FOZ – Guadiana Digital

Categoria: Economia

  • Pinheiro Manso em colheita

    Pinheiro Manso em colheita

    O Instituto alerta para o fato de que o desenvolvimento da espécie tem sofrido quebras sistemáticas e, por isso mesmo, «é preciso acautelar riscos sanitários emergentes e salvaguardar o crescimento dos povoamentos, gerindo a colheita da sua semente.

    O Pinus pinea L. é uma árvore de grande interesse e valor económico, consolidado no comércio do pinhão, valorizado pelas suas características nutricionais.

    Pinheiro Manso

    O pinheiro-manso (Pinus pinea L.) é uma espécie florestal mediterrânica, particularmente bem adaptada às condições edafoclimáticas de extensas áreas do território nacional, e que nos decénios mais recentes tem registado um aumento significativo em área de ocupação, sobretudo para a produção de fruto, produto crescentemente valorizado nas últimas décadas.

    O crescente interesse económico da fileira do pinheiro-manso, alicerçado na importância do comércio externo de pinha e de pinhão, tem contribuído para a promoção de importantes dinâmicas económicas à escala regional. O valor direto desta produção e de todo o circuito económico que está associado ao pinheiro-manso, o seu contributo para o emprego e a extensa cadeia de valor que potencialmente pode gerar, contribuem de uma forma muito significativa para o desenvolvimento socioeconómico das regiões que têm apostado no fomento desta espécie florestal.

    A nível mundial, embora existam pinhões comestíveis de diversos géneros Pinus, o pinhão produzido em Portugal, proveniente de Pinus Pinea L., espécie circunscrita a algumas regiões da bacia mediterrânea, é de todos o mais valorizado pelas suas características nutricionais e organoléticas.

    Para o desenvolvimento do pinheiro-manso e do pinhão, designadamente através do aumento da sua produção e do seu valor acrescentado nacional, é necessário colmatar lacunas de informação da fileira e acautelar os riscos sanitários emergentes, que têm atingido a espécie em Portugal induzindo quebras na produção de pinha e no rendimento em pinhão, aspetos estes sistematicamente referenciados pelos agentes económicos do setor, que importa contrariar. (Decreto-lei 77/2015, de 12 de Maio).

  • Abate clandestino em Elvas

    Abate clandestino em Elvas

    A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (#ASAE), desmantelou um local onde se procedia de forma ilícita, camuflada e sem condições técnico-funcionais e de higiene, ao abate de animais, bem como, assamento dos mesmos e respetiva comercialização.

    Foi verificado que não existia a devida inspeção sanitária dos animais para despiste de doenças.na sequência de uma investigação no âmbito do combate a ilícitos criminais contra a saúde pública, designadamente abate clandestino.

    A ação foi realizada realizou através da Unidade Regional do Sul – Unidade Operacional de Évora, uma operação de fiscalização no concelho de #Elvas.

    Foram a instaurados dois processos-crime pela prática do crime contra a saúde pública de abate clandestino e outro pelo crime de desobediência, tendo sido apreendidos 23 leitões, com o peso total de 253,00 Kg, bem como embalagens utilizadas para colocação dos leitões assados, dissimulando a sua origem e induzindo o consumidor em erro, num valor total de 3.000,00 Euros.

    Foi detido um suspeito já reincidente na prática destes ilícitos criminais bem como, determinada a suspensão total da atividade do assador de leitões não licenciado e sem condições mínimas exigíveis para o seu funcionamento.

    A ASAE reitera que continuará a desenvolver ações de fiscalização, no âmbito das suas competências, em todo o território nacional, em prol de uma sã e leal concorrência entre operadores económicos, na salvaguarda da #segurançaalimentar e saúde pública dos consumidores

  • Amêijoa da Ria Formosa vítima de alteração do clima

    Amêijoa da Ria Formosa vítima de alteração do clima

    Segundo relatou à agência Lusa João Florêncio, presidente da Cooperativa de Viveiristas Formosa, sediada em Olhão, a mortandade de bivalves nos últimos meses na Ria Formosa, cujas causas são desconhecidas, pode colocar em risco a sobrevivência da amêijoa.

    Não é fácil repovoar os viveiros da espécie, uma vez que a repovoação é efetuada pelo método natural e, se não se verificarem as condições necessárias à há o risco da extinção da espécie.

    A morte da ameijoa parece acontecer devido ou à elevada temperatura das águas ou uma sobrecarga da ria, que se estende pelo litoral de cinco concelhos algarvios, Loulé, Faro, Olhão, Tavira e Vila Real de Santo António, com um elevado número de explorações de ostras.

    Os prejuízos são elevados pela atípica redução da produção destes bivalves. As preocupações dos viveiristas já chegaram à secretária de Estado das Pescas. Entretanto, a maioria dos viveiristas da ria Formosa recorrere aos apoios estatais através do programa Mar2020.

  • Espanha queima carvão da Indonésia

    Espanha queima carvão da Indonésia

    Segundo Patrícia Fonseca do jornal médiotejo.net, aquela central estaria a ser desmantelada desde o ano passado e acaba de receber 160.000 toneladas de carvão com origem na distante Indonésia, voltando a contratar 140.000 trabalhadores.

    A central tinha encerrado numa ocasião em que o custo da energia se situava em 32 euros por MHh, tendo já este ano atingido os 542 euros.

    veja o artigo completo em https://mediotejo.net

  • Eletricidade verde menos apoiada pelo Governo

    Eletricidade verde menos apoiada pelo Governo

    A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) alertou para os cortes de que afetam os pequenos e médios agricultores, ao verem reduzido de 20% «para apenas 10%» o apoio na fatura da eletricidade utilizada nas explorações agrícolas e pecuárias, a designada eletricidade verde.

    Diz que não estão a ser pagos aos agricultores os retroativos desde Janeiro deste ano, o que consideram inaceitável numa ocasião em a agricultura enfrenta uma crise que consideram sem precedentes e em que os custos dos fatores de produção não cessam de aumentar. Trata-se, diz, de uma machadada mais do Governo nas explorações agrícolas familiares.

  • Dois projetos transfronteiriços por Estado-Membro para a eletricidade verde na UE

    Dois projetos transfronteiriços por Estado-Membro para a eletricidade verde na UE

    Cada Estado-Membro terá de desenvolver dois projetos transfronteiriços para a expansão da eletricidade verde. Os Estados-Membros com um consumo anual de eletricidade superior a 100 TWh terão de desenvolver um terceiro projeto até 2030.

    A legislação define também submetas para setores como transportes, edifícios e sistemas urbanos de aquecimento e arrefecimento.

    No setor dos transportes, a utilização de energias renováveis ​​deverá conduzir a uma redução de 16% nas emissões de gases com efeito de estufa, através da utilização de quotas mais elevadas de biocombustíveis avançados e de uma quota mais ambiciosa para combustíveis renováveis ​​de origem não biológica, como o hidrogénio. A indústria deve aumentar o uso de energias renováveis ​​em 1,9 pontos e os sistemas urbanos de aquecimento devem aumentar em 2,3 pontos.

    O objetivo é aumentar proporção de energia renovável para 45% até 2030; as metas de poupança de energia para 40% do consumo de energia final e 42,5% do consumo de energia primária.

    As duas diretivas votadas defendem um aumento significativo de energias renováveis e uma redução do consumo de energia até 2030.

  • Uma casa flutuante

    Uma casa flutuante

    As SeaPods são casas flutuantes inteligentes e uma proposta se para viver no mar. Trata-se de um projeto de habitação modular da empresa Ocean Builders, que, segundo a empresa, estará disponível em 2024.

    A empresa Ocean Builders está especializada em tecnologia marinha inovadora e acaba de lançar uma nova frota de casas modulares projetadas para viver no meio do oceano. As cápsulas foram batizadas como SeaPods e desenhadas pelo arquiteto Koen Olthuis.

    Trata-se de um projeto de casas futuristas com 77 metros quadrados de área de estar distribuídos em três níveis, incluindo um quarto principal com 21,5 m2 com vista panorâmica para o mar, uma sala de estar que pode ser configurada como um espaço para receber hóspedes ou como segundo quarto, cozinha, casa de banho que inclui jacuzzi com capacidade para quatro pessoas, terraço e opcionalmente um pátio que flutua 1,5 metros acima da água e que é o local perfeito para relaxar, meditar ou jantar.

    Os recursos inteligentes da casa permitem abrir a porta sem chave, apenas com recurso a um anel no dedo e para ter acesso à ao duche ou banheira na temperatura e pressão da preferência de cada pessoa, colocar a música, acender e apagar as luzes…

    Para não prejudicar o meio ambiente, o SeaPod não tem fundações. Flutua como um iceberg, usando tubos de aço cheios de ar., permitindo-lhe permanecer três metros acima da água, o que também significa que não é particularmente afetada pelas ondas, segundo os seus criadores, e mais segura do que uma casa na costa em caso de tsunami.

    Após vários anos de estudos e testes, estão cada vez mais próximos de se tornarem realidade: espera-se que em 2024 sejam instalados no oceano, a poucos metros da Linton Bay Marina, no Panamá – será possível reservá-los por uma noite como hóspedes, ou comprá-los. No futuro, espera-se que também possam ser instalados em outras partes do mundo.

    Visto em Idealista/News

  • IV Universidade do Figo da Índia em Mértola

    IV Universidade do Figo da Índia em Mértola

    O evento, que ocorre pela primeira vez na Europa e em Portugal, de 15 a 18 de setembro, é organizado pela Confraria Gastronómica do Figo da Índia, em parceria com os municípios de Mértola e Almodôvar, com o apoio da Universidade de Évora e MED – Instituto Mediterrâneo para a Agricultura, Ambiente e Desenvolvimento da Universidade de Évora.

    Pré-visualizar num novo separador

    Ao longo do mesmo, estão previstas visitas a empresas produtoras e encontros de carácter técnico e cientifico entre 26 oradores provenientes de 13 países e os maiores especialistas e produtores portugueses.

  • Em Novembro fica mais fácil rescindir telecomunicações pelos mais necessitados

    Em Novembro fica mais fácil rescindir telecomunicações pelos mais necessitados

    A nova lei abrange e contempla benefícios para os clientes da NOS, MEO, Vodafone, NOWO e restantes operadoras de comunicações em Portugal que queiram cancelar o seu contrato de tv, net, voz e/ou móvel sem pagamentos elevados e desnecessários.

    São abrangidos consumidores em situação de desemprego ou de baixa médica (de duração superior a 60 dias), consumidores com doença prolongada, incapacidade, estado de dependência de cuidados prestados ou a prestar por terceira pessoa ou que tenham alterado a morada e a qualidade e custo do serviço não consiga ser assegurada pela operadora na nova morada. Também está abrangida a alteração de residência para fora do território nacional e a mudança de casa.

    Esta nova Lei torna mais claras em território nacional e mais próximas face aos objetivos da Comissão Europeia as regras nas telecomunicações. Não lhes pode ser exigido o pagamento de quaisquer encargos relacionados com o incumprimento do período de fidelização.

    No caso das pessoas em situação de desemprego o contrato pode ser cancelado pelo cliente quando houver despedimento da iniciativa do empregador por facto não imputável ao trabalhador e quando isso implique perda do rendimento mensal disponível do consumidor, sendo que também se aplica a quem estiver em situação de baixa médica e tiver o seu rendimento afetado.

    Os portadores de doença prolongada que sofram de alguma incapacidade permanente ou temporária de duração superior a 60 dias e que tenham os seus rendimentos afetados também poderão pedir o cancelamento do contrato de telecomunicações.

    Os cidadãos com deficiência acabam por ser ainda mais protegidos com a nova lei das telecomunicações em relação aos acessos a serviços de comunicações eletrónicas, portabilidade ou qualidade do acesso à internet.

    Com a nova lei das telecomunicações passa a ser possível cessar um contrato sem razão legal, mas o cliente terá de pagar 50% dos valores em falta do período de fidelização, se a cessação ocorrer durante o primeiro ano de vigência do período contratual e 30% do valor das mensalidades vincendas se a cessação ocorrer durante o segundo ano de vigência do período contratual.

    A nova lei das telecomunicações é também muito clara na obrigação dos consumidores relativamente aos períodos de fidelização e os clientes da operadoras só estão obrigados a cumprir os períodos de fidelização na primeira vigência do contrato quando há uma renovação automática prevista. Ou seja, se no período após a renovação automática, o consumidor quiser cancelar um contrato de internet, telemóvel ou telefone pode fazê-lo sem quaisquer inconvenientes e sem pagar por isso.

    A lei das comunicações eletrónicas foi aprovada no Parlamento a 21 de julho, foi publicada no Diário da República a 16 de agosto e lei entrará em vigor 90 dias a contar dessa data ou seja a partir do dia 16 de novembro. Quanto à fidelização nas telecomunicações, passa a proteger os atuais clientes das operadoras e a garantir uma melhor experiência para futuros consumidores.

  • Solidariedade para com populações afetadas por incêndios

    Solidariedade para com populações afetadas por incêndios

    A associação defende a criação de apoios desburocratizados às famílias e empresas que viram o seu sustento posto em causa e disponibiliza-se para ajudar a «a desenhar esses mesmos apoios».

    Observa que «O flagelo dos incêndios florestais não terminou e o país está a sofrer as suas consequências: Portugal será, atualmente, um dos países europeus com mais área ardida. A área protegida mais extensa do país, a Serra da Estrela, tem sido especialmente afetada, com muitos milhares de hectares ardidos e um ecossistema ambiental e económico de enorme importância destruído».

    Cinco anos depois da tragédia que se abateu em força sobre uma parte do território nacional, o pesadelo dos incêndios ainda não terminou e, com o aumento de temperaturas e a seca extrema que assola o território nacional, a situação poderá continuar ainda durante o mês de setembro e, talvez, em outubro.

    A AHRESP também manifesta a solidariedade com as empresas e empresários «atingidos por esta devastação» e com quem trabalha diariamente na promoção das regiões portuguesas como destinos turísticos de excelência.

    E pede também a todos os turistas e visitantes, que seja redobrada a atenção nos seus comportamentos, evitando os de risco numa altura tão delicada.

  • Estrutura de aquicultura saiu a barra do Guadiana para o mar de pesca

    Estrutura de aquicultura saiu a barra do Guadiana para o mar de pesca

    Arrastava parte significativa da estrutura que vai conformar os tanques que se destinam ao projeto da aquicultura de dourada e corvina da empresa Jerónimo Martins, à qual, espera-se, segundo informações já divulgadas pelo munícipio de Vila Real de Santo António, se venha a associar uma unidade de elaboração de pescado com destino em especial aos supermercados do grupo.

    Este projeto está a criar alguma expectativa quanto à possibilidade do renascimento, em termos apropriados à tecnologia do século, de uma atividade industrial para a qual a cidade teve a competência adequada no passado.

  • Botija do gás mais barata por decreto

    Botija do gás mais barata por decreto

    Os novos preços máximos foram fixados na sexta-feira pelo Governo voltou a fixar preços máximos para o gás engarrafado e cada garrafa terá o valor máximo 29,47 euros, enquanto as garrafas de 12,5 kg vão custar até 28,34 euros, de acordo com a (ERSE).

    No propano T3, o máximo varia entre 29,11 euros por garrafa de 11 kg e 23,81 kg por botija de nove quilogramas. As garrafas de GPL propano T5, por sua vez, vão custar até 109,08 euros (45 kg) ou 84,84 euros (35 kg).

    Segundo o Ministério do Ambiente, estes máximos, considerando os preços reportados nos primeiros dias de agosto, representam uma poupança de 3,180 euros por garrafa no caso das botijas T3 de 13 kg. No caso da garrafa T3 de 11 kg de propano, a poupança é de 3,258 euros. Já na garrafa T5 de 45 kg de propano a poupança é de 6,206 euros.

    À ERSE cabe propor a fixação das margens máximas em qualquer componente comercial que faça parte da formação do preço de venda ao público do GPL engarrafado.

    O Governo executivo ressalvou que as variações mensais são calculadas e publicadas no site da ERSE e que, a estes preços máximos, apenas podem acrescer custos com o serviço de entrega, quando as garrafas são compradas por via telefónica ou eletrónica e disponibilizadas em local diferente do ponto de venda.

    Os postos de abastecimento e os restantes pontos de venda das botijas GPL devem, segundo a legislação aprovada, garantir o contínuo fornecimento de garrafas, designadamente do tipsujeitas ao preço fixado.

  • Com a casa às costas num contentor

    Com a casa às costas num contentor

    Apesar da habitação ser o grande novo foco o negócio da utilização de contentores, para lá da habitação própria, a atividade da empresa estende-se ao turismo, piscinas, spa, venda de produtos e escritórios. A empresa afirma estar numa fase de grande procura e que este tipo de construção se encontra mais desenvolvida no estrangeiro que se caminha em Portugal para nos equipararmos aos valores lá de fora.

    As casas em contentores tem por base o conceito de casas pré-fabricas e reutilizam um contentor marítimo que já não serve para o seu propósito inicial.

    Nem tudo são rosas é há que contar com a personalização que se deseje e o ajuste que se faça ao produto base. A origem do contentor, o trabalho de adaptação em função do estado em que se encontra, e de como se resolve a questão do desempenho térmico, são fatores importantes.

    Estas casas são transportáveis para outros terrenos de assentamento e destacam-se por serem mais baratas e mais rápida de construir.

    Photo by Nick Karvounis on Unsplash

  • Calçado italiano de referência com primeira loja em Portugal

    Calçado italiano de referência com primeira loja em Portugal

    A nova loja tem uma área de 178 m2, e reforça a oferta de moda desportiva urbana disponível já disponível naquele centro comercial.

    A AW LAB tem mais de 200 lojas afirmando-se «reconhecida como um verdadeiro laboratório de tendências, onde o ‘estilo desportivo urbano’ é concebido».

    A marca, que tem como assinatura “Play with Style”, oferece uma vasta coleção de sapatilhas das mais famosas marcas desportivas internacionais e um sortido de modelos exclusivos, produzidos em estrita colaboração com estas conceituadas marcas. A oferta é ainda complementada com uma coleção de vestuário e acessórios das principais marcas de vestuário desportivo.

    Adidas, Buffalo, Converse, Dr. Martens, Havaianas, Jordan, Levi’s, New Balance, New Era, Nike, Tommy Hilfiger, Ugg e Vans são apenas algumas das marcas que se podem encontrar na primeira loja AW LAB, no MAR Shopping Algarve.

  • Cáceres-Badajoz em 50 minutos

    Cáceres-Badajoz em 50 minutos

    Contudo, vozes críticas apontam que a ligação não reúne características para ser designada de alta velocidade, fazendo o troço parte da futura ligação Madrid-Lisboa, da qual, de momento, só estará em funcionamento a parte entre Plasencia e Badajoz, na Estremadura.

    A ligação ferroviária entre Plasencia e Madrid continuará a ser feita numa linha convencional, não eletrificada e com apenas uma via (que não permite o cruzamento de comboios fora de uma estação, em que um deles tem de estar parado).

    Ainda assim, a viagem de comboio entre a fronteira com Portugal, em Badajoz, e a capital espanhola, Madrid, passará a ter menos 51 minutos.

  • Mais tempo para os carros de combustão

    Mais tempo para os carros de combustão

    A notícia foi dada pelo Guia do Automóvel que acrescenta que é a Itália quem lidera um importante grupo de países que pedem o adiamento do fim da produção de carros com motor de combustão interna para 2040.

    «O número de vozes discordantes da lei estabelecida pela União Europeia para a transição para a mobilidade elétrica continua a crescer. Nos últimos dias, muita polémica foi gerada sobre as declarações feitas por um ministro alemão em que ele mostrou seu desacordo. Agora, surge um importante grupo de países europeus que pede o adiamento do término da produção dos carros convencionais», diz aquele Guia.

  • As dificuldades do Aeroporto de Beja

    As dificuldades do Aeroporto de Beja

    Duarte Correia é o responsável do grupo em Portugal que detém os operadores Icárion e Newblue, este último com operação charter e não tem dúvidas sobre o impacto de uma possível transferência das operações charter para esta infraestrutura .

    «Se alguém tenciona divergir o negócio dos operadores para outra zona que não seja Lisboa, quem paga é o cliente», disse ele àquele órgão de informação.

    Adiantou que, no específico de Beja não reúne condições mínimas para fazer qualquer tráfego devido à não existência de infraestruturas de acesso e que seria necessário no mínimo sair de casa com seis a sete horas de antecedência.

    Foto: TNews.pt
  • Aeroporto de Beja como alternativa a Faro e Lisboa

    Aeroporto de Beja como alternativa a Faro e Lisboa

    A moção sobre o Aeroporto de Beja foi proposta pela coligação Beja Consegue (PSD/CDS-PP/PPM/IL/Aliança) e aprovada por unanimidade pelos eleitos das diversas forças políticas.

    Os eleitos lembram que o Aeroporto de Beja encontra-se certificado pelo Instituto Nacional de Aviação Civil e é um dos quatro aeroportos portugueses que podem receber voos internacionais, tanto de passageiros como de carga.

    Consideram urgente rentabilizar esta infraestrutura aeroportuária, através do empreendimento do Alqueva, do Porto de Sines, do turismo, das fábricas de componentes aeronáuticos que a Embraer possuía em Évora e que, agora, são da espanhola Aernnova e da captação de mais investimento nesta área.

    Dizem ainda que a aposta nesta infraestrutura aeroportuária, poderá tornar possível criar uma Zona Franca com características fiscais especiais, onde se praticassem taxas alfandegárias reduzidas. Contudo a Assembleia Municipal de Beja considera que dificilmente a infraestrutura dificilmente será um aeroporto complementar ao de Lisboa.

  • Queixas de falta apoio às pequenas e médias empresas

    Queixas de falta apoio às pequenas e médias empresas

    E tal acontece «num momento em que muitas MPME continuam a confrontar-se com enormes dificuldades de sobrevivência, com dificuldade em fazer face ao aumento dos custos de funcionamento e em captar mão-de-obra suficiente (naturalmente valorizada, dada a sua escassez)»,

    E afirma que «dos 750 milhões prometidos e propagandeados, o governo colocou em prática, com mais de 9 meses de atraso, uma linha de apoio à tesouraria destinada às Micro e Pequenas Empresas, que agora se prova não passar de um flop, tantas as alterações, condicionantes e limitações ao seu acesso».

    Logo em Março de 2020 (início da pandemia – COVID 19), a CPPME reclamou a criação de um Fundo de Tesouraria, com taxa de juro zero, período de carência de 24 meses e prazo de reembolso suficientemente dilatado, por forma a não vir a estrangular financeiramente as Micro e Pequenas Empresas.

    Nota que esta reclamação foi sendo, em diversos momentos, apresentada ao governo e aos partidos com assento parlamentar e na discussão do Orçamento de Estado para 2021, por proposta do Partido Ecologista “Os Verdes” (PEV) o Governo admitiu criar este Fundo de Tesouraria, que viria a ser aprovado e incluído em OE, com uma dotação máxima de 750 milhões de euros, taxa de juro perto de zero, período de carência de 18 meses e 10 anos de reembolso.

    Diz a CPPME que o Governo atuou em com as condições muito diferentes das estabelecidas na Lei do Orçamento de Estado e acordadas com o PEV, regulamentando com «um artifício jurídico, uma linha de apenas 100 milhões de euros, com uma taxa de juro de 1,5%, período de carência de 18 meses e apenas 4 anos de reembolso», o que levou a que, durante os 3 meses de aplicação, foram concretizados apenas 25 milhões, cerca de 3,3% dos 750 milhões propagandeados.

    As Micro e Pequenas Empresas estão a necessitar de medidas efetivas para suster o aumento brutal do custo da energia (combustíveis, eletricidade, gás natural e gás propano), sejam elas fiscais, de controlo das margens e preços máximos, compensações ou outras!

    Reclamam a reposição dos apoios à retoma nos sectores mais afetados pela pandemia, através de ajudas à tesouraria, a fundo perdido, e linhas de crédito com condições de carência, prazos e juros, adequados às fragilidades evidenciadas pelas empresas, apenas condicionado pela manutenção e criação de postos de trabalho!

    Querem medidas efetivas para limitar a especulação de preços das matérias-primas, bens alimentares e outros fatores de produção! As MPME afirmam-se responsáveis por cerca de 80% do emprego privado nacional, contribuindo com grande valor para os impostos cobrados.

  • Em busca da Cidade Europeia do Vinho

    Em busca da Cidade Europeia do Vinho

    Entretanto, a edição de 2022 do «Lagoa Wine Show 2022» superou todas as expetativas dos organizadores e fica considerada a melhor edição de sempre. Milhares de apreciadores de vinho, participaram em seis milhares de provas dos melhores vinhos de Lagoa, da do Algarve e do país.

    Foram quatro dias ocupados por esta edição do certame, depois de dois anos de interregno, devido à pandemia da Covid-19, de uma programação diária. Além da apreciação dos vinhos os visitantes puderam assistir a show cookings, provar a gastronomia de excelência, bem como assistir a uma programação musical que contou com dois palcos e com apontamentos de Fado à Janela.

    Entre os dias 9 e 12 de junho passaram pelo «Lagoa Wine Show» milhares de pessoas, residentes nacionais e estrangeiros nesta região do Algarve, e muitos turistas que ficaram tomaram contacto com alguns dos melhores exemplos da atual produção vitivinícola da região do Algarve.

    Para acompanhar um bom vinho esteve presente o melhor da gastronomia local com a presença de conceituados chefs como Bruno Augusto, Chef Executivo do Restaurante Tivoli Carvoeiro, Margarida Vargues, Chef do Restaurante Tertúlia Algarvia, Faro, Nuno Martins, Chef Executivo do Numa Restaurante, Portimão, e do sub-chef Ricardo Luz, do restaurante Al Sud em Odiáxere, Lagos.

    A edição terminou com a atuação da conceituada fadista Ana Moura, os Sangre Ibérico, Luís Trigacheiro, Sara Correia, entre outros, num total de dezasseis espetáculos musicais

    O Lagoa Wine Show está a afirmar-se como uma das mais promissoras mostras de vinhos no sul do país, onde, a par da música, os mais conceituados produtores, das várias regiões vinícolas, marcam presença com especial destaque para os vinhos da região do Algarve. Uma montra eclética e particularmente convidativa, entre novos lançamentos no mercado e referências de sempre.

    “As expetativas para a edição do Lagoa Wine Show eram elevadas, devido ao enorme empenho do município e depois de dois anos de interregno, mas todas elas foram superadas dada a forma como decorreu o evento. Estamos muito orgulhosos, mas já a trabalhar arduamente para que o próximo evento, o Carvoeiro Black&White, seja também, um grande sucesso”, afirmou Luís Encarnação, Presidente da Câmara Municipal de Lagoa.

    20220615 04 lagoa wine show
    20220615 04 lagoa wine show