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  • Frente ribeirinha de Ayamonte com obra a bom ritmo

    Frente ribeirinha de Ayamonte com obra a bom ritmo

    A presidente (alcaldeza) Natália Santos pretende transformar o município num referente turístico da Andaluzia e a obra em curso destina-se basicamente a integrar o centro urbano com o rio e é uma aposta firme no desenvolvimento turístico e sustentável.

    A obra implica d demolição do velho casario, antigos armazéns e fábricas.

    Desenvolve-se numa área de mais de quarenta mil metros quadrados de superfície e vai unir o acesso norte de Ayamonte com as ruas de Castro Marín, das Flores e do Cais de Portugal, implicando a criação de novas ligações rodoviárias e o desenvolvimento de amplos passeios pedestres frente ao rio, a ampliação da pista de bicicletas, a reordenação das zonas de estacionamento e criação de novos espaços multifuncionais.

    Procura a autarquia fronteiriça conseguir a conservação do ambiente natural, a criação de novos espaços de encontros e novos acessos ao centro da cidade, bem como a reabilitação urbanística do ambiente, a regeneração de espaços urbanos e da flora e fauna da ribeira e recuperação de áreas para espaços verdes.

    Os entulhos gerados pela demolição de algumas das naves e edificações da área serão reutilizados como material de recheio da mesma obra. As obras podem estar concluídas no fim do próximo Verão e são apoiadas por Fundos Europeus FEDER.

  • Serpa planta alfarrobeiras na Zona Sul

    Serpa planta alfarrobeiras na Zona Sul

    A intervenção foi iniciada ontem com o abate de alguns plátanos, junto ao campo de futebol, cujas folhas no inverno causam problemas, como o entupimento de sarjetas. Estas árvores, segundo a autarquia, vão ser substituídas por alfarrobeiras, no caso da via.

    Francisco Godinho, vereador responsável pelo pelouro, justifica a substituição das árvores tendo em conta que “as árvores existentes, mélias e jacarandás, são provenientes de outros continentes e, em termos de porte e desenvolvimento não estão completamente adaptadas ao nosso meio».

    O Município tem vindo a dar preferência à plantação de árvores autóctones e bem-adaptadas à região, pelo que recentemente, na Zona Sul, junto à Creche, e na nova zona urbana, as escolhas recaíram na Tília tormentosa e na Prunus pissardi, conhecidas vulgarmente por tília e ameixoeira de jardim, respetivamente. 

    A autarquia afirma que a introdução de novas espécies autóctones, haverá poupança de recursos, por um lado porque estão adaptadas ao clima, necessitando de menos água, e por outro devido ao alargamento das caldeiras e da adoção do sistema de rega gota a gota, que evita desperdícios.

    Também será instalada tela anti raízes, que impedirá o levantamento do pavimento sobre as raízes das árvores, permitindo que a população usufrua em pleno dos passeios, harmonizando a existência de árvores nos espaços públicos com o usufruto dos mesmos pela generalidade dos utilizadores. 

  • Mértola prorroga prazo de Programa Municipal de Apoio aos empresários (Covid19)

    Mértola prorroga prazo de Programa Municipal de Apoio aos empresários (Covid19)

    Desde o início do ano e até 15 de janeiro de 2021 foram aprovadas 28 candidaturas no valor global de 31.438,94 euros, estando ainda em análise cinco das candidaturas concorrentes.

    Dado que o Fundo Municipal de Apoio ainda tem verbas disponíveis, a câmara municipal anunciou que vai continuar a apoiar os empresários que tiveram quebra de faturação nos meses de março, abril e maio de 2020 e, a título excecional, atribuir um apoio financeiro destinado às empresas e empresários em nome individual com estabelecimento no concelho de Mértola, «em complemento e reforço das medidas económicas nacionais e regionais que foram adotadas por outras entidades, contribuindo para a valorização da economia local, mitigando os efeitos da crise e contribuindo para a manutenção do emprego e das condições de vida da população local, revestindo assim uma dupla natureza: social e económica».

    Este apoio destina-se às empresas, com estabelecimento no concelho de Mértola, de qualquer natureza jurídica, que sofreram uma redução significativa da sua faturação no período de março, abril e maio de 2020, em resultado do encerramento ou redução do negócio por motivos das medidas administrativas no âmbito da pandemia do COVID-19.

  • Quatro mil temporárias marroquinas em Huelva na campanha dos frutos vermelhos

    Quatro mil temporárias marroquinas em Huelva na campanha dos frutos vermelhos

    Já chegaram 1.500, desde 30 de dezembro e, na próxima sexta-feira, chegam mais 545.

    Estas trabalhadoras desembarcam no porto de Algeciras, Cadiz, e são transportadas para a cidade de Huelva em autocarro. A Subdelegação do Governo de Huelva, disse à Europa Press que a primeira fase da contratação na origem ficará completa com a chegada das restantes trabalhadoras em 27 y 29 do mês em curso.

    Na segunda fase, até ao dia 1 de Março, a província de Huelva espera mais 3.700 trabalhadoras a contratar na origem, para a campanha agrícola 2020/2021. A província terá ainda 2.800 mulheres em reserva caso seja necessária mais mão de obra.

    Trata-se de um enorme desafio logístico, em plena crise sanitária receber estas trabalhadoras, assinala aquela subdelegação governamental, uma vez que pressupõe a preparação destas pessoas para a viagem desde Marrocos com provas PRC, embarque e outras, trâmites de passaporte e visto em Algeciras, apresentação de testes negativos, mais a recolha e transporte em autocarro para as cooperativas da província de Huelva.

    Fonte: Huelva Información

  • Biblioteca Vicente Campinas encerra ao público e recorre ao digital

    Biblioteca Vicente Campinas encerra ao público e recorre ao digital

    Para minimizar os impactos causados por esta situação e de forma a permitir aos seus leitores, o acesso à leitura, aponta alguns links para conteúdos digitais acessíveis em: Livros e Jornais

    A biblioteca continuará a manter as atividades que tem vindo a disponibilizar online, na plataforma social Facebook e no próprio blogue, permitindo que o público possa continuar a usufruir de algumas iniciativas que dinamizava regularmente, e que agora realiza em contexto digital, mantendo o contacto com os leitores e conquistando novos públicos.

  • Algarve coopera com Andaluzia sobre resíduos de sabões

    Algarve coopera com Andaluzia sobre resíduos de sabões

    O projeto Economia Circular e Resíduos de Sabonetes de Hotelaria (ECRESHOTO) foi criado no âmbito da Agenda Regional para a Economia Circular em 2018, associado ao programa Interreg VA España-Portugal (POCTEP), que apoia e promove projetos de cooperação transfronteiriça com o apoio da União Europeia.

    É liderado pela CCDR Algarve, visa «conhecer as quantidades de resíduos de sabonete e de outros tipos de resíduos (tais como os bio resíduos, os resíduos têxteis, os móveis e eletrodomésticos) que resultam da atividade hoteleira», e tenta identificar parceiros no tecido empresarial da região que demonstrem interesse em valorizar esses resíduos e produtos, «promovendo um modelo de negócio inovador que integre o seu potencial de circularidade».

    Dadas as características comuns entre a região do Algarve e da Andaluzia, a comissão de coordenação considerou vantajosa a adoção de uma estratégia comum, em particular com a província de Huelva, e estabeleceu contactos de parceria com a Diputación Provincial de Huelva, estendendo a parceria ao NERA- Associação Empresarial da Região do Algarve.

    A expectativa, no final do projeto, é que, a par do contributo do setor do turismo para a Agenda Regional da Economia circular no Algarve, possa ser conhecida a «quantidade de resíduos produzida, atingir um nível elevado de separação e transporte para destino adequado e promover a sua valorização».

    Aquele organismo da Administração Pública, dirigido por José Apolinário, pretende incentivar a criação de novas empresas de gestão de resíduos, a reconversão de outras já existentes no Mercado, promovendo a «responsabilidade ambiental e social da Hotelaria e dos Operadores de Gestão de resíduos intervenientes no processo, na região do Algarve e da Andaluzia».

    A CCDR faz notar que, ao tratar-se de um projeto participativo, «é essencial o contributo dos agentes da hotelaria e alojamento, bem como dos operadores de gestão de resíduos da região».

    Para conhecer os dados quanto à quantidade, tipologia e encaminhamento dado aos resíduos durante o ano de 2019 na região do Algarve, foi preparado um questionário que está disponível para preenchimento na Plataforma.

    Página da Internet divulgada pela CCDR

  • Município de Mourão amplia cemitério na Aldeia da Luz

    Município de Mourão amplia cemitério na Aldeia da Luz

    O valor global é de cento e dezasseis mil euros. A EDIA – Empresa de Desenvolvimento e Infra-Estruturas do Alqueva S.A., entidade promotora da construção do cemitério na “nova” Aldeia da Luz comparticipou com trinta e seis mil euros.

    A câmara municipal considera esta obra «essencial para a freguesia que vai colmatar uma carência de espaço há muito sentida, dotando o local de condições de resposta nas próximas décadas».

    O projeto global de ampliação do cemitério contempla três talhões, sendo que nesta fase apenas será concluído um. A obra terá a duração aproximada de seis meses.

  • Agência bancária encerrada por Covid-19 reabre amanhã em VRSA

    Agência bancária encerrada por Covid-19 reabre amanhã em VRSA

    Os trabalhadores encontram-se em isolamento profilático, na expetativa dos testes de diagnóstico. O balcão do mesmo banco mais próximo do banco afetado situa-se em Tavira.

  • Retomada em Mértola a Oficina da Criança

    Retomada em Mértola a Oficina da Criança

    A autarquia informou ainda que, na sequência dos testes efetuados, a 13 e a 14 de Janeiro, quer por ela própria quer pela Autoridade de Saúde Local, em articulação com as demais entidades no terreno, em Corte do Pinto, foram apurados 17 casos positivos e nos serviços de Bombeiros e GNR não foram identificados novos casos positivos.

    Conforme procedimentos em vigor, todos os casos agora reportados como positivos são alvo de apuramento de possíveis linhas de contágio pela saúde pública. ????????????? ?? ?ú???? ?? ó?????, ?????????u ??? ? ????? ???????? ?ã? ???á ??????????, porque até ao momento da publicação do quadro acima não tinha ainda sido recebida a confirmação oficial da Autoridade de Saúde Local. 

  • Jardins sustentáveis com plantas autóctones projeto da UÉ

    Jardins sustentáveis com plantas autóctones projeto da UÉ

    Carla Pinto Cruz, professora do Departamento de Biologia e investigadora no MED da Universidade de Évora (UÉ) lidera este projecto de conservação e gestão do património natural. A finalidade é impulsionar o uso de plantas autóctones nos espaços verdes de localidades do Alentejo Central, mas pode ser replicado em todo o território nacional.

    O sargaço (Cistus monspeliensis), a roselha-grande (Cistus albidus), o rosmaninho (Lavandula pedunculata), o pilriteiro (Crataegus monogyna) ou a gilbardeira (Ruscus aculeatus) são apenas alguns exemplo de espécies nativas que a equipa de investigadores vai usar em espaços verdes no âmbito do projecto “Plantas Nativas na Cidade – Repensar os espaços verdes urbanos”, financiado no valor de 37.903 euros pelo Fundo Ambiental e inserido no Programa de Conservação da Natureza e da Biodiversidade, do Ministério do Ambiente.

    Créditos: Agricultura e Mar

  • Rota do Barrocal do Guadiana à Costa Vicentina

    Rota do Barrocal do Guadiana à Costa Vicentina

    O percurso do Barrocal, região situada entre o litoral e a serra algarvia, zona formada tanto por terrenos pouco acidentados como por maciços de calcário, revestidos de vegetação arbustiva e arbórea diversificada, de associação mediterrânea. Nas terras argilosas e férteis do barrocal surgem os pomares mistos de sequeiro, compostos por alfarrobeiras, figueiras,
    amendoeiras e oliveiras.

    No barrocal conservam-se igualmente muitas espécies de fauna, incluindo uma extensa lista de espécies de avifauna. Entre montes, vales e cursos de água, surgem pequenas localidades, aldeias e vilas com muita história, hábitos e costumes cujas populações, orgulhosamente, fazem questão de preservar.
    Pela sua geografia e orografia, com uma altitude média entre 100 e 300 m, viajar pelo barrocal de bicicleta é uma das melhores formas de explorar esta área da região do Algarve, diz o Turismo do Algarve, criador da iniciativa.

    Ficou este percurso do Barrocal estabelecido entre Vila Real de Santo António e Aljezur, que durará cinco dias, sendo em média percorridos 44,5 quilómetros diários. entre as coordenadas 37.19695, -7.41402 e 37.31672,-8802289, num total de 223 quilómetros.

  • JSD propõe em Loulé isenção de taxas e parquímetros

    JSD propõe em Loulé isenção de taxas e parquímetros

    Por entender que em Loulé, no âmbito da pandemia covid-19, o comércio local e os empresários têm sido deixados para trás «apesar de serem a coluna vertebral e o motor da nossa economia local», a JSD enviou ao presidente da Câmara Municipal de Loulé e para o presidente da mesa da Assembleia Municipal, uma proposta que entende ser fundamentada de medidas de apoio às empresas e às famílias do concelho.

    Propõem os jovens social democratas a criação de um fundo de apoio às empresas locais; isenção de pagamento das taxas de saneamento de águas residuais e de resíduos urbanos na faturação da água para as famílias e para as empresas e a isenção de pagamento de parquímetros nas zonas que circundam o comércio tradicional/local.

  • Dez milhões de euros para investimento em Castro Marim

    Dez milhões de euros para investimento em Castro Marim

    Segundo a câmara municipal, este Orçamento e as Grandes Opções do Plano do Município de Castro Marim é ainda o «resultado dos dois primeiros anos deste mandato, com atrasos na execução de obras, gerados por uma oposição maioritária, o que se veio a traduzir nas eleições intercalares de 2019, que viriam colocar o ponto final a dois anos de hiato entre o planeamento e a gestão política».

    Lamentando a circunstância de em 2020 o mundo ter sido fustigado pelas implicações levantadas pela pandemia COVID-19, com efeitos nefastos na eficácia administrativa e nos setores sociais, institucionais e económicos, observa a autarquia que nada ficou igual, desde a adaptabilidade exigida aos serviços municipais que implicou grandes atrasos administrativos e o setor privado que sufocou, o que levou a que muitas obras tivessem que parar.

    Entre as obras atrasadas, a câmara municipal releva a Estrutura de Proteção do Cordão Dunar em Altura (Passadiço da Praia de Altura), o Centro de Atividades Náuticas da Barragem de Odeleite e a Rede de Rega da Várzea de Odeleite, investimentos que considera estruturantes para o desenvolvimento do concelho, mas também com compromissos financeiros no âmbito do Quadro Portugal 2020, que já levava dois anos de atraso provocados pelos constrangimentos com o seu arranque.

    O foco é agora a execução de projetos de elevada expressão e que representam agora elevados riscos de perda de muitas condições de cofinanciamento já garantidas: Rede de Rega da Várzea de Odeleite, Ciclovia 125-6 (Espargosa-Praia Verde), Rede de Abastecimento de Água de Maravelha e Matos, Centro de Atividades Náuticas da Barragem de Odeleite, Centro Experimental do Queijo e da Cabra de Raça Algarvia no Centro Multiusos do Azinhal, lançamento do concurso para Abertura da Porta Este do Castelo de Castro Marim, obra da Envolvente da Casa do Sal.

    A autarquia dá nota de muito importante, também para 2021, à execução do Plano de Pormenor nº 1 de Altura, que está em curso e «cujas obras de urbanização e infraestruturas implicam também a requalificação do espaço envolvente à Escola de Altura». 

    Outra área determinante neste orçamento é a Recolha de Resíduos Sólidos e Limpeza Urbana, para a qual se prevê a abertura de procedimentos para contratação de pessoal e outro equipamento operacional, como viaturas, sendo que representam um peso orçamental muito significativo.

    No orçamento para 2021, o Município de Castro Marim acrescenta ainda uma «nova realidade«, a alteração ao Protocolo “Empreendimento Turístico da Verdelago”, cuja execução se planeia entre 2021 e 2024 e que em contrapartidas ascende os 3,2 milhões de euros, integrando a requalificação da Rua da Alagoa, em Altura, a construção da Rotunda da Praia Verde, a construção o Pavilhão Multiusos de Altura e a beneficiação e requalificação da zona nascente da Avenida 24 de Junho, em Altura.

    Quanto ao desenvolvimento rural, o investimento centra-se sobretudo na «regularização de centenas de quilómetros de caminhos agrícolas».

    Foto do passadiço de Altura com créditos ao fotógrafo João Conceição

  • Empresas têm Gabinete de Apoio à Crise em V.R.S.António

    Empresas têm Gabinete de Apoio à Crise em V.R.S.António

    Segundo a autarquia todas as empresas do concelho terão ajuda de forma gratuita através desta nova ferramenta com a qual pretende «prestar aconselhamento e informação aos empresários e trabalhadores independentes, agora que se aproximam novas medidas restritivas em virtude da decretação de mais um Estado de Emergência, sendo previsível um novo abrandamento da atividade económica”.

    O gabinete presta apoio no processo de candidatura e acesso a linhas de crédito do Governo. O Gabinete de Apoio à Crise presta ainda informações jurídicas acerca dos normativos e diplomas que venham a ser decretados, como as limitações do funcionamento do comércio e empresas durante o Estado de Emergência, além de promover o encaminhamento psicológico e social, para «promover ferramentas que possam preservar a capacidade produtiva das empresas e os postos de trabalho, garantindo que estas tenham a liquidez suficiente para satisfazer as suas obrigações com os fornecedores, os clientes, trabalhadores e o Estado».

    O novo gabinete está disponível de segunda a sexta-feira, entre as 10:00 e as 13:00, sendo a equipa constituída por funcionários da autarquia.

  • Campinho em Reguengos de Monsaraz

    Campinho em Reguengos de Monsaraz



    O Festival Andanças marca o seu regresso em 2021 na aldeia de Campinho, em Reguengos de Monsaraz, no próximo Verão, entre 18 e 22 de agosto, cinco dias de música, dança e outras atividades, para todas as idades.

    Em parceria com a câmara municipal de Reguengos de Monsaraz, o Andanças ancora-se ao Alentejo Central, um território já íntimo da Associação PédeXumbo , com sede em Évora.

    Mantém o objetivo de promoção da música e da dança tradicional, enquanto meios privilegiados de aprendizagem e intercâmbio cultural e geracional, bem como os seus quatro pilares base: dança e música, voluntariado, comunidade e sustentabilidade.

    O Festival terá o seu ano zero neste lugar, num formato misto, entre a malha urbana e a natureza banhada pelas águas de Alqueva. Situada a cerca de 50km de Évora a 12km de Reguengos de Monsaraz, na bela aldeia alentejana do Campinho e com bons acessos, irá acolher a maior parte das atividades da programação do festival, que se irá estender ainda até ao grande Lago de Alqueva e às aldeias vizinhas de São Marcos do Campo e Cumeada.

  • Situação da Covid-19 em Tavira

    Situação da Covid-19 em Tavira

    No dia 7, há acrescentar mais uma morte de um cidadão Tavirense de 81 anos de idade com a doença, segundo o SAFEPLA52.

    Ontem, dia 8, o município registou mais um óbito por covid-19, uma senhora de 98 anos residente num lar da cidade perfazendo um um total de 6 falecimentos pela doença.

    Fica também registado o aumento de quase 40 casos de covid-19 fazendo os números passar a barreira dos 500 casos acumulados.

  • Prémio de Nacional de Poesia António Ramos Rosa

    Prémio de Nacional de Poesia António Ramos Rosa

    O prémio foi instituído em 1999, para homenagear o Poeta nascido em Faro, que se sagrou com vulto maior do panorama poético nacional e internacional e é patrono da Biblioteca Municipal.

    A entrega das obras concorrentes terá de ser efetuada entre 7 de janeiro e 31 de março. São admitidas obras poéticas, em primeira edição, publicadas em 2019 e 2020. O júri vai ser composto pelo Nuno Júdice, Carina Infante do Carmo e Isabel Lucas.

    Já se realizaram sete edições, em 1999, 2001, 2007, 2009, 2015, 2017 e 2019, com o objetivo de promover o surgimento de novos poetas ou reconhecer o labor dos já consagrados.

    Em todas as edições mais de 50 obras foram submetidas a concurso, tendo sido atribuído a poetas de reconhecida excelência literária como Fernando Echevarria, Fernando Guimarães, Nuno Júdice, João Rui de Sousa, Luís Quintais, João Luís Barreto Guimarães e Gastão Cruz. É patrocinado pela Fundação Milénio BCP.

    A cerimónia de entrega do Prémio está prevista para setembro de 2021, no âmbito das comemorações do Dia da Cidade, em data a definir.

  • Vicente Campinas 110 anos do nascimento

    Vicente Campinas 110 anos do nascimento

    António Vicente Campinas, patrono da Biblioteca Municipal de Vila Real de Santo António, nasceu a 28 de Dezembro de 1910 em Vila Nova de Cacela, concelho de Vila Real de Santo António mas, devido a aspetos burocráticos da época, apenas foi registado em 8 de Janeiro de 1911.

    Com pouco mais de um ano a família, António Francisco Campinas e Maria Rosa fixou-se em Vila Real de Santo António. Teve o primeiro emprego na Tipografia Socorro, trabalhou como guarda-livros das firmas José Joaquim Capa, Raul Folque Flores e José António Rita. No Cine Parque de S. José foi violinista em bailes populares. A escrita e a Literatura foram sempre a sua grande paixão. Foi livreiro na Rua Teófilo Braga e em Faro. Em 1935, fundou e dirigiu o periódico Foz do Guadiana, em Vila Real de Santo António, colaborando de forma regular no importante semanário de crítica literária e artística “O Diabo”, desde a sua criação em 1934, até ao seu encerramento pela polícia fascista em 1940. Aos 10 anos, foi colaborador do Pim-Pam-Pum, suplemento juvenil do jornal O Século, já extinto.

    Como jovem escuteiro, organiza a angariação de mais de mil livros e funda a primeira biblioteca pública de Vila Real de Santo António, instalada na sede do Grupo de Escoteiros e, com o amigo António Bandeira Cabrita, nascido seis meses antes, aos 18 anos unificam os diversos sindicatos e fundam o Sindicato dos Trabalhadores da Terra e do Mar. Aos 19 anos transfere da Figueira da Foz, em conjunto com outros jovens vilarealenses, o quinzenário Jornal de Cinema do qual foi diretor. Em 21 de Janeiro de 1935, funda edita e dirige o jornal FOZ DO GUADIANA.

    Vicente Campinas primeiro e Nataniel Campinas, depois, autorizaram que este título pudesse ter alguma continuidade e FOZ -Guadiana Digital, sendo um projeto digital diferente, honra a memória deste vilarealense.

    Vicente Campinas acompanhou escritores com Alves Redol, Manuel da Fonseca e Fernando Namoras. Sofreu perseguições políticas, foi preso e esteve exilado em França, como trabalhando como terrasier , operário na cadeia de montagem da Panhard , valet de chambre, voltando mais tarde a guarda-livros. Se fosse hoje, Campinas entraria no rol daqueles que editam os seus livros e andam com eles debaixo do braço a fazer a distribuição, pois muitos saíram em edições do próprio autor, alguns sob pseudónimo. Quando exilado, começou por trabalhar como operário da construção civil e contabilista, até contactar o editor Arsénio Mota que o ajudou na carreira literária.

    Figura cimeira da corrente literária do neo-realismo português, foi autor de vastíssima obra, abrangendo vários géneros literários, da poesia ao romance, mas também novela e crónica. Alguns dos seus livros foram traduzidos em várias línguas. Autodidata de grande talento, tornou-se um escritor muito apreciado, vindo a ser citado em estudos universitários.

    A nota Biográfica de Vicente Campinas encontra-se amplamente desenvolvida pelo autor da antologia «Guardador de Estrelas», Gil Furtado, editado em 1994, pela câmara municipal de Vila Real de Santo António, presidida por António José Martins. A obra contou com o prefácio de Urbano Tavares Rodrigues.

    A obra

    Entre os seus trabalhos, contam-se:

    • Aguarelas (poesia), 1938
    • Recantos farenses (Livraria Campina), 1956
    • Lisboa, Outono (Livraria Ibérica), 1959
    • Preia-mar, poesias (Ed.do Autor), 1969
    • Reencontro, 1971
    • Escrita e combate – textos de escritos comunistas, 1976
    • Natais de exílio, 1978
    • Homens e cães (contos), 1979
    • Três dias de inferno, (Jornal do Algarve), 1980
    • Vigilância, camaradas (Jornal do Algarve), 1981
    • Gritos da fortaleza, (Jornal do Algarve), 1981
    • Putos ao deus-dará, 1982
    • Rio Esperança, Guadiana, meu amigo (Jornal do Algarve), 1983
    • Fronteira azul carregada de futuro (Ed.do Autor), 1984
    • O dia da árvore marcada (Nova Realidade), 1985
    • Fronteiriços (Nova Realidade), 1986
    • Ciladas de amor e raiva (Ed. do Autor), 1987
    • Segredo do meio do mar (Ed. do Autor), 1988
    • Mais putos ao deus-dará (Orion), 1988
    • O azul do sul é cor de sonho, narrativas, 1990
    • A dívida, os corvos e outros contos (em colaboração com Manuel da Conceição) 1992
    • Guardador de Estrelas, antologia, 1994

    Para além destes livros da sua lavra, participou em várias antologias de poesia, conto e prosa.

    Homenagens

    Em 1994, quando já se encontrava imobilizado e muito doente, a autarquia vila-realense prestou-lhe uma digna homenagem pública e o seu nome foi dado a uma artéria da cidade. Fez parte dessa homenagem a edição de uma antologia das suas obras, com o título «Guardador de Estrelas», com prefácio de Urbano Tavares Rodrigues

    Em 2011, voltou a ser homenageado em Vila Real de Santo António, presidida por Luís Gomes, por ocasião do centenário do seu nascimento. A vida e obra do escritor foram evocadas numa cerimónia promovida pela Câmara Municipal, que decorreu na Biblioteca com o seu nome. As comemorações do nascimento de António Vicente Campinas começaram em 2010 com a inauguração de duas exposições na Biblioteca Municipal, mas prolongaram-se por todo o ano de 2011.

    A Biblioteca Municipal de Vila Real de Santo António teve patente duas exposições integradas nas comemorações do centenário do nascimento do escritor: uma mostra filatélica organizada pela Secção de Colecionismo dos Bombeiros Voluntários, bem como a exposição “Vicente Campinas – O Homem e o Escritor – 100 Anos”, organizada pela própria biblioteca e composta por documentos do escritor, notas manuscritas e diversos painéis explicativos. Foi também lançado um selo e um postal comemorativos do centenário do nascimento do escritor. E, por ocasião do 109ª aniversário do nascimento de Manuel Cabanas, a Liga dos Amigos da Galeria Manuel Cabanas levou a cabo um programa de comemorações que incluía Vicente Campinas, conterrâneo e amigo daquele outro ilustre vila-realense: “Manuel Cabanas e Vicente Campinas – Uma Relação de Amizade”. Em Abril, na Biblioteca Municipal, realizou-se uma palestra com Teresa Rita Lopes e Rui Moura (que musicou poemas de Vicente Campinas); e, por fim, em Setembro, teve lugar, também na biblioteca, uma tertúlia com familiares, amigos e conhecidos de Vicente Campinas.

    O historiador António Rosa Mendes 1954 – 2013, patrono do Arquivo Histórico Municipal de Vila Real de Santo António tinha uma grande admiração pela obra de António Vicente Campinas e pela atenção ao pormenor de refletir as gentes que viviam e labutavam no ambiente de trabalho marítimo das fábricas e das pescas.

    Rosa Mendes ainda participou na homenagem prestada a Vicente Campinas, faz hoje precisamente dez anos, no auditório da Biblioteca Municipal que porta o seu nome. Tiveram um dos pontos altos no dia 8 de Janeiro de 2011, quando dezenas de pessoas encheram a sala de sessões da Biblioteca Municipal, para ouvirem o vereador José Carlos Barros e o historiador António Rosa Mendes falar sobre a vida e a obra do escritor vila-realense.

  • Virús bate com força em Olhão

    Virús bate com força em Olhão

    O presidente da Câmara Municipal de Olhão, António Pina, lançou um apelo na sua página do Facebook para que os cidadãos compreendam a necessidade de assumirem comportamentos para impedir a propagação do novo coronavirus.

    No apelo em que afirma que a situação de Olhão se está a agravar, António Pina alerta que o concelho entrou em 2021 «em situação de risco elevado, depois de 9 meses em que nos mantivemos em valores muito abaixo da realidade da região e do país».

    Diz o presidente da CM de Olhão que «bastaram poucos dias para sairmos do índice (casos por 100 mil habitantes, nos últimos 14 dias) de 150 e ultrapassar o indice 240, o que nos colocou em situação de risco elevado».

    Confirmando com números, revela que atualmente, o índice subiu a 342.3 e o concelho caminha passos largos para situação de risco muito elevado, se ultrapassar o valor 480.

    «Estes valores são o resultado da presença do vírus na comunidade olhanense e que potencializam o surgimento de surtos, ainda mais quando os concelhos vizinhos apresentam números ainda mais elevados (Faro:370,4 ; S. Brás: 441,6 ; Tavira: 1137,4)».

    Revela ainda que «desde o início do ano tivemos, por dia, 18, 22 e 17 novos casos respetivamente. Atualmente temos 137 casos ativos. A situação é por isso muito negativa e com tendência a agravar-se».

    António Pina dis que a situação só poderá ser revertida «se mudarmos o nosso comportamento e adotarmos as necessárias medidas de segurança já conhecidas de todos: distanciamento, higiene e uso da máscara.Desprezar ou negar a existência do vírus é um ato irresponsável que nos afeta a todos. Compreendo que muitos dos que cumprem se sintam impotentes para travar ou mudar os comportamentos alheios, mas não é possível ter um polícia para cada pessoa e nem sequer retirar a liberdade individual de cada um. Mas a este ritmo de evolução pandémica, essa mesma liberdade poderá ficar em causa, com restrições que nos afetarão a todos, enquanto indivíduos e comunidade. Vencer depende de todos e cada um de nós!», termina na sua nota.

  • Cavalgada de Reis

    Cavalgada de Reis

    A noite das prendas dos Reis, tempo de cavalgatas simbolizando a tradição cristã da oferta ao Jesus menino pelos reis Magos. Ãntoñi Rocío Juán Campina de Almonte, esta extraórdinária imagem de uma cavalgata de Reis que nos foi dado ver. Diz ela ser “A cavalgada mais bonita do mundo!!!! Espetacular!!quando se fotografa a magia, saem à estampa fotos como esta.