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Categoria: Economia

  • As 42.000 novas árvores da EDP e os sobreiros abatidos

    As 42.000 novas árvores da EDP e os sobreiros abatidos

    A motivação governamental foi a «imprescindível utilidade pública» do empreendimento eólico, a ser desenvolvido pela empresa Parque Eólico de Moncorvo, que não tem Sines no nome, por ter sido criada inicialmente para desenvolver um projeto eólico na região de Moncorvo, acabando por transferir o investimento para o litoral alentejano.

    A EDP Renováveis informou que o plano de compensação pelo abate de sobreiros do parque eólico de Morgavel, prevê a plantação de cerca de 42.000 árvores e arbustos, das quais 30.000 sobreiros numa área aprovada pelo ICNF, Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, equivalente a 50 hectares, superior à que será intervencionada para a construção do parque eólico.

    A EDP comprometeu-se a assegurar a manutenção dos sobreiros ao longo da duração do projeto e, de modo imediato, beneficiar estradas e acessos em mais de sete quilómetros, com impacto direto no apoio ao combate a incêndios. Diz a EDP Renováveis que, dos sobreiros identificados para eliminação, 75% estão em fase jovem, existindo ainda uma quantidade significativa de sobreiros que se encontram em mau estado de conservação.

    Utilidade Pública

    O despacho por Duarte Cordeiro declara a imprescindível utilidade pública do Parque Eólico de Morgavel (PEM) e da linha elétrica a 400 kV de interligação à subestação de Sines, e considera estarem reunidas as condições necessárias, como a conformidade ambiental do projeto, as autorizações de abate/corte de sobreiros pelos proprietários e que a Parque Eólico de Moncorvo, da EDP Renováveis, apresentou um projeto de medidas compensatórias por arborização de povoamento misto de sobreiros e medronheiros numa área de 50,07 hectares.

    A empresa pediu autorização para proceder ao abate de 1.821 sobreiros numa área de 32,22 hectares de povoamento, localizados nas freguesias de Sines e Porto Covo, União de Freguesias de Santiago do Cacém, Santa Cruz e São Bartolomeu da Serra, nos concelhos de Sines e Santiago do Cacém.

    Na decisão do Governo pesou «relevante interesse público, económico e social do empreendimento, cumulativamente às obrigações inerentes ao contrato assinado entre a requerente e o Governo Português, a qual se encontra contratualmente obrigada a promover a execução de um Parque Eólico que concorra para o cumprimento pelo Estado Português dos objetivos de Quioto e do Plano Nacional de Energia».

    Foram ainda consideradas a Avaliação de Impacte Ambiental, que decidiu em conformidade com a localização do empreendimento, após equacionadas as alternativas, bem como a declaração da Câmara Municipal de Sines que expressa o interesse do município na instalação daquela central eólica.

    Em fevereiro, a Autoridade da Concorrência (AdC) autorizou a EDP Renováveis a comprar a Parque Eólico de Moncorvo, que atualmente se dedica a conceber e implementar o parque eólico de Morgavel, no concelho de Sines.

    A Morgavel é titular de um direito de interconexão à rede para capacidade de produção eólica de remuneração garantida a instalar de 50 megawatts (MW), bem como de um direito a instalar 10 MW adicionais de sobreequipamento, nos termos de contrato celebrado com a Direção-Geral de Energia e Geologia, em maio de 2009.

    O processo de aquisição do parque eólico de Morgavel por parte da EDP Renováveis encontra-se atualmente em fase de conclusão, segundo a empresa.

  • Já pode usar 5G em todos os concelhos portugueses

    Já pode usar 5G em todos os concelhos portugueses

    Já existem estações 5G intaladas em todos os concelhos de Portugal Continental, num total de 7.881, segundo informa a ANACOM, a Autoridade Nacional de Comunicações, anunciando um aumento de 12% no segundo trimestre.

    Aquela autoridade dá nota de que as 7.831 estações de base instaladas no território nacional com tecnologia 5G estão distribuídas por 308 concelhos e 1.833 freguesias. Em Portugal, a MEO é a operadora que mais estações espalhou pelos concelhos, totalizando 304 estações, num total de 308 concelhos existentes em Portugal. A NOS está presente com estações 5G em 276 concelhos e a Vodafone 268 concelhos.

  • Combustíveis sobem segunda-feira

    Combustíveis sobem segunda-feira

    O litro do gasóleo e o de gasolina sofrem um aumento de sete cêntimos aos quais acresce dois cêntimos da taxa de carbono, 2,5 no gasóleo e 2 na gasolina, incluindo IVA.

    Segundo a Direção-Geral de Energia e Geologia, DGEG, registou-se uma tendência de subida e, no dia 27 de julho, o preço médio da gasolina simples 95 alcançou os 1,723 euros/litro e o preço médio do gasóleo simples os 1,539 euros/litro.

    O Governo continua a mitigar a subida dos preços dos combustíveis, prolongando para agosto o desconto no ISP em vigor, 13,1 cêntimos por litro no gasóleo e de 15,3 cêntimos por litro na gasolina.

  • Famílias portuguesas pagam muito pela saúde

    Famílias portuguesas pagam muito pela saúde

    No que diz respeito aos pagamentos, a maior parte dos pagamentos foi para cuidados de ambulatório, 38%, farmácias 24%, e hospitais privados 15%, com baixo relevo ao nível das taxas moderadoras nos serviços públicos.

    Em média 6% do rendimento líquido das famílias, vai para o pagamento de despesas de saúde, embora se observe grande variação em função do nível socioeconómico.

    Quanto às famílias mais desfavorecidas, elas gastaram mais de 10% do seu rendimento principalmente em medicamentos, enquanto as famílias mais favorecidas gastaram menos de 4%, por recorreram em maior número a mais a prestadores privados.

    O estudo foi realizado pelos investigadores Eduardo Costa e Pedro Pita Barros, autores de um trabalho divulgado pela faculdade de Economia e Gestão da Universidade Nova de Lisboa, NovaSBE, no âmbito do Observatório da Despesa em Saúde, que analisa as despesas diretas das famílias no sistema português.

    Conclui que há uma potencial barreira de acesso aos cuidados de saúde para as classes mais desfavorecidas e sugere a redução dos pagamentos diretos das famílias na comparticipação de medicamentos e no acesso a cuidados de ambulatório, especialmente saúde oral.

  • Grupo Pestana primeiro em viagens e lazer

    Grupo Pestana primeiro em viagens e lazer

    A análise foi feita com base no relacionamento, experiência e resultados, conduzida pel a consultora OnStrategy.

    A avaliação teve como base 50 mil cidadãos e levou em consideração o relacionamento com o cliente, a experiência deste com a marca e os resultados financeiros.

  • Huelva terá a principal fábrica europeia de hidrogénio verde

    Huelva terá a principal fábrica europeia de hidrogénio verde

    Esta nova fábrica produzirá 100.000 toneladas de amoníaco verde, para ser transportado desde o porto de Huelva para o de Roterdão, onde será reconvertido em hidrogénio, para sua distribuição posterior.

    Este anúncio foi feito na passada terça-feira, durante a visita do rei dos Países Baixos, Guilherme Alexandre, que estava acompanhado pelo ministro do Clima e Política Energética do país vizinho, Roberto Jettem, às instalações da fábrica de Puertollano, em Ciudad Real.

    Esta ultima central conta com um eletrolisador de 20 MW de potência e com uma capacidade de 3.000 toneladas de hidrogénio à escala Industrial

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  • Évora será a primeira em Portugal com a frota totalmente elétrica

    Évora será a primeira em Portugal com a frota totalmente elétrica

    Discursando na cerimónia de abertura do Encontro Nacional de Veículos Elétricos (ENVE), que durante dois dias decorre na Praça 1° de Maio, salientou que, se tudo correr bem, ou seja depois de ultrapassadas as questões de ordem burocrata, e depois de se fazer uma apresentação formal com a empresa concessionária, acredita que será possível ter os 23 autocarros elétricos a circular.

    O presidente não tem conhecimento de alguma outra cidade que tenha a perspetiva de ter os transportes públicos totalmente elétricos e, em princípio, Évora será a primeira cidade portuguesa a atingir tal objetivo e disse-o perante o secretário de Estado da Mobilidade Urbana, Jorge Delgado, que presidiu à cerimónia de abertura do ENVE 2023.

    No caderno de encargos do concurso, assinalou o presidente do município, constava inicialmente que a frota teria que ter apenas uma percentagem de autocarros elétricos, já que os veículos elétricos são muito mais caros do que os a diesel.

    A possibilidade surgiu porque o concessionário pode adquirir os autocarros com apoio de programas nacionais e internacionais para a descarbonização, pelo a esta solução permite garantir que toda a frota seja elétrica.

    Atualmente, o serviço de transporte público de passageiros na cidade é assegurado pela Trevo (Transportes Rodoviários de Évora), que pertence ao Grupo Barraqueiro.

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    A ENVE 2023

    O Encontro Nacional de Veículos Elétricos 2023 decorre em Évora. Com entrada gratuita, os visitantes podem conhecer uma grande variedade de veículos elétricos, tirar dúvidas sobre mobilidade elétrica e participar em diferentes atividades para toda a família.

    A abertura do evento contou com a presença do secretário de Estado da Mobilidade Urbana, Jorge Delgado, que relembrou o grande peso que o transporte individual, baseado em carros com motor a combustão, tem nas emissões de gases de efeito de estufa. Jorge Delgado sublinhou “Portugal é uma referência na forma como estruturou a sua rede de carregamento elétrico”, indicando que países como a Espanha e Colômbia estão a usar o sistema português como referência.

    A ENVE 2023, é uma co-organização entre a UVE – Associação de Utilizadores de Veículos Elétricos e a Câmara Municipal de Évora na Praça 1.º Maio.

  • Cooperantes de Mértola ajudam colheitas em Moçambique

    Cooperantes de Mértola ajudam colheitas em Moçambique

    A Associação Amigos de Naquite colheu 45 toneladas de milho no Campo de Demonstração implementado pelo projeto Desenvolvimento Rural Sustentável no Distrito de Monapo, ao qual se encontra ligada cooperação da Associação de Desenvolvimento e Património de Mértola

    Este milho será essencial para a segurança alimentar das comunidades beneficiadas pelo projeto. Uma parte do milho será para consumo próprio, outra será comercializada e a outra será conservada para sementeira.

    Os Campos de Demonstração são espaços geridos pelos agricultores, nos quais estão a ser inseridas novas culturas e aplicados novos métodos e técnicas de agricultura sustentável. Também se tem apostado na introdução de novas variedades de culturas de regadio, de sequeiro e correspondente alternância, fertilização orgânica de solos, entre outras técnicas. Estas técnicas serão transmitidas a outros agricultores.

    O projeto Desenvolvimento Rural Sustentável – Capacitação do setor agrícola no distrito de Monapo é cofinanciado pela Cooperação Portuguesa através do Camões, Instituto da Cooperação e a Língua.

  • 1º de Maio celebrado em todo o País

    1º de Maio celebrado em todo o País

    Hoje é feriado em Portugal e em muitos países do Mundo, em honra daquelas que se sacrificaram pela jornada das 8 horas de trabalho. As principais manifestações em celebração deste dia, em todo o País, estão a cargo da CGTP – Intersindical porque, para a central «No 1 de Maio de 1886 as fábricas paravam e os trabalhadores na rua exigiam melhores condições de vida e de trabalho, principalmente a redução do horário de trabalho que muitas vezes chegava às 17 horas diárias».

    No dia internacional do trabalhador, a CGTP homenageia o «sacrifício, esforço, unidade e luta de milhares de trabalhadores que, ao longo destes anos, conquistaram os direitos de que  ainda hoje usufruímos» e não esquece «os milhares de trabalhadores que por esse mundo fora e em Portugal foram assassinados, presos e torturados para que a liberdade e a democracia trouxessem um país e um mundo melhor e mais justo».

    É por isso que , em Maio, continua a lutar «pela justiça social e pelos direitos, por melhores condições de vida e de trabalho, por emprego com direitos, salários e horários dignos, mas também a festejar o que conquistámos num dia em que afirmamos a unidade, fraternidade e solidariedade de todos os trabalhadores».

    Veja o mapa das celebrações

  • Vila Viçosa em desacordo no RecolhaBio

    Vila Viçosa em desacordo no RecolhaBio

    Por unanimidade a câmara municipal de Vila Viçosa decidiu contestar a repartição orçamental do Programa RecolhaBio 2023, tendo deliberado «Manifestar o seu desagrado e discordância, relativamente à distribuição de montantes pelas CIM´s, proposta pelo Fundo Ambiental, para apoio à implementação de projetos de recolha seletiva de bio resíduos;

    Manifesta também desagrado pelo facto de a CIMAC passar de uma verba de 864.859,77€, em 2022, para 131.172,95€ em 2023, quando os 12 municípios da Gesamb pagaram de TGR, em 2022, 1.073.826,19€ e a meta que está prevista no PERSUS2030, para a região, é uma das mais altas do país.

    A autarquia exige uma fórmula de cálculo mais equitativa.

  • Mértola disponibiliza 23 lotes de terreno

    Mértola disponibiliza 23 lotes de terreno

    As propostas а apresentar, devem indicar um valor para arrematação dos Lotes e podem ser entregues diretamente по Serviço de Património da Autarquia, па Ргаça Luís de Camões em Mértola ou enviadas pelo correio sob registo. O limite do prazo para darem entrada по serviço atrás indicado decorre até dia até ao dia З de maio de 2023, até às 16h30.

    A venda deste lotes é integrada na Estratégia Local de Habitação deste município do Baixo-Alentejo.

  • Mourão prejudicado com fim dos Vistos Gold

    Mourão prejudicado com fim dos Vistos Gold

    João Fortes, presidente da Câmara de Mourão, enviou ao Ministro da Economia e do Mar uma carta sobre a decisão do Governo em cancelar as autorizações de residência, por via do investimento externo no setor turístico.

    No entender do presidente, esta medida «compromete dramaticamente as expetativas das populações de Alqueva, ao pôr em causa a execução de projetos de investimento estruturantes para a região e para o país».

    O autarca defende que o programa do Governo «Mais Habitação» deve ser afinado, considerando que «a decisão unilateral de considerar o país como um todo igual entre si, sem considerar as regiões do interior mais desfavorecidas e que não estão em convergência com o litoral do país, é manifestamente nocivo para o desenvolvimento do território».

    Para o edil que representa o Município de Mourão, «é dramático o efeito da suspensão do investimento turístico financiado por investimento externo, que potenciaria no caso concreto da sociedade local a criação de quase duzentos postos de trabalho diretos e indiretos».

    Refere ainda que «qualquer tipo de projeto com elevado interesse municipal é uma benesse que gera instantaneamente proveitos na economia local, num concelho com menos de 2.500 habitantes, dos quais quase 30 por cento têm mais de 65 anos de idade

    Adianta ainda que com «a decisão do governo de acabar com a atribuição de autorizações de residência por via do investimento vai fazer com que Mourão veja ruir uma rara oportunidade de iniciar um processo de recuperação do seu atraso económico e social relativamente ao nível atingido no litoral de Portugal para promover o bem-estar social da população

    João Fortes preconiza que «mais que o Estado vir e proibir tudo, deve existir uma intervenção para um ajustamento legal por parte da tutela que permita a autorização de residência de investidores externos em projetos turísticos com impacto económico e social relevante em zonas desertificadas, do interior e que apresentam um desfasamento a nível dos principais indicadores de coesão social e territorial comparativamente com a média europeia».

  • Em Beja debate-se a degradação dos recursos naturais

    Em Beja debate-se a degradação dos recursos naturais

    Uma conferência por Maria José Roxo, professora catedrática, sobre a posse e uso da terra e a sua influência na degradação dos recursos naturais no Baixo Alentejo, vai ser realizada no Núcleo Museológico da Rua do Sembrano, na próxima quinta-feira, dia 30 de março, pelas 21h30.

    A conferência, de entrada livre, está integrada no ciclo «Terra e Paisagens no Sul», anunciou a EDIA, parceria, para o efeito, com a Câmara Municipal de Beja e a Direção Regional de Cultura do Alentejo e a contar com o apoio da Associação para a Defesa do Património Cultural da Região de Beja e da Universidade Sénior de Beja.

    Este ciclo de conferências «pretende ajudar a perceber como se foi definindo a paisagem alentejana e moldadas as suas gentes.
    Nesta conferência serão abordadas as políticas agrícolas têm incentivado ao longo do tempo a exploração da terra. A agricultura intensiva praticada no Baixo Alentejo, baseada em monoculturas de sequeiro e de regadio, tem conduzido a uma erosão acelerada do solo e à perda de fertilidade
    ».

    A conferência abordará a «mudança climática e a sobre-exploração dos recursos hídricos tem causado a diminuição da disponibilidade de água, afetando não só a agricultura, mas também os ecossistemas e as comunidades locais. A análise centra-se no caso das Serras de Serpa e de Mértola».

    A autora, Maria José Roxo, é Professora Catedrática do Departamento de Geografia e Planeamento Regional da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e Investigadora integrada no Centro Interdisciplinar de Ciências Sociais CICS NOVA. É membro da Academia das Ciências de Lisboa.

  • Croácia mudou para o Euro

    Croácia mudou para o Euro

    Com a chegada de 2023, hoje, a Croácia tornou-se o vigésimo país a introduzir o Euro como sua moeda corrente oficiai. A CE considera ser um grande dia para as pessoas daquele país a entrada na Zona Euro.

    Com a introdução do Euro, as viagens e os negócios com o resto da União ficam mais fáceis, tornando mais forte a economia croata e aportando benefícios para os cidadãos, o comércio e a sociedade.

  • Neetmaker capacita jovens

    Neetmaker capacita jovens

    Reduzir o desemprego entre os jovens e integrá-los no mercado de trabalho levou o IEFP a juntar-se ao projeto Neetmaker, programa de capacitação e estímulo à empregabilidade e inclusão social, para jovens entre os 20 e os 34 anos.

    O Neetmaker está a decorrer desde junho de 2020, no Fablab de Penela, e já capacitou 37 Jovens. Aborda temas como: SoftSkill’s, Empreendedorismo, Design Thinking, Impressão 3D, Desenvolvimento Web, Internet das Coisas, Corte Laser, Edição de Vídeo, Fabricação Digital e Literacia Digital.

    Este mês decorreu a Neetmaker Faire Digital Summit, encontro de jovens makers, digital workers, empreendedores e empresas.

    O IEFP esteve presente para reafirmar o compromisso com os jovens que participaram no programa e que poderão vir a beneficiar de medidas ativas de emprego para apoiarem o seu reingresso no mercado de trabalho: Estágios ATIVAR.PT, Medida Incentivo ATIVAR, Compromisso Emprego Sustentável, Medida Emprego Interior+ ou Medida Empreende XXI.

  • 50 processos da ASAE contra economia Paralela

    50 processos da ASAE contra economia Paralela

    No balanço da ação apresentado, revela que foram fiscalizados 290 operadores económicos, tendo sido instaurados cinco processos crime por fraude sobre mercadorias, venda ou ocultação de produtos e contrafação e 51 processos de contraordenação, destacando-se como principais infrações a falta de mera comunicação prévia; a falta de requisitos gerais e específicos de higiene,
    o funcionamento de ginásio sem diretor técnico e sem seguro; a inexistência de processo ou processos baseados nos princípios do HACCP; a falta de livro de reclamações, entre outras.

    A autoridade se segurança alimentar apreende 433 unidades entre peças de vestuário, de calçado e máquinas de jogo, bem como cerca de 8 toneladas de géneros alimentícios de produtos cárneos, pescado e produtos lácteos, tudo num valor aproximado de 68.000,00 Euros.

    Foi ainda determinada a suspensão de atividade de cinco operadores económicos, dos quais 2 ginásios por funcionamento sem Diretor Técnico com título profissional válido e falta do seguro, um estabelecimento de comercialização de alimentos para animais e um estabelecimento de preparação e conservação de produtos da pesca frescos, ambos por falta de requisitos gerais e específicos de higiene.

    A ASAE vai continuar a desenvolver ações de fiscalização, no âmbito das suas competências, em todo o território nacional, em prol de uma sã e leal concorrência entre operadores económicos, na salvaguarda da segurança alimentar e saúde pública dos consumidores.

  • Agrava-se a situação das empresas mais pequenas

    Agrava-se a situação das empresas mais pequenas

    A Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas (CPPME), concluiu que em 2022 se agravou a situação das suas representadas, atribuindo grande parte das responsabilidades a uma total ou parcial paralisação da actividade económica decretada pelo Governo nos dois anos de pandemia,

    Outro motivo foi a alegada a ausência de medidas adequadas aos problemas e à natureza das empresas.

    Outro fator do agravamento das dificuldades foi o aumento significativos da electricidade, do gás natural e dos combustíveis, salários, matérias-primas e taxas de juro a que somaram as consequências da intempérie das últimas semanas.

    Por Taís motivos, a Confederação está a reclamar a verbas de ajuda, a fundo perdido, para as micro, pequenas e médias empresas, incluindo o apoio à criação de um «Fundo de Tesouraria» e a mobilização  dos fundos previstos no PRR e no quadro comunitário, e a sua reafectação à sustentabilidade da economia real.

  • Almina vai ter a maior unidade de autoconsumo da Europa

    Almina vai ter a maior unidade de autoconsumo da Europa

    O projeto prevê a instalação de mais de 44.500 painéis solares com uma potência total instalada de 24,4 MWp e a produção pode superar os 41.000 MWh anuais, permitindo uma redução expressiva nas emissões de CO2 da Almina, contribuindo para o seu objetivo de descarbonização.

    Pretendendo tirar partido da sua localização geográfica, em pleno Alentejo, a empresa portuguesa de exploração mineira focada na extração e valorização de pirites, sulfuretos e de outros minérios, pretende com esta UPAC, que ocupará uma área de cerca de 35 hectares, captar o potencial de geração de energia limpa, obtida a partir do sol, para as suas atividades.

    Os painéis solares que serão instalados na Almina – Minas do Alentejo terão uma capacidade instalada de 24,4 MWp, o que representará a maior UPAC no espaço europeu. Com o elevado número de horas de sol que caracterizam esta região será possível alcançar uma produção de energia de 41.222 MWh anuais, permitindo suprir 25% das necessidades da empresa.

    Além destes painéis solares fotovoltaicos que serão instalados no solo, será também implementado um carport, com uma capacidade instalada de 1 MWp, que irá produzir anualmente aproximadamente 1.553 MWh. Este sistema de estacionamento de viaturas com painéis solares permitirá alimentar a frota automóvel cada vez mais eletrificada da Almina – Minas do Alentejo.

    «Este é um projeto de grande dimensão, que a Greenvolt Next se orgulha de ter a oportunidade de implementar na Almina – Minas do Alentejo. Construir a maior UPAC da Europa é, sem dúvida, um feito para nós, permitindo-nos aplicar neste projeto todo o nosso know-how e profissionalismo», diz Pedro Lavareda de Carvalho.

    João Manso Neto, CEO da Greenvolt, salienta a opção estratégica da Almina – Minas do Alentejo «de procurar uma solução que tem um forte racional económico, já que permitir-lhe-á uma importante estabilidade nos custos com energia num período de preços muito elevados, mas também é revelador da crescente consciência das empresas quanto ao impacto que têm no ambiente».

    «Queremos, com este investimento, aumentar a eficiência do nosso consumo, reduzindo os custos associados, mas também dando um passo importante na redução da nossa pegada carbónica», diz Humberto da Costa Leite, CEO da Almina – Minas do Alentejo. «Na Almina, defendemos a utilização sustentável dos recursos e a minimização dos impactes ambientais da nossa atividade», acrescenta.

    Além da expressiva redução da fatura energética, num contexto marcado pelos elevados preços, a solução apresentada pela Greenvolt Next vem permitir uma forte redução nas emissões de gases poluentes para a atmosfera. Em conjunto evitar-se-á a emissão de 20.104 toneladas de CO2 por ano.

  • 500 destas moedas valem 2000 euros

    500 destas moedas valem 2000 euros

    A reportagem é do HuffPost que relembra que os erros nem sempre trazem consequências negativas. É o que acontece no mundo dos colecionadores de moedas , que valorizam muito aquelas peças que apresentam defeitos de fabricação. Uma dessas moedas 500 apresentam falha na cunhagem da borda.

    Segundo aquele jornal relata, «O defeito deve-se ao facto de a moeda não apresentar as palavras “ Laisvé, Vienybé, Gerové ” (liberdade, unidade, bem-estar) mas ter inscritas as palavras “ Dievs, sveti, latviju ” (Deus abençoe a Letónia), que correspondem ao título do hino letão».

    A discrepância deve ao fato de que quer o Banco Central da Lituânia quer o Banco Central da Letónia terem encomendado o fabrico das moedas, o que explica o fato de que 500 das moedas lituanas terem sido cunhadas com as palavras distintivas das moedas letãs.

    Veja o artigo completo no jornal HuffPost

  • Mudança nos contratos de concecão-construção

    Mudança nos contratos de concecão-construção

    Foi criado por decreto um novo regime de medidas especiais de contratação pública, com o objetivo de eliminar dispêndios de tempo e recursos considerados desnecessários, «por parte da entidade adjudicante», nos casos em que esta entenda que o mercado está em melhor posição de elaborar um projeto de execução da obra.

    O Código dos Contratos Públicos (CCP) apenas será aplicado aos contratos públicos que se iniciem após o dia 2 de dezembro de 2022 e aos contratos celebrados ao abrigo dos procedimentos do CCP.

    Até 31 de dezembro de 2026 ‘ facilitada a promoção de habitação pública ou de custos controlados ou a intervenção nos imóveis cuja titularidade e gestão tenha sido transferida para os municípios, no âmbito do processo de descentralização de competências. Também será aplicada a ampliação do prazo até ao final de 2026 aos contratos que se destinem à execução de projetos financiados ou cofinanciados por fundos europeus, incluindo os integrados no âmbito do PRR.