FOZ – Guadiana Digital

Categoria: Economia

  • Oficina de Criatividade em Beja

    Oficina de Criatividade em Beja

    A sessão destina-se a constituir uma atividade mobilizadora que assume o formato de workshop e que se destina, de forma partilhada e colaborativa com as entidades participantes, a identificar tendências e oportunidades de negócio para a região Alentejo nos próximos anos.

    Esta iniciativa têm como destinatários entidades e instituições públicas com papel ativo na área do empreendedorismo e no desenvolvimento económico da região; empresários; Entidades do Sistema Científico e Tecnológico Nacional; e empreendedores.

    O projeto é uma iniciativa conjunta das Associações Empresarias NERBE/AEBAL, NERE, NERPOR E NERSANT e tem como principal objetivo a dinamização do tecido empresarial da região e estimulo ao empreendedorismo e é cofinanciado pelo Alentejo 2020 e

  • Formação turística no Alentejo

    Formação turística no Alentejo

    Este protocolo, estende-se aos municípios de Alandroal, Barrancos, Moura, Serpa, Mértola e Reguengos de Monsaraz e está inserido no Plano Reativar o Turismo – Construir o Futuro, no âmbito da Estratégia para o Turismo 2027, a qual que prevê formação direcionada às carreiras associadas à hotelaria e turismo, como mais um instrumento importante para melhorar competências profissionais do setor.

    O objetivo é valorizar e continuar a capacitar o setor turístico local, onde as sessões de capacitação dos agentes locais estarão a cargo das Escolas do Turismo de Portugal.

  • Porto de Sines tem elevada cotação Europeia

    Porto de Sines tem elevada cotação Europeia

    No contexto internacional da crise dos combustíveis provocado pela guerra na Ucrânia, o Porto de Sines, na Zona Atlântica alentejana pode vir a assumir um papel determinante no abastecimento da Europa.

    O relatório do Banco Mundial e da consultora S&P Global coloca o Porto de Sines como o 3º mais eficiente na Europa e outra publicação o coloca no 30º no Mundo, numa lista de 370 portos a nível mundial.

    Este relatório é denominado “The Container Port Performance Index 2021” e é destinado a servir de referência para os diferentes agentes económicos globais no que respeita à eficiência dos portos que movimentam carga contentorizada.

    Este indicador tem em conta o tempo dos navios em porto, desde a entrada até ao fim das operações, revelando a performance de vários stakeholders, desde os serviços de controlo de tráfego e pilotagem, reboque e amarração, o despacho pelas várias autoridades, abastecimentos e, logicamente, as operações de carga e descarga dos contentores garantidas pelo concessionário.

    Já no que respeits à tonelagem de carga movimentada em todos os terminais, o Porto de Sines foi considerado o 19.º maior porto da União Europeia.

    Fonte: Agricultura e Mar
  • Observatório FiturNext com inscrições abertas

    Observatório FiturNext com inscrições abertas

    O desafio deste ano é mostrar como o turismo pode contribuir para a regeneração dos espaços naturais, um compromisso alinhado com vários Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, que visam melhorar a qualidade de vida das pessoas e do meio ambiente.

    As iniciativas que promovam a conservação do meio ambiente natural através das suas atividades turísticas serão premiadas durante a próxima edição da FITUR, de acordo com seu nível de replicabilidade, as possibilidades de que as práticas possam ser adaptadas por outros atores e contextos , e seu nível de impacto positivo no setor.

    Todas as propostas que pretendam participar no Desafio 2023 têm até 1 de junho para se inscreverem através deste formulário online.

    FITUR abre inscrições para o seu programa de boas práticas – TNEWS

  • Bairros-digitais no Céu Aberto de VRSA

    Bairros-digitais no Céu Aberto de VRSA

    Falamos com presidente da  Associação dos Comerciantes de Vila Real de Santo António para dar aos nossos leitores a informação  sobre o âmbito previsto para as ações dos seus novos dirigentes.  Responde o presidente da Direcção, Luís Camarada, hoteleiro e empresário da restauração e deixou-nos a ideia daquilo que pretendem realizar.

    «A associação já existia, estava estava inativa e nós damos-lhe continuidade. É abrangente e vai desde os comerciantes do Centro Comercial a Céu Aberto, incluindo restauração e alojamento, aos industriais do concelho de Vila Real de Santo António. Ou seja, todo o tecido empresarial», começou por dizer.

    Uma mais valia do renascer da associação e «muito importante para nós, é que o município tem concorrerá a fundos comunitários e como tal, em parceria com uma associação, a viabilidade de obter ter esses fundos é muito mais fácil e com uma possível majoração de 40%As candidaturas vão ser, em primeiro lugar  para o Centro Comercial a Céu Aberto, para a constituição dos bairros-digitais, uma aplicação nos programas digitais destinados ao comércio e ao turismo».

    «O nosso Centro Comercial a Céu Aberto, abrange todas as condições exigíveis dentro dos itens da candidatura e como tal era necessária a criação da associação.», sublinhou.

    Vimos que foi feita uma crítica ao funcionamento do Glória Futebol Clube nos últimos anos e gostaríamos de saber se há alguma questão com o Glória ou se faz parte do vosso projeto um estímulo ao funcionamento das coletividades, perguntámos.

    ´«Os fundos comunitários vão fazer, por exemplo que nós consigamos os bairros digitais. Vamos ter uma necessidade dos espaços para a formação das pessoas que trabalham nas lojas e também promover atividades culturais. O nosso Centro Cultural é insuficiente, Em especial no período do ano em que está durante muito tempo encerrado devido à realização do Presépio Gigante», esclareceu o empresário, acrescentando:

    «O que nós pretendemos é fazer um protocolo com a direção do clube. Para além das atividades culturais, podemos desenvolver ali, por exemplo, palestras e workshops. E outras atividades que venham a ser necessárias para a implementação do projeto».

    Qual é, neste momento o acolhimento que o município presta ao ressurgir desta associação?

    O município tem colaborado connosco. Nesta fase do projeto já disponibilizou a loja 18 do Centro Cultural para as instalações, na torre sul. De início vai prestar apoio administrativo com cedências de apoios em mobiliário. Nesta associação não haverá quotas,  os sócios não vão ter que pagar. Porém, ela vai desenvolver atividades no sentido de se autofinanciar, através de eventos que possam surgir, e também vamos solicitar ao município que nos seja entregue a gestão de feiras  mercados e  outras atividades que o próprio município, por vezes, tenha dificuldade em  apoiar. E solicitar também outros eventos, tais como a “Feira das Velharias”, o mercado mensal. Onde haja financiamento da associação sem depender do município».

    Quantos associados já reúnem até ao momento?

    Associados temos até agora, desde o reatamento da atividade, 40 adesões. No próximo dia 13 de Maio, nas comemorações do nosso concelho, vamos fazer uma apresentação pública dos membros da Direção. Calculamos que  por essa ocasião, já  teremos 200 a 250 associados inscritos.

  • Geota quer alargamento da avaliação ambiental nas fotovoltaicas

    Geota quer alargamento da avaliação ambiental nas fotovoltaicas

    Dá nota de que, em Portugal, os projetos fotovoltaicos de dimensão superior a 50 MW, e de 20 MW em áreas sensíveis,  são obrigados a passar por uma Avaliação de Impacto Ambiental (AIA) e alerta sobre o recente anúncio de que a medida será dispensada nos projetos com dimensões inferiores às mencionadas.

    O GEOTA considera que esta tentativa «de acelerar o desenvolvimento de centrais solares poderá não produzir os resultados desejados a curto-prazo, em termos de segurança nacional e independência energética, e provocar impactos negativos desnecessários no ambiente e sociedade a médio e longo prazo».

    E cita um dos seus associados, Miguel Macias Sequeira, que afirma: «é vital aumentar rapidamente a produção solar fotovoltaica em Portugal, aproximando geograficamente a produção ao consumo, para cumprir os objetivos de descarbonização e assegurar a segurança energética. No entanto, a crescente flexibilização do acesso a licenças e a desregulamentação de legislação terá consequências ambientais e sociais negativas e evitáveis. Já anteriormente tínhamos alertado que a proliferação de centrais solares está a acontecer sem estratégia de localização, controlo ou restrições que tenham em conta as características do território, o que coloca em causa o património natural, a produção agrícola, os ecossistemas e seus serviços, e as vontades das comunidades locais».

    A ONG acredita que a AIA é um instrumento essencial em projetos com investimentos avultados, áreas de ocupação consideráveis e que são suscetíveis de produzir efeitos significativos no ambiente e não pode ser vista como uma “perda de tempo”, um “esverdear do projeto” ou uma “burocracia”. Trata-se de uma ferramenta importante, e única, para ponderar os impactes ambientais de um projeto na sua fase preliminar e, consequentemente, melhorar a sua conceção e definir medidas de mitigação”.

  • Explorações agrícolas no Algarve e Alentejo com forte descida em 30 anos

    Explorações agrícolas no Algarve e Alentejo com forte descida em 30 anos

    Atualmente existem 8.659 explorações de olival, 1.969 de vinha, 8.943 de frutos de casca rija, 6.030 de frutos frescos, 4.858 citrinos 740, frutos subtropicais e 21 de outras culturas permanentes.

    O número das explorações com culturas temporárias ė de 564 culturas forrageiras, 420 de cereais para grão, 154 de batatas, 765 de culturas hortícolas e 91 de leguminosas secas para grão, 170 de prados temporários, 136 de outras culturas temporárias, 80 de culturas industriais e 64 de flores e plantas ornamentais.

    Na região do Alentejo, no mesmo período, o número de culturas desceu de 68.461. Para 38.541.

    Atualmente existem 21.169 de olival, 5.424 de vinha, 3.221 de frutos de casca rija, 1.772 de frutos frescos, 2.520 de citrinos, 99 de frutos tropicais e 82 de outras culturas permanentes

    Quanto ao número de explorações em culturas temporárias, são 8.665 de culturas forrageiras, 4.637 de cereais para grão, 363 de batata, 1.555 de culturas hortícolas, 1.149 de leguminosas secas para grão, 2.396 de prados temporários, 249 de outras culturas temporárias, 596 de industriais e 66 de flores e plantas ornamentais.

    No site do Instituto Nacional de Estatística. Estes números podem ser observados em detalhe, região por região, município por ~´município e freguesia por freguesia de todo o País

  • Metalúrgica Vilanave moderniza equipamentos

    Metalúrgica Vilanave moderniza equipamentos

    A empresa metalúrgica VILANAVE, que decidiu investir no reforço das competências da equipa de trabalho e na modernização dos equipamentos, recebeu a vista dos presidentes José Apolinário, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) da Região do Algarve e de Álvaro Araújo da câmara municipal do concelho onde está sediada, Vila Real de Santo António.

    Estas visitas enquadram-se nas visitas de trabalho a Pequenas e Médias Empresas que apostam na sua resiliência e competitividade, criando emprego, com o apoio de Fundos Europeus geridos na Região.

    Segundo a CCDR algarvia, em 2021, foram aprovadas quarenta e duas candidaturas de Pequenas e Microempresas ao Programa de Apoio à Produção Nacional (PAPN), totalizando um investimento total de 5,98 Milhões de Euros (M€) e recebendo um apoio de Fundos europeus de 2,23 M€ através do Programa Operacional Regional e, até 31 de março, encontram-se abertos dois novos avisos no âmbito do PAPN para micro e pequenas empresas:

  • Como é traiçoeiro o mar

    Como é traiçoeiro o mar

    Foi em Espinho no passado dia 23 de Março, mas pode ocorrer em qualquer praia de ondulação forte.

    Foi falha dum dos motores disse a testemunha ocular que ligou para o 112. Ferros e rede já estavam dentro da embarcação. Houve um ferido mas está já em casa.

    A explicação pra o atraso do trator foi o facto de a embarcação ter de vir mais cedo para a terra em carga mas com falha numa máquina. De qualquer forma, mesmo com o trator no local o desfecho teria sido semelhantes, devido ao comportamento da onda, demasiado rápida no recuo.

  • “Juntos pelas Abelhas”

    “Juntos pelas Abelhas”

    A empresa vai voltar a apoiar a apicultura com a oferta de 300 novas colmeias aos apicultores nacionais cujos apiários estejam em regiões afetadas por catástrofes e calamidades registadas em 2021 – como os incêndios florestais -, dando assim continuidade à missão centrada no repovoamento das abelhas.

    Esta é a segunda edição da campanha “Juntos Pelas Abelhas”, que teve início no ano passado com a oferta de colmeias a 61 apicultores de norte a sul do país, numa altura em que a sobrevivência destes polinizadores volta a estar em causa devido à seca e à falta de floração que se faz sentir em Portugal.

    Depois de em 2021 ter alertado para a importância que as abelhas assumem na manutenção dos ecossistemas e para a sustentabilidade da cadeia alimentar, a marca NESTUM® volta a colaborar com as duas principais federações apícolas nacionais – FNAP (Federação Nacional dos Apicultores de Portugal) e FENAPÍCOLA (Federação Nacional de Cooperativas Apícolas e de Produtores de Mel). O concurso está aberto até 22 de Março e destina-se a apicultores federados, elegíveis para a oferta de 300 núcleos de abelha-rainha, seguindo os critérios definidos pela Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV), a entidade que tutela o sector.

    Razões de um concurso:

    “As abelhas são essenciais para a sobrevivência da Humanidade e do planeta. Sem elas, não teríamos polinização e não haveria, por exemplo, frutos silvestres, abacates, couves, maçãs, amêndoas, laranjas, entre muitos outros alimentos. Por isso, e porque o mel é o ingrediente ‘estrela’ de NESTUM® Mel, não poderíamos deixar de dar continuidade ao caminho que iniciámos em 2021.

    A campanha “Juntos pelas Abelhas” teve um impacto muito positivo no repovoamento das abelhas. Estamos confiantes de que este ano a campanha voltará a ser um sucesso e felizes por vir a oferecer, em apenas dois anos, um total de 700 núcleos de abelha-rainha, que se multiplicarão.”, refere Elisa Riboldi, da Nestlé Portugal.

    “A apicultura é uma atividade nacional de grande relevo e com muita expressão no nosso país, existindo cerca de 11 000 apicultores com um total de cerca 750 000 colmeias, distribuídas por todo o território nacional. Sendo esta atividade considerada como tradicional, conta já com muitos apicultores profissionais.

    As abelhas são associadas sobretudo à produção de mel, um alimento de excelência, mas também têm um papel predominante e fundamental na polinização, sendo essenciais para a manutenção da biodiversidade e para a produção de alimentos.
    Pese embora o clima propício do nosso país para a prática apícola e a boa dinâmica do nosso setor apícola, existem ameaças à produção apícola, tais como a introdução de novas doenças e novos predadores das abelhas e a ocorrência de catástrofes naturais, como tempestades, incêndios e seca.

    É neste contexto que o apoio aos apicultores cujos apiários se encontravam nas regiões afetadas por catástrofes e calamidades em 2021, foi muito importante para que estes possam continuar a sua atividade e contribuir para a sustentabilidade do planeta.
    A Direção Geral de Alimentação e Veterinária está assim ciente das várias dificuldades que esta atividade enfrenta, pelo que continuará em conjunto com as Organizações de Apicultores, a tomar as medidas adequadas de modo a zelar pela sanidade das nossas abelhas e continuará com todo o agrado a apoiar a campanha “Junto pelas abelhas” que, estamos cientes voltará a ser um sucesso.”, comenta Susana Guedes Pombo, Diretora-Geral da Direção-Geral de Alimentação e Veterinária.

    Os apicultores selecionados no concurso serão revelados a partir do dia 6 de abril e a entrega dos 300 núcleos vai ser feita pela Nestlé, num prazo médio de seis meses, após a divulgação dos beneficiários pela FENAPÍCOLA e FNAP, e que, de acordo com a indicação da DGAV, foram elegíveis para esta contribuição.

  • Micro, pequenas e médias empresas contra aumentos nos combustíveis

    Micro, pequenas e médias empresas contra aumentos nos combustíveis

    Os aumentos brutais dos combustíveis e da energia em 2021 e 2022, em particular nesta última semana e os que se anunciam para a próxima, deixam cada vez mais claro que os portugueses e as Micro, Pequenas e Médias Empresas estão irremediavelmente reféns da especulação das petrolíferas.

    Consideram-se vítimas do aumento em catadupa de todos os seus custos, não tendo condições de os renegociar ou repercutir nos preços dos seus produtos e serviços, contrariamente às grandes empresas e cadeias de distribuição, levando a que muitas delas tenham de fechar ou reduzir a actividade.

    Perante tal situação, a CPPME – Confederação Portuguesa das Pequenas e Médias Empresas, exige a redução imediata da carga fiscal sobre todos os combustíveis e o fim da especulação com o estabelecimento de preços máximos para a sua comercialização.

  • Custos de nova construção aumentam 7,2%

    Custos de nova construção aumentam 7,2%

    O preço dos materiais e o custo da mão de obra apresentaram, respetivamente, variações homólogas de 9,1% e de 4,5, segundo nota divulgada pelo Instituto Nacional de Estatística.

    Em janeiro de 2022, a variação homóloga estimada do Índice de Custos de Construção de Habitação Nova
    (ICCHN) foi de7,2%, taxa superior em 0,2 p.p. à observada em dezembro de 2021.

    Os preços dos materiais aumentaram 9,1% (8,2% no mês anterior) e o custo da mão de obra aumentou 4,5% (5,2% em dezembro).
    O quadro seguinte apresenta um resumo das taxas de variação homóloga dos índices para o total e para as componentes dos materiais e da mão de obra na construção:

    Quanto à vaariação homóloga, o custo dos materiais contribuiu com 5,3 p.p. para a formação da taxa de variação homóloga do ICCHN (4,8 p.p. em dezembro de 2021) e a componente mão de obra contribuiu com 1,9 p.p. (2,2 p.p. no mês anterior). Entre madeiras e derivados de madeira, todos com crescimentos homólogos acima dos 20%.

    Na variação em cadeia, A taxa de variação mensal do ICCHN foi 1,1% em janeiro de 2022 e o custo dos materiais aumentou 2,7%, tendo o custo da mão de obra diminuído 1,1%.

    Quanto ao índice de Custos de Construção de Habitação Nova Taxas de variação mensal, total e por fator de produção. As componentes materiais e mão de obra contribuíram com 1,6 p.p. e -0,5 p.p..

  • Reabriu em Estremoz a pousada Rainha Santa Isabel

    Reabriu em Estremoz a pousada Rainha Santa Isabel

    A cidade orgulha-se de ser conhecida por ser Centro de Ciência Viva e o executivo municipal releva os esforços e o empenho com que procurou junto da tutela e do Grupo Pestana Pousadas, encontrar as soluções necessárias à resolução do problema.

    Assim, partir de agora, este antigo palácio, «palco de batalhas, amor e traição» está reaberto e disponível para o receber os visitante, equipado com estacionamento, sala de reuniões, piscina interior e as comodidades de uma unidade hoteleira de quatro estrelas.


  • Silves abre 6ª Mostra Capital da Laranja

    Silves abre 6ª Mostra Capital da Laranja

    Camané, Jorge Palma e Brasa Doirada foram cabeças de cartaz dos espetáculos da 6.ª Mostra Silves Capital da Laranja, que decorreram nos dias 18, 19 e 20 de fevereiro na zona ribeirinha, junto à FISSUL.

    Camané, voz masculina de referência do fado apresentou o seu mais recente álbum “Horas Vazias”, onde revisita autores como Amália Rodrigues; Amélia Muge; Maria do Rosário Pedreira; Teresa Muge; David Mourão-Ferreira; Fernando Pessoa; João Monge; Jorge Palma; Júlio Dinis; Pedro Abrunhosa; Sérgio Godinho; Vitorino Salomé; numa viagem entre clássicos, inéditos e fados tradicionais. Presente no certame esteve também Jorge Palma e não faltou a fechar.

    No último dia marcaram presença os “embaixadores” do Cante Alentejano em terras algarvias “Brasa Doirada”, pelas 16h30. Será uma tarde a reinventar o Cante (sem nunca ferir as suas origens), com novas sonoridades e uma musicalidade muito própria. A todos estes fatores juntar-se-á uma componente humorística, repleta de momentos de boa disposição, interpretada pelos membros deste grupo, composto por três enfermeiros e um engenheiro.


    O presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento (CCDR) da Região do Algarve, José Apolinário felicitou a câmara municipal de Silves pelo evento que considerou como «evento emblemático no quadro do apoio à atividade económica e às empresas do setor agrícola no Concelho de Silves».

    Aproveitou a opotunidade para salientar que «após o tsunami da pandemia é hoje consensual que o turismo, a nossa principal atividade económica da região, terá uma recuperação gradual. Tal como é consensual a premência de diversificar a base económica da região. Continuaremos a ser a principal e primeira região de turismo do País, mas temos de conseguir diversificar a atividade económica».

    Lembrou que em 2022 é imperativo voltar a colocar o foco nos residentes, nos turistas nacionais e destacou que, em 2021, o município de Albufeira teve 3,8 milhões de dormidas (10,1 %) do total nacional, com uma muito significativa presença de residentes nacionais, para salientar que, neste contexto, « importa sobretudo desenvolver ações para ganhar a escolha dos consumidores pelos produtos do Algarve, o que reforça e destaca o acerto na realização desta Mostra da Laranja».

  • Tarifa social da Internet está em vigor

    Tarifa social da Internet está em vigor

    A tarifa social da Internet entra em vigor em vigor a 1 de janeiro de 2022. Todos os operadores que fornecem acesso à Internet em banda larga a vão disponibilizar a consumidores de baixos rendimentos ou com necessidades sociais especiais, elegíveis para as tarifas sociais da energia e da água.

    A tarifa social da Internet é um apoio que concede acesso, a consumidores economicamente vulneráveis, a um conjunto mínimo de serviços de Internet a um preço mais baixo face às ofertas comerciais disponíveis no mercado, no valor de 6,15 euros, já com IVA incluído, com tráfego mensal de 15 GB por mês, e velocidades de 12 Mbps de descarga e de 2 Mbps de subida.

    Associado, existe um conjunto mínimo de serviços básicos de dados, previstos no Código Europeu de Telecomunicações, tais como correio eletrónico, motores de pesquisa, que permitam procurar e consultar todo o tipo de informação, ferramentas em linha de formação e educativas de base, leitura de jornais ou notícias, compras ou encomendas online de bens ou serviços, procura de emprego e ferramentas de pesquisa de ofertas de trabalho, ligação em rede ao nível profissional, serviços bancários via Internet, utilização online de serviços da administração pública em linha, redes sociais e mensagens instantâneas, chamadas e videochamadas (com qualidade-padrão).

    Este acesso tanto pode ser fixo como móvel, consoante a cobertura existente numa determinada região. Refira-se ainda que a tarifa social da Internet não inclui televisão ou telefone.

    A tarifa social da Internet destina-se a consumidores que sejam beneficiários do Complemento Solidário para Idosos (CSI), Rendimento Social de Inserção (RSI), Subsídios de desemprego, Abono de família, Pensão social de invalidez do regime especial de proteção na invalidez ou do complemento da prestação social para a inclusão ou Pensão social de velhice.

    Podem beneficiar também da tarifa social da Internet as famílias com rendimento anual igual ou inferior a 5 808 euros, acrescido de 50% por cada elemento que não disponha de qualquer rendimento , até o próprio, até um limite de dez pessoas.

    Durante o ano de 2022, a tarifa social de Internet terá um custo mensal de 6,15 euros (5 euros + IVA). Os operadores podem exigir ainda um custo de ativação máximo de 26,38 euros (21,45 euros + IVA), que pode ser pago em 24 prestações mensais, uma forma de fidelizar.

    A tarifa social da Internet deve ser pedida junto do operador escolhido, devendo o pedido ser acompanhado por alguns dados pessoais, nomeadamente o nome completo, o Número de Identificação Fiscal (NIF) e a morada fiscal.

    Os estudantes universitários inseridos em agregados familiares que sejam elegíveis, devem ainda apresentar uma declaração comprovativa de matrícula em estabelecimento de ensino superior e um documento comprovativo da morada de residência atual.

    Após a receção do pedido, o operador remete-o à Anacom para que esta entidade verifique a elegibilidade do requerente junto da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) e da Segurança Social (SS) e, assim que confirmada a elegibilidade, o operador atribui automaticamente a tarifa social da Internet no prazo máximo de 10 dias.

  • PIB do Algarve baixou 16,7 por cento

    PIB do Algarve baixou 16,7 por cento

    Este boletim surge na sequência da disponibilização no dia 15 de dezembro dos dados consolidados de 2019 e os provisórios de 2020 das Contas Regionais pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), «apresentando uma análise sintética e a evolução de um conjunto de indicadores que traduzem globalmente o panorama macroeconómico da região».

    Como se aguardava, diz a CCDR algarvia, as contas regionais «refletem o fortíssimo impacto da pandemia com uma diminuição do Produto Interno Bruto (PIB) regional em 16,7 por cento, em termos homólogos, e diminuindo o peso relativo do PIB da região em relação ao País de 4,8 para 4,4 por cento, confirmando as consequências do choque externo causado pela pandemia, que abalou a economia mundial e, em diferentes intensidades, os países e as regiões, com especial reflexo no Algarve por ter uma base económica quase exclusivamente dependente do Turismo».

    Para a contração real do PIB no Algarve contribuiu significativamente o decréscimo do Valor Acrescentado Bruto (VAB) dos ramos do comércio, transportes e alojamento e restauração, atividades com relevância fundamental na estrutura produtiva da Região e muito afetadas pela diminuição da atividade turística associada às restrições impostas pela pandemia da COVID-19.

  • Avaliação bancária em 1.272/m2

    Avaliação bancária em 1.272/m2

    O valor da avaliação bancária, no âmbito de pedidos de crédito para a compra de habitação, fixou-se em 1 272 euros/m2, mais 21 euros que o observado no mês precedente (1 251 euros/m2). Os maiores aumentos face ao mês anterior registaram-se no Centro (2,2%) e no Algarve (2,1%).

    Apartamentos

    O valor da avaliação bancária de apartamentos foi de 1 401 euros/m2, tendo aumentado 11,9% relativamente a novembro de 2020. O valor mais elevado foi observado no Algarve (1 701 euros/m2) e o mais baixo no Alentejo (905 euros/m2). O valor mediano da avaliação para apartamentos T2 subiu 10 euros, para 1 422 euros/m2, tendo os T3 subido 19 euros, para 1 248 euros/m2. Estas tipologias representaram 80,3% das avaliações de apartamentos realizadas.

    Moradias

    O valor da avaliação bancária das moradias foi de 1 031 euros/m2, em novembro, o que representa um acréscimo de 8,1% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Os valores mais elevados observaram-se no Algarve (1 758 euros/m2) e na Área Metropolitana de Lisboa (1 694 euros/m2), tendo o Alentejo registado o valor mais baixo (840 euros/m2). Comparativamente com o mês anterior, os valores das moradias T2, T3 e T4, tipologias responsáveis por 88,9% das avaliações, atingiram os 976 euros/m2 (mais 20 euros), 1 019 euros/m2 (mais 22 euros) e 1 092 euros/m2 (mais 14 euros).

  • Ano novo novos aumentos

    Ano novo novos aumentos

    A eletricidade aumenta para quem está no mercado regulado, mas também para os clientes que já passaram para o liberalizado. As portagens e os transportes também registam acréscimos, assim como as rendas. As inspeções automóveis vão subir 25 cêntimos a partir de 1 de janeiro e ainda falta conhecer preços de outros serviços ou taxas das autarquias locais.

    Na eletricidade, as famílias que aderiram para as famílias ao mercado regulado vai subir, em média, 0,2%, como foi já anunciado pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), a Galp aumenta em cerca de 2,7 euros mensais as tarifas da eletricidade a partir de janeiro, embora os consumidores que permaneçam no mercado regulado ou que, estando no mercado livre, tenham optado por tarifa equiparada, a variação média anual das tarifas transitórias de venda a clientes finais em baixa tensão é de 0,2%”, embora no mês de Janeiro tenham a descida média de 3,4% e relação aos preços em vigor em dezembro do corrente ano. Os consumidores da tarifa social vão beneficiar de um desconto de 33,8% sobre as tarifas de venda a clientes finais.

    As rendas vão subir 0,43% em 2022, depois de terem estado congeladas este ano, foi confirmado por um aviso do INE – Instituto Nacional de Estatística, O coeficiente de atualização de 0,43% para os contratos de arrendamento rurais e urbanos para 2022, publicado em Diário da República, acontece após o congelamento este ano, na sequência de variação negativa do índice de preços, e aumentos de 0,51% em 2020, 1,15% em 2019, 1,12% em 2018, 0,54% em 2017 e 0,16% em 2016.

    As portagens nas autoestradas deverá aumentar 1,84% em 2022, tendo em conta a taxa de inflação homóloga, sem habitação para outubro, divulgada pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Em 2020 e 2021 os preços das portagens não foram alterados, após quatro anos consecutivos de subidas: em 2019 as portagens nas autoestradas aumentaram 0,98%, depois de aumentos de 1,42% em 2018, de 0,84% em 2017 e de 0,62% em 2016.

    O preço dos transportes públicos que irá vigorar a partir de 01 de janeiro de 2022 será atualizado em 0,57%, de acordo com a Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT). Por outro lado, os preços dos passes sociais no Porto vão manter-se em 2022, segundo o presidente da Área Metropolitana do Porto (AMP), Eduardo Vítor Rodrigues.

    Já os passes únicos Navegante, Municipal e Metropolitano vão manter o seu valor no próximo ano, de 30 e 40 euros, respetivamente, anunciou a Transportes Metropolitanos de Lisboa (TML).

    As inspeções obrigatórias de automóveis ligeiros aumentam para 31,80 euros e o de pesados para 47,59 euros a partir de 01 de janeiro, segundo uma deliberação publicada no Diário da República. O aumento das tarifas das inspeções técnicas a veículos rodoviários, previsto numa deliberação Instituto da Mobilidade e dos Transportes, vigora a partir de 01 de janeiro de 2022 e teve por base a última atualização do INE da taxa de inflação (sem habitação), referente a novembro de 2021, com uma taxa de variação média anual (sem habitação) de 0,99%. Na deliberação é apresentado o valor base para os veículos ligeiros de 25,85 euros, a que acresce IVA a 23%.

    A tarifa base dos veículos pesados sobe para 38,69 euros, a que acresce IVA, a dos motociclos, triciclos e quadriciclos para 13,02 euros e as dos reboques e semirreboques para 25,85 euros. Já a tarifa base da reinspeção de inspeções aumenta para 6,48 euros, a atribuição ou reposição de matrícula para 64,53 euros, a extraordinária para 90,25 euros e a emissão de segunda via da ficha/certificado de inspeção para 2,43 euros.

  • Condições da CDU para aprovar orçamento de VRSA

    Condições da CDU para aprovar orçamento de VRSA

    A CDU diz ter identificado alguns dos problemas aos quais deve ser dada resposta por parte da autarquia, e cuja resolução «deve ser vertida no próximo Orçamento Municipal, nomeadamente:- A valorização dos direitos dos trabalhadores da autarquia, sendo necessária a eliminação das situações de precariedade e a aplicação do Suplemento de penosidade e insalubridade em toda a sua extensão.– A necessidade de perceber qual vai ser o rumo da autarquia, em matéria de serviços que foram privatizados e contratos ruinosos que lesam o concelho como, por exemplo, o do estacionamento pago

    A CDU considera que deverá «existir uma política alternativa e devem ser tomadas opções que libertem o concelho das negociatas que foram construídas ao longo dos anos.»

    Lembrou que em 2022 vão ser transferidas integralmente para a câmara municipal encargos e competências que estão atualmente na administração central «(casos da saúde, da educação e outros)» e considera que tal opção, «decorrente de um acordo PS/PSD de António Costa e de Rui Rio, acarretará novos problemas quer para o funcionamento dos serviços públicos, quer para a própria CM de VRSA».

    Anota, ainda que uma câmara, como a de Vila Real de Santo António, «que já hoje não consegue responder às suas obrigações, tenderá a confrontar-se com dificuldades acrescidas no futuro»

    E quer ver vertida a resposta algumas perguntas como sobre a venda ao desbarato de património público e municipal.

    Qual a posição do atual executivo PS sobre os terrenos do parque de campismo?, o respeito pelos direitos dos trabalhadores, sem discriminações, e qual a valorização das suas condições de trabalho e das suas carreiras que são, para a CDU, uma questão decisiva na gestão autárquica.

    Quer saber como vai ser tratada a falta de pessoal em vários sectores, particularmente nos serviços operacionais e as más condições de higiene e segurança que são alguns dos problemas que precisam ser resolvidos e a «necessidade de medidas que garantam o apoio ao movimento associativo e popular, bem como a promoção do desporto e da cultura em todo o concelho, o que deverá ser refletido no Orçamento, bem como a necessidade de uma política de investimento público em equipamentos e infraestruturas que não existem».

  • Quatro milhões do PRR para o acolhimento empresarial em Lagos

    Quatro milhões do PRR para o acolhimento empresarial em Lagos

    Constan do projeto de decisão final com uma proposta de financiamento no valor aproximado de 4,14 milhões de euros.«, para o plano de investimentos a financiar pelo PRR – Plano de Recuperação e Resiliência.

    A Área de Acolhimento Empresarial de Lagos integra projeto de decisão final com uma proposta de financiamento no valor de 4,14 milhões de euros,

    O Aviso N.º 01/C7-i01/2021 – publicado a 30 de junho de 2021 no portal da Estrutura de Missão Recuperar Portugal e das cinco Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) – para apoio à reconversão de Áreas de Acolhimento Empresarial (AAE) existentes para uma dimensão mais resiliente, mais verde e mais digital, previu um procedimento de seleção em duas fases.

    A primeira fase constituiu um processo aberto e competitivo de Manifestação de Interesse, após o que o júri constituído pelas cinco CCDR e verificadas as condições previstas, propôs a lista final de promotores aptos a passar à segunda fase, um procedimento concursal limitado aos projetos constantes da lista final aprovada, segundo informa a Comissão de Coordenação da Região do Algarve.

    O Aviso nº 02/C07-i01/2021 correspondeu à segunda fase, entre as candidaturas dos promotores qualificados como aptos na sequência dos resultados apurados na primeira fase. Procedeu o Júri à hierarquização das 21 candidaturas, de acordo com a metodologia prevista no ponto 10 do Aviso, tendo em vista identificar as que reúnem condições para serem selecionadas para apoio.

    As intervenções previstas enquadram-se nos domínios da produção e armazenamento de energia a partir de fontes renováveis destinados ao autoconsumo e às Comunidades de Energia Renovável, mobilidade sustentável (elétrica), cobertura com soluções de comunicação 5G e medidas ativas de prevenção e proteção contra incêndios.

    A candidatura apresentada pelo Município de Lagos «demonstrou ter a capacidade para fornecer as necessidades de consumo das empresas instaladas na AAE e, de modo integrado,  a utilização do excedente de energia no sistema de carregamento elétrico de viaturas e na alimentação dos sistemas de comunicação 5G e equipamentos contra incêndios».

    Quanto à mobilidade sustentável (elétrica), a racionalidade do investimento previsto em pontos de carregamento elétrico de viatura prevê o efeito integrado de fatores como o volume de postos de trabalho na AAE, mais de setecentos postos de trabalho – que, segundo os pressupostos do PRR, valida a instalação de pelo menos 14 pontos de carregamento individuais (2 por cada 100 trabalhadores) e a capacidade de produção de energia através de fontes renováveis, prevista na proposta, tendo em consideração o fornecimento das necessidades de consumo da ilha de carregamento e dos vários pontos de carregamento individuais ao longo da AAE e ainda um cenário de aumento de viaturas elétricas/híbridas a 2 anos, quer ao serviço das atuais 84 empresas instaladas quer dos próprios trabalhadores.

    O investimento na solução de reforço da cobertura em 5G da AAE está alinhado com os custos de referências das estruturas e equipamento da mesma tipologia e integrado na estratégia do município de fomento dum empreendedorismo de valor acrescentado tecnológico, fruto das ligações com o sistema regional de I&D/Inovação, na qual está delineada a possibilidade do município vir a desenvolver um polo de inovação digital (DIH), em que Lagos pretende ser polo aglutinador dum desenvolvimento empresarial mais inovador e baseado nas tecnologias digitais, conforme políticas locais explanadas na candidatura e projetos concretos de expansão da AAE a curto/médio prazo.

    A Área Empresarial de Lagos encontra-se localizada numa área com uma envolvente marcadamente florestal e rural, nas proximidades do Perímetro Florestal do Barão de S. João.

    A AAE não dispõe ainda de qualquer tipo de mecanismo de prevenção global contra incêndios pelo que as intervenções previstas para reduzir o risco de incêndio são bastante diversificadas e formam um conjunto interligado de soluções “inteligentes” que poderão ser replicadas para outras AAE do país.

    Como salienta o Município de Lagos na sua candidatura a fundamentação baseia-se «nos impactos ambientais e energéticos altamente positivos no médio-longo prazo, da maior atratividade do território em termos empresariais, dum ecossistema natural e biodiversidade mais protegido de incêndios rurais e de um ambiente social e demográfico mais favorável à qualidade de vida».