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  • Castro Marim afina concursos públicos

    Castro Marim afina concursos públicos

    Os concursos públicos agora renovados destinam-se à execução de um Coletor de Águas Residuais Domésticas em Altura; requalificação de infraestruturas e arruamentos na vila de Castro Marim: reparação do Caminho Municipal entre Cabacinhos e o limite do concelho de Tavira; e a requalificação do parque de estacionamento da urbanização Bela Praia, em Altura.

    O novo Coletor de Águas Residuais Domésticas em Altura, segundo a câmara municipal, terá uma extensão de 384 metros, com caixas de visita e ramais domiciliários desde a Rua do Regato até à Estação Elevatória, localizada na Avenida 24 de Junho.

    A primeira fase da requalificação de infraestruturas e arruamentos na vila de Castro Marim vai decorrer no setor nascente, com a execução de infraestruturas de abastecimento de água, drenagem de águas residuais e pluviais, de eletricidade e de telecomunicações e requalificação de pavimentos.

  • Mendes Bota apresenta em Loulé «Palavras em Saco Roto»

    Mendes Bota apresenta em Loulé «Palavras em Saco Roto»

    O Mendes Bota, destacou-se no passado na política algarvia, como presidente da câmara municipal de Loule e como deputado pela região do Algarve e pretende, com este seu livro, colocar um dedo no que considera «um urbanismo suicida; a betonização brutal em curso da faixa litoral do Algarve; a explosão descontrolada da construção clandestina; o colapso das infraestruturas de saneamento; a carência de água face aos consumos atuais e futuros; a saturação da rede viária; a falta de estacionamentos; a densificação exagerada dos centros urbanos.»

    Nele se mostra preocupado com o que considera «a privatização encapotada das praias; a necessidade de habitação a custos controlados; a lógica perversa do financiamento autárquico, baseada no metro quadrado de construção; a descaracterização cultural e arquitetónica da região.»

    Entende que existe «a impunidade da grafitagem generalizada; o agravar das desigualdades interior/litoral; a debilidade da diversificação da atividade económica; os contrastes sociais extremos; o campo livre para os traficantes das adições e das migrações; a insegurança e a criminalidade crescentes.»

    José Mendes Bota entende que se nada for feito, em função do que denuncia e ali publica, para memória futura, chegaremos a um desatre, embora considere que, ainda se vai a tempo.

    A introdução da obra vai estar a cargo do editor Nuno Campos Inácio e do professor doutor José Carlos Vilhena de Mesquita, finalizando com a intervenção do autor, seguida de sessão de autógrafos.

  • Faleceu o poeta Tito Olívio Henriques

    Faleceu o poeta Tito Olívio Henriques

    Tito Olívio Henriques, engenheiro, sociólogo, poeta e escritor, faleceu aos 93 anos, depois de uma carreira diversificada e ter sido uma figura de relevo nas Letras algarvias, desde os anos 60.

    Sessenta foram as obras que publicou, tendo recebido mais de uma centena de prémios literários, tendo merecido também reconhecimento em várias medalhas de mérito e homenagens por seu trabalho social e cultural.

    O Rotary Club de Faro instituiu um prémio de poesia Tito Olívio em sua homenagem, incentivando a produção literária e homenageando sua contribuição à cultura.

    Em 2020, a Ordem dos Engenheiros atribuiu-lhe o Prémio Carreira pelos seus mais de 60 anos dedicados à engenharia civil.

    Tito Olívio Henriques é conhecido por várias obras, mas uma das mais destacadas é a sua coleção de poesia publicada através do projeto Cadernos de Santa Maria1Este projeto, iniciado em 1987, inclui uma série de publicações não periódicas que ganharam notoriedade e reconhecimento na literatura portuguesa1.

    Poema de Tito Olívio
    poesia

    À família enlutada e aos seus leitores, a direção de FOZ – Guadiana Digital, apresenta as mais sentidas condolências.

    …/jec

  • Igualdade, acesso e Inclusão na União Europeia

    Igualdade, acesso e Inclusão na União Europeia

    A Carta Europeia das Incapacidades reconhece e prova as incapacidades em toda a EU, assegurando aos seus portadores o acesso a serviços essenciais em todos os 27 países, desde transportes a eventos culturais.

    A Carta de Parqueamento garante uniformes direitos de estacionamento em todos os países da EU, concedendo uma grande independência a quem tem incapacidades individuais.

    Porém, não será de imediato. Os cartões ainda não estão prontos e as diretivas terão de ser assinadas pelo Concelho e pelo Parlamento Europeu e apenas váo entrar em vigor depois da publicação no Jornal Oficial da União Europeia.

    Os países terão dois anos e meio para adaptação à legislação nacional e mais um ano para aplicar as medidas.

  • Edifícios devolutos problemas da Fábrica Ramirez

    Edifícios devolutos problemas da Fábrica Ramirez

    As antigas fábricas de conservas da Ramirez estão em estado de devolutas em Vila Real de Santo António, Matosinhos e Leça da Palmeira situação que incomoda as autarquias e a população pelo estado de degradação que se acentua.

    Há dez anos, a Conserveira mudou produção de Leça da Palmeira para Lavra, também em Matosinhos

    A vizinhança da antiga Ramirez, em Leça da Palmeira, relata ao Jornal de Notícias que «já se falou num hotel e em hipermercados» para o futuro do edifício, sendo ainda aventada a hipótese de um centro empresarial.

    A Câmara Municipal de Matosinhos indicou ao jornal que, «até hoje, não deu entrada nenhum pedido de informação ou licenciamento».

    Adiantou que o imóvel está incluído na proposta aprovada pela Câmara, em 2021, como edifício a classificar como conjunto de interesse municipal.

    Fundada em 1853, em Vila Real de Santo António, pelo andaluz Sebastian Ramirez, é a mais antiga conserveira em laboração. O neto, Emílio, deslocou a principal unidade para o concelho de Matosinhos.

    A Ramirez é hoje gerida pela quinta geração da família. A unidade industrial de Lavra obedece aos mais modernos conceitos tecnológicos e de robotização industrial.

    Veja a reportagem do DN

  • Terras do Baixo Guadiana cooperam em Cabo Verde

    Terras do Baixo Guadiana cooperam em Cabo Verde

    Uma nota de imprensa enviada à Inforpress explica que a feira, que se realiza no espaço da aldeia cultural, na cidade do Porto Novo, vai contar com produtos agrícolas e pecuários de várias localidades de Santo Antão e também dos territórios que integram as Terras Baixo Guadiana (Mértola, Alcoutim, Castro Marim, Vila Real de Santo António e Tavira).

    Esta exposição é enquadrada no projeto «Capacitar e Promover para Desenvolver», a cargo da Associação Terras Baixo Guadiana.

    A nota diz que o seminário pretende realizar uma abordagem integrada sobre vários temas, com especial destaque para a agricultura sustentável, os produtos locais, o turismo sustentável e as áreas protegidas, enquanto «eixos fundamentais para a promoção do desenvolvimento» de Santo Antão e do arquipélago.

    O projeto «Capacitar e promover para desenvolver» é um projeto de cooperação internacional entre Portugal e Cabo Verde e visa contribuir para o desenvolvimento e a consolidação do tecido económico dos territórios rurais envolvidos no processo de cooperação.

    Em Santo Antão, o projeto tem realizado formação para guias de turismo, grupos de mulheres sobre culinária e transformação agroalimentar, empresários sobre a criação de micro negócios e comunidades sobre a igualdade de género.

    No quadro deste projeto decorre, durante quatro dias, na cidade do Porto Novo, uma oficina sobre a agricultura sustentável destinada aos agricultores em Santo Antão.

  • Teresa Silva no GDAlcoutim

    Teresa Silva no GDAlcoutim

    Teresa Silva é uma atleta «cheia de motivação» no Trail , conta com alguma experiência na distância Sprint e Trail e com muitas provas dadas no seu currículo.

    já efetuou várias provas a nível nacional, «adora percorrer os trilhos mais difíceis, é uma atleta muito focada nos seus objetivos pessoais dando sempre o seu máximo nas provas onde participa», salienta o clube.

    A Teresa vem «com muita garra em voar nos trilhos com a nossa camisola, está focada em ajudar a equipa nos seus objetivos coletivos, irá sempre dar o seu máximo e dignificar as nossas cores», sublinhasm

  • Feira do Cavalo em Huelva afetada pela chuva

    Feira do Cavalo em Huelva afetada pela chuva

    Em declarações prestadas ao jornal Huelva Información de hoje, a presidene da câmara municipal de Huelva, Pilar Miranda, faz um balanço positivo da Feira do Cavalo de 2024, pela primeira vez de titularidade municipal.

    A trégua meteorológica de domingo compensou o sofrimento dos primeiros dias, sexta e sábado que nem teve cavalos, tendo a compensação chegado das casetas.

    A presidente agradeceu aos trabalhadores municipais pelo árduo trabalho e à Associação Huelva Equestre, uma das colaboradoras no evento.

    «Foi um resultado muito bom, as pessoas passaram bem e o nome de Huelva foi ouvido a nível nacional», sublinhou a autarca que celebra o impulso económico para a sua cidade, ciente de que as pessoas «gastaram muito dinheiro, náo apenas na própria festa, mas também nos restaurantes e estabelecimento comerciais».

    A Feira de Outono e do Cavalo de Huelva terminou no passado domingo, depois de quatro dias de festa e chuvas intermitentes que, de algum modo, pareciam travar a alegria dos participantes.
    Porém, assinala o jornal «nem a água, nem o vento, nem as poças de água detiveram os festejos.

    cavalos
  • Faro celebra centenário de António Ramos Rosa

    Faro celebra centenário de António Ramos Rosa

    Natural de Faro, nascido a 17 de outubro de 1924, onde frequentou os estudos secundários, António Ramos Rosa cedo rumou a Lisboa, onde trabalhou como empregado de escritório, tradutor e professor.

    Por iniciativa do Município de Faro e da associação A Tal Emersa, o seu centenário será celebrado ao longo de dois dias com um programa especial que incluiu a exposição “António Ramos Rosa e a Interrogação do Real”.

    A inauguração está prevista para as 17:30 do dia 16 de outubro, e uma jornada de trabalho com conferências, mesas-redondas e recital de poesia, a partir das 9 horas do dia 17 de outubro, sempre na Biblioteca Municipal de Faro António Ramos Rosa.

    António Ramos Rosa tem o seu nome ligado a publicações literárias dos anos 50. Foi cofundador da revista Árvore (1951-1953) e participou na Cassiopeia e nos Cadernos do Meio-Dia. Estes primaram não só por uma postura de isenção relativamente aos diversos feixes estéticos que atravessam aquela década (legado surrealista e evolução da poesia neorrealista, entre outros), como por um critério de respeito pela qualidade estética dos trabalhos literários publicados.

    Viveu intensamente a vitória dos Aliados, aquando do término da II Guerra Mundial e desenvolveu uma importante atividade nos domínios da teorização e da criação poética.

    Complementarmente, Ramos Rosa colaborava com textos de crítica literária na Seara Nova e no Colóquio Letras, entre outras publicações periódicas.

    É no primeiro número da Árvore, onde garante a participação dos poetas António Luís Moita, José Terra, Luís Amaro e Raul de Carvalho, que subscreve o texto “A Necessidade da Poesia”, apontando como princípios imperativos da publicação a liberdade e a isenção (“Não pode haver razões de ordem social que limitem a altitude ou a profundidade dum universo poético, que se oponham à liberdade de pesquisa e apropriação dum conteúdo cuja complexidade exige novas formas, o ir-até-ao-fim das possibilidades criadoras e expressivas.”), postergando apenas da aventura poética a “gratuitidade como intenção“, posto que a poesia decorre de uma “superior necessidade […] tanto no plano da criação como no da demanda social” (ibi., p. 4).

    Como poeta, estreia-se em 1958 no jornal «A Voz de Loulé» com o poema “Os dias, sem matéria” e na coletânea “O Grito Claro”, n.º 1 da coleção de poesia «A Palavra», editada em Faro e dirigida pelo seu amigo e também poeta Casimiro de Brito. Seria apenas o primeiro de uma obra poética que ultrapassa os cinquenta títulos.

    É ainda autor de ensaios, entre os quais se salienta A Poesia Moderna e a Interrogação do Real (1979-1980). Estava assim lançado o movimento da moderna poesia portuguesa onde o autor circulava. 

    Ramos Rosa foi distinguido com numerosos prémios nacionais e estrangeiros, entre os quais o Prémio Pessoa, em 1988, o Prémio Poesia da Associação Portuguesa de Escritores/CTT – Correios de Portugal em 1989, pela recolha “Acordes”, e em 2006, pelas obras “Génese” e “Constelações”, que estão igualmente na base da atribuição do Prémio Luís Miguel Nava, no mesmo ano; em 1990, o Grande Prémio Internacional de Poesia, no âmbito dos Encontros Internacionais de Poesia de Liège; em 1992, o Prémio Jean Malrieu, para o melhor livro de poesia traduzido em França, e o Prémio Municipal Eça de Queiroz, da Câmara Municipal de Lisboa (Prémio de Poesia), pela obra “As armas imprecisas”; e, em 2005, o Grande Prémio Sophia de Mello Breyner Andresen (Prémio de Poesia), São João da Madeira, pela obra “O poeta na rua. Antologia portátil”.

    A 10 de Junho de 1992 foi feito Grande-Oficial da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada e a 9 de Junho de 1997 é agraciado com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique. Em 2001, o seu nome foi dado à Biblioteca Municipal de Faro. Em 2003, a Universidade do Algarve, atribui-lhe o grau de Doutor Honoris Causa.

    Considerado um dos grandes poetas portugueses da atualidade, a sua atitude crítica perante a sua própria palavra, fez dele um dos mais esclarecidos críticos portugueses contemporâneos. 

    Faleceu a 23 de setembro de 2013, em Lisboa, tendo doado todo o seu espólio literário à Biblioteca Nacional de Portugal.

    No âmbito da sua Missão e das atribuições no domínio da Cultura, a CCDR do Algarve, I.P. congratulou-se com esta iniciativa, que considera meritória, eevoca a memória de um dos mais distintos algarvios e a obra de um nome maior da Poesia do Século XX.

  • Adriano terá busto em Avintes

    Adriano terá busto em Avintes

    Um busto de Adriano Correia de Oliveira vai ser inaugurado em Avintes no próximo dia 26 de Outubro, às 14h30, perto da rua com o nome do artista (jardim no cruzamento da Rua 5 de Outubro com a Rua do Padrão Vermelho).

    A iniciativa é dos herdeiros do cantor e conta com o apoio do Centro Artístico, Cultural e Desportivo Adriano Correia de Oliveira (CACDACO), com sede naquela freguesia de Vila Nova de Gaia.

    Avintes é a terra adoptiva de Adriano, figura incontornável da cultura portuguesa, cuja escultura da autoria de Joaquim Álvares de Sousa será mais um elemento de preservação da memória de Adriano Correia de Oliveira.

    O momento solene tem também o apoio e a representação da Junta de Freguesia de Avintes e da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia.

    Após a cerimónia, haverá um convívio aberto, com porto d’honra acompanhado por broa de Avintes, no novo espaço expositivo do CACDACO, localizado na rua 5 de Outubro, nas imediações da Casa da Cultura. Ali poderá ser visitada a exposição permanente «Adriano 80 – Vida e Obra».

    Foi também divulgado que Instituto Camões em Vigo, Espanha, acolhe quarta feira 16 de Outubro, a inauguração da (mesma) exposição «Adriano 80 – Vida e Obra», seguida de uma tertúlia com o escritor português João Pedro Mésseder (José António Gomes) e o poeta galego António García Teijeiro.

    A sessão tem início às 18:30 m e integrada nas comemorações dos 50 anos do 25 de Abril. Vai contar ainda com um momento musical por Manuel Freire e Manuel Pires da Rocha. A mostra fica patente até 12 de Novembro.

  • PS no Algarve advoga  fim da simultaneidade na regionalização

    PS no Algarve advoga fim da simultaneidade na regionalização

    A lista da Comissão de Honra foi liderada por António Pina, e nela constam todos os autarcas eleitos pelo PS ALGARVE nas câmaras e assembleias municipais e nas juntas de freguesia, «como exemplo de proximidade com as pessoas».

    Álvaro Araújo, presidente da câmara de Vila Real de Santo António foi eleito como presidente do congresso.

    Durante a manhã, foram apresentadas moções setoriais a abordar temáticas diversas, com destaque para as eleições autárquicas de 2025. Habitação acessível, a água, as alterações climáticas e a biodiversidade, a saúde e o fim da simultaneidade da criação das regiões administrativas, foram outros assuntos de relevante interesse para a Região do Algarve.

    O secretário-geral do Partido Socialista Operário Espanhol da Andaluzia, Juan Espadas foi convidado de honra dos socialistas algarvios.

    O congresso regional encerrou cerca das 18 horas,e nele foi aprovada uma Moção Global «Ganhar o Algarve«, tendo por primeiro Luís Graça, reeleito presidente do PS ALGARVE há duas semanas, por voto direto, para um novo mandato.

    Regionalização

    A proposta da Federação do Algarve do Partido Socialista (PS) defende a criação de uma Região Administrativa do Algarve como forma de melhorar a governança regional, conferindo maior legitimidade democrática, eficiência e coesão territorial.

    O texto destaca que, apesar de várias políticas de descentralização, Portugal ainda é um dos países mais centralizados da União Europeia.

    A regionalização permitiria maior proximidade entre eleitores e eleitos, aumentando a participação cidadã, transparência e eficiência nos processos de decisão.

    A proposta defende que a atual reforma das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR), embora relevante, não é suficiente, pois essas entidades continuam dependentes do governo central e carecem de legitimidade popular.

    Somente o voto direto da população pode conferir essa legitimidade a um poder político regional.

    Além disso, a Federação do PS Algarve sugere que, numa revisão constitucional futura, «se elimine a exigência da simultaneidade para a criação das regiões administrativas», que atualmente requer um duplo referendo.

    A proposta inclui a criação de «regiões piloto», baseadas numa reforma regional e cooperação intermunicipal, e a formação de uma equipa para avaliar os impactos económicos, financeiros e sociais da regionalização no Algarve.

    Por fim, a Federação planeja liderar o processo de desenvolvimento regional e apresentar uma proposta de alteração constitucional para a criação das Regiões Administrativas no próximo congresso nacional.

    Habitação

    Sobre a Habitação foca-se na crise habitacional que afeta a região, especialmente devido ao aumento dos preços das casas, impulsionado pela especulação imobiliária e pela procura de segundas residências por estrangeiros.

    Este cenário torna a habitação inacessível para muitos que vivem e trabalham no Algarve, incluindo a classe média, jovens e trabalhadores essenciais.

    A Federação reconhece os esforços já iniciados pelo Governo, como o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), que visa aumentar a construção de habitação acessível.

    No entanto, considera que essas medidas precisam ser ampliadas e adaptadas à realidade da região, que sofre com a pressão imobiliária.

    Entre as soluções propostas, destacam-se a construção de mais habitação pública, apoiada financeiramente pelo Estado, para arrendamento e compra a preços controlados;


    O incentivo à utilização de terrenos subutilizados (ex. zonas de cultivo abandonadas) para construção de habitação acessível, o que também ajudaria a combater o despovoamento no interior;

    O apoio às cooperativas habitacionais, promovendo modelos de arrendamento acessível e propriedade partilhada;

    Revisão dos Planos Diretores Municipais (PDM) e do PROTAL para permitir uma maior implementação de políticas públicas de habitação.

    Quanto ao impacto do Alojamento Local (AL) na crise habitacional, considera que embora o AL tenha importância para o turismo e a economia, a sua massificação reduziu a oferta de habitação permanente, sobretudo em áreas urbanas.

    A Federação sugere estudar medidas de controlo e limitação do AL, como restrições de licenças em zonas com pressão imobiliária elevada e maior participação fiscal do setor.

    Por fim, a proposta sublinha que a resolução da crise habitacional exige persistência e continuidade nas políticas públicas, além de uma abordagem criativa e integrada. O PS Algarve reafirma o seu compromisso de garantir o Direito à Habitação como um elemento essencial para a igualdade de oportunidades e a dignidade humana.

    A sustentabilidade do Algarve

    O Congresso Regional do PS abordou os desafios ambientais da região, destacando a necessidade urgente de uma resposta integrada para enfrentar as alterações climáticas, a escassez de água e a pressão sobre os ecossistemas.

    O Algarve tem enfrentado condições mais severas do que o previsto, com impactos significativos na água, agricultura e turismo e, sendo o Algarve a primeira região do país com um Plano de Eficiência Hídrica aprovado, com um financiamento de 200 milhões de euros, focado em soluções para mitigar a crise hídrica.

    Apoia a construção da primeira central de dessalinização em Portugal, convertendo água do mar em potável; os planos para reciclar 8 milhões de metros cúbicos de água tratada para agricultura e manutenção de espaços públicos; o reforço da barragem de Odeleite, com condutas para captar água do rio Guadiana, e estudos para aproveitamento da ribeira da Foupana.

    Para a sustentabilidade ao setor primário, apoia a expansão de projetos solares na região é reconhecida, mas com o alerta de que devem ser geridos cuidadosamente para evitar impactos negativos nos ecossistemas e no turismo de natureza.

    Propõe a instalação de painéis solares em edifícios públicos para minimizar a ocupação de áreas naturais.

    Apoia também, no âmbito da preservação de Ecossistemas, a preservação da Ria Formosa, a plantação de espécies autóctones,

    A Ria Formosa é identificada como um dos recursos mais valiosos e vulneráveis, sendo necessário regulamentar atividades turísticas e tráfego de embarcações para proteger este ecossistema.

    Defende-se a plantação de espécies autóctones e a erradicação de espécies invasoras; o apoio à criação da Reserva Marinha da Pedra do Valado; a classificação da Lagoa dos Salgados como Reserva Natural Nacional; a preservação de áreas como o Paul de Lagos, Alagoas Brancas, e Ribeira do Almargem, em colaboração com os municípios de Lagos, Lagoa e Loulé.

      Tudo para melhorar a sustentabilidade ambiental e garantir um Algarve equilibrado entre o desenvolvimento económico e a proteção ambiental.

    1. Pedro Guerreiro no Comité das Regiões

      Pedro Guerreiro no Comité das Regiões

      Presidente da Câmara Municipal de São Brás de Alportel nomeado membro efetivo do Comité das Regiões, da União Europeia

      Vitor Guerreiro, Presidente da Câmara Municipal de São Brás de Alportel foi ontem, dia 9 de outubro, nomeado como membro efetivo do Comité das Regiões, da União Europeia, um cargo de elevada importância para a participação democrática, junto dos decisores europeus. Uma nomeação proposta pela Associação Nacional e Municípios Portugueses, efetivada em Resolução de Conselho de Ministros e respetiva publicação em Diário da República, que integrou igualmente como membro efetivo, o autarca de Tabuaço, Carlos Carvalho.

      O edil são-brasense, Vitor Guerreiro, integrou em janeiro de 2014 pela primeira vez a Delegação Nacional do Comité das Regiões, como membro suplente. Ao longo deste período desempenhou funções na Comissões ENVE – Comissão do Ambiente, Alterações Climáticas e Energia, na ECON – Comissão dos Assuntos Económicos e Monetários, na SEDEC – Comissão para a Política Social, Educação, Emprego, Investigação e Cultura e ainda na Comissão de Recursos Naturais – NAT. Comissões fulcrais para o desenvolvimento global da União Europeia com forte expressão a nível nacional e regional.

      Constituído em 1994, o Comité das Regiões Europeu é a assembleia consultiva dos representantes locais e regionais da União Europeia, que expõe o ponto de vista dos órgãos de poder infranacionais no quadro institucional da Europa. Trata-se de um órgão, com nomeação de 5 em 5 anos, que tem por objetivo a participação ativa na legislação da União Europeia, aplicada a nível local e regional, bem como envolver o nível de governação eleito mais próximo dos cidadãos, de modo a facilitar o processo de integração europeia.

      Importa ainda referir que a Delegação Nacional no Comité das Regiões Europeia é composta por um representante de cada região autónoma e 10 representantes dos municípios. Segundo o recém-nomeado Vitor Guerreiro, “é uma honra enquanto autarca e português ser digno de tão nobre nomeação. Ser representante de Portugal no Comité das Regiões é dar voz às populações, em defesa das diferenças que nos distinguem enquanto região e país e abraçar o diálogo e a união da família europeia em prol do bem comum.”

    2. A água é tema na Cimeira Luso-Espanhola

      A água é tema na Cimeira Luso-Espanhola

      No próximo dia 23 de outubro, realiza-se na cidade de Faro, no Palácio Fialho, uma nova Cimeira entre os governos de Portugal e de Espanha, tendo como tema central «Água um bem comum».

      Espera-se que os trabalhos arranquem pelas 09:30, terminando com com um almoço entre as duas delegações.

      Está prevista a assinatura de acordos no âmbito da Convenção de Albufeira, um instrumento de cooperação bilateral que regula desde 2000 a proteção das águas das bacias hidrográficas partilhadas entre Espanha e Portugal, bem como a utilização sustentável e coordenada das águas, nos rios Minho, Lima, Douro, Tejo e Guadiana,

    3. Prevenção reforçada em VRSA

      Prevenção reforçada em VRSA

      O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê precipitação forte, vento com rajadas até 80 km/h e possibilidade de trovoadas.

      Para proteger a população e mitigar os impactos das chuvas intensas, através do Serviço Municipal de Proteção Civil, e em colaboração com os Bombeiros de Vila Real de Santo António e Castro Marim, esta a aplicar várias medidas de prevenção no terreno, designadamente a limpeza intensiva de sarjetas e sumidouros; a inspeção das estações elevatórias e os cursos de água mais vulneráveis.

      Todas as forças de segurança e equipas de emergência estão em prontidão máxima, preparadas para intervir e mobilizar recursos em caso de necessidade.

      No âmbito da coordenação municipal ativa foi instalado um posto de coordenação municipal no Quartel dos Bombeiros de Vila Real de Santo António e Castro Marim, que está em contacto permanente com todas as entidades envolvidas, para responder de forma eficaz a qualquer situação que possa surgir.

      Na tarefa participam as Juntas de Freguesia do concelho.

    4. Rede Integrada de Centros Urbanos do Alentejo e Algarve

      Rede Integrada de Centros Urbanos do Alentejo e Algarve

      O Município de Castro Marim conseguiu aprovação para um fundo monetário destinado a várias intervenções no Castelo de Castro Marim.

      Este fundo, de cerca de 538 mil euros, faz parte da estratégia «Rede de Fortalezas Alentejo e Algarve» e será usado para reabrir a Porta Este da Cerca da Vila, consolidar e reabilitar o monumento, melhorar a sustentabilidade, reforçar a zona amuralhada, cobrir áreas de escavações arqueológicas, criar um circuito de visita e melhorar a acessibilidade e segurança dos visitantes.

      Além disso, o fundo também apoiará a criação do Centro de Interpretação de Ordens Templárias e Ordem de Cristo, com um investimento de cerca de 195 mil euros, dos quais 117 mil euros serão financiados.

      Esta iniciativa visa desenvolver conteúdos históricos e dinamizar o Castelo, destacando a importância das ordens militares na história local.

    5. Opinião | A história do Bolo Pombalino que tem 20 anos

      Opinião | A história do Bolo Pombalino que tem 20 anos

      Mário Luís Leiria Aranha, prestigiado professor da escola secundária de Vila Real de Santo António e sua irmã Suzete Leiria Aranha, excelente pasteleira caseira, tiveram o privilégio de ler os manuscritos encontrados nas obras do restaurante e, ao mesmo tempo, interpretaram e confecionaram, em sua casa, os primeiros pombalinos do sec. XXI.

      Segundo o professor, quando da fundação da vila, o bolo era bastante popular devido à deslocação de inúmera mão de obra, no trajeto que estava repleto de figos, amêndoas, laranjas, alfarrobas e outros frutos, legado dos antigos povoadores da nossa região, os árabes.

      Então as pessoas fizeram uma utilização criativa desses produtos pois, naqueles tempos pós terramoto de 1 de Novembro de 1755, a fome era imensa.

      Quando alcançaram o destino que seria a construção da nobre vila pombalina continuaram a utilizar esses produtos e a fazer bolos dos mesmos, inclusive utilizando o figo e a alfarroba como elementos de uma dieta energética, para eles e para os animais que os ajudavam na enorme tarefa de construir a tão importante e projetada vila pombalina.

      Com o declínio do Marquês, quando da posse da rainha D. Maria I, a primeira rainha de Portugal e dos Algarves, a Vila entrou num período sombrio, só vindo a ressurgir aquando da revolução industrial, com a instalação das fabricas de conserva.

      Com a saída de muitas mulheres de casa para trabalhar nas fabricas perdeu-se o hábito do bolo, mas este ressurgiu no século. XXI, com a preciosa e generosa ajuda do Dr. Aranha e da Dona Suzete.

      O Dr. Aranha era na altura professor aposentado do exercício profissional e era um habitual cliente do grupo «Coração da cidade» ele e a professora Fernanda Pires, conhecida por Madame e seu esposo Alexandre Pires, foram nomeados consultores linguísticos do grupo, pela sua proximidade como clientes, grandes amigos e sobretudo meus professores na escola secundária de Vila Real de Santo António.

      Colaboraram imenso na elaboração de menus, em varias línguas, assim como com relatos históricos sobre variados temas, incluindo muitos da área da gastronomia histórica vila-realense.

      Seguimos orgulhosamente a dar continuidade ao nosso trabalho de pesquisa com a certeza que foi reposto uma parte esquecida da gastronomia vila-realense.

      Atualmente o bolo é muito apreciado por locais e sobretudo por os nuestros hermanos.

      O pombalino continua e continuará a dignificar a nossa terra!

      Nota final: O pombalino foi refeito e reconstruído na base de relatos históricos de frequentadores do café coração da cidade e passo a citar: Dr. Mário Aranha, Suzete Aranha, Madame Fernanda Pires, Alexandre Pires, e ainda com o apoio do IEFP dirigido por o Dr. José Lança, que promoveu um curso de formação profissional de pastelaria e padaria, onde o teste final foi o pombalino que coincidiu com a abertura da grande fábrica «Coração Doce», sob a supervisão do grande mestre de pastelaria Osvaldo Piúza.

      A todos e em nome do grupo coração da cidade os meus sinceros agradecimentos

      Luís Camada, 10.2024

    6. Oficina artística Retratos de Família

      Oficina artística Retratos de Família



      A exploração artística através da ilustração, colagem, desenho e pintura,
      com artista plástica Elisabete Guerreiro decorre no domingo, 20 Outubro, das 14h30 às 18h00 no Centro de Investigação e Informação do Património de Cacela /CMVRSA, na Antiga Escola Primária de Santa Rita


      Será a partir de retratos de família, que os participantes serão convidados nesta oficina artística a explorar diferentes técnicas de desenho, ilustração colagem e pintura, dando uma nova vida a fotografias antigas.

      Ponto de partida para a oficina, váo ser os registos associados à exposição patente no CIIPC «Mulheres da minha aldeia, Santa Rita». Porém os participantes são desafiados a levar fotografias ou originais ou impressões de antigas fotografias de família.

      A exploração destas técnicas, na oficina e mais tarde em casa, pode dar origem a cartões e ou álbuns de família que serão ofertas especiais em aniversários e datas festivas, anota o CIIPC.

      A oficina será orientada por Elisabete Guerreiro, artista e professora de Educação Visual. Expõe desde os anos 80 em diversos países. Colabora em diversos projectos artísticos e é formadora da APEVT. Tem publicações em revistas de arte e criação da imagem dos cartazes para o Dia Internacional da Mulher em Faro.

    7. Passos que contam em Alcoutim

      Passos que contam em Alcoutim

      A Fundação Galp lançou esta segunda-feira, a 7 de outubro, a quinta edição da iniciativa «Todos os Passos Contam».

      O projeto foi criado em 2021 com a ambição de apoiar famílias em situação de carência alimentar identificadas pela Rede de Emergência Alimentar. Já forneceu 3,2 milhões de refeições às famílias apoiadas pela Rede de Emergência Alimentar.

      A quinta edição reforça a promoção da atividade física e alarga a abrangência do desafio, permitindo a conversão em refeições de todos os quilómetros percorridos

      A Associação Odiana, o Grupo Desportivo de Alcoutim e Inter-Vivos – Associação de Jovens do Nordeste Algarvio, juntam-se ao movimento

      Este ano volta a ser alcançar um milhão de quilómetros percorridos para os materializar na oferta de 1 milhão de refeições, através da promoção da atividade física e da consciencialização para a importância da adoção de um estilo de vida saudável.

      O movimento solidário da Fundação Galp angariou 3,2 milhões de refeições nas edições anteriores. A campanha deste ano decorre até ao dia 8 de dezembro.

      A ideia de que «todos os passos contam» baseia-se em que, além das caminhadas, corridas ou passeios de bicicleta, podem ser também somados os quilómetros na prática de desportos como futebol, andebol, padel ou dança, por exemplo. Ou apenas os quilómetros percorridos em simples deslocações como a ida ao supermercado ou ao cinema.

      O envolvimento nesta iniciativa foi tornado simples, pois basta partilhar uma captura de écran do registo de cada atividade, com o número de quilómetros percorridos visível, no site todosospassoscontam.galp.com.

    8. Governo toma medidas de apoio à Comunicação Social

      Governo toma medidas de apoio à Comunicação Social


      O governo português apresentou ontem um plano de ação ambicioso para a comunicação social, com o objetivo de revitalizar o setor e garantir seu futuro.

      O plano, que abrange desde a televisão pública até a imprensa regional, visa promover a sustentabilidade, o pluralismo e a independência do jornalismo.

      As principais medidas do plano são a eliminação gradual da publicidade na RTP que passará por uma transformação significativa com a eliminação gradual da publicidade comercial até 2027.

      O objetivo do Governo é fortalecer o serviço público e diferenciar a RTP dos canais privados, com foco em conteúdos culturais e educativos.

      També, o contrato de concessão da RTP será revisto, para modernizar a emissora e a adaptar aos desafios do mundo digital.

      Otimizará a estrutura da RTP implementado um plano de saídas voluntárias, com o objetivo de reduzir o número de funcionários e contratar profissionais com novas competências.

      Por outro lado aposta no fortalecimento da agência de notícias Lusa, a qual terá a sua estrutura acionista clarificada e um novo modelo de governança, com o objetivo de garantir sua independência e sustentabilidade.

      Nos apoios à imprensa regional pretende que seja fortalecida com medidas como a bonificação das assinaturas digitais e o apoio à distribuição de jornais e revistas em todo o país.

      São incluídas medidas para combater a desinformação e promover a literacia mediática, com o objetivo de formar cidadãos mais críticos e conscientes.

      O plano do Governo tem gerado debate e algumas críticas, principalmente em relação à eliminação da publicidade na RTP e ao plano de saídas voluntárias. Sindicatos e alguns partidos da oposição temem que as medidas possam enfraquecer a televisão pública e comprometer postos de trabalho.

      O governo, por sua vez, defende que as medidas são necessárias para garantir a sustentabilidade do setor e a qualidade do serviço público de comunicação social.

      O futuro dos média em Portugal dependerá da implementação eficaz destas medidas e da capacidade do governo em dialogar com os diferentes atores do setor, no entender do Governo.

      Pode, para já, ser retirada a conclusão de que o plano de ação para a comunicação social representa um passo importante para o futuro dos meios informativos em Portugal.

      As medidas propostas são ambiciosas e visam fortalecer o setor, promovendo a sustentabilidade, o pluralismo e a independência do jornalismo.

      No entanto, o sucesso do plano dependerá da sua implementação eficaz e da capacidade do governo em superar os desafios e responder às críticas.

      Comunicação Social
    9. Ria Inquieta organiza M Grande Fest em Tavira

      Ria Inquieta organiza M Grande Fest em Tavira

      Este evento celebra a arte no feminino, promovendo projetos autorais de mulheres e reforçando a igualdade de género e o empoderamento feminino nas artes.

      Programação:

      • 11 de outubro: A banda Džezva abre o festival com uma fusão de sons folclóricos dos Balcãs, jazz e música improvisada, liderada pela cantora croata Marta Fiolić.
      • 12 de outubro: Mila Dores apresenta seu novo álbum “BRAVA”, que mistura indie pop com influências da música tradicional portuguesa, abordando temas de empoderamento feminino e contestação social.

      Outras Atividades:

      • Poesia Inquieta: Oficina de poesia que promove a partilha e reflexão.
      • Exposição de Artes Visuais: Obras de artistas colaboradoras da Ria Inquieta, no Hub Criativo da Ria Inquieta.

      O evento é parte do programa Equinácios da Câmara Municipal de Tavira e conta com o apoio de várias entidades locais.

      A exposição do M Grande Fest contará com obras de várias artistas que colaboram com a Associação Cultural Ria Inquieta. No entanto, os nomes específicos das artistas participantes não foram mencionados nas fontes disponíveis.

      A Associação Cultural Ria Inquieta é uma organização dedicada à promoção de espaços de criação, exibição e diálogo artístico e cultural em Tavira e na região algarvia.

      Fundada em resposta à escassez de oferta cultural na orla da Ria Formosa, a associação tem como objetivo principal dinamizar o setor cultural no Algarve, descentralizando-o e dando visibilidade a artistas locais ou residentes.

      Principais Iniciativas:

      • 6as Inquietas: Programação regular de eventos no Clube de Tavira, incluindo música, poesia, cinema, exposições, mercados, concursos de desenho e espetáculos de stand-up.
      • Coro Inquieto: Fundado em 2022, é um coro que promove a música coral na região.
      • Música com M Grande: Ciclo de concertos que destaca grupos liderados por mulheres, já na sua terceira edição em 2024.

      Missão e Valores:

      • Promoção da Igualdade de Género: Através de eventos como o M Grande Fest, a associação reforça a igualdade de género e o empoderamento feminino nas artes.
      • Colaboração e Redes Criativas: A Ria Inquieta acredita na importância das parcerias e trocas criativas para construir um polo artístico vibrante e dinâmico.
      • Descentralização Cultural: Busca descentralizar a oferta cultural, levando eventos e iniciativas para diferentes partes da região algarvia.