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Categoria: Economia

  • Mértola prorroga prazo de Programa Municipal de Apoio aos empresários (Covid19)

    Mértola prorroga prazo de Programa Municipal de Apoio aos empresários (Covid19)

    Desde o início do ano e até 15 de janeiro de 2021 foram aprovadas 28 candidaturas no valor global de 31.438,94 euros, estando ainda em análise cinco das candidaturas concorrentes.

    Dado que o Fundo Municipal de Apoio ainda tem verbas disponíveis, a câmara municipal anunciou que vai continuar a apoiar os empresários que tiveram quebra de faturação nos meses de março, abril e maio de 2020 e, a título excecional, atribuir um apoio financeiro destinado às empresas e empresários em nome individual com estabelecimento no concelho de Mértola, «em complemento e reforço das medidas económicas nacionais e regionais que foram adotadas por outras entidades, contribuindo para a valorização da economia local, mitigando os efeitos da crise e contribuindo para a manutenção do emprego e das condições de vida da população local, revestindo assim uma dupla natureza: social e económica».

    Este apoio destina-se às empresas, com estabelecimento no concelho de Mértola, de qualquer natureza jurídica, que sofreram uma redução significativa da sua faturação no período de março, abril e maio de 2020, em resultado do encerramento ou redução do negócio por motivos das medidas administrativas no âmbito da pandemia do COVID-19.

  • Dez milhões de euros para investimento em Castro Marim

    Dez milhões de euros para investimento em Castro Marim

    Segundo a câmara municipal, este Orçamento e as Grandes Opções do Plano do Município de Castro Marim é ainda o «resultado dos dois primeiros anos deste mandato, com atrasos na execução de obras, gerados por uma oposição maioritária, o que se veio a traduzir nas eleições intercalares de 2019, que viriam colocar o ponto final a dois anos de hiato entre o planeamento e a gestão política».

    Lamentando a circunstância de em 2020 o mundo ter sido fustigado pelas implicações levantadas pela pandemia COVID-19, com efeitos nefastos na eficácia administrativa e nos setores sociais, institucionais e económicos, observa a autarquia que nada ficou igual, desde a adaptabilidade exigida aos serviços municipais que implicou grandes atrasos administrativos e o setor privado que sufocou, o que levou a que muitas obras tivessem que parar.

    Entre as obras atrasadas, a câmara municipal releva a Estrutura de Proteção do Cordão Dunar em Altura (Passadiço da Praia de Altura), o Centro de Atividades Náuticas da Barragem de Odeleite e a Rede de Rega da Várzea de Odeleite, investimentos que considera estruturantes para o desenvolvimento do concelho, mas também com compromissos financeiros no âmbito do Quadro Portugal 2020, que já levava dois anos de atraso provocados pelos constrangimentos com o seu arranque.

    O foco é agora a execução de projetos de elevada expressão e que representam agora elevados riscos de perda de muitas condições de cofinanciamento já garantidas: Rede de Rega da Várzea de Odeleite, Ciclovia 125-6 (Espargosa-Praia Verde), Rede de Abastecimento de Água de Maravelha e Matos, Centro de Atividades Náuticas da Barragem de Odeleite, Centro Experimental do Queijo e da Cabra de Raça Algarvia no Centro Multiusos do Azinhal, lançamento do concurso para Abertura da Porta Este do Castelo de Castro Marim, obra da Envolvente da Casa do Sal.

    A autarquia dá nota de muito importante, também para 2021, à execução do Plano de Pormenor nº 1 de Altura, que está em curso e «cujas obras de urbanização e infraestruturas implicam também a requalificação do espaço envolvente à Escola de Altura». 

    Outra área determinante neste orçamento é a Recolha de Resíduos Sólidos e Limpeza Urbana, para a qual se prevê a abertura de procedimentos para contratação de pessoal e outro equipamento operacional, como viaturas, sendo que representam um peso orçamental muito significativo.

    No orçamento para 2021, o Município de Castro Marim acrescenta ainda uma «nova realidade«, a alteração ao Protocolo “Empreendimento Turístico da Verdelago”, cuja execução se planeia entre 2021 e 2024 e que em contrapartidas ascende os 3,2 milhões de euros, integrando a requalificação da Rua da Alagoa, em Altura, a construção da Rotunda da Praia Verde, a construção o Pavilhão Multiusos de Altura e a beneficiação e requalificação da zona nascente da Avenida 24 de Junho, em Altura.

    Quanto ao desenvolvimento rural, o investimento centra-se sobretudo na «regularização de centenas de quilómetros de caminhos agrícolas».

    Foto do passadiço de Altura com créditos ao fotógrafo João Conceição

  • Empresas têm Gabinete de Apoio à Crise em V.R.S.António

    Empresas têm Gabinete de Apoio à Crise em V.R.S.António

    Segundo a autarquia todas as empresas do concelho terão ajuda de forma gratuita através desta nova ferramenta com a qual pretende «prestar aconselhamento e informação aos empresários e trabalhadores independentes, agora que se aproximam novas medidas restritivas em virtude da decretação de mais um Estado de Emergência, sendo previsível um novo abrandamento da atividade económica”.

    O gabinete presta apoio no processo de candidatura e acesso a linhas de crédito do Governo. O Gabinete de Apoio à Crise presta ainda informações jurídicas acerca dos normativos e diplomas que venham a ser decretados, como as limitações do funcionamento do comércio e empresas durante o Estado de Emergência, além de promover o encaminhamento psicológico e social, para «promover ferramentas que possam preservar a capacidade produtiva das empresas e os postos de trabalho, garantindo que estas tenham a liquidez suficiente para satisfazer as suas obrigações com os fornecedores, os clientes, trabalhadores e o Estado».

    O novo gabinete está disponível de segunda a sexta-feira, entre as 10:00 e as 13:00, sendo a equipa constituída por funcionários da autarquia.

  • Messines terá um grande amendoal

    Um casal de jovens engenheiros mandou plantar um novo amendoal com a extensão de vinte e oito hectares (equivalente a 28 campos de futebol) perto da Senhora da Saúde, no Monte de São José, freguesia de S. Bartolomeu de Messines.

    Para Maria João Falcão Silva, natural de Lisboa, mas com origem materna em família bastada na freguesia, será possivelmente e no momento o maior do Algarve, disse ao jornal Terra Ruiva. A exploração do amendoal estará a cargo da empresa Casa Agrícola Noutel, Lda, que detém com o marido, desde 2015.

    A plantação de um pomar em regime intensivo e sistema de regadio de amendoeiras, em produção integrada, visa aproveitar as oportunidades de mercado para a amêndoa, porque não apenas o mercado tem possibilidade de absorver mais como se verifica um aumento do consumo mundial e pelo facto de existirem em Portugal algumas associações que garantem o escoamento comercial, tornam a produção de amêndoa uma atividade economicamente interessante.

    O projeto está financiado pelo PDR2020 (Plano de Desenvolvimento Rural 2014-2020) no âmbito da Operação 3.1.1. Jovens Agricultores – Primeira Instalação e da Operação 3.2.1.

    O Investimento na Exploração Agrícola, foi aprovado em dezembro de 2016, com um custo de cerca de 400 000 €, acrescidos de IVA. A primeira colheita está prevista para2021, sendo o escoamento pela Organização de Produtores onde Casa Agrícola Noutel se encontra inscrita.

    Fonte: Terra Ruiva

  • Encontros Online para empresas agroalimentares e turismo gastronómico

    Encontros Online para empresas agroalimentares e turismo gastronómico

    A NERA, a ODIANA e o município de Loulé agendaram encontros online para os dias 20, 24 e 26 de novembro pelas 10h, em formato Internet.

    O objetivo é promover oportunidades ao nível do financiamento, promoção e internacionalização para as PME’s dos setores agroalimentar e turismo gastronómico.

    O formato da realização, em rede global, foi decidido face ao agravamento da pandemia, e consequente alargamento de medidas restritivas a vários concelhos do Algarve. As sessões decorrem em videoconferência, para obviar e mitigar riscos decorrentes da COVID-19.

    A iniciativa conjunta está inserida no âmbito do Projeto INTERPYME. Consta de três encontros empresariais online subordinados ao tema «Oportunidades de Financiamento, Promoção e Internacionalização».

    Neles será dado a conhecer aos empresários da região um conjunto de oportunidades de cooperação, capacitação e apoio à internacionalização, através de um serviço especializado de consultoria onde estão contemplados workshops temáticos, participação em feiras e missões comerciais, bem como o desenvolvimento de planos e candidaturas para a internacionalização de empresas. 

    Os promotores procuram a melhoria da competitividade das PME e a facilitação do acesso aos mercados locais da Eurorregião, ao financiamento para projetos de investimento, à promoção de produtos e serviços e ao processo de internacionalização.

    A participação é gratuita, mas sujeita a inscrição obrigatória, através dos websites da organização: www.odiana.pt ou www.nera.pt. Poderá ser presencial para aqueles que assim o preferirem com uso obrigatório de máscara, sendo limitada à lotação permitida dos respetivos espaços.

    O Projeto INTERPYME – Plataforma para Internacionalização das PME’s do Algarve e das Províncias de Cádiz e Huelva – é uma iniciativa de cooperação cofinanciada pelo Programa Interreg V- A Espanha-Portugal 2014-2020.  A parceria conta com a Diputación de Cádiz, através do  EDT, com a Confederación de Empresarios de Cádiz, o CEEI Bahía de Cádiz, a Universidade de Cádiz, a Cámara de Comercio de Jerez de la Frontera, a Diputación de Huelva, o Município de Loulé, o NERA Empresarial da Região do Algarve e a Associação ODIANA.

  • Editora Livros Cotovia vai encerrar após três décadas de atividade

    Editora Livros Cotovia vai encerrar após três décadas de atividade

    “Caro Leitor, esta é a última presença da Cotovia na Feira do Livro de Lisboa. A editora fecha no final do ano”, lê-se na mensagem publicada pela editora, sobre uma imagem do seu pavilhão, no Parque Eduardo VII. “A partir de amanhã [terça-feira], disponibilizamos livros descatalogados no nosso pavilhão da Feira”, acrescenta a mensagem.

    ‘Crónicas 1974-2001’, de Nuno Brederode dos Santos, e ‘Bucólicas’, de Virgílio, estão entre as mais recentes e derradeiras edições dos Livros Cotovia, assim como textos dramáticos de Federico García Lorca, Giovanni Testori e Witold Gombrowicz, incluídos na coleção ‘Livrinhos do Teatro’, construída em parceria com a companhia Artistas Unidos.

    A Livros Cotovia foi fundada em 1988, por André Fernandes Jorge (1945-2016), com seu irmão, o poeta João Miguel Fernandes Jorge, que abandonou o projeto editorial pouco tempo depois.

    Ao longo de mais de 30 anos, a editora ultrapassou os 700 títulos, de 350 autores, “todos eles relevantes”, para “um público leitor que sabe o que quer”, como escreve no seu ‘site’, e todos eles detentores de uma identidade própria, marcada, na sua maioria, pela imagem gráfica original, desenhada pelo cineasta João Botelho.

    Os portugueses A.M. Pires Cabral, Teresa Veiga, Daniel Jonas, Luís Quintais, Paulo José Miranda, Jacinto Lucas Pires, Eduarda Dionísio, Luísa Costa Gomes, constam do catálogo da Cotovia, assim como o angolano Ruy Duarte de Carvalho e os brasileiros André Sant’Anna, Bernardo Carvalho, Carlito Azevedo e Marcelo Mirisola, entre muitos outros autores de língua portuguesa dos dois lados do Atlântico.

    Martin Amis, Virginia Wolf, Roberto Calasso, Doris Lessing e Natalia Ginzburg estão entre os autores traduzidos ao longo dos anos pela Cotovia, assim como John Milton, Robert Louis Stevenson e Arthur Schnitzler.

    “Responsável pela edição, pela primeira vez em língua portuguesa, de vários autores de renome internacional, e também pela descoberta e promoção de alguns autores rapidamente reconhecidos como os ‘novos’ da literatura portuguesa, a Cotovia é ainda uma das raras editoras que em Portugal publica regularmente textos dramáticos (portugueses e em tradução)”, descreve, na apresentação que a Cotovia mantém no seu ‘site’.

    Nas coleções de Ensaio, Ficção, Poesia encontram-se autores como Paul Celan, Iosif Brodskii, Luis Cernuda, Doris Lessing, Eric Rohmer, Reiner Werner Fassbinder, Thomas Bernhard, Christa Wolf, José Ortega y Gasset, Simone Weill, Victor Aguiar e Silva, João Barrento e Jorge de Sena.

    Na coleção de clássicos gregos e latinos, a Cotovia publicou Homero, Virgílio, Ovídio, Apuleio, Petrónio, Horácio, entre muitos outros, fazendo com que os seus títulos chegassem ao público em geral, acompanhando-os ainda de estudos e ensaios.

    Após a morte do fundador, em 2016, a direção editorial dos Livros Cotovia ficou entregue a Fernanda Mira Barros, que fazia parte da equipa há mais de 20 anos. Licenciada em Línguas e Literaturas Inglesa e Alemã, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Mira Barros fora responsável pela criação do ‘blog‘ da Cotovia, em 2011.

    No passado mês de fevereiro, a Cotovia anunciou o encerramento da sua loja, na rua Nova da Trindade, em Lisboa, situada no edifício projetado por Raul Lino, que acolhera a histórica Livraria Opinião, na década de 1970, e que se apresenta vazio à espera de licenciamento de obras.

    O encerramento da loja foi então marcado para 13 de março, poucos dias antes da declaração do estado de emergência, por causa da pandemia. Na altura, a editora transferiu a venda de livros para o seu ‘site’.

    Quanto à Feira do Livro de Lisboa, lê-se na mensagem da Livros Cotovia: “Estamos (péssima localização, mas não dependeu de nós) a abrir o corredor mais perto do relvado central, quando se desce o Parque pela ala direita”.

    A mensagem acrescenta que a Livraria Flâneur representa a editora, no Porto. E conclui: “Obrigada a todos os nossos leitores”.

    Ao longo dos meses de confinamento, o setor livreiro foi um dos mais afetados pelas medidas de contenção destinadas a travar a propagação do novo coronavírus, com o encerramento de livrarias por todo o país, e a paralisação do mercado editorial.

    As perdas financeiras chegaram a atingir os 45,9%, ou 1,07 milhões de euros, segundo o painel de vendas Gfk, para a semana 4 e 10 de maio, a primeira após a possibilidade de reabertura, prevista no plano de desconfinamento, iniciado em 1 de maio.

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    Source: Editora Livros Cotovia vai encerrar após três décadas de atividade

  • BE quer pesca local autorizada nos fins de semana

    BE quer pesca local autorizada nos fins de semana

    O Bloco de Esquerda defende que a atividade da Pesca Local, pesem as limitações derivadas da Covid-19, deve ser autorizada durantes os fins de semana.

    Para este partido seria a forma de «garantir a segurança dos profissionais da Pesca Local, mas também por motivos de justiça social e económica face às embarcações de maior dimensão e ao atual momento de pandemia».

    O BE entende que a Pesca Local «está fortemente condicionada por condições meteorológicas ao invés de tipos de pesca de maior escala que podem operar em condições meteorológicas adversas por existirem nas suas frotas embarcações de maior dimensão, com mais autonomia e tecnologia mais sofisticada».

    O Bloco deu nota destas preocupações ao Ministro do Mar, perguntando se está disponível «para alterar a Portaria n.º 88-B/2020 de forma a permitir a atividade da Pesca Local ao fim de semana».

  • Turismo do Algarve lança cursos online para promover a região

    Turismo do Algarve lança cursos online para promover a região

    Os cursos de de e-learning destinam-se inicialmente aos mercados inglês, francês, norte americano e holandês. A partir da partir da próxima semana vão também abranger o mercado alemão).

    Com eles, a ATA  pretende dar a conhecer uma perspetiva completa e detalhada sobre a diversidade da oferta que o Algarve dispõe para os seus visitantes, ao longo do ano.

    Ministrada em tempos de confinamento generalizado, a iniciativa procura ser um meio para manter a notoriedade do destino na alto da atenção dos seus principais mercados emissores.

    Adaptados aos interesses dos principais mercados que visitam o Algarve, estes cursos estão, no entanto, disponíveis a todos os profissionais do setor que tenham interesse no destino.

    A participação é gratuita, mediante um registo nas respetivas plataformas. Para além da informação disponibilizada sobre diferentes módulos temáticos, os participantes terão ainda a oportunidade de testar os seus conhecimentos através de uma série de questões, e de aceder a um conjunto de conteúdos complementares sobre a região, como vídeos, fotografias de alta resolução, brochuras ou guias.

    A ação está disponível disponível neste endereço.