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Categoria: Economia

  • Teletrabalho obrigatório até ao fim do ano

    Teletrabalho obrigatório até ao fim do ano

    O regime de teletrabalho mantém-se obrigatório até ao final do ano nos concelhos onde há maior risco de propagação da Covid-19, alertou o MAIS Sindicato.

    O sindicatolembra que o decreto-Lei n.º 25-A/2021, publicado no dia 30 de março, estende a obrigatoriedade do teletrabalho até ao final do ano. O diploma entrou em vigor em 31 de março, e prorroga até 31 de dezembro de 2021 a aplicação do decreto-Lei n.º 79-A/2020, de 1 de outubro, que estabelece um regime excecional e transitório de reorganização do trabalho e de minimização dos riscos de transmissão da infeção de Covid-19, no âmbito das relações laborais.

    Medidas

    Nos locais de trabalho com 50 ou mais trabalhadores, e apenas nos concelhos onde há maior risco de propagação da Covid-19 – o que deverá ser definido mediante resolução do Conselho de Ministros vigoram as seguintes medidas:

    • Desfasamento de horários de entrada e saída, garantindo intervalos de 30 minutos a 1 hora entre grupos de trabalhadores;
    • Obrigatoriedade da adoção do regime de teletrabalho sempre que as funções em causa o permitam e o trabalhador disponha de condições para exercê-las, sem necessidade de acordo escrito entre o empregador e o trabalhador;
    • Excecionalmente, quando entenda não estarem reunidas as condições referidas, o empregador deve comunicar ao trabalhador a sua decisão, fundamentadamente e por escrito, competindo-lhe demonstrar que as funções em causa não são compatíveis com o regime do teletrabalho ou a falta de condições técnicas adequadas para a sua implementação.

    Denúncia

    Os sócios devem denunciar ao MAIS Sindicato todas as violações às medidas adotadas e contactar os serviços jurídicos ou a linha SOS Laboral sempre que tenham dúvidas sobre eventuais instruções do banco relativamente à essencialidade da prestação presencial das funções e/ou possibilidade de aplicação do regime de teletrabalho.

  • Testes periódicos para pequenas e micro empresas em Castro Marim

    Testes periódicos para pequenas e micro empresas em Castro Marim

    Esta é uma medida com que o município pretende reduzir o risco de propagação do vírus no concelho de Castro Marim, apoiar e estimular o comércio local.

    O presidente da câmara municipal, Francisco Amaral, pronunciando-se sobre a medida justificou que “depois do impacto que as medidas para combater a pandemia tiveram no setor do turismo, é fundamental estabelecer medidas que deem segurança aos trabalhadores e aos turistas, para que possam continuar a escolher Castro Marim”,

    Esta medida segue-se à testagem massiva de toda a população do concelho à COVID-19, numa altura em que o mesmo chegou a registar os números mais preocupantes da região algarvia.

    O rastreio vai ser realizado periodicamente e as inscrições são obrigatórias. Trata.se da terceira fase da campanha “Testar para parar o vírus”, iniciada em fevereiro. Com várias ações conduzidas por uma equipa de profissionais de saúde voluntários, esta iniciativa teve a particularidade de levar a testagem COVID-19 na UMS (Unidade Móvel de Saúde), percorrendo as povoações mais isoladas do concelho.

  • Morangos cultivados em contentores reciclados

    Morangos cultivados em contentores reciclados

    Na província espanhola de Huelva foram instaladas as primeiras plantações denominadas Vertical Green – verde vertical – onde a cooperativa Onubafruit começou a cultivar frutos vermelhos.

    Ali, o CEO da Vertical Green, explicou ao presidente da Asaja-Huelva, José Luís Álvarez, as vantagens que, em seu entender, apresentam estas plantacções , tais como a garantia das colheitas, utilização de variedades independentemente das condições climatéricas, o prolongamento das campanhas atuais, a poupança de água que pode chegar a 95%, a blindagem a pragas e doenças, a uniformidade da produção, a especialização e a redução de custos de mão de obra.

    Trata-se de uma produção otimizada e maximizada, realizada em contentores marítimos reciclados (Green Shelters), módulos facilmente transportáveis, instaláveis sobre qualquer localização. Três destes contentores podem produzir o equivalente a um hectare de cultivo tradicional.

    Nota: Não são apresentadas informações sobre a questão da biodiversidade animal.

    ./Fonte: Campo Actual /Huelva

  • Guadiana já tem estaleiro para a ciência do Mar

    Guadiana já tem estaleiro para a ciência do Mar

    «Mar profundo» é assim mesmo que está nomeado o primeiro navio com essa finalidade, uma embarcação capaz de testar a tecnologia de ponta desenvolvida no nosso País e que qualifica a Nautiber como empresa capaz de participar neste nicho especializado da construção naval.

    O navio deslizou no carro para as águas mansas do rio Guadiana, atestando desde logo a flutuabilidade. Terá a missão de testar novas tecnologias na área das ciências marítimas, como robots, sensores e veículos submarinos não tripulados. Vai ser utilizado acima de tudo pelo Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC) da Universidade do Porto e pelo Centro de Investigação Tecnológica do Algarve (CINTAL) da Universidade do Algarve, mas também por outras entidades académicas.

    Foi construído durante a pandemia, atestando a resistência do mundo do trabalho à adversidade, tendo a construção demorado cerca de um ano.

    Rui Roque, responsável pelo estaleiro e pela empresa afirmou aos jornalistas que a obra era de grande importância para a empresa «porque pode abrir-nos outros mercados que até agora, sem executar e sem fazer algo assim, possivelmente, não teríamos acesso. Esta oportunidade que o INESC TEC nos deu é fundamental para a nossa indústria»

    Salientou que está criado um produto específico, vendável lá fora. Lembrou que a empresa já tinha realizado outros trabalhos, mas não com uma embarcação tão especializada. «É a nossa entrada no segmento da ciência», confirmou.

    A cerimónia de «bota-abaixo» contou com a presença de Manuel Heitor, ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior; José Apolinário, presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve; José Manuel Mendonça, professor catedrático no Departamento de Engenharia e Gestão Industrial da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto e presidente do Conselho de Administração do INESC TEC; de Paulo Águas, Reitor da Universidade do Algarve; e de Helena Pereira, presidente da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) , madrinha do «Mar Profundo»  marinheira com curso de Patrão de Costa.

    A embarcação foi financiada pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), através do Programa Operacional Regional do Norte, e pela FCT através de fundos nacionais.

    Muito trabalho ainda por fazer

    O «Mar Profundo» ainda não está pronto, falta a instalação de computadores e outros meios de apoio à missão que se destina, permitir dar um salto muito grande para testar se aquilo que foi feito em tanque no laboratório está ou não, funcional para a função que foi projetada. Os robots são do tipo AUV (Autonomous Underwater Vehicle) e ROV (Remotely Operated Vehicle) para a exploração dos recursos da plataforma marinha, assim como vários tipos de sensores.

    O «Mar Profundo» terá «computadores a bordo, um sistema de comunicação e duas plataformas de acesso ao mar. Terá também uma grua e plataforma móvel e pode testar se os robots conseguem localizar e chegar a recursos. Prevê-se que entre ao serviço em setembro, cento e cinquenta dias por ano. Tem 19 metros por 7 de boca, permitindo a presença de oito investigadores a bordo, mais três a quatro tripulantes. Tem uma autonomia até três dias no mar antes de voltar a um porto…

    A Nautiber foi escolhida em concurso público, emprega diretamente setenta pessoas e mais dez subcontratadas. Em média, a empresa entrega dez embarcações por ano, o que representa uma faturação média de sete milhões de euros. Neste momento de incerteza e da crise mundial, o estaleiro tem encomendadas catorze embarcações já em construção, sendo oito para exportação e as restantes para o mercado nacional, revelou Rui Roque aos jornalistas presentes.

  • Ministro da Ciência participa em Bota-Abaixo nos estaleiros da Nautiber

    Ministro da Ciência participa em Bota-Abaixo nos estaleiros da Nautiber

    É um navio de investigação para «teste e validação de tecnologias na área das ciências marítimas desenvolvido pela TEC4SEA, parceria formada pelo Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC) da Universidade do Porto e pelo Centro de Investigação Tecnológica do Algarve (CINTAL), reconhecida pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) e incluída no Roteiro Nacional de Infraestruturas de Investigação de Interesse Estratégico (RNIIE)».

    A embarcação científica foi financiada pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), através do Programa Operacional Regional do Norte, e pela FCT através de fundos nacionais, e permitirá deslocar para alto mar e mar profundo recursos humanos, laboratoriais e logísticos que só podiam atuar em terra.

    Fica assim reforçada com esta unidade naval, a TEC4SEA, uma parceria capaz de desenvolver investigação potenciadora da Economia do Mar e de desenvolvimento de tecnologias de exploração do mar, apostando na área da robótica (veículos autónomos e não autónomos), comunicações e monitorização avançada.

    A Nautiber

    Vocacionados para a construção à medida do Armador, a NAUTIBER – Estaleiros Navais do Guadiana Lda. é conhecida como os “Alfaiates da Fibra de Vidro” e é especializada em construção em poliéster, reforçado a fibra de vidro e reparação naval, constituindo um exemplo da capacidade deste setor e do potencial de diversificação da economia da Região do Algarve.

    Com um portfolio diversificado, a NAUTIBER está intimamente ligada à comunidade piscatória e marítima da Região, construindo embarcações de pesca (arrastões, palangreiros, cercadoras, atuneiros e ganchorra) e de apoio à aquacultura “offshore”, unidades de fiscalização e dragagens, embarcações de recreio, marítimo-turísticas e de transporte de passageiros (monocasco, catamarans e trimarans).

  • Passagem entre Espanha e Marrocos em estudo para o Verão

    Passagem entre Espanha e Marrocos em estudo para o Verão

    A autoridade Portuária da Baía de Algeciras (APBA) colocou a concurso a prestação de diversos serviços e contratos de abastecimento, para o caso de ser ativado o tráfego internacional e normal, antes da pandemia, de viajantes do Norte da Europa, nos meses de Junho a Setembro.

    O presidente da APBA, Gerardo Landaluce disse ao diário andaluz Huelva Informacíon que deveriam colocar-se na ordem do dia as licitações para que o procedimento administrativo estivesse em ordem no tempo oportuno. A APBA tem aberto o concurso para adjudicar o serviço de ordenamento de veículos e informação aos passageiros dos portos de Algeciras e Tarifa. O contrato anual tem um valor estimado de 1,323 milhões de euros, com possibilidade de ser prorrogado até 2022. Há um outro para o fornecimento de água ao pessoal da autoridade portuária no valor de 20,4 mil euros por ano.

    Neste momento, o Reino de Marrocos está em estado de emergência e fecho de fronteiras, pelo menos até 10 de Maio do ano em curso, sendo que a operação da fronteira é normalmente iniciada em Junho, faltando menos de um mês.

    foto: Photo by Alejandro Martin on Unsplash

  • 5G para territórios de Baixa Densidade e agricultura

    5G para territórios de Baixa Densidade e agricultura

    A ministra da agricultura, Maria do Céu Antunes, em declarações prestadas ao Jornal de Negócios, lembrou que o Governo tem 93 milhões de euros diretos para financiar uma rede de inovação, para permitir a transição digital e ambiental com a garantia de rendimento aos agricultores.

    Das suas declarações retiramos que está prevista a instalação da rede de rega e o investimento de 17 milhões de euros para aumentar a eficiência hídrica no Algarve e reduzir a perda de água. A ministra também considerou como medidas medidas fundamentais a cobertura 5G, para que nos territórios de baixa densidade a largura de banda seja consentânea com esta ambição de digitalização do setor agrícola.

  • Apoios a empresas turísticas foram renovados

    Apoios a empresas turísticas foram renovados

    Reabriu as candidaturas desde 25 de março e  até 16 de abril de 2021, ou até ao esgotamento da dotação ao Apoiar.pt + Apoiar Restauração e estabeleceu novos limites de apoios para as empresas que apresentem quebras de faturação superiores a 50%, aplicando-se retroativamente às candidaturas anteriormente submetidas, sendo o ajustamento dos montantes a receber feito de forma automática.

    No Apoiar + Simpes estabeleceu novos limites de apoios para as empresas que apresentem quebras de faturação superiores a 50%, aplicando-se retroativamente às candidaturas anteriormente submetidas, sendo o ajustamento dos montantes a receber feito de forma automática. Passam a ter acesso os ENI sem contabilidade organizada e sem trabalhadores por conta de outrem à data da candidatura, também até 16 de abril de 2021 ou até ao esgotamento da dotação

    No programa APOIAR RENDAS, passam a ser elegíveis os contratos de exploração ou cedência de imóvel para fins comerciais, com início em data anterior a 13 de março de 2020. Têm já acesso os ENI sem contabilidade organizada e sem trabalhadores por conta de outrem à data da candidatura, tam bém até 16 de abril de 2021, ou até ao esgotamento da dotação.

    No âmbito destas alterações, a «A Linha de Apoio à Tesouraria das Micro e Pequenas Empresas do Turismo» foi reforçada em 20 milhões de euros, passando agora para uma dotação orçamental total de 120 milhões de euros, havia sido já reforçada em agosto 2020 e janeiro 2021.

    Outra alterações:

    Aplicação de moratória ao início do reembolso dos empréstimos já concedidos em todos os períodos de carência que terminem até dia 31 de março de 2022 são prorrogados até  30 de junho de 2022. Aumento do valor do prémio de desempenho em 250 euros por empresa, mediante adesão ao selo Clean & Safe e frequência das respetivas ações de formação no decorrer do ano de 2021, num processo de preparação contínua para o momento da retoma. Esta alteração aplica-se a todas as candidaturas, novas e já aprovadas à data da publicação do atual Despacho Normativo.

    Já entrou em vigor a nova linha de apoio à economa Covid-19, gerida pelo Banco Português de Fomento, que se traduz em «empréstimos bancários de curto e médio prazo, exclusivamente para o financiamento das necessidades de tesouraria para o reembolso dos valores recebidos para viagens organizadas (na aceção do Decreto-Lei n.º 17/2018, de 8 de março), que não foram efetuadas ou foram canceladas por facto imputável à pandemia da COVID-19».

    Podem aceder a esta Linha de Apoio Micro, Pequenas e Médias Empresas (PME), certificadas pela Declaração Eletrónica do IAPMEI, bem como Small Mid Cap e Mid Cap, em qualquer dos casos com atividade em território nacional, que desenvolvam atividade do CAE 79 (Atividades das agências de viagem e operadores turísticos), como atividade principal ou secundária, e que cumpram cumulativamente os demais critérios de elegibilidade.

    Outras medidas em vigor, geridas pelo Banco Português de Fomento, que se destinam a apoiar o emprego e a manutenção dos postos de trabalho atividades fortemente afetadas pela pandemia são «Linha de Apoio à Economia COVID-19: Empresas de Montagem de Eventos» destinada a apoia a montagem de eventos, traduzindo-se em empréstimos bancários de curto e médio prazo exclusivamente para o financiamento de necessidades de tesouraria.

    Podem aceder a esta Linha de Apoio Micro, Pequenas e Médias Empresas (PME),  bem como, Small Mid Cap e Mid Cap, em qualquer dos casos com atividade em território nacional continental, cujo volume de negócio em 2019 tenha sido em pelo menos 30% proveniente de atividade no âmbito da montagem de eventos, seja ao nível das infraestruturas ou do audiovisual, e que cumpram os demais critérios de elegibilidade.

    A «Linha de Apoio à Economia COVID-19: Empresas Exportadoras da Indústria e do Turismo» para apoio à indústria e ao turismo, traduz-se em empréstimos bancários de curto e médio prazo exclusivamente para o financiamento de necessidades de tesouraria. Podem aceder a esta Linha de Apoio Micro, Pequenas e Médias Empresas (PME),  bem como, Small Mid Cap e Mid Cap, em qualquer dos casos com atividade em território nacional continental, que desenvolvam atividade nas listas de CAE constantes no Documento de divulgação e que cumpram os demais critérios de elegibilidade

    tToda a  informação pode ser consultada no Portal do Turismo de Portugal

  • Parecer negativo a exploração de abacates em Lagos

    Parecer negativo a exploração de abacates em Lagos

    Considerou que o aumento de volume de água a extrair, pode colocar em causa o abastecimento público, caso se prolongue a situação de seca e porque pode vir a colocar em causa a sustentabilidade da massa de água Almádena-Odiáxere.

    O presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) revelou que a entidade deu parecer desfavorável na consulta pública sobre a Avaliação de Impacto Ambiental (AIA) de uma plantação de abacates em Lagos, no Algarve. Ouvido na comissão parlamentar de Ambiente, Energia e Ordenamento do Território na Assembleia da República, em Lisboa, sobre a plantação ilegal de abacates, Nuno Lacasta fundamentou a posição com o «aumento de volume de água a extrair» que contraria as medidas de prevenção no âmbito dos efeitos de seca no Algarve.

    O aumento de volume de água a extrair, disse, pode «colocar em causa o abastecimento público» caso se prolongue a situação de seca, além de também poder vir a «por em causa a sustentabilidade da massa de água Almádena-Odiáxere”».

    A APA defende igualmente que é necessário garantir que a estrutura natural da Ribeira de Espiche, destruída pelos promotores da exploração seja reposta independentemente do desfecho da AIA.

    Segundo fonte da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve, a entidade elaborou um procedimento de AIA de um produção de abacate numa área de cerca de 128 hectares promovida pela empresa Frutineves, Lda., cuja intenção de parecer já foi enviada para o promotor que tem agora até meados de abril para se pronunciar no âmbito da audição de interessados.

    Foi esta exploração que esteve na origem da audição parlamentar de hoje, requerida pelo BE e pelo PAN. A exploração foi implantada ao longo de dois anos, com várias queixas de cidadãos e associações ambientalistas e, entretanto, alvo de embargo por parte da CCDR-Algarve e de uma coima de 12 mil euros. Além desta exploração de abacates, na reunião da comissão parlamentar foi também referida uma outra financiada pelo Programa de Desenvolvimento Rural (PDR) 2020.As duas explorações estão localizadas no concelho de Lagos e, no total, representam quase 200 hectares de pomares.

    Nuno Lacasta defendeu não fazer sentido que estas infraestruturas não estejam sujeitas a licença de utilização criando uma situação em que um projeto só porque é candidato a fundos comunitários seja controlado e o que não o é consiga passar pelos pingos da chuva, sendo fracionado para evitar algumas obrigações legais.Uma alteração da legislação para evitar este subterfúgio e passarem a ser contabilizadas as áreas acumuladas das várias explorações foi uma ideia defendida por vários intervenientes na sessão.

  • Empresa financeira controla Conserveira do Sul em Olhão

    Empresa financeira controla Conserveira do Sul em Olhão

    A Grow Capital Partners trabalha nas áreas de serviços de consultoria em matéria de investimento em ativos financeiros, aconselhamento a veículos de investimento em geração de energia renovável e eficiência energética, serviços de assessoria estratégica e financeira a empresas e assessoria em projetos imobiliários. Actua em Portugal em parceria com a Pátria Imobiliário na Consultoria e Gestão Imobiliária, e com a Sophie Real Estate na Mediação Imobiliária.

    O grupo comprador, liderado por Domingos Lopes , anunciou ter como objetivos o aumento das exportações e dar continuidade à gestão dos antigos proprietários e aumentar. Na sua opinião, «o volume de exportações da Conserveira do Sul tem capacidade para crescer de forma sustentada, até atingir os valores possíveis neste sector», de acordo com o texto do comunicado.

    Durante os próximos meses a nova gestão da empresa será acompanhada pela família fundadora tendo em vista assegurar uma transição natural. O novo líder da equipa de gestão da empresa nota que a Conserveira do Sul está inserida «num meio onde existe este capital humano tão valioso, com anos e anos de experiência num sector tradicional português e, ainda por cima, com a vantagem de estas pessoas e esta empresa terem fatores diferenciadores evidentes nomeadamente as suas marcas e produtos únicos». 

    Para Miguel Magalhães, representante dos novos acionistas, o processo decorreu «com tempo, sem pressa e com a maior discrição para garantir que a vida dos colaboradores da empresa e as suas famílias, além da produção e comercialização dos produtos, eram defendidos e tudo se mantinha sem oscilações e especulações».  Diz ainda que, embora mantenham os olhos mo mercado nacional, a grande aposta será a intenacionalização.

    «Demos tudo a esta empresa, que cresceu com valor, qualidade e criou postos de trabalho. Esta operação garante continuidade ao desenvolvimento da empresa e também a todos os que dela fazem parte. Como numa corrida de estafeta, entregamos, agora, esta magnifica empresa, uma PME moderna e competitiva, a este grupo de investidores em que, de certa forma, nos reconhecemos”, notou um porta-voz da família vendedora.

    A Conserveira do Sul foi fundada em 1950, tem cerca de 100 colaboradores , forte capacidade de produção instalada e marcas comerciais com reputação no mercado interno”. 

  • «Algarve fica-te bem» premiado na ITB Berlim

    «Algarve fica-te bem» premiado na ITB Berlim

    O filme da campanha promocional «O Algarve fica-te bem» venceu na categoria internacional «Destinos Turísticos – Regiões» dos «The Golden City Gate 2021», festival de cinema e multimédia de turismo realizado no âmbito da ITB Berlim, a maior feira de turismo do mundo, que este ano decorre num formato totalmente virtual.

    O filme foi produzido pela New Light Pictures para o Turismo do Algarve, superando os restantes filmes num dos mais importantes mercados emissores de turistas para o Algarve, com um registo anual de aproximadamente dois milhões de dormidas na hotelaria da região no período pré-pandemia.

    Criada com o objetivo de motivar os turistas nacionais e estrangeiros a desfrutarem das férias do verão na região, reforçando a confiança na marca «Algarve» e a notoriedade do principal destino turístico do país, a campanha apresenta um filme motivacional protagonizado por um dos casais de influencers de viagens de maior sucesso internacional da atualidade, os @explorerssaurus_, que partilham experiências únicas em lugares excecionais dispersos pela região, tais como quedas de água, vilas pitorescas, praias de extensos areais e águas cristalinas ou mais recônditas e escondidas entre arribas.

    Em nota, o presidente do Turismo do Algarve, João Fernandes, afirmou que «a distinção tem um sabor especial, por ser o reconhecimento internacional do trabalho feito na promoção turística da região, e faz-nos continuar a acreditar que tudo o que aconteceu no último ano não nos impedirá de voltar em força. Muito em breve tornaremos a poder descobrir como nos fica bem este Algarve e desfrutar da vasta oferta turística do destino. Este prémio, no âmbito da ITB Berlim, reforça a mensagem de que a região está preparada para receber turistas de diferentes origens em segurança».

    Anteriormente, o mesmo filme tinha sido premiado no ART&TUR – Festival Internacional de Cinema de Turismo 2020, que decorreu em Viseu, e no Finisterra – Arrábida Film Art & Tourism Festival 2020, em Sesimbra.

  • EDIA divulga estudo sobre o olival no Alqueva

    EDIA divulga estudo sobre o olival no Alqueva

    Para a empresa, de certa forma, é o símbolo da nova agricultura de regadio da região e a olivicultura portuguesa aumentou drasticamente a sua produtividade, o que já possibilitou um superavit de exportações.

    A EDIA mandou desenvolver um estudo para «caracterizar tecnicamente o setor» e perceber quais os verdadeiros impactos desta cultura, nas vertentes económica, social e ambiental e ainda identificar as condições para promover a sua sustentabilidade.

    O trabalho que contou com a colaboração de vários organismos do Ministério da Agricultura – a Direção Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural (DGADR), a Direção Regional de Agricultura e Pescas do Alentejo (DRAPALE), o Instituto Nacional de Investigação Agrícola e Veterinária (INIAV) e a Direção Geral de Agricultura e Veterinária (DGAV).

    Os resultados apontam no sentido de que «o olival moderno de regadio pode ser desenvolvido de uma forma sustentável e ecologicamente positiva, dependendo das práticas culturais utilizadas». E que exige Boas práticas como a preservação e o fomento de bolsas de biodiversidade no meio da cultura (galerias ripícolas, bosquetes, quercíneas isoladas, charcos temporários, sebes vivas e entrelinhas multifuncionais) ou a preferência pelo controlo biológico das pragas têm assim um papel decisivo.

    A empresa disponibiliza o resultado do estudo em:

  • Restaurantes com esplanadas abertas a 5 de Abril

    Restaurantes com esplanadas abertas a 5 de Abril

    Foi o primeiro-ministro quem anunciou  as várias fases do plano de desconfinamento que arrancou na passada segunda-feira, dia 15 de Março e durará até 3 de Maio já no dia 15 de março e estendendo-se depois até 3 de maio.

    Todos os estabelecimentos que tenham esplanada são os primeiro a ter autorização para abrir portas e servir os clientes no exterior num máximo de quatro pessoas por mesa. O serviço no interior destes estabelecimentos só será permitido na próxima fase, que começa a 19 de abril, com a restrição horárias de até às 22:00 horas, durante a semana, e nos fins-de-semana e feriados até às 13:00 horas. Nesta ocasião, o número de pessoas permitido nas esplanadas sobe para seis enquanto. No interior mantém-se a regra das quatro pessoas por mesa.

    Até lá, os restaurantes mantêm-se encerrados ao público, com autorização para continuar a operar em regime de delivery (entrega) e take-away (comida para fora) e autorização de venda ao postigo.

  • Mais de três milhões perdidos pela hotelaria nacional

    Mais de três milhões perdidos pela hotelaria nacional

    Segundo a Associação da Hotelaria de Portugal, a hotelaria nacional terá perdido em 2020, 3,27 mil milhões de euros em receitas.

    A quebra representa uma diminuição de 73% face ao ano de 2019, sendo correspondente a uma queda de 65% das dormidas, informação relativa ao seu mais recente inquérito Balanço 2020 & Perspetivas 2021, realizado entre 04 e 28 de fevereiro do ano em curso.

    Com a praça hoteleira encerrada na maioria do ano, a taxa de ocupação foi de 25,97%, no cômputo nacional, uma descida de 43,03 pontos percentuais, na comparação com 2020. As regiões com pior performance neste indicador foram, a Região Autónoma dos Açores (17,71%) e Lisboa (21,69%).

    O Alentejo apresentou ocupação de 41,60%, a melhor a nível nacional, e foi também o destino que vendeu mais caro com um preço médio de 110,71 euros por quarto.

    Dos cerca de 500 inquiridos pela AHP, 89% referiu que o mercado nacional liderou as estadias, seguindo-se o mercado espanhol e o francês.

    Os estabelecimentos hoteleiros, de turismo de habitação e resorts, autorizados pelo Governo a operar  temporariamente como escritórios, showrooms e centros de dia, na sua a maioria não o fizeram e 76% dos hotéis inquiridos pela AHP, revelaram que não deram outra utilidade à unidade. Apenas 17%, cedeu o alojamento a profissionais de saúde.

    Já quando ao lay off simplificado, 96% das unidades aderiram e 75% utilizaram o Apoio à Retoma Progressiva. Apenas um por cento dos inquiridos afirmaram não ter recorrido a nenhum tipo de apoio.

  • «Estaminé» na Ilha Deserta arde na noite

    «Estaminé» na Ilha Deserta arde na noite

    Deflagrou ao final da noite de ontem e esteve a ser combatido por elementos dos Bombeiros Sapadores de Faro, apoiados por elementos da Polícia Marítima.

    ​​O alerta foi recebido cerca das 22:45 horas, através do proprietário do restaurante, avisado por um pescador.

    Segundo foi possível apurar junto do proprietário, o restaurante estava vazio, pelo que não haverá vítimas a registar.

    Após o alerta, o Capitão do Porto de Faro mobilizou de imediato para o local três embarcações da Polícia Marítima, com elementos dos Bombeiros Sapadores de Faro embarcados, para combater o incêndio utilizando motobombas, para tirar água da Ria Formosa.

    O restaurante onde deflagrou o incêndio é uma construção de madeira e tinha no seu interior três bilhas de gás que explodiram.

    O incêndio foi visível a partir de Olhão e de Faro, com fogo era de “grandes dimensões”. Nada se salvou, tendo as chamas consumido a construção.

  • CPPME pede mais justiça da atribuição dos Fundos Comunitários

    CPPME pede mais justiça da atribuição dos Fundos Comunitários

    Analisando o plano apresentado pelo Governo verifica que o mesmo apresenta vários eixos de investimento considerados prioritários e que afetam o futuro das micro, pequenas e médias empresas, tais como a transição digital.

    Porém, se bem que «a transição digital das empresas seja uma estratégia interessante do ponto de vista da melhoria da presença e competitividade das MPME portuguesas, principalmente no mercado digital e na introdução das mesmas neste paradigma, esta transição deverá ser vista como um caminho a percorrer para atingir um objectivo e não ser um objectivo em si», esclarecendo que tal significa que «o aumento da presença das MPME no mercado online e nas redes sociais «deverá servir para complementar a actividade normal da empresa, até porque no mercado online as MPME estão mais à “mercê” das grandes multinacionais que actuam neste mercado».

    Quanto às metas negociadas negociadas pelo Governo na questão da descarbonização, a CPPME, entende que «estas deverão ter em consideração os custos no curto/médio prazo para as MPME, especialmente no custo de investimento que as mesmas terão de fazer para ir de encontro a essas metas, sendo necessário um estudo de avaliação destes custos».

    Defende também a «inclusão de medidas de apoio à empregabilidade e formação profissional, apoios fiscais e nos custos operacionais nos primeiros anos pós-pandemia, maior acesso das MPME aos fundos europeus estruturais, uma maior aposta no mercado interno e na produção interna, apoios para a produção e distribuição de produtos regionais, entre outros apoios para a recuperação das MPME que a CPPME tem vindo a reivindicar no último ano».

    São as seguintes, as medidas propostas pela A CPPME para o PRR nacional:

    PROGRAMA DE EMPREGABILIDADE – com o objetivo de integração profissional de desempregados (subsidiados ou não), reforçando a aquisição e manutenção de competências socioprofissionais, para a contratação de desempregados, as empresas receberiam um apoio a fundo perdido de 15.000 €, ficando condicionadas à manutenção do posto de trabalho em, pelo menos, 2 anos.
    PROGRAMA DE APOIO À MANUTENÇÃO DE EMPREGO – com o objetivo de incentivar a manutenção dos postos de trabalho, junto das empresas que foram obrigadas a suspender ou a registar uma redução substancial da sua catividade.
    O apoio financeiro não reembolsável (a fundo perdido) é de 75% do valor recebido no âmbito das medidas covid-19 (de março de 2020 a Maio de 2021), para as empresas que mantiverem o nível de emprego até 31 de Dezembro de 2021, podendo ser majorado, em mais 10%, se a empresa mantiver os postos de trabalho até 30 de Junho de 2022.
    PROGRAMA DE APOIO AOS CUSTOS OPERACIONAIS – Para micro, pequenas e médias empresas, assim como empresários em nome individual, com e sem contabilidade organizada, na modalidade de subsídio não-reembolsável de 50% das despesas elegíveis.
    APOIO À EXPORTAÇÃO, VALORIZANDO PRODUTOS REGIONAIS DE DENOMINAÇÃO PROTEGIDA – Comparticipação dos encargos com o transporte para o exterior, de produtos regionais de Denominação de Origem Protegida, de forma a compensar os custos com a exportação, permitindo assim a valorização do produto nacional e o apoio a pequenos produtores.
    Despesas Elegíveis:
    a) Fretes marítimos; férreos ou aéreos desde o ponto de origem ao ponto de destino;
    b) Taxas portuárias e aeroportuárias;
    c) Despesas com estiva e handling nos portos e aeroportos de origem e de destino;
    d) Despesas com manuseamento e armazenagem temporária na medida em que estas se relacionem com o trajecto;
    2e) Despesas com seguros de mercadoria e seguros de expedição.
    Taxa de comparticipação
    Taxa de comparticipação de 90%, a incidir sobre as despesas elegíveis.
    Natureza e montante do apoio:
    O apoio a conceder, às despesas elegíveis, reveste a forma de incentivo não reembolsável.
    APOIO A PROJETOS SIMPLIFICADOS PROMOVIDOS POR MICRO, PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS, ATRAVÉS DA CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS NO DOMÍNIO DAS TECNOLOGIAS DIGITAIS – Comparticipação dos encargos com serviços de consultoria informática e serviços de cloud e e-commerce, com o objectivo de reforçar as capacidades de organização e gestão das empresas e de criar melhores condições de acesso aos mercados, através de presença efectiva na economia digital mediante investimento em tecnologias digitais (TIC)
    Taxa de comparticipação:
    A taxa de comparticipação de 90%, a incidir sobre as despesas elegíveis.
    Natureza e montante do apoio:
    O apoio a conceder, às despesas elegíveis, reveste a forma de incentivo não reembolsável.

    No final desta apreciação, a CPPME considera que o Governo no PRR, «deverá prestar mais atenção às micro, pequenas e médias empresas e à sua sobrevivência no pós-pandemia, pois os apoios que lhes estão a ser destinados em nada fazem justiça á relevância que as mesmas têm no tecido económico português e à sua importância para a manutenção e criação de postos de trabalho» e. ainda, que o Governo terá de criar as condições necessárias para «uma maior justiça, na distribuição dos fundos comunitários, com um aumento significativo nos valores, a serem atribuídos, aos projetos de investimentos apresentados pelas Micro, Pequenas e Médias Empresas Nacionais».

    foto: Photo by Brooke Cagle on Unsplash

  • Empresários do Algarve defendem cultura do abacate

    Empresários do Algarve defendem cultura do abacate

    Referindo-se ao caso do abacate e dos abacateiros, considera que, «infelizmente a vida é pródiga em situações em que preferíamos não entrar em debates na praça pública, mas quando as falsidades são muito graves a isso somos obrigados».

    Afirma que se reveste de «extrema importância e gravidade» a conduta dos detratores, por terem afrontado princípios essenciais da Carta da União Europeia, como são a Parceria, Participação e Cooperação, acusando-os de não terem ouvido as associações nem os agricultores. quando na região do Algarve existem plurissectoriais e sectoriais como a Frusoal e a Madrefruta, que, consiedera a UEA, dispõem de «elevada capacidade e vontade de cooperar». Citam ainda a ALGFUTURO.

    Referindo-se ao consumo de água, salientam que «as perdas do que escorre da serra e barrocal para o mar estimam-se em mais 1000 milhões de m3/ano, que soma às perdas nas degradadas canalizações municipais da ordem dos 15 m m3 e que acrescem os gastos dos milhares de piscinas particulares, espaços verdes municipais, poupanças no consumo urbano, poupanças nos espaços verdes públicos, etc.». O somatório municipal aponta para um valor suficiente de água para regar cerca de 2000ha de abacateiros.

    Diz a UEA que espera «que se façam com rigor os levantamentos e depois se tomem globalmente medidas, sem estabelecer períodos de 90 ou 180 dias proibindo plantações novas, o que é mortal para a confiança dos investidores nacionais e estrangeiros».

    Subscrevem a Carta Aberta a Frusoal, a Madrefruta e a Algarfuturo com a «solidariedade de 1500 sócios da ALGFUTURO, membros das 29 Associações aderentes e a título individual»

    Foto: Photo by René Cadenas on Unsplash

  • Alcoutim quer Ponte com Espanha e Açude na Foupana

    Alcoutim quer Ponte com Espanha e Açude na Foupana

    Também porque vai contribuir para o desenvolvimento do concelho e para assegurar a resiliência do território aos episódios de seca e é de «extrema relevância» a inclusão destes empreendimentos no Plano de Recuperação e Resiliência;

    Nessa mesma proposta o PS aprecia positivamente o facto do PRR enquadrar a intervenção em ligações transfronteiriças, designadamente no que concerne ao concelho de Alcoutim, a Ponte Alcoutim-Sanlúcar de Guadiana, visando o desenvolvimento da mobilidade transfronteiriça.

    Depois, a moção considera que a Ribeira da Foupana é um dos principais cursos de água do concelho, apresentando-se como um importante ativo na definição de respostas que visem o aumento das reservas de água a nível local e regional e que a construção de um açude no seu curso «contribuirá para o combate à desertificação, melhorando a resiliência do sistema hídrico, através do reforço da capacidade de armazenamento, constituindo uma relevante mais- valia na resposta às necessidades de água da região, sem prejuízo de outras opções complementares».

  • «Os Verdes» querem preço da água inalterado

    As empresas concessionárias do abastecimento de água, em ano de inflação zero aumentaram a fatura e o Partido Ecologista «Os Verdes» está a questionar o Governo sobre a necessidade de serem mantidos sem alteração.

    Uma pergunta entregue pelo PEV, Partido Ecologista “Os Verdes” questiona o Ministério do Ambiente e da Acão Climática, a propósito de algumas autarquias terem subido o preço da fatura da água, a invocar um contrato com a sua concessionária, neste ano de 2021 em que é estimada uma inflação a zeros de zero pontos percentuais ou mesmo negativa.

    A crítica a estes aumentos salienta ainda que o preço deste bem essencial vai baixar 2,24%. «O Verdes» anotam ainda que esta situação ocorre num período em que as pessoas estão a perder rendimentos, ao mesmo tempo que, com o confinamento, se regista um aumento de todas as despesas de consumo.

    Nas suas questões apresentadas na Assembleia da República, aquele partido lembra que, durante o primeiro confinamento, houve um aumento em 10% do consumo energético das famílias e anotam que este mesmo aumento ocorreu «em municípios onde as águas se encontram privatizadas através de contratos de concessão e onde o preço da água era já dos mais caros do País».

    O sentido da pergunta ao Governo é para que o mesmo ature no sentido de garantir que o preço da fatura da água se mantenha inalterado, mesmo em autarquias onde a gestão é privada.

  • Continente volta a comprar laranja do Algarve

    Continente volta a comprar laranja do Algarve

    A marca afirma que todas as laranjas disponíveis nas lojas Continente são do Algarve, incluindo as disponíveis nas máquinas de sumo das lojas, assim como o sumo de laranja natural à venda nas cafetarias BAGGA e nas suas entregas ao domicílio através de BAGGA Delivery, e que é espremido na hora. A variedade de laranjas sumo distinguem-se por não terem umbigo e serem mais doces,.

    O Clube de Produtores Continente (CPC), em parceira com os seus produtores, garante que «são utilizadas as melhores práticas agrícolas nos pomares algarvios, resultando numa fruta de excelência», sendo colhidas à mão.

    Os dois mil hectares de pomares onde se realizam aas colheitas estão distribuídos entre Tavira e Silves e pertencem a cerca de 100 produtores que compõem quatro Organizações de Produtores Membros do Clube de Produtores Continente.

    A laranjas algarvias possuem têm certificação IGP – Indicação Geográfica Protegida – a certificar que o produto possui uma determinada qualidade, reputação ou outras características que podem ser essencialmente atribuídas à sua origem geográfica.