do Sul mantémo 0%, este último dado.

    A informação foi obtida da Confederação Hidrográfica do Guadiana.

    Foto Com cem olhos no Guadiana - Blog
  • Não incomodem os turistas pediram em Santorini

    Não incomodem os turistas pediram em Santorini

    A revelação é da Tnews que cita a Tourinews. Um vereador e a conta da comunidade local de Thira, emitiram comunicados através das redes sociais nos quais pediam à população de Santorini para limitar os seus movimentos.

     Alegaram que era “Mais um dia difícil para a nossa cidade e ilha com a chegada de 17.000 visitantes de navios de cruzeiro! Pedimos a sua atenção e que reduza ao máximo os seus movimentos!”, escreveram as autoridades.

    Santorini é um dos destinos turísticos que tem enfrentado os efeitos do turismo massificado, esperando receber mais de 5,5 milhões de visitantes em 2024, 3,4 milhões dos quais este verão, lembra a TNews.

    Muitos destes turistas chegam a bordo de cruzeiros, com 800 escalas registadas em 2023. Dezenas de milhares de passageiros desembarcam em apenas um dia na ilha, que conta com cerca de 15 mil habitantes.

  • Inovação criada na Universidade do Algarve

    Inovação criada na Universidade do Algarve

    A Algarve Evolution e a CRIA, Divisão de Empreendedorismo e Transferência de Tecnologia, da Universidade do Algarve organizam o evento no dia 6 de agosto, às 10h00, no auditório 1.4 do Complexo Pedagógico do Campus da Penha em Faro.

    A abertura do evento contará com a apresentação do Índice Digital Regional de 2023 pelo professor Luís Miguel Ferreira, da Universidade do Minho, destacando o avanço do Algarve para a terceira posição a nível nacional, superando a região Norte.

    O programa incluirá também exposições dos CEOs das três empresas inovadoras algarvias: expressTEC, Carob World e Sea4Us, que partilharão suas experiências e perspectivas sobre o cenário de inovação regional.

    O «Inovação Made In Algarve» oferece uma oportunidade única de mergulhar no ambiente digital do Algarve e encontrar inspiração no seu ecossistema inovador.

    Segundo os organizadores, o evento é também uma chance para a comunidade de inovação regional e o público em geral entenderem o estado atual da digitalização e inovação, essenciais para definir o futuro económico do Algarve.

    As inscrições já se encontram abertas e podem ser feitas através de e-mail (info@algarveevolution.pt), sedo o programa como segue:

    • Programa:
    • 10h00: Sessão de AberturaOradores: Alexandra Teodósio – vice-reitora da UAlg e Joaquim Nascimento – presidente da Algarve Evolution;
    • 10h10: Apresentação «Índice de Digitalização Regional»Orador: Luís Miguel Ferreira – professor convidado da Universidade do Minho;
    • 11h00: Inovação no Ecossistema AlgarvioOradores: Ana Teresa Maia – CEO e Co-fundadora da expressTEC, João Currito – CEO e Fundador da Carob World e Pedro Lima – CEO e Co-fundador da Sea4Us;
    • 12h00: Conclusão.
  • A chama olímpica é eléctrica

    A chama olímpica é eléctrica

    Pela primeira vez, a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos ocorreu fora de um estádio, tendo o rio Sena como cenário principal. Contudo, o destaque global foi para a chama olímpica inovadora, que homenageou o legado francês enquanto projetava um olhar futurista.

    Mathieu Lehanneur, designer do caldeirão olímpico, buscou inspiração nos irmãos Montgolfier, pioneiros franceses da balonismo. O resultado é uma chama que ascende aos céus, única na história olímpica.
    O caldeirão, com 30 metros de altura, eleva-se outros 30 metros à noite, alcançando impressionantes 60 metros acima do solo. Em sua base, um anel de 7 metros de diâmetro representa a fraternidade, valor essencial da República Francesa.

    A chama olímpica se destaca por ser totalmente elétrica, substituindo combustíveis fósseis por uma mistura de luz e água, gerando um efeito espetacular e sustentável: 40 LEDs iluminam uma nuvem de vapor d’água;
    200 injetores de alta pressão criam o efeito de fumaça.

    Eletricidade e água são canalizadas do solo até a estrutura do balão. Esta inovação, fruto da parceria com a EDF, marca um avanço importante para Jogos Olímpicos mais verdes.

    A chama olímpica de Paris 2024 não apenas ilumina os Jogos, mas também sinaliza

  • Governo aprovou água para a freguesia do Espírito Santo

    Governo aprovou água para a freguesia do Espírito Santo

    O abastecimento também abrange a localidade de Mesquita, local perto da qual será criada a tomada de água do rio Guadiana, em articulação com a Águas Públicas do Alentejo e a Câmara Municipal de Mértola.

    Como medida adicional foi anunciado o apoio e financiamento da reabilitação das margens do rio Guadiana, entre Mértola e Pomarão, com o objetivo de melhorar a navegabilidade e combater o assoreamento.

    Esta decisão foi tomada na sequência de uma reunião com o presidente da Câmara Municipal de Mértola, Mário Tomé, alertou para a grave situação de escassez hídrica no concelho.

    Reuniões entre as equipas técnicas da APA e da Câmara Municipal de Mértola já estão agendadas para dar seguimento a estas medidas.

  • 750 anos do Castelo de Castro Marim

    750 anos do Castelo de Castro Marim

    Estão à porta os Dias Medievais

    Promete ser “uma inesquecível viagem no tempo e um regresso à época mais intrigante e misteriosa da nossa história, retratada nas artérias da vila”.

    Este ano, assinalam os 750 anos da edificação do Castelo de Castro Marim, sendo esta construção medieval o principal palco do evento, “por ser este o cenário mais leal possível à Idade Média”.

    Durante estes dias, toda a vila se transforma, as ruas e ruelas trajadam a rigor, para levar os visitantes numa inesquecível viagem, de onde difícil será regressar.

    São fantasias de reis e rainhas, cavaleiros de armaduras reluzentes, bobos e jograis, comerciantes, monges, damas e nobres e ainda criaturas demoníacas e mágicas que invadem a vila de Castro Marim.

    O rigor histórico é um dos estandartes dos Dias Medievais, contando este ano com a participação especial de Guérande, cidade francesa geminada, e de Cortegana.

    A edição deste ano é especial, pois é a 25.ª vez que este evento decorre, desta vez com muitas novidades e surpresas, além de uma forte aposta em novos espetáculos e na segurança e proteção dos seus visitantes, com a presença de vários técnicos equipados com desfibrilhadores, que percorrem toda a área do evento, para que se possa reduzir o tempo de socorro sempre que haja uma necessidade de desfibrilhação cardíaca.

    Por ser uma efeméride simbólica, esta 25.ª edição dos Dias Medievais em Castro Marim trará também alguns registos diferentes e marcantes como um espetáculo de encerramento diário com tecnologia e projeção, sobre a história do Castelo em videomapping.

    O Castelo irá, mais uma vez, abrigar as representações de mais de 45 artes e ofícios, além de grandes espetáculos como os torneios medievais a cavalo, que são um elemento de grande atração para quem nos visita, e as exposições de Instrumentos de Tortura e Punição e da Primeira Sede da Ordem de Cristo.

    Outro dos grandes destaques dos Dias Medievais em Castro Marim são os banquetes, que decorrem num espaço exclusivo e à luz misteriosa das tochas, com uma ementa que reúne as melhores iguarias da época, acompanhadas de performances de grupos de animação.

    Se pretender ser Rei por uma noite pode ainda optar por uma experiência diferente e única na mesa real, com apenas 10 convivas por noite, que desfrutam da pompa e circunstância das cortes da Idade Média.

    Um dos pontos altos deste evento âncora organizado pelo Município de Castro Marim é o desfile, considerado como uma das melhores oportunidades para absorver este universo de imaginação e fantasia, que decorrem no primeiro e último dia, ao final da tarde.

    A animação continua a ser outra das grandes e fortes apostas dos Dias Medievais em Castro Marim, que se distingue de outros eventos do género graças à exclusividade com alguns dos 30 grupos de animação nacionais e internacionais.

    Estes grupos serão rotativos e distribuídos pelos vários palcos dos Dias Medievais em Castro Marim, desde o mercado até ao Castelo, com teatros de rua, grupos “passa calles”, malabaristas, zaragateiros, cuspidores de fogo, gaiteiros, equilibristas, espadachins, contorcionistas, músicos medievais, música e dança árabe-oriental, música sacra na Igreja do Castelo, missa com coro, danças medievais, encantadores de serpentes, arruadas e demonstrações de falcoaria.

    Uma vez que este é considerado um evento para toda a família, a programação inclui espaços e atividades de animação infantil com oficinas, jogos, carrosséis, contadores de histórias e outras diversões.

    Estas zonas especiais de crianças serão um elemento de atração ao evento, mas que exigem um maior resguardo e espaços mais acautelados, para que os mais pequenos possam usufruir das experiências, tanto no Castelo como fora dele.

    Já no Forte de S. Sebastião, com o Acampamento Árabe na sua encosta a representar o quotidiano de uma caravana de comércio de sal e especiarias, irá decorrer uma recriação histórica do quotidiano civil e militar do século XVII, com apresentações e demonstrações por profissionais da Real Academia do Terço (piqueiros, artilheiros e rodeleiros). Este ano, o acesso ao Forte será iluminado e irá alargar a sua presença na feira.

    Os Dias Medievais em Castro Marim terão sido um dos primeiros EcoEventos do país, por desde sempre disponibilizar um copo de barro diferente em cada edição, pretendendo continuar, com o objetivo de apelar à máxima redução de resíduos e à utilização de materiais reutilizáveis.

    A ilustração da edição especial de 2024 ficou a cargo de Pedro Seromenho, um ilustrador, escritor e grande contador de histórias, com dezenas de livros publicados. Nascido no Zimbabué, residente em Braga e licenciado em Economia, Pedro Seromenho assinou recentemente a exposição “Pôr-do-Sal”, em Castro Marim, com ilustrações e instalações artísticas realizadas a partir do sal e flor de sal das salinas do concelho.

    Os bilhetes serão brevemente colocados à venda na bilheteira online BOL e nos diversos pontos de venda associados.

    Fonte: Informação municipal.