FOZ – Guadiana Digital

Categoria: Economia

  • Espanhóis têm dobro da quota de sardinha

    Espanhóis têm dobro da quota de sardinha

    Podem ser capturadas até 13.545 toneladas, 7.145 a mais que no ano passado, o que permitirá a frota espanhola em 2021 capturar, mais que o dobro de que em 2020.

    As frotas de frotas de Huelva e Cádiz, dispondo de mais de 80 embarcações e os cercos com retenida do Cantábrico e Noroeste de Espanha são os principais , beneficiados.

    A autorização está publicada no Diário Oficial do Estado de Espanha.

  • Hoteleiros querem certificados externos à União Europeia

    Hoteleiros querem certificados externos à União Europeia

    A Associação de Hotelaria de Portugal (AHP) considera importante a aceitação de certificados de vacinação de países de fora da União Europeia. Segundo o comunicado divulgado, consideram em primeira análise a aceitação de certificados digitais de vacinação a turistas dos EUA, Canadá, Israel e Espaço Schengen, mercados tidos po muito importantes para o país e também porque o estádio de vacinação em que se encontram esses países o permite.

    O presidente da AHP, Raul Martins reconhece que a decisão não depende apenas do Governo português, devido *a regra europeia da reciprocidade no reconhecimento que consideram estar a ser «muitíssimo prejudicial e a atrasar a recuperação económica»,. Ainda assim, entendem que cabe a Portugal pressionar pelo seu lado e, inclusive, «tomar uma posição de abrir o caminho e decidir por si». e observam que é o que vários países europeus estão a fazer.

  • Caça à rola com interdição transitória

    Caça à rola com interdição transitória

    As populações de rola-comum (Streptopelia turtur), espécie protegida no âmbito da Diretiva das Aves da União Europeia, tem vindo a apresentar, ao longo dos anos, um decréscimo significativo, tendo Portugal, em articulação com as Organizações do Setor da Caça e Organizações Não Governamentais de Ambiente, tomou medidas restritivas de caça a esta espécie, quer reduzindo os limites diários de abate, quer reduzindo drasticamente o número de dias de caça.

    Segundo o ICNF, os estudos desenvolvidos ao nível da UE, em cooperação com os vários Estados Membros e organizações setoriais, conduziram ao desenvolvimento de um plano de ação internacional para a conservação da rola-comum, a implementar até 2028, bem como um modelo de gestão de caça adaptativa.

    Os modelos subjacentes a estes estudos dão indicações relativas às populações de rola-comum da rota migratória ocidental, que abrange Portugal, que mesmo sem caça há uma probabilidade significativa de se manter o declínio da espécie, declínio esse que aumenta em qualquer cenário que envolva a pressão adicional originada pela caça.

    As medidas preventivas de gestão adaptativa, iniciadas em Portugal, «tiveram sempre presente que para a questão ser abordada com a eficácia necessária teriam de possuir uma abrangência supranacional, uma vez que estamos perante populações de uma espécie migratória, entendimento este que foi defendido junto das autoridades comunitárias e dos restantes Estados Membros da UE».

    Verificou-se agora que, em linha com o que ICNF tinha vindo a defender junto da COM para que uma eventual proibição temporária da caça à rola-brava tivesse algum grau de eficácia, os maiores países da UE abrangidos pela rota migratória ocidental proibiram a caça a esta espécie, estando assim cumprida a condição essencial para Portugal poder adotar também essa medida.

    A nível nacional encontra-se em fase final o lançamento dos trabalhos relativos ao “Plano de Recuperação e Conservação da Rola Comum”, preparado em conjunto com as OSC, ONGA e a academia, com apoio do Fundo Florestal Permanente no valor de cem mil euros, com o objetivo de aumentar o conhecimento sobre esta espécie e determinar quais as variáveis de gestão que atualmente impactam as suas populações, no sentido de encontrar medidas que permitam inverter o seu declínio.

    Reconhecendo a importância que possui a exploração sustentável dos recursos cinegéticos, através da caça, enquanto fator de desenvolvimento regional e local, promotora da melhoria dos habitats e da valorização dos territórios, encontra-se a decorrer junto do ICNF um procedimento concursal ao abrigo do Fundo Florestal Permanente, com uma dotação de quatro milhões de euros, para a atribuição de apoios às entidades gestoras de zonas de caça com o objetivo de apoiar investimentos de melhoria e gestão dos habitats, uma vez que este é um fator essencial para a recuperação das espécies de fauna selvagem.

  • Desertificação preocupante na fronteira do Guadiana

    Desertificação preocupante na fronteira do Guadiana

    Revelados pelo Censo de 2021 revelam dados preocupantes sobre a desertificação humana na margem portuguesa do Guadiana, apesar de todos os programas e dos rios de dinheiro gastos em projetos que prometiam a inversão da tendência que continua a verificar-se de abandono e concentração nas grandes cidades.

    Porque fogem do interior os seus habitantes é uma discussão que tem vido a ser feita para a tomada de medidas de correção, mas o certo é que existem causas debatidas diariamente e reconhecíveis nas reclamações não atendidas.

    A vida moderna não chega às populações isoladas, o investimento na produção de postos de trabalho é escasso, a agricultura tradicional está a desaparecer ou por abandono ou por substituição pela cultura intensiva ou reservas de caça. A navegabilidade do rio vai a passo lento, há poucas pontes entre as duas margens.

    Quanto à vida moderna não há quem resista e uma Internet ainda a lentíssima. Por exemplo, na Aldeia da Mesquita, Mértola, onde muitas vezes se fazem os artigos de FOZ – Guadiana Digital só agora temos banda larga 4G e, a maior parte dos dias, a contratada de 40 MB não atinge sequer os 10 MB, repartida que está com o número de chamadas simultâneas. Transportes para o centro uma vez por semana e por concessão municipal, transportes para fora do concelho tem de se agarrar um táxi para embarcar num expresso.

    Quem navega neste mar de dificuldades para uns, mar de rosas para outros, são as companhias que a lei protege e que estão agora a discutir o 5G, mas certamente vão começar a instalar as primeiras ligações dos estádios de futebol e nas grandes arenas, depois nas ruas das grandes cidades e só daqui a outros dez anos vão chegar ao interior a dizer que não vale a pena instalar nada porque não há gente que justifique. Bazucas de pólvora seca é o que mais se veem por aí, dizem os mais céticos.

    ./JEC – Foz do Guadiana

  • Faro ligada a Nantes a partir de novembro

    Faro ligada a Nantes a partir de novembro

    A nova rota do aeroporto de Nantes vai ser estabelecida desde a Alta Bretanha no noroeste de França ao aeroporto de Faro, no algarve.

    Segundo a easyJet, a empresa continua a seguir uma série de procedimentos de segurança a bordo, de acordo com a orientação das autoridades competentes, que inclui a desinfecção diária da cabine, declarando-os eficazes na proteção contra o coronavírus por pelo menos 24 horas, e também o uso obrigatório de máscara para clientes e tripulantes.

    Todas as aeronaves easyJet são equipadas com filtros HEPA, semelhantes aos usados ​​em hospitais, que filtram 99,97% dos vírus e bactérias que podem ser transportados pelo ar da cabine.

  • DRAP Algarve anuncia a aquicultores por telemóvel a qualidade da água

    DRAP Algarve anuncia a aquicultores por telemóvel a qualidade da água

    Assim vai ser o novo serviço que o projeto PrecisAqua se propõe a desenvolver e teve um financiamento atribuído no valor de 301.083€, correspondente a uma taxa de financiamento de 70%.

    MATEREOSPACE Lda é o Promotor deste Projeto, e os parceiros são Instituto Superior Técnico e NIVA – Norwegian Institute for Water Research. Este serviço de aquacultura de precisão com dados da água em tempo real e previsão tem como promotor a UNDERSEE – Matereospace, Lda. e parceiros o Instituto Superior Técnico, a NIVA – Norwegian Institute for Water Research.
    O financiamento EEA Grants é de 301.083,00€, para o financiamento total de 430.119,00€, ao abrigo do programa Crescimento Azul.

    Justificação

    As atividades tradicionais de monitorização de água, as operações com sensores ou os processos de manutenção e controlo são sobretudo manuais e influenciados pela experiência pessoal, o que normalmente se traduz numa baixa qualidade dos dados disponíveis.

    No sector da aquicultura, onde os níveis de qualidade da água são essenciais para manter o produto em excelentes condições para o consumo humano, esta é uma tarefa dispendiosa quer em tempo quer em dinheiro.

    Por outro lado, as previsões da qualidade da água ou são inexistentes ou demoram demasiado tempo para a maioria dos produtores de peixe mais tecnológicos podendo alguns episódios que afetam a produtividade não ser detetados, como a depleção de oxigénio ou o florescimento de algas.

    Este projeto visa o lançamento no mercado de um novo serviço/produto para o setor da aquacultura que, alegam os promotores permitirá o desenvolvimento de métodos produtivos mais eficazes e sustentáveis. Os utilizadores terão acesso a tempo real e previsões de temperatura das águas superficiais e níveis de concentrações de oxigénio dissolvidos para os próximos dias e alertas de possíveis eventos de depleção de oxigénio ou mesmo de florescimento de algas.

    O novo modelo de serviço permite aos aquicultores monitorizar e prever as mudanças na qualidade da água sem preocupações com a compra de equipamentos ou com a manutenção dos sensores.

  • Jerónimo de Sousa falou do Plano Ferroviário Nacional

    Jerónimo de Sousa falou do Plano Ferroviário Nacional

    Numa sessão de esclarecimento realizada em Bragança, Jerónimo de Sousa, secretário geral do PCP afirmou que «desde que este Governo está em funções há 6 anos, este é para aí o vigésimo anúncio da aquisição de comboios, mas por enquanto só chegou à CP algum material rebocado e em segunda mão. Uma pessoa mais distraída deve considerar que em Portugal existe um ritmo frenético de investimento na ferrovia. Infelizmente, não existe. Frenético só mesmo o ritmo de anúncios e promessas».

    E disse até que «foi impossível não reparar que para apresentar esta sua promessa, o Governo usou exatamente as mesmas palavras que um outro governo usou em 2009, quando a então anunciada compra de 102 comboios foi igualmente apresentada como «o maior investimento de sempre na aquisição de material circulante». Nem um foi comprado ainda. Esperemos que os 139 agora anunciados tenham melhor taxa de concretização».

    Referiu-se ao facto de o Ministro ter voltado a falar da construção de comboios em Portugal, relevando que «Tendo em conta que o PCP anda há anos a propor isso mesmo, deveríamos estar satisfeitos. Mas o problema com este Ministro é a prática».

    E esclareceu que os 22 comboios cujo contrato de aquisição já assinou vão ser comprados a uma empresa suíça e não são construídos em Portugal. Os 14 comboios para o Metro de Lisboa foram encomendados à mesma empresa e serão feitos em Espanha. «Assim não vamos lá. É preciso romper com este caminho».

    E apontou o que no entender do PCP deve ser feito: «Deixar de ir às compras como e onde a UE nos autoriza e organizarmos a produção em Portugal. Planificar a satisfação das necessidades nacionais de comboios a 15 anos. Programar o investimento necessário para o alcançar. Usar esse investimento para alavancar a reconstrução da construção de comboios em Portugal. Tal como na proposta que apresentámos ao País em março».

  • Secagem central de lamas na ETAR de VRSA

    Secagem central de lamas na ETAR de VRSA

    O sistema da Estação de Tratamento de Água Residual (ETAR) de Vila Real de Santo António (VRSA) foi concebido para receber efluentes das localidades da Fábrica, Altura, Manta Rota, Monte Gordo, Junqueira e Casto Marim, sendo composto por um sistema intercetor elevatório com 33 quilómetros de extensão.

    Funciona desde 2009, e foi desde então possível aumentar a área anteriormente servida no concelho de VRSA e Castro Marim e desativar as ETAR de Manta Rota, Altura e Castro Marim. 

    A instalação possui capacidade para tratar 20.965 metros cúbicos por dia, abrangendo a população máxima de 58.233 habitantes. Atualmente a ETAR, produz anualmente cerca de 3.600 toneladas de lamas, sendo que este volume agrava os custos da empresa em cerca de 121 mil euros, mas é possível, dadas as condições climatéricas da região do Algarve, um elevado número de dias de sol, construir um sistema de secagem solar de lamas, com a consequente redução do seu volume, peso e custo de envio a destino final. 

  • Suplemento de insalubridade demora a ser aplicado pelas autarquias

    Suplemento de insalubridade demora a ser aplicado pelas autarquias

    Embora esteja prevista a aplicação do «suplemento de insalubridade» na Lei do Orçamento do Estado para 2021, este não está a ser aplicado em muitas autarquias ou tem sido aplicado de forma irregular, quer no que respeita às profissões e funções abrangidas, quer quanto aos valores e à retroatividade da sua aplicação, denunciou o STAL em comunicado.

    Por isso mesmo cerca de duas centenas de dirigentes, delegados sindicais e activistas do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local (STAL/CGTP-IN) manifestaram-se em Coimbra, junto à Associação Nacional dos Municípios Portugueses, a exigir a aplicação imediata e com efeitos a 1 de Janeiro – do Suplemento de Penosidade e Insalubridade, «em todas as autarquias locais, serviços municipalizados ou empresas municipais».

    O sindicato reafirma que é preciso passar da lei à prática, após mais de duas décadas de luta dos trabalhadores da administração local pela consagração deste suplemento que, ainda assim, fica aquém do que reivindica o sindicato e está «longe de corresponder às expectativas dos trabalhadores, que exigem, antes, um suplemento mais abrangente e completo, envolvendo também «o risco e a atribuição de outros direitos, como mais dias de férias, a redução do horário de trabalho e da idade legal da reforma», a organização sindical considera que é «uma importante conquista».

    O sindicato defende ainda que a aplicação do suplemento deve ser alargada a todos os trabalhadores que desenvolvam actividades sujeitas a condições de penosidade e insalubridade, independentemente da carreira em que estão integrados. Afirma que vai continuar a luta pela sua aplicação «efetiva e abrangente».

  • Jornal de língua inglesa no Algarve faz campanha por Portugal no «Corredor Verde»

    Jornal de língua inglesa no Algarve faz campanha por Portugal no «Corredor Verde»

    A publicação, que apoia os negócios em Portugal e a indústria do turismo, está a agir junto dos seus leitores do Reino Unido, os cidadãos britânicos radicados no Algarve, os cidadãos britânicos e cidadãos de outras nacionalidades, empregados na indústria do turismo e os cidadãos britânicos que gostam de visitar o Algarve todos os anos, para ajudar a corrigir esta situação atual, fazendo regressar o nosso país ao Corredor Verde.

    A campanha destina-se a aumentar a sensibilização para a situação única portuguesa e propor razões lógicas para que o governo do Reino Unido mude de ideias.

    Pede aos nossos leitores e aos que apoiam a alteração da decisão de retirar Portugal da Lista Verde que enviem uma carta de lobby ao deputado local. «Além de vós, nossos leitores, apoiando a campanha, nós do The Portugal News também estaremos a trabalhar para destacar a campanha através de cartas a Boris Johnson e outros membros-chave do governo britânico, contatando com as autoridades portuguesas e compartilhando a campanha em nosso plataformas de mídia social com mais de 75.000 seguidores»., afirma o jornal na sua edição de hoje, 11 de Junho.

    Afirma também que publicará atualizações regulares no jornal impresso, que atinge 60.000 pessoas por semana e 600.000 visitantes únicos no site, a cada mês. O The Portugal News afirma-se empenhado em trabalhar com a comunidade e empresas locais para que Portugal continue a ser reconhecido como o destino seguro que sempre foi e continua a ser.

    «Se discordar da decisão do Governo do Reino Unido de continuar a deixar Portugal fora da lista verde, visite -portugal-on-the-green-list / 60281 para descobrir como fazer lobby com os ministros do Reino Unido». conclui.

  • CPPME Lamenta Votação da Assembleia da República sobre o SAF-T

    CPPME Lamenta Votação da Assembleia da República sobre o SAF-T

    A Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas manifestou em comunicado a sua «enorme estranheza», por ter visto ser chumbada na Assembleia da República a revogação da obrigação para efeitos de preenchimento da IES, referente ao Projeto Lei n.º 655/XIV, 2.ª, que alterava os procedimentos da entrega do ficheiro SAF-T (PT) relativo à contabilidade».

    A CPPME lembrou que foi um dos subscritores da petição dirigida à Assembleia da República e «lamenta profundamente esta Votação».

    A proposta teve apenas os votos favoráveis do PCP, PSD e CDS-PP. O voto contra do PS, e a abstenção do BE, impediram a aprovação das propostas de revogação.

    A CPPME contua a defender que «as bases de dados da contabilidade a entregar ao Estado/AT não podem incluir os registos contabilísticos. Somente devem ser entregues, para fins declarativos, elementos de reporte, ou seja, saldos. Mesmo esses têm de respeitar, entre outros aspetos, os direitos de privacidade das pessoas singulares, bem como, a AT não pode imiscuir-se na elaboração e apresentação pública das contas anuais das empresas e apenas tem que as receber sem interferir».

    E remata ter sido ser sempre este o seu entendimento e que a AT «não pode elaborar ou condicionar a forma como a contabilidade se executa. A CPPME reitera a sua posição de exigir a imediata suspensão da entrada em vigor do SAF-T, e tudo continuar a fazer para salvaguardar os interesse dos Micro, Pequenos e Médios empresários e os seus Contabilistas Certificados».

  • As razões dos Ingleses no volta atrás das fronteiras

    As razões dos Ingleses no volta atrás das fronteiras

    A abertura a verde tinha gerado uma aura de esperança na economia da região e tudo parecia indicar o regresso a uma normalidade capaz de recuperar o Verão, quando recebeu a notícia do novo confinamento e do fecho do corredor.

    Embora nem tudo esteja perdido e estejamos dependentes de uma avaliação nos próximos dias, as restrições impostas aos turistas britânicos pelo número 10 têm a ver com a variante Delta da Covid-19 da mutação indiana.

    O governo inglês, pela voz do secretário de Transportes, Grant Shapps disse ao jornal Guardian “Nós simplesmente não sabemos sobre a mutação, ou queremos arriscar”.

    Tudo parece indicar que os ministros agiram para estreitar as fronteiras da Grã-Bretanha, conforme novos dados sugeriam que a variante Delta tinha muito mais probabilidade de causar doenças graves e estava a circular mais rapidamente nas escolas, salienta aquele jornal inglês.

    Ao ser retirado Portugal da lista verde de países e acrescentar mais sete à vermelha, o governo de Boris Johnson provocou também a fúria interna na indústria de viagens, deixando muitos turistas no limbo.

    Portugal, incluindo a Madeira e os Açores, era o único destino turístico convencional para o qual os britânicos podiam viajar sem terem de ficar em quarentena, isolados por 10 dias no regresso.

    Variante Delta

    Dados do dos serviços de saúde inglês, mostraram que a variante Delta, detectada pela primeira vez na Índia, é dominante no Reino Unido e responsável por 75% dos casos. 

    Esta variante pode vir a causar mais doenças graves do que a variante Alfa de Covid, que tem sido dominante em todo o Reino Unido desde que foi detectada pela primeira vez em Kent no outono. 

  • Praias de Castro Marim renovadas

    Praias de Castro Marim renovadas

    São 11 apoios balneares, em praias distinguidas com o galardão Bandeira Azul, Praia Acessível e Qualidade de Ouro. Por isso mesmo, a câmara municipal decidiu veicular algumas informações considerada essenciais para esta época balnear, no que respeita às praias do concelho.

    O passadiço de acesso direto ao areal da Praia da Verdelago, comummente conhecida como Praia da Vala ou do Braço, ainda não classificada como água balnear, está ainda em fase de conclusão, no âmbito do novo passadiço da frente mar de Altura e a autarquia decidiu encerrar temporariamente o parque de estacionamento que a serve. Também calcula que a plena fruição do novo passadiço ocorra até meados do mês de junho e afirma garantidos os acessos principais a todas as praias classificadas.

    Alerta para o facto de que o acesso a viaturas policiais e de emergência, existente a poentem, deve estar livre e desimpedido e apela para que não se estacione no local.

    A UB1 Praia da Alagoa (zona poente, no limite do concelho) não tem ainda apoio balnear, sendo uma zona não vigiada. Existe sinalética própria a relembrar as medidas de segurança, que passam pelo uso da máscara nos acessos, circulação pelas zonas assinaladas e respeito pela lotação prevista para cada praia.

    Este ano foi lançado um repto para limitação de zonas de não fumadores a todos os concessionários, uma medida que se insere na política municipal de promoção da saúde e do bem-estar. A maioria dos títulos atribuídos recentemente, já tem prevista a disponibilização de equipamentos de apoio, cadeira anfíbia, a utentes de mobilidade reduzida, alargando a oferta deste serviço no concelho de Castro Marim – Concessões do Graccer/Eurotel (Praia da Alagoa/Altura – UB3 e UB4, Pezinhos na Areia (Praia Verde – UB 2) e Licia (Praia do Cabeço, UB 2 poente).

    Durante a época balnear, o Município de Castro Marim promoverá várias atividades de educação ambiental, a anunciar.

  • Apoios de praias na Eurocidade do Guadiana garantem acessibilidade integral

    Apoios de praias na Eurocidade do Guadiana garantem acessibilidade integral

    Os primeiros apoios de praia a alcançar o certificado de acessibilidade integral da plataforma Tur4all ficam situados nas praias de Isla Canela e Punta del Moral, em Ayamonte, no âmbito da Eurocidade do Guadiana.

    Esta certificação foi possível pelo enquadramento das praias no destino turístico transfronteiriço da Eurocidade do Guadiana, composta pelos territórios dos concelhos de Castro Marim, Ayamonte e Vila Real de Santo António. Estes apoios, «Playa Alta», em Isla Canela e «La Sonrisa», em Punta del Moral» são dois dos vinte e nove instalados nas praias de Ayamonte que já superaram a barreira das inspeccções e exigências requeridas pela acessibilidade para os estabelecimentos de hotelaria. Em Espanha, existem 276 estabelecimentos de restauração a contar com esta distinção. Contudo é a primeira vez que é atribuída a estabelecimentos de praia.

    Até ao momento ocorreram mais de uma centena de visistas por parte de técnicos dos organismos responsáveis para estas certificações por parte dos dois países.

    Playa Alta
  • Novo mercado em Serpa

    Novo mercado em Serpa

    O Mercado Municipal de Serpa reabre no próximo sábado, dia 29 de maio, «após obras profundas de requalificação», com oito novas lojas, dois talhos, uma peixaria, várias bancas de frutas e legumes, bem como de enchidos e produtos tradicionais e ainda um café, dotado de esplanada.

    Fica também aberto ao público o Centro Interpretativo do Queijo, o local onde é valorizado este produto de excelência do concelho, dando destaque à forma como é produzido.

    Para completar a oferta, no novo Mercado terá uma Loja do Queijo, uma Loja dos Vinhos e uma nova cozinha experimental.

  • Moura produzirá painéis solares e baterias

    Moura produzirá painéis solares e baterias

    Trata-se de um consórcio entre o grupo português Lux, liderado por Rui Torrão e Paulo Torrão, que atua no sector do turismo e o empresário Miguel Matias, do setor das energias, ex-diretor de Inovação da Galp Energia e fundador do Grupo Self Energy e da Optimeyes Energy Ltd, com sede em Londres.

    O Ministro do Ambiente e Ação Climática, João Pedro Matos Fernandes, e o secretario de Estado da Energia, João Galamba, estivrea, presentes no arranque da nova fábrica de painéis solares fotovoltaicos flexíveis e de baterias de lítio de alta temperatura de Moura.

    O projeto tem em vista a implantação de uma unidade industrial inovadora, a qual «combinada a produção de painéis solares flexíveis de baixo peso e de baterias de alta eficiência de lítio, num investimento inicial de cerca de 5 milhões de euros, cofinanciado pelo Programa Operacional Alentejo 2020 em cerca de 2,96 milhões de euros e que deverá recuperar, em Moura, mais de 40 postos de trabalho diretos, uma parte dos quais altamente qualificados, e outros 200 postos de trabalho indiretos na promoção, venda, desenvolvimento e instalação das soluções a fabricar», segundo a autarquia

    A cerimónia foi o primeiro passo visível deste projeto classificado como relevante e resulta de «um intenso esforço de promoção do Município de Moura, da região Alentejo e do Pais como plataforma para o desenvolvimento industrial das tecnologias verdes».

    Em Moura, a parceira tecnológica selecionada para a energia solar fotovoltaica é europeia e líder nos painéis de alta eficiência possibilitando que estes, além de flexíveis, apresentem um peso oito vezes inferior aos tradicionais, permitindo a sua aplicação em superfícies curvas, ou mesmo embutidas em telhas ou outro tipo de coberturas.

    Relativamente à tecnologia eleita para a produção de baterias de lítio de alta eficiência “XNRGI”, tem já uma patente registada nos EUA e uma fábrica em operação na Índia, sendo a unidade fabril de Moura a primeira do género no mercado europeu.

  • Intermarché apoia o Banco Alimentar

    Intermarché apoia o Banco Alimentar

    Desta vez a consigna do apoio é «O que Vale é a Intenção» aplicada todos os clientes que pretendem ajudar os que mais precisam, Para o fazerem têm de adquirir os vales disponíveis no supermercado, contribuindo com produtos para o Banco Alimentar Contra a Fome, designadamente embalagens de arroz, leite, salsichas, bolachas, entre outros bens essenciais para o dia-a-dia dos mais carenciados.

    No ano de 2020, esta iniciativa do Grupo entregou mais de 63 toneladas ao Banco Alimentar Contra a Fome, de norte a sul de Portugal.

  • Forum de turismo na Eurocidade do Guadiana

    Forum de turismo na Eurocidade do Guadiana

    O objetivo é debater e abordar o potencial turístico na fronteira, especialmente o papel que os rios transfronteiriços desempenham como elementos dinamizadores da atividade, nas regiões por onde correm. Neste segundo Forum, é esperada a presença de representantes dos projetos de gestão internacional dos rios Douro e Minho.

    O evento terá realização presencial em Vila Real de Santo António, na Bibioteca Municipal Vicente Campinas, às 10:00 horas, com a presença de autoridades locais como o Patronato de Turismo de Huelva, a Região de Tirusmo do Algarve e a Rede Ibérica de Entidades Transfronteiriças.

    As aportações dos participantes no foro destinam-se a ser adicionadas às de próximos encontros com agentes turísticos do território e a fazerem parte do material de estudo das universidades de Huelva e do Algarve.

    As acções que o Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial Eurocidade do Guadiana está a desenvolver na ára turística, das quais temos vindo a dar pormenores aos nossos leitores, como o Território Museo e a criação do primeiro destino transfronteiriço da Península Ibérica, vão ser também apresentadas.

    Na mesa redonda, moderada pelo professor da Universidade do Algarve, Adão Flores, vão estar presentes Vitor Neto, Fátima Catarina, Daniel Navarro, Rafael Barba e Pablo Rivera.

    Esta realização conta com o cofinanciamento do Projeto EuroGuadiana 2020, e da União Europeia, através do Programa de Cooperación Transfronteriça España Portugal – Interreg V-A.


  • Três municípios transfronteiriços do Guadiana num só destino turístico acessível

    Três municípios transfronteiriços do Guadiana num só destino turístico acessível

    Para além de manter contactos com peritos em sustentabilidade turística e operadores especializados em turismo acessível e cultural, a  Eurocidade do Guadiana esteve em outras duas vertentes: a presencial, através de uma delegação própria, que se deslocou à feira de Madrid para realizar a apresentação como primeiro destino sustentável transfronteiriço da Península Ibérica e para manter reuniões com agentes especializados; e a virtual, por intermédio de Ayamonte, no Stand Virtual do Patronato Provincial de Turismo.

    A presidente da Eurocidade, Natalia Santos, apresentou o novo destino sublinhando que Ayamonte é «um paraíso de luz nas margens do Guadiana e que, para além do mais, participa num Agrupamento  Territorial de Cooperação Europeia com os municípios vizinhos de Castro Marim e Vila Real de Santo António e, nela, os visitantes podem descobrir os três municípios e os dois países como apenas um só destino».

    Represntação empresarial

    Luís Romão diretor da Eurocidade destacou a importância da estratégia de turismo conjunta que a entidade está a desenvolver com um intenso trabalho de coordenação estratégica entre municípios no sentido de conduzir a que «turistas que cada um dos municípios atraiam por sua própria conta, possam passear em todo o território, aumentando a receita por turista no seu conjunto, bem como a melhoria da oferta do destino».

    Deu ainda especial relevo à questão da acessibilidade, afirmando «estamos decididos a ser o primeiro destino acessível não apenas da Península Ibérica, mas também da Europa. É uma questão de responsabilidade social, mas também de oportunidade de negócios para os nossos empresários da área turística. Estamos focados em que as pessoas com necessidades especiais possam desfrutar de tudo quanto o nosso território tem para oferecer, em igualdade de condições com o resto das pessoas».

    No stand presencial na FITUR, o presidente da Plataforma Representativa Estatal de Pessoas com Incapacidade Física, PREDIF, Francisco Sadón destacou que esta entidade «tem o compromisso de continuar a agir após esta primeira fase e a crescer em formação e sensibilização de todo o setor turístico da Eurocidade, bem como de melhorar a acessibilidade aos seus recursos.»

    O programa de trabalhos da representação técnica da Eurocidade acordou com a IFEMA reuniões com destacadas personalidades da sustentabilidade turística, operadores turísticos e agências de viagem que manifestaram interesse nas ações em desenvolvimento, bem como com outros agentes que participaram na apresentação e, deste modo, obtiveram informações sobre o potencial do território que estava a ser promovido. Também se realizaram encontros com agentes de cooperação transfronteiriça e com responsáveis de projeto de outros pontos raia Ibérica.

  • Um «quadro de trabalhadores» em cada empresa defende o PCP

    Um «quadro de trabalhadores» em cada empresa defende o PCP

    Para este partido, é também necessário que uma empresa agrícola tenha um quadro de trabalhadores da área e não se esconda e desresponsabilize atrás da contratação de serviços a empresas em cascata, incluindo as de trabalho temporário.

    O PCP está exigir a revogação de normas do Código do Trabalho que considera gravosas e critica o Governo e o Partido Socialista por as quer manter na legislação laboral com o apoio da direita, PSD e CDS, Chega e Iniciativa Liberal.

    Em Lisboa, após encontro com dirigentes sindicais da área da agricultura, da alimentação e da logística, em que foi discutida a situação de “outras Odemiras” espalhadas pelo país, Jerónimo de Sousa ouviu os relatos de sindicalistas e dirigentes comunistas que descrevem os problemas vividos pelos trabalhadores agrícolas, imigrantes e não apenas em Odemira.