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  • Presidente da AHETA pode demitir-se do cargo

    Presidente da AHETA pode demitir-se do cargo

    O comunicado assinado por Pedro Lopes, Joel Pais, Reinaldo Teixeira, Rúben Paula, Jorge Beldade, Luís Correia da Silva, Martinho Fortunato e José Queiroga Valentim, refere que “em reunião imediatamente convocada” à publicação da entrevista, a direção ouviu as explicações do presidente Elidérico Viegas e “foi informada da sua intenção em se demitir deste órgão social da AHETA”.

    Viegas apresentará a demissão perante ao presidente da Assembleia Geral. Os restantes membros da direção, em funções, querem a convocação de eleições para os órgãos sociais da AHETA, no «mais breve espaço de tempo, de modo a reforçar a capacidade de intervenção da Associação».

    Os críticos reconhecem o papel relevante do atual presidente da direção da AHETA, desde a constituição formal da Associação, «na defesa dos interesses das empresas turísticas do Algarve e na afirmação da AHETA como a mais influente e representativa associação empresarial da região, que se constitui como o principal destino turístico do país”.

    As declarações de Elidério Viegas dizem respeito a prémios atribuídos por entidades privadas pagas pelos premiados.

  • Infraestruturas escolares do Algarve reforçadas com 34 milhões de euros

    Infraestruturas escolares do Algarve reforçadas com 34 milhões de euros

    Ao abrigo do CRESC ALGARVE 2020 foram aprovados 27 milhões de euros de investimento elegível na requalificação e construção de escolas, com um apoio previsto de 18,6 milhões de euros em fundos europeus geridos pelo PO Regional, principalmente em execução nos anos de 2021 e 2022, provenientes do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).

    A requalificação de escolas insere-se na Prioridade de Investimento 10.5 – Investimento no ensino, na formação, na formação profissional e nas competências e na aprendizagem ao longo da vida através do desenvolvimento das infraestruturas de formação e ensino do Eixo 7 – Reforçar as competências.

    Na região do Algarve enquadra investimentos em requalificação, reconstrução, remoção de fibrocimento e apetrechamento dos estabelecimentos de Ensino Básico do 1º, 2º, 3º ciclos e secundário, redimensionando-os e modernizando-os, criando condições para a utilização informática e atividades experimentais e melhorando as respetivas condições funcionais, ambientais e de conforto térmico e ou acústico.

    «Esta melhoria da qualidade dos equipamentos educativos e as valências colocadas à disposição de alunos e professores são um fator de sucesso do percurso educativo, qualificando a aprendizagem com impacto relevante na redução do abandono escolar e no combate das desigualdades sociais e territoriais», afirma a CCDR na sua nota.

    Esola da Luz em Lagos, construção
    Escola da Luz em Lagos
  • Javalis cruzam o Guadiana perto de Mérida

    Javalis cruzam o Guadiana perto de Mérida

  • Fórum jovem em Vila Real de Santo António

    Fórum jovem em Vila Real de Santo António

    Tendo em consideração a situação pandémica que o país atravessa, a iniciativa será dinamizada, numa fase inicial, através das plataformas digitais. O tema do primeiro fórum será escolhido através de votação online, a qual pode ser efetuada nas redes sociais e site autárquico da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António.

    A autarquia afirma que «Depois de selecionados os assuntos mais votados, será organizado um painel de debate composto por convidados e profissionais, por área selecionada, numa dinâmica de diálogo e partilha que possa ir ao encontro dos interesses e necessidades atuais dos jovens» e diz ainda que «numa altura em que grande parte dos estudantes ainda se encontra em regime de ensino à distância, este fórum procura igualmente constituir-se como uma ferramenta cívica capaz de incrementar os níveis de participação juvenil na tomada de decisões e no debate de questões estratégicas».

    No passado mês de fevereiro, a autarquia de VRSA já tinha lançado a linha «Pergunta, que a gente responde», uma valência que pretende prestar apoio e aos jovens do concelho em áreas tão distintas como educação, formação, emprego, habitação e apoios sociais, desporto, cultura, associativismo ou saúde e, no final de 2020, um concurso para a criação do logótipo do seu Núcleo da Juventude, cuja proposta vencedora, selecionada a partir de quase duas dezenas de trabalhos apresentados, irá agora constar nos materiais gráficos que vierem a ser produzidos.

  • Retorno da pesca lúdica exigido na costa vicentina

    Retorno da pesca lúdica exigido na costa vicentina

    Defendem que a pesca lúdica deve ser encarada como uma atividade desportiva que ajuda a economia familiar, mas também contribui para manter a mente e o corpo sãos. Exigem que ,de uma forma responsável e ponderada, estas atividades possam ser retomadas no contexto de um desconfinamento responsável, se necessário faseado por freguesias, permitindo aos residentes voltar a pescar ou mariscar na sua própria freguesia. 

    «O esforço coletivo que tem sido feito pelas gentes destes concelhos, que se viram privados de uma série de atividades a bem de um motivo maior, a saúde e a vida humana, deve ser reconhecido», dizem na sua carta. que apela e tenta sensibilizar o Governo para permitir um desconfinamento gradual para a pesca lúdica, ainda que mantendo a proibição de circulação entre concelhos.

    Esta medida, além da questão cultural enraizada nestas populações é fundamental para o bem-estar de muitas famílias, numa altura em que além das dificuldades financeiras, subsistem preocupações com a saúde mental de muitas pessoas.

  • Perante a água da barragem ministro quer dessalinizar

    Perante a água da barragem ministro quer dessalinizar

    João Matos Fernandes, no alto de paredão da barragem, avistando a albufeira recarregada por dois meses de chuva para os próximos dois anos, declarou aos jornalistas que «a dessalinização é de facto mui to importante, mais ainda quando ela vai ser financiada a 100%» e quando o PRR vai pagar todo este investimento a 100%».

    O ministro do Ambiente e da Ação Climática, afirmou que os portugueses não podem perder uma oportunidade destas – fundos dos planos de resiliência – para o Algarve, e ter um projeto, que considerou pioneiro no continente.

    João Pedro Matos Fernandes apresentou três projetos para melhorar a eficiência hídrica na região, num investimento conjunto de cerca de cinco milhões de euros, entre os quais se encontra a criação de um sistema para a captação de água em profundidade na albufeira de Odeleite, que vai permitir a retirada de mais 15 milhões de metros cúbicos daquela barragem, com um investimento de 1,5 milhões de euros.

    Os outros projetos destinam-se a bombar águas residuais, tratadas para rega em dois campos de golfe de Castro Marim, a partir da Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de Vila Real de Santo António, um investimento de 1,5 milhões de euros, e para secagem de lamas na mesma ETAR, com um valor de 2,2 milhões de euros.

    O governante frisou a necessidade de uma nova origem uma nova origem de água, presumivelmente no Pomarão, isto é, no Guadiana, a jusante da albufeira de Alqueva, para, em casos de necessidade, poder abastecer a barragem de Odeleite, projetos que permitirão aumentar a “resiliência” da região.

    Após a cerimónia junto à barragem de Odeleite, o ministro do Ambiente seguiu para outras zonas do Algarve, onde participou nas inaugurações das estações elevatórias do mercado de Olhão, do Ferragial, em Faro, e do novo edifício da Flotação da Estação de Tratamento de Águas de Alcantarilha.

  • Um ano de atividade do Crematório de Albufeira

    Um ano de atividade do Crematório de Albufeira

    Situa-se junto ao cemitério de Vale Pedras, está adjudicado à Cremal – Cremações do Algarve, Lda. por 30 anos, tendo significado para esta empresa um investimento a rondar os 600.000 euros, e a pagar mensalmente ao município de Albufeira uma contrapartida monetária, resultante da ocupação do espaço e do número de cremações efetuadas.

    As cremações, extravasaram a «área gográfica natural», Algarve e Baixo Alentejo, tendo recebido diversas agências funerárias do norte e centro de Portugal que vieram fazer cremações a Albufeira, no pico da pandemia.

    O equipamento tem fornos de última geração, considerados os mais ecológicos do país, «não emitindo odores e de baixas emissões de gazes». Chegou mesmo a proceder a 12 cremações dia no pico da pandemia, sem necessidade de alargar horário de trabalho, «algo que naturalmente contribuiu para repor uma normalidade sanitária, fortemente abalada pelas razões por todos conhecidas», disse uma fonte da empresa ao PlanetAlgarve.

    A empresa presta serviços também no columbário, local onde se coloca o pote com as cinzas da cremação, sítio individual, cendrário, espaço coletivo onde se depositam as cinzas, serviço de frio para armazenar cadáveres, sala de despedida, salas de velório, mesmo que não seja para cremação, e ainda um conjunto de equipamentos ligeiros, que facilita em termos operacionais o trabalho das agências funerárias.

    O crematório ocupa 399 m2 de área bruta, num só piso, com uma área total de cerca de 350 m2 e é fonte de emprego para diversas pessoas. O edifício comporta diversas áreas, nomeadamente, uma Capela Ecuménica e uma Sala de Despedida. Dos espaços exteriores há a salientar o Jardim da Memória e um jardim vertical com trepadeiras de floração azul e um Jacarandá. Um outro espaço exterior é o Jardim do Cendrário, lugar de excelência das cinzas que não forem solicitadas e que, para além do Prado de Sequeiro onde pontua uma Oliveira (símbolo da paz e da purificação) e um Loureiro (símbolo do triunfo da vida e da sabedoria).

  • CiiP Cacela – Pastores de Santa Rita

    CiiP Cacela – Pastores de Santa Rita

    Mestre Francisco Alves

    Nasceu no Monte das Pereiras, na Junqueira em 1950 e viveu em Santa Rita até ao fim dos seus dias. O seu pai já era pastor.

    Desde pequeno ganhou gosto pelos animais andando com o seu pai na pastagem: fazia vacas e bois a partir das forcas das estevas e assim brincava e se entretinha. «Lembro-me do meu pai se juntar com mais pastores na ponte da Esteveira, que vai para Castro Marim, havia ali uma perna do rio de água salgada e davam banho aos bichos, todos os anos, por altura do São João da Degola, no final de Agosto. Era bom para a saúde dos animais.”

    Casou aos 19 anos, foi para a tropa tendo posteriormente sido chamado para Angola. Quando voltou, foi trabalhar para o caminho-de-ferro, mas passado algum tempo começou a trabalhar por sua conta, na apanha do marisco, a cortar lenha.

    No final da década de 70, início de 80, começou a ter o seu rebanho, em Santa Rita. Chegou a ter 220 cabras vendendo 200 litros de leite de cabra por dia, vendido em cântaros de zinco. Nos últimos anos contava com 25 ovelhas, umas borregas pequenas e perto de 60 cabras, ordenhando apenas para o gasto da casa. «O pastor tem sempre o cajado para jogar aos animais, a funda e o cão. Pastor sem cão é o mesmo que caçador sem espingarda».

    Andava com o seu rebanho por toda a região de Cacela, desde a ilha da ria até à mata da Conceição, passando por terras de proprietários que assim o consentiam. No entanto, recorda que a GNR andava sempre a fiscalizar os pastores e os rebanhos. “Os animais para parirem depende da força da lua, normalmente é na lua cheia ou lua nova.

    Quando nascem, os borregos e os cabritos ficam com as mães, recolhidos no curral, só mais tarde começam a andar com o rebanho. «Sei distingui-los todos. Damos-lhes nomes: é a cereja, é a patifa, … Até pelos chocalhos a gente os conhece».

    Até ao fim dos seus dias, Francisco Gonçalves dedicou-se ao seu rebanho de corpo e alma, como só um verdadeiro mestre sabe faze

    António Afonso

    Conhecido por António Miguel, nasceu em 1937 no sítio da Champana, na Corte António Martins. Filho mais novos de 3 irmãos homens, viveu sempre com os seus pais, mesmo depois de casar-se.

    Veio viver para Santa Rita, nos primeiros anos da década de 60, com a sua esposa, os seus pais e uma filha. Teve depois mais 4 filhos, no total de 3 raparigas e 2 rapazes.

    Dedicado desde sempre aos trabalhos agrícolas, começou a trabalhar cedo em propriedades de lavradores da região. Durante 12 ou 13 anos participou nas campanhas na ceifa no Alentejo, durante os meses de maio e junho, terminando os trabalhos por altura do S. João. «Eram tempos muito duros. A gente ia à ceifa, no Alentejo. Deitávamos molhados e levantávamos molhados. Começávamos a ceifar ao romper do dia e a noite, já nem se via, quando a gente largava. Para ceifar trinta e poucos dias trazíamos para casa 1000 escudos, 1000 e poucos. Era uma miséria. Apanhámos uma herdade que à sombra era o céu

    Mais tarde, emigrou por temporadas de 8/9 meses, para França, onde realizava trabalhos na área da construção civil. Teria continuado a emigrar, pois ganhava-se bem, mas a família reteve-o e não voltou a fazê-lo. Foi com esse dinheiro que comprou os primeiros animais, vacas tourinas, cujo o leite era vendido para cooperativas em Vila Real de Santo António, ajudando no sustento da casa. As vacas e posteriormente as cabras davam trabalho a toda a família: soltá-las, apanhar erva, ordenhar, recolher eram tarefas diárias que tinham de ser feitas nos intervalos dos trabalhos agrícolas. O pai e, depois, a sua esposa, eram o seu grande apoio nesta actividade agro-pastoril. Quando deixou de trabalhar para os outros, António Miguel continuou com as suas cabras, entretendo-se a cuidar delas e levando-as a pastar à volta da aldeia até praticamente ao fim dos seus dias.

  • Universidade do Algarve integra laboratório S2AQUAcoLAB

    Universidade do Algarve integra laboratório S2AQUAcoLAB

    Este laboratório pretende ter um papel ativo na transferência de conhecimento e tecnologias e disponibilizar serviços que aumentem a segurança alimentar e diversifiquem os produtos da aquacultura.

    O S2AQUAcoLAB reúne as competências de um Laboratório do Estado (IPMA), de uma Universidade (UAlg), através do Centro de Ciências do Mar (CCMAR) e do Centro de Investigação Marinha e Ambiental (CIMA), de um Instituto Politécnico (Instituto Politécnico de Leiria), de um município (Câmara Municipal de Olhão), de uma cooperativa de produtores (Formosa) e de oito empresas privadas, ACUINOVA, Piscicultura Vale da Lama, SPAROS, NECTON, AtlantikFish, Viveiros da Espargueira, Bivalvia, Oceano Fresco e Riasearch, e, eventualmente, outras que possam vir a juntar-se à associação.

    O principal objetivo do S2AQUAcoLAB é fomentar o desenvolvimento da aquacultura, através da investigação sobre a otimização da produção (WP3), com a identificação de bioindicadores de saúde e bem-estar (WP4) e abordar a problemática das alterações climáticas através da adaptação dos sistemas de produção (WP5).

    O objetivo final é gerar novos produtos, impulsionar o desenvolvimento tecnológico e explorar novas perspetivas de mercado (WP6). O S2AQUAcoLAB irá reforçar a incorporação e transferência de conhecimento/tecnologia, bem como reforçar a cooperação estratégica dos parceiros, de uma forma mais focalizada, através do desenvolvimento de atividades de formação no local (WP2).

    O S2AQUAcoLAB espera contratar, até ao final de 2023, dezanove recursos humanos altamente qualificados, incluindo 11 doutorados e 8 mestres, para integrar a sua equipa.

  • Fechar a torneira dia 22 às 22 Horas

    Fechar a torneira dia 22 às 22 Horas

    A Águas do Algarve, afirma ter investido, ao longo dos anos, na melhoria e resiliência do serviço primordial que presta à região, nomeadamente no que concerne ao Sistema Multimunicipal de Abastecimento de Água e de Saneamento do Algarve.

    Para assinalar o Dia Mundial da Água a Águas do Algarve junta-se à iniciativa H2OFF, promovida pela Comissão Especializada de Comunicação e Educação Ambiental da APDA – Associação Portuguesa de Distribuição e Drenagem de Águas, com a coordenação de Teresa Fernandes, a pretender chamar a atenção de todos para o valor deste precioso recurso que considera vital com o apelo ÀS 22h00, do dia 22 de março, vamos fechar a torneira durante uma hora!

    «H2Off – hora de fechar a torneira visa, desta forma, promover o uso consciente e eficiente da água, apelando a boas práticas e mudança de comportamentos em nome da sustentabilidade deste recurso escasso, mas essencial à vida

    A Aguas do Algarve, apela ainda que se melhore a utilização da água em todas as atividades diárias, especialmente nas que mais água consomem (regas e lavagens), reduzindo sempre que possível o seu consumo, menos tempo de rega, lavagens mais eficientes, inspeção dos sistemas para ajuste/redução dos gastos de água, manutenção e reparação dos sistemas para prevenção de roturas e perdas, alteração dos sistemas para outros mais eficientes (exemplo: sistemas automatizados, gota a gota, inteligentes, …), soluções construtivas e de utilização que sejam amigas do ambiente, em geral, e que promovam a poupança de água.

  • Canção da Primavera

    Canção da Primavera

    O início da Primavera de 2021 encontra os humanos confinados, mas a Natureza prossegue a tarefa de continuar a vida de outras espécies de habitantes do Planeta. O Sol brilha como sempre brilhou, os pássaros cantam nos ramos e toda a vida animal se compraz. Aqui ficam algumas das canções significativas publicadas por Álvaro Ferreira no seu «Lugar ao Sul».

    Capa do CD “Primavera 2: Música para Guitarra de Coimbra”, de Francisco Filipe Martins (Philips/Poygram, 1998)

    Outros artigos com canções alusivas à Primavera:
    Cantos d’Aurora: “Primavera”
    Roda Pé: “Primavera Alentejana”
    Grupo Coral “Os Ceifeiros de Cuba”: “No Tempo da Primavera”
    Amália Rodrigues: “Primavera” (David Mourão-Ferreira)

    ________________________

    Outros artigos com música de matriz coimbrã:
    Adriano Correia de Oliveira: um grande cantor silenciado na rádio pública
    Galeria da Música Portuguesa: José Afonso
    Galeria da Música Portuguesa: Adriano Correia de Oliveira
    Galeria da Música Portuguesa: Carlos Paredes
    Galeria da Música Portuguesa: Luiz Goes
    Em memória de Adriano
    Luiz Goes: “É Preciso Acreditar”
    Em memória de Luiz Goes (1933-2012)
    Adriano Correia de Oliveira: “Cantar de Emigração”
    Celebrando Sophia de Mello Breyner Andresen
    Celebrando Carlos Paredes
    Celebrando Edmundo de Bettencourt
    Em memória de Fernando Machado Soares (1930-2014)
    Celebrando Eugénio de Andrade
    Camões recitado e cantado (III)
    José Afonso: “Vejam Bem”
    Jorge Cravo: “Outono à Beira-Rio”PUBLICADA POR ÁLVARO JOSÉ FERREIRA À(S) 09:37

  • Empresa financeira controla Conserveira do Sul em Olhão

    Empresa financeira controla Conserveira do Sul em Olhão

    A Grow Capital Partners trabalha nas áreas de serviços de consultoria em matéria de investimento em ativos financeiros, aconselhamento a veículos de investimento em geração de energia renovável e eficiência energética, serviços de assessoria estratégica e financeira a empresas e assessoria em projetos imobiliários. Actua em Portugal em parceria com a Pátria Imobiliário na Consultoria e Gestão Imobiliária, e com a Sophie Real Estate na Mediação Imobiliária.

    O grupo comprador, liderado por Domingos Lopes , anunciou ter como objetivos o aumento das exportações e dar continuidade à gestão dos antigos proprietários e aumentar. Na sua opinião, «o volume de exportações da Conserveira do Sul tem capacidade para crescer de forma sustentada, até atingir os valores possíveis neste sector», de acordo com o texto do comunicado.

    Durante os próximos meses a nova gestão da empresa será acompanhada pela família fundadora tendo em vista assegurar uma transição natural. O novo líder da equipa de gestão da empresa nota que a Conserveira do Sul está inserida «num meio onde existe este capital humano tão valioso, com anos e anos de experiência num sector tradicional português e, ainda por cima, com a vantagem de estas pessoas e esta empresa terem fatores diferenciadores evidentes nomeadamente as suas marcas e produtos únicos». 

    Para Miguel Magalhães, representante dos novos acionistas, o processo decorreu «com tempo, sem pressa e com a maior discrição para garantir que a vida dos colaboradores da empresa e as suas famílias, além da produção e comercialização dos produtos, eram defendidos e tudo se mantinha sem oscilações e especulações».  Diz ainda que, embora mantenham os olhos mo mercado nacional, a grande aposta será a intenacionalização.

    «Demos tudo a esta empresa, que cresceu com valor, qualidade e criou postos de trabalho. Esta operação garante continuidade ao desenvolvimento da empresa e também a todos os que dela fazem parte. Como numa corrida de estafeta, entregamos, agora, esta magnifica empresa, uma PME moderna e competitiva, a este grupo de investidores em que, de certa forma, nos reconhecemos”, notou um porta-voz da família vendedora.

    A Conserveira do Sul foi fundada em 1950, tem cerca de 100 colaboradores , forte capacidade de produção instalada e marcas comerciais com reputação no mercado interno”. 

  • «Algarve fica-te bem» premiado na ITB Berlim

    «Algarve fica-te bem» premiado na ITB Berlim

    O filme da campanha promocional «O Algarve fica-te bem» venceu na categoria internacional «Destinos Turísticos – Regiões» dos «The Golden City Gate 2021», festival de cinema e multimédia de turismo realizado no âmbito da ITB Berlim, a maior feira de turismo do mundo, que este ano decorre num formato totalmente virtual.

    O filme foi produzido pela New Light Pictures para o Turismo do Algarve, superando os restantes filmes num dos mais importantes mercados emissores de turistas para o Algarve, com um registo anual de aproximadamente dois milhões de dormidas na hotelaria da região no período pré-pandemia.

    Criada com o objetivo de motivar os turistas nacionais e estrangeiros a desfrutarem das férias do verão na região, reforçando a confiança na marca «Algarve» e a notoriedade do principal destino turístico do país, a campanha apresenta um filme motivacional protagonizado por um dos casais de influencers de viagens de maior sucesso internacional da atualidade, os @explorerssaurus_, que partilham experiências únicas em lugares excecionais dispersos pela região, tais como quedas de água, vilas pitorescas, praias de extensos areais e águas cristalinas ou mais recônditas e escondidas entre arribas.

    Em nota, o presidente do Turismo do Algarve, João Fernandes, afirmou que «a distinção tem um sabor especial, por ser o reconhecimento internacional do trabalho feito na promoção turística da região, e faz-nos continuar a acreditar que tudo o que aconteceu no último ano não nos impedirá de voltar em força. Muito em breve tornaremos a poder descobrir como nos fica bem este Algarve e desfrutar da vasta oferta turística do destino. Este prémio, no âmbito da ITB Berlim, reforça a mensagem de que a região está preparada para receber turistas de diferentes origens em segurança».

    Anteriormente, o mesmo filme tinha sido premiado no ART&TUR – Festival Internacional de Cinema de Turismo 2020, que decorreu em Viseu, e no Finisterra – Arrábida Film Art & Tourism Festival 2020, em Sesimbra.

  • Jardim da Flora Algarvia em Cacela Velha

    Jardim da Flora Algarvia em Cacela Velha

    Ali estão reunidas espécies representativas da região, em especial aquelas que já foram comuns mas que estão quase a desaparecer do Algarve. A riqueza deste Jardim, um refúgio de biodiversidade, atrai visitantes muito especiais, desde inúmeras espécies de insectos, aranhas, borboletas e pássaros a camaleões, lagartixas e cobras.

    Teresa Patrício, artista plástica de 69 anos, é a responsável por este Jardim. São 900 metros quadrados de Jardim e um pomar tradicional de sequeiro que nasceram em Cacela Velha, no concelho de Vila Real de Santo António, num terreno classificado como Zona Especial de Protecção ao núcleo histórico, com 2,3 hectares.

    O jardim tem como objectivo reunir o maior número de espécies da flora algarvia, dando especial atenção às que se encontram extintas ou em vias de extinção nesta área do litoral de Cacela.

    A «Wilder Rewilding your days», revista online independente dedicada ao jornalismo de natureza, acaba de lhe dedicar um excelente e bem documentado artigo da autoria de Helena Geraldes que pode consultar aqui.

  • Punta Umbria prepara praias para a Semana Santa

    Punta Umbria prepara praias para a Semana Santa

    A presidente, Aurora Águeda comprovou o bom andamento dos trabalhos que decorrem sob a coordenação dos departamentos de turismo, limpesa e segurança e a Giahsa com reforço de meios para abreviar a limpesa.

    Quanto aos festejos da Semana Santa, não serão realizadas procissões nas ruas de Punta Umbria, embora as irmandades já tenham preparados atos para o interior dos templos, dentro do respeito das medidas de segurança. A presidente espera a chegada de muitos visitantes de Huelva, uma vez que a Junta da Andaluzia ter decidido que não se vão abrir as províncias.

    Sublinhou que aguarda a prudência e a máxima responsabilidade da parte dos cidadãos e confia que pode ser um bom arranque e recuperação depois de muitos meses difíceis.

    Foi retirada a areis acumulada no inverno nos caminhos principais de acesso à praia e Aurora Águedo anunciou que já se encontram adjudicados os trabalhos para reparar as paralelas.

    A autarca anunciou o reforço do controlo policial com vista ao cumprimentos das normativas relativas à Covid-19, e conta com a presença de vigilantes municipais nas praias e a colaboração da Protecção Civil.

  • Polos da Biblioteca em Moura reabrem a 22

    Polos da Biblioteca em Moura reabrem a 22

    Os polos da Biblioteca Municipal Urbano Tavares Rodrigues, em Moura vai também reabrir na próxima segunda-feira, 22 de março, acompanhando uma semana depois a reabertura da Biblioteca Municipal ocorrida no passado dia 15 de março.

    Os polos vão funcionar de forma condicionada, estando disponível o empréstimo e devolução de livros ao balcão e em regime de take away, ou de entrega ao domicílio, mediante marcação prévia.

    Os horários de funcionamento são entre as 09:30 as 18:00 horas, com intervalo entre as 12:30 e as 14:00 horas em Santo Aleixo da Restauração, Sobral da Adiça e Amareleja e das 14:00 às 18:00 horas em Santo Amador e Safara.

  • PCP quer alargamento do perímetro de rega de Alqueva

    PCP quer alargamento do perímetro de rega de Alqueva

    Em comunicado o PCP refere que «o concelho de Cuba está inserido na região vitivinícola da Vidigueira, sendo que nas freguesias de Vila Alva e Vila Ruiva, existe uma importante área de vinha, constituída na sua maioria por vinhas novas, bem tratadas, com boa capacidade produtiva, não obstante os agricultores enfrentarem grandes dificuldades no acesso à água».

    Entende o PCP que a expansão do empreendimento de fins múltiplos de Alqueva (EFMA) e, em particular no Bloco da Vidigueira, representa para os agricultores, onde se integra a referida área das freguesias, uma oportunidade de melhoria das condições de produção.

    Uma vez que é do conhecimento público que o Empreendimento de fins múltiplos de Alqueva, está numa fase de alargamento do perímetro de rega e, neste caso tem um bloco de rega que está inserido no circuito hidráulico de Vidigueira, o qual é composto por várias freguesias que abrangem dois concelhos, Vidigueira e Cuba”.

     O PCP nota que se refere a cerca de 2200 há, tem 1400 prédios rústicos, que estão envolvidos nestas freguesias: Vila Alva; Vila Ruiva; Vila de Frades; Cuba; Selmes e Vidigueira, e que foram criadas espectativas para a construção deste bloco de rega, que já deveria estar concluído em 2020.

    Para o PCP, «este projecto beneficiará um elevado número de pequenas explorações que com ele conseguirão o acesso à água, permitindo valorizar os investimentos já feitos na sua lavoura, melhorando os níveis de produção, os seus rendimentos e contribuindo para a inversão da tendência associada à desertificação do mundo rural e do abandono de terras».

    Nesse sentido, solicitaram ao Governo esclarecimentos sobre a expansão do Empreendimento de Fins Múltiplos do Alqueva, no caso particular do Bloco da Vidigueira, onde se integra a área agrícola das Freguesias de Vila Alva e Vila Ruiva.

  • Turismo de Natureza na escola hoteleira de VRSA

    Turismo de Natureza na escola hoteleira de VRSA

    No seu décimo quinto ano de atividade, esta nova formação pretende criar impacto positivo na região e alavancar serviços diferenciados que «garantam experiências únicas a quem nos visita».

    O curso é apresentado no momento em que as instituições turísticas nacionais e internacionais apontam para a procura de novas formas de fazer turismo, assente em modelos inovadores, sustentáveis e equitativos. A escola lembra que, há cerca de um ano, foi promovida uma primeira reunião com diferentes parceiros institucionais, empresários e demais interessados, na qual foi apresentada a intenção de dinamizar o curso de TNA.

    A proposta, afirmam, «foi acolhida e considerada relevante por surgir como uma oferta formativa diferenciada, no sentido de valorizar e dinamizar o potencial com que a natureza nos presenteia nesta zona do Sotavento algarvio e do Baixo Guadiana transfronteiriço».

    A EHTVRSA realça que «é notório o entusiamo entre os participantes, cujas motivações são na sua maioria empreendedoras e de prática de um turismo mais sustentável, sendo o curso por si só a oportunidade única para desenvolver experiências pessoais enriquecedoras e de capacitação diferenciada no âmbito de atividades como o birdwatching, canoagem, escalada, entre outras, que serão uma constante, sempre na máxima segurança».

    Nos próximos três semestres, os alunos têm a oportunidade de praticar atividades ao longo da GR 15 – Grande Rota do Guadiana e da Rede de percursos pedestres do Baixo Guadiana, assim como experienciar percursos no âmbito da Rede Europeia de Ciclovias, nomeadamente a Rota da Costa Atlântica, que inicia o seu percurso em Vila Real de Santo António».

    A EHTVRSA, fica localizada numa região que é considerada considerada de baixa densidade populacional, e desenvolve diversas parcerias locais e regionais com vista à valorização da formação profissional e dos recursos naturais do Sotavento, com especial ênfase em toda a região do Baixo Guadiana transfronteiriço, «contribuindo assim para a promoção de uma economia sustentável na região, assente na promoção do estilo de vida mediterrânico, onde se incluem as atividades de lazer e a prática de atividade física regular».

  • Três culturas na XV Semana da Moda de Andaluzia

    Três culturas na XV Semana da Moda de Andaluzia

    Os projetos attega, ANULA Company e Mariana Soares desfilam na Segunda-Feira, dia 22 de março às 18.00 no Conjunto Arqueológico de Itálica, Santiponce, Sevilha.

    Para esta edição, a fundação Três Culturas através do projeto europeu INTREPIDA Plus que lidera, selecionou as designers ANULA Company de Córdova, Attega de Sevilha e Mariana Soares de Lisboa.

    Num ano particularmente difícil para setores como o da moda, a Fundação Três Culturas promove mais um ano, a presença de Portugal junto a marcas andaluzas, na XV Semana da Moda de Sevilha, CODE 41, graças ao projeto INTREPIDA plus, uma iniciativa de cooperação transfronteiriça entre Espanha e Portugal dedicada à internacionalização de empresas geridas por mulheres em ambos países.

    Nesta edição, segundo foi informado na conferência de Imprensa, a CODE 41 converte-se na Semana da Moda de Andaluzia, um novo formato de evento em que, para além da própria moda, terá especial protagonismo o valor patrimonial de Andaluzia, apostando assim em lugares históricos das quatro províncias andaluzas que irão participar: Sevilha, Málaga, Córdova e Cádis.

    A CODE 41 é o primeiro evento de moda presencial de 2021 na Europa. A organização escolheu espaços emblemáticos ao ar livre para assegurar o cumprimento das medidas de segurança sanitárias.

    Em Sevilha, os desfiles serão celebrados no Conjunto Arqueológico de Itálica, situado em Santiponce, Sevilha, espaço monumental que acolherá, de 21 a 27 deste mês, uma programação que inclui três desfiles organizados pela Fundação Três Culturas, previstos para a Segunda-Feira, dia 22 de março, às 18.00 horas locias.

    As Marcas

    attega, projeto pessoal de Gabriela Flores (Sevilha, 1997), estudante de Administração e Gestão de Empresas na Universidade de Sevilha. Apaixonada pela moda, começou a desenhar malas reversíveis prêt-à-porter que tiveram ampla aceitação no mercado. Paralelamente ao design e fabricação das malas, passou a criar peças inspiradas na moda vintage, na natureza e em geral na beleza que reside na simplicidade. Os seus acessórios têm um ar retrô, assim como as suas camisas com gola ‘bobo’, minivestidos e macacões que convidam a desfrutar do simples e do agradável. Um universo colorido que já conquistou prescritores de estilo como María Valdés, Elisa Serrano ou Carlota Weber.

    Gabriela Flores desfruta da escolha cuidadosa de todos os materiais e acompanha desde o princípio todo o processo de fabricação que é 100% realizado em  Andaluzia, concretamente em Sevilha e Ubrique (Cádis). Revistas como a Vogue, entre outras, têm destacado a sua presença no mundo da moda, descrevendo-a como “A marca sevilhana que conquista a geração Z (nascidos entre 1995 e 2008)”.

    ANULA Company é uma marca integrada por Paula Pérez (Córdova, 1987) e Andrea Pareja (Córdova, 1992), duas jovens empreendedoras que trabalham e vivem na cidade de Córdova.

    Andrea é licenciada em Biologia e amante da moda desde pequena. Quando terminou os estudos decidiu dedicar-se totalmente ao mundo do design e da modelação, formando-se em dintintas escolas de Andaluzia.

    Por outro lado, Paula estudou Jornalismo e posteriormente fez um mestrado em Empreendedores de Comunicação e Moda na Universidade de Sevilha. Elas ao coincidir no mesmo estúdio de moda, decidiram empreender juntas. A linha das suas criações está marcada por uma moda sustentável que utiliza tecidos orgânicos produzidos a partir da reciclagem de outros materiais como o plástico. Todas as suas coleções pertencem à filosofia de slow fashion que partilham com outras marcas como Royo Brand, Capitán Denim, Pitusas e Filigranaart. Nesta ocasião apresentarão a coleção Resilencia.

    Mariana Soares (Lisboa, 1997) licenciada e mestre em Design de Moda pela Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa. A sua paixão pela moda surgiu a partir da ilustração de personagens de videojogos, ao ter em conta  como a roupa e os acessórios ajudavam a moldar a personalidade dos mesmos.

    Das colecções lançadas, destaca-se a que se intitula de Ikigai, uma palavra japonesa que se traduz como “razão para existir”. A partir dessa concepção começou a produzir peças de vestuário que respeitassem o meio ambiente e o planeta, ecofriendly e de desperdício mínimo.

    O foco da coleção tem sido a criação de peças sem tamanho específico, com material made in Portugal. Destacam-se peças de tricô feitas à mão em colaboração com @ rosarios_4, empresa portuguesa especializada na fabricação e tingimento de fios ecofriendly. Entre os tecidos que utiliza destacam-se o linho, a fibra de baixa pegada ecológica, ou o deadstock das fábricas portuguesas.

    Como designer, pensa em peças de gênero neutro e trans-sazonais. Tem como foco o conforto e o bem-estar físico e psicológico, sendo as suas coleções um reflexo disso. Nas suas peças predomina a sobreposição de vestes, um estilo oversize, os contrastes entre tons frios e quentes e as linhas irregulares, quase esculturais. A coleção Ikigai rendeu-lhe o terceiro prémio no concurso ModaPortugal.

    A coleção que apresentará no CODE 41 intitula-se de Ataraxia. Depois de um ano particularmente difícil para todos, a designer propõe a procura da calma e da harmonia, que encontra em locais como o Oceanário de Lisboa.

    Acompanhando as criações de Mariana Soares, colaboram no desfile as marcas Rosários4 e calçado Marita Moreno.

    Rosários4

    Empresa localizada em Mira de Aire, zona centro de Portugal. Trata-se de uma marca especializada na produção e tingimento de fios de crochê, de bordado e tricô. Desenvolve produtos inovadores, com especial interesse nas fibras naturais. Desde 2000, possui a certificação de qualidade ISO 9001. Esta garantia de qualidade estende-se a outros produtos, como os seus fios 100% lã, com qualidade Pure New Wool.

    Sapatos da designer Marita Moreno

    Marita Moreno é uma marca portuguesa de acessórios de moda criada com uma perspetiva única do ponto de vista ético, em que a história dos produtos é fundamental para a sua definição como marca de slow fashion. A transparência na produção, responsabilidade social e o compromisso ético são valores intrínsecos a esta marca. Desde o seu começo, tem procurado a sustentabilidade ambiental com a criação de edições limitadas, a utilização de matérias-primas nacionais, a fabricação total em Portugal e a integração dos têxteis tradicionais e artesanais nos seus produtos. A marca  preocupa-se com o processo criativo e a fabricação de sapatos que durem e sejam igualmente apreciados. O seu design é atemporal, evitando tendências que saiam de moda rapidamente. Algo que aliado a uma grande qualidade no material permite desfrutar do calçado por muito tempo, prolongando a vida  do artigo e evitando curtos círculos curtos de existência para os produtos.

    A Fundação Três Culturas do Mediterrâneo é a principal beneficiária do projeto INTREPIDA plus, juntamente com os seguintes parceiros de Espanha e Portugal: Câmara Municipal de Huelva, Mancomunidad Desarrollo Condado de Huelva, Núcleo Empresarial da Região de Portalegre (NERPOR), Núcleo Empresarial da Região de Évora (NERE) e o Município de Faro. O projeto INTREPIDA plus conta com financiamento europeu do programa INTERREG V A Espanha-Portugal (POCTEP).

    Mais informações sobre o projeto INTREPIDA plus em: www.tresculturas.org/intrepida

    Mais informações sobre o CODE 41 em: www.code41.es

  • Casa de campo como albergue de caminhantes em Alcoutim

    Casa de campo como albergue de caminhantes em Alcoutim

    Será criado um espaço para albergar caminhantes da Via Algarviana, bem como praticantes de pedestrianismo, de cicloturismo e BTT, com a recuperação do Moinho de Vento da Pateira para Casa de Campo (Albergue), o qual disporá de dois quartos, duas salas, copa, instalações sanitárias e vestíbulo, num prédio urbano, localizado no sitio da Pateira, junto à Povoação de Afonso Vicente. O terreno tem a área aproximada de 520,00m2 e área bruta de construção de 118,90 m2, localizado na união de freguesias de Alcoutim e Pereiro, concelho de Alcoutim, na plena serra Algarvia, em território classificado como de Baixa densidade.

    Pateira

    Está prevista a «criação de uma infraestrutura adequada a receber o turismo de natureza e turismo ativo, através da valorização do património natural, para atrair e acolher visitantes que contribuem para a consolidação das infraestruturas âncoras existentes no Algarve, destinadas à prática da atividade de cicloturismo e pedestrianismo, procurando assim conseguir criar condições de sustentação económica nos territórios de baixa densidade».

    A operação, que se prevê estar concluída até 31 de dezembro de 2022, tem um investimento elegível de 260.026,95 euros, ao qual foi atribuída uma comparticipação comunitária (FEDER) de 182.018,86 euros. Tem enquadramento no Programa Operacional CRESC Algarve 2020, estando o investimento incluído no Plano de Ação de Desenvolvimento de Recursos Endógenos (PADRE).