FOZ – Guadiana Digital

Categoria: Eurocidade

  • Frente ribeirinha de Ayamonte com obra a bom ritmo

    Frente ribeirinha de Ayamonte com obra a bom ritmo

    A presidente (alcaldeza) Natália Santos pretende transformar o município num referente turístico da Andaluzia e a obra em curso destina-se basicamente a integrar o centro urbano com o rio e é uma aposta firme no desenvolvimento turístico e sustentável.

    A obra implica d demolição do velho casario, antigos armazéns e fábricas.

    Desenvolve-se numa área de mais de quarenta mil metros quadrados de superfície e vai unir o acesso norte de Ayamonte com as ruas de Castro Marín, das Flores e do Cais de Portugal, implicando a criação de novas ligações rodoviárias e o desenvolvimento de amplos passeios pedestres frente ao rio, a ampliação da pista de bicicletas, a reordenação das zonas de estacionamento e criação de novos espaços multifuncionais.

    Procura a autarquia fronteiriça conseguir a conservação do ambiente natural, a criação de novos espaços de encontros e novos acessos ao centro da cidade, bem como a reabilitação urbanística do ambiente, a regeneração de espaços urbanos e da flora e fauna da ribeira e recuperação de áreas para espaços verdes.

    Os entulhos gerados pela demolição de algumas das naves e edificações da área serão reutilizados como material de recheio da mesma obra. As obras podem estar concluídas no fim do próximo Verão e são apoiadas por Fundos Europeus FEDER.

  • Observatório Transfronteiriço do Guadiana quer dar voz aos cidadão das duas margens

    Observatório Transfronteiriço do Guadiana quer dar voz aos cidadão das duas margens

    Pretende que as principais associações sociais, económicas e de cidadãos possam contribuir de forma direta com informação para o processo de coesão que se encontra em desenvolvimento nos município de Ayamonte, Castro Marim e Vila Real de Santo António.

    O Observatório Transfronteiriço do Guadiana procurará fomentar a participação ativa dos cidadão nas políticas públicas que estão a ser articuladas no território da fronteira Sul das margens luso-espanholas e aspira a converter-se num instrumento de participação e análise global que se complemente com os mecanismos de participação e controlo que está a cargo do Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial, os quais já incluem os próprios projetos que desenvolvem.

    Para o arranque do observatório há uma subvenção concedida pelo Conselho da Presidência da Junta da Andaluzia que, este ano, inclui os Agrupamentos Europeus de Cooperação Territorial entre as possíveis entidades destinatárias de subsídios ao abrigo das ajudas para entidades de Euroregião Alentejo-Algarve-Andaluzia.

    No presente exercício está previsto o desenvolvimento da metodologia de trabalho, a realização de pelo menos duas reuniões e a criação de uma exposição itinerante com temática relacionada com a cooperação e os vínculos comuns dos três municípios.

    Da parte da Eurocidade do Guadiana, os responsáveis destacam que «é importante ampliar a participação dos cidadãos no desenvolvimento das políticas para o espaço social em que vivem e, ainda mais, no caso de uma experiência que consideram inovadora como é o articular o espaço transfronteiriço em planeamentos, estruturas e projetos que promovem a coesão, encarando a Eurocidade como uma unidade territorial.»

    O Observatório quer criar um modelo rigoroso, inovador e adequado para a avaliação as políticas de coesão, medindo o impacto e a incidência de diferentes procedimentos que se desenvolvam.

    Durante as próximas semanas vão ser iniciadas as reuniões com responsáveis de outos observatórios existente, para analisar as suas formas de procedimento.

  • Não será antecipada a abertura da fronteira do Guadiana

    Não será antecipada a abertura da fronteira do Guadiana

    Segundo informa o Canal Costa a partir de Ayamonte, depois de consultada a alcaide de Ayamonte, Natália Santos, apesar dos pedidos do comércio transfronteiriço e mesmo no âmbito da Eurocidade do Guadiana, a fronteira só vai abrir como previsto no próximo dia 15 de Junho.

    O trânsito na fronteira continua reservado ao transporte de mercadorias e trabalhadores transfronteiriços.


  • Eurocidades ibéricas pedem mais passagens na fronteira para trabalhadores e residentes

    Eurocidades ibéricas pedem mais passagens na fronteira para trabalhadores e residentes

    De acordo com um comunicado sobre as conclusões de um Webinar ocorrido entre as sete eurocidades da Península Ibérica, divulgado pela Eurocidade Chaves-Verín, foi pedido às autoridades a abertura de novas passagens na fronteira que facilitem o trânsito de trabalhadores transfronteiriços, para que a mobilidade não seja penalizada, quando relacionada com o trabalho.

    Vila Real de Santo António, Castro Marim e Alcoutim fazem parte da Eurocidade do Guadiana.

    Este Webinar realizado no princípio desta semana que termina, tinha por objetivo a criação de um espaço de diálogo e reflexão com os presidentes das Eurocidades Ibéricas e para “a descoberta de qual o impacto da Covid-19 na cooperação transfronteiriça.

    Como se sabe, o ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, anunciou na terça-feira que as fronteiras terrestres entre Portugal e Espanha vão continuar encerradas depois de 14 de maio e o controlo das fronteiras terrestres com Espanha está a ser feito em nove pontos de passagem autorizada.

    Os presidentes das sete Eurocidades, pretendem facilidades para a movimentação de residentes entre municípios transfronteiriços, com respeito das medias de controlo da saúde pública que vigoram nos dois países.