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Categoria: Economia

  • Apicultura em Mértola

    Apicultura em Mértola

    Entre o Potencial Inexplorado e os Desafios Crescentes

    Mértola, 16 de Maio de 2024 – O concelho de Mértola, incrustado no coração do Baixo Alentejo, possui um vasto e diversificado património natural que o torna num território fértil para a apicultura. No entanto, este setor enfrenta uma série de desafios que ameaçam a sua sustentabilidade e pleno desenvolvimento.

    Uma investigação aprofundada revela um panorama complexo, onde o potencial inegável colide com as dificuldades inerentes a um clima agreste e a um mercado global cada vez mais competitivo.

    O mel de Mértola, reconhecido pela sua qualidade e autenticidade, é um produto intrinsecamente ligado à identidade da região. A flora diversificada do Parque Natural do Vale do Guadiana, rica em esteva, rosmaninho, tomilho e outras plantas silvestres, confere ao mel características únicas de sabor e aroma, apreciadas por consumidores exigentes. Contudo, esta mesma riqueza natural é também uma fonte de instabilidade.

    A Apicultura em Mértola é, na sua grande maioria, de pequena escala e de cariz familiar. Muitos apicultores complementam os seus rendimentos com a produção de mel, mantendo viva uma tradição secular. No entanto, a falta de investimento em tecnologia e a dificuldade em aceder a mercados mais amplos são obstáculos significativos.

    A investigação apurou que a falta de apoio técnico especializado e a burocracia excessiva também contribuem para a fragilidade do setor. A legislação, por vezes complexa e desajustada à realidade local, dificulta a legalização das explorações e o acesso a apoios financeiros.

    Apesar dos desafios, a Apicultura em Mértola demonstra resiliência e capacidade de adaptação. A procura por produtos naturais e sustentáveis tem impulsionado o interesse dos consumidores pelo mel local, o que representa uma oportunidade para os apicultores da região.

    A Apicultura em Mértola representa um importante contributo para a economia local e para a preservação do património natural da região. Ao enfrentar os desafios com determinação e ao aproveitar as oportunidades que se apresentam, os apicultores de Mértola podem garantir um futuro próspero para este setor vital.

  • Algarve é Destino Convidado na BTL 2026

    Algarve é Destino Convidado na BTL 2026

    Roteiro de Experiências e Forte Aposta no Turismo Interno

    Região assume o papel de Destino Nacional Convidado e apresenta uma programação diversificada, com foco na gastronomia, cultura, novos segmentos turísticos e reforço do mercado português.

    A edição de 2026 da BTL – Better Tourism Lisbon Travel Market, que decorre entre 25 de fevereiro e 1 de março, contará com uma forte presença do Algarve.

    A região, distinguida como Destino Nacional Convidado, preparou um programa diversificado que visa reforçar o seu posicionamento no mercado interno e apresentar as suas novas apostas para o futuro do turismo.

    O stand do Algarve, localizado no Pavilhão 1 da FIL, será um espaço de interação e descoberta, reunindo municípios, associações e parceiros regionais. A programação incluirá ativações culturais, experiências enogastronómicas e momentos de grande visibilidade mediá

    O Algarve participa na CNN Portugal Summit, integrando a mesa-redonda sobre a diversificação geográfica e setorial do turismo e na Festa de Networking. “After Hour Party – Festa Algarve“, com DJ DEELIGHT, promete animar o Grand Hall da FIL com a energia e a identidade da região.

    O Turismo do Algarve apresentará os destaques e prioridades do destino para 2026, com foco nas linhas estratégicas para o futuro da região, terá visibilidade Mediática com a participação na emissão da TSF a partir da FIL e transmissão do “Expresso da Meia-Noite” em direto do stand do Algarve.

    Na Agenda Cultural destacam-se as atuações de Dino D’Santiago, Entre Aspas & Viviane e um rancho folclórico, evidenciando a riqueza das tradições populares e a expressão cultural algarvia.

    Novas Apostas e Segmentos Turísticos

    A presença do Algarve na BTL 2026 é marcada por uma aposta na diversificação da procura e na valorização de novos segmentos turísticos, com destaque para a apresentação do Centro de Congressos de Lagoa, que visa consolidar o posicionamento do Algarve no segmento MICE (Meetings, Incentives, Conferences and Exhibitions).

    Prevê-se o lançamento da marca “Algarve by Car”, incentivando a uma experiência autónoma e personalizada do destino, a promoção do turismo náutico com atividades Náuticas da Barragem de Odeleite, valorizando novos polos de atração no interior do território.

    Quanto ao Turismo de Golfe, espera-se a apresentação do PGA TOUR Champions 2026, reforçando o posicionamento internacional do Algarve como destino de referência para esta modalidade e o Enoturismo: Promoção do “Passaporte Rota dos Vinhos do Algarve”, ligando produção, cultura e experiência turística.

    Mercado Interno como Prioridade

    A participação reforçada do Algarve na BTL 2026 enquadra-se na estratégia de consolidação do mercado nacional. Segundo André Gomes, Presidente do Turismo do Algarve, “Ser Destino Nacional Convidado na BTL 2026 é uma oportunidade estratégica para reforçarmos a ligação ao mercado interno, que continua a ser o principal emissor de turistas para o Algarve e um pilar fundamental da estabilidade da nossa atividade turística.

    Com uma agenda intensa, presença mediática reforçada e uma programação diversificada, o Algarve pretende afirmar-se na BTL 2026 como um destino completo e competitivo, capaz de responder às novas exigências do mercado.

  • Turismo debate salários e condições de trabalho em feira de emprego com forte adesão

    Turismo debate salários e condições de trabalho em feira de emprego com forte adesão

    Mais de 100 empresas e milhares de candidatos reuniram-se na edição de 2026 da Feira de Emprego do Turismo para discutir os desafios e oportunidades do setor.

    A edição deste ano, que superou as expectativas dos organizadores, teve como foco central a necessidade urgente de melhorar as condições de trabalho, nomeadamente os salários e a organização do trabalho, para garantir a retenção de talento.

    Sem condições base, salário e organização do trabalho não há retenção“, foi uma das conclusões retiradas do evento, que procurou promover o contacto direto entre empresas e potenciais colaboradores. A feira contou com a presença de empresas de diversos ramos do turismo, desde hotelaria e restauração a agências de viagens e animação turística.

    António Marto e João Silva Santos, organizadores do evento, destacaram em entrevista ao TNews a evolução da feira ao longo dos anos e a importância da parceria estabelecida para “profissionalizar o processo de matching entre empresas e candidatos“.

    Segundo os responsáveis, esta profissionalização permitiu otimizar a identificação de perfis adequados às necessidades específicas de cada empresa, aumentando as chances de contratação.

    O contexto atual do emprego no turismo foi também um tema central de debate. Apesar do crescimento do setor, a dificuldade em atrair e reter profissionais qualificados persiste, principalmente devido à concorrência salarial com outros setores e países.

    A Feira de Emprego do Turismo procura ser um ponto de encontro para discutir estas questões e encontrar soluções que beneficiem tanto os trabalhadores como as empresas, promovendo um setor mais sustentável e atrativo.

    Foto: Squirrel – Algarve
  • O Ouro Branco do Algarve Tem Nova Guardiã: Nasce a Confraria do Sal de Castro Marim

    O Ouro Branco do Algarve Tem Nova Guardiã: Nasce a Confraria do Sal de Castro Marim

    Castro Marim deu um passo decisivo para a valorização de um dos seus símbolos mais fortes de identidade. Numa reunião que decorreu no Edifício Multifuncional de Empresas, no passado dia 12 de fevereiro, foram formalizados os primeiros passos para a criação da Confraria do Sal, uma entidade que se propõe a promover, defender e valorizar o sal tradicional produzido no território.

    Este momento assume uma importância crucial tanto para o produto como para o concelho algarvio. O nascimento da Confraria marca o início de uma jornada dedicada à elevação do sal de Castro Marim a um estatuto de produto de excelência, intrinsecamente ligado às salinas tradicionais, ao território e ao saber-fazer ancestral transmitido pelos salineiros ao longo de gerações.

    A reunião fundacional centrou-se em temas fulcrais para a operacionalização da nova entidade. Foram debatidos e estabelecidos pontos essenciais para a sua formação, como a definição dos sócios fundadores, a elaboração do regulamento interno e o estabelecimento claro do âmbito de atuação da Confraria.

    Com a sua missão definida, a Confraria do Sal de Castro Marim visa unir esforços em torno da valorização de um produto único, assegurando a sua identidade, autenticidade e a importância histórica, cultural e económica que possui. Através da sua atuação, pretende-se contribuir ativamente para a preservação do património cultural e ambiental associado à produção salineira.

    A visão futura desta nova organização está firmemente assente nos pilares da sustentabilidade e na continuidade desta tradição milenar. A Confraria do Sal surge, assim, como a nova guardiã do ouro branco algarvio, garantindo que este legado perdure e seja reconhecido como um tesouro de Castro Marim.

  • PCP propõe medidas para reforçar a pesca artesanal e garantir sustentabilidade do setor

    PCP propõe medidas para reforçar a pesca artesanal e garantir sustentabilidade do setor

    Projeto apresentado na Assembleia da República prevê renovação automática de licenças e criação de subsídios permanentes para combustíveis.

    O Partido Comunista Português (PCP) apresentou na Assembleia da República uma proposta que visa proteger e valorizar a pesca local e artesanal, considerada essencial para a economia das comunidades costeiras e para a soberania alimentar do país.

    Entre as medidas propostas, destaca-se a «renovação automática das licenças» para embarcações de pesca local e artesanal, reduzindo a burocracia e garantindo a continuidade da atividade. Outra medida central é a «criação de um regime permanente de subsídio» para compensar os custos elevados com combustíveis, incluindo descontos no preço da gasolina e do GPL, à semelhança do benefício já aplicado ao gasóleo.

    Segundo o PCP, estas medidas são fundamentais para «travar o abandono da atividade», assegurar «condições dignas para os pescadores» e promover a «sustentabilidade do setor».

    O partido alerta para o «declínio das capturas nacionais na última década», sublinhando que a pesca artesanal tem um papel estratégico na defesa da produção nacional e na preservação das comunidades piscatórias.

    O impacto esperado inclui maior estabilidade económica para os profissionais da pesca, redução da dependência externa em produtos alimentares e valorização das práticas sustentáveis, que contribuem para a preservação dos recursos marinhos.

  • Vinhos do Alentejo lançam projeto inédito

    Vinhos do Alentejo lançam projeto inédito

    A região vitivinícola do Alentejo reafirma o seu estatuto de vanguarda na sustentabilidade com o lançamento do projeto Re:Boxed, uma iniciativa pioneira a nível mundial que transforma um resíduo industrial de difícil tratamento – a fita de rótulos – em caixas de transporte de vinho de alta qualidade.

    Promovida pela Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA) em parceria com a empresa Partícula Verde, esta nova solução de economia circular visa eliminar a deposição em aterro ou a incineração de centenas de toneladas de material. O projeto, que foi recentemente apresentado no Sustainability In Drinks (SID), em Londres, representa uma resposta prática e mensurável aos desafios da gestão de resíduos no setor.

    O cerne do Re:Boxed reside num processo inovador que permite que o papel siliconado, usado como suporte dos rótulos adesivos, seja transformado em matéria-prima para a indústria papeleira. Este material, que anteriormente não tinha destino útil, está agora a ser reintroduzido na cadeia de valor.

    Desde o início deste ano, a implementação do projeto nos Vinhos do Alentejo já permitiu desviar mais de 14 toneladas de fita de rótulos dos aterros sanitários. O impacto do projeto torna-se ainda mais visual quando se analisam os números globais da região.

    João Barroso, diretor de Desenvolvimento Sustentável e I&D nos Vinhos do Alentejo, sublinha a dimensão desta iniciativa: “Para uma ideia mais visual de todo o impacto desta iniciativa, se estendermos as fitas adesivas utilizadas nos rótulos de vinhos do Alentejo, só no ano passado, daria o comprimento de 20 mil quilómetros, o que equivale à distância entre o Alentejo e a Nova Zelândia. Até agora, este material era frequentemente aterrado ou incinerado, mas através deste processo é transformado em embalagens, gerando valor e promovendo uma verdadeira economia circular.”

    O lançamento da Re:Boxed enquadra-se no Programa de Sustentabilidade dos Vinhos do Alentejo (PSVA), uma iniciativa lançada em 2015 que coloca a região na linha da frente da produção vitivinícola sustentável. O PSVA conta atualmente com mais de 700 membros, abrangendo cerca de 63% da área de vinha do Alentejo, e já possui 27 produtores certificados com um selo de produção sustentável de reconhecimento internacional.

    O objetivo da CVRA é disponibilizar a nova embalagem em exclusivo aos produtores alentejanos como uma opção de transporte nacional e internacional para escoar vendas online, enoturismos ou remessas para concursos de vinhos. Esta iniciativa reforça de forma categórica a bandeira da sustentabilidade dos Vinhos do Alentejo e posiciona a região como um dos maiores exemplos internacionais de resiliência face aos desafios ambientais.

  • O Futuro do sabor no projeto Pêro de Monchique

    O Futuro do sabor no projeto Pêro de Monchique

    A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve (CCDR Algarve, I.P.) anunciou o reforço e a continuidade do projeto do campo experimental do Pêro de Monchique.

    Esta iniciativa é celebrada como um marco na defesa do património genético regional, garantindo que as variedades tradicionais de fruteiras do Algarve não se percam no tempo.

    O projeto insere-se na missão de serviço público da CCDR Algarve, que tem como prioridade a preservação ativa e a valorização destes recursos biológicos únicos.

    O trabalho de recolha, identificação e multiplicação das espécies é desenvolvido de forma rigorosa nos Polos de Inovação e Centros de Experimentação da instituição, nomeadamente nas estruturas localizadas em Tavira e Patacão.

    Recentemente, foram instaladas novas fruteiras no campo experimental do Pêro de Monchique, um passo essencial para consolidar a diversidade da coleção. O material vegetal utilizado nestas novas plantações provém diretamente do acervo preservado no Centro de Experimentação Agrário de Tavira (CEAT).

    Esta proveniência controlada assegura a continuidade e autenticidade genética das variedades, transformando o campo experimental numa arca genética viva e acessível.

    A CCDR Algarve sublinha que a preservação destas variedades tradicionais é fundamental, não só para a biodiversidade agrícola da região, mas também como um recurso valioso para futuras inovações, consolidando um investimento crucial na identidade cultural e agrícola algarvia.

  • FENAREG pede investimento urgente

    FENAREG pede investimento urgente

    A agricultura portuguesa enfrenta desafios crescentes, e a gestão eficiente da água é o epicentro da sustentabilidade futura, diz a FENAREG – Federação Nacional de Regantes de Portugal e lança um alerta estratégico contundente sobre a inação no investimento em regadio está a custar ao país mais de 500 Milhões de euros anualmente.

    Para debater esta urgência e traçar o futuro do setor, a FENAREG realiza, a 6 de novembro, as suas XVI Jornadas do Regadio. O evento, que decorre no Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), em Lisboa, reveste-se de particular importância, assinalando o 20.º aniversário da Federação e contando com o prestígio do Alto Patrocínio do Presidente da República.

    Sob o tema «Regadio: um olhar para o futuro», as jornadas vão servir de plataforma para a Federação exigir a execução imediata da Estratégia Nacional Água que Une. Esta estratégia é vista pelos regantes como o pilar essencial para dotar o setor agrícola das ferramentas necessárias para reforçar a produtividade, garantir a sustentabilidade ambiental e aumentar a competitividade face aos mercados internacionais.

    José Núncio, Presidente da FENAREG, sublinha a dimensão económica da inércia: “Cada ano sem investir em regadio custa a Portugal mais de 500 Milhões de euros”. Este número impressionante reflete as perdas geradas pela falta de modernização e expansão dos sistemas de irrigação, essenciais para mitigar os efeitos da seca e garantir colheitas estáveis.

    As XVI Jornadas do Regadio procuram, mais do que uma celebração de duas décadas de atividade um são um apelo direto aos decisores políticos.

    O futuro da agricultura portuguesa depende da capacidade de Portugal em encarar a água não como um custo, mas como o investimento estratégico fundamental para a segurança alimentar e económica do país.

  • EES: Biometria e Filas de 90 Minutos ‘Congelam’ Controlo de Fronteiras no Aeroporto de Faro

    EES: Biometria e Filas de 90 Minutos ‘Congelam’ Controlo de Fronteiras no Aeroporto de Faro

    O novo Sistema Europeu de Controlo de Fronteiras (EES) prometia maior segurança e eficiência, mas o seu lançamento em Portugal está a traduzir-se em longas filas e tempos de espera insuportáveis para os passageiros.

    O problema, que já era sentido no Aeroporto de Lisboa, estendeu-se agora com gravidade ao Aeroporto de Faro, um dos principais portões de entrada para o turismo nacional.

    Cidadãos de países terceiros, fora do Espaço Schengen, estão a enfrentar esperas que superam facilmente uma hora e, em alguns casos reportados, atingem os 90 minutos. A causa deste congestionamento reside na introdução obrigatória de novos procedimentos digitais e no registo de dados biométricos.

    Este processo, fundamental para o funcionamento do EES, exige tempo adicional em cada posto de controlo, retardando significativamente a passagem dos milhares de passageiros que utilizam os aeroportos portugueses diariamente.

    A situação tem sido classificada pelas autoridades aeroportuárias como de “constrangimentos graves no controlo de fronteiras”.

    No Aeroporto de Faro, à semelhança de Lisboa, estas longas filas representam um risco real de perda de voos, um cenário particularmente preocupante com a aproximação das épocas altas. As demoras constantes têm um impacto negativo direto na experiência do passageiro e na reputação de eficiência dos principais «hubs» nacionais.

    Face a este cenário, a própria gestora do aeroporto algarvio emitiu um aviso prático aos passageiros. É fortemente recomendado que aqueles que viajam fora do espaço Schengen reforcem a antecedência da sua chegada ao aeroporto, de forma a mitigar o impacto dos tempos de espera, que se tornaram previsivelmente mais longos desde a implementação do novo sistema.

    Embora o EES seja um passo importante para a segurança das fronteiras externas da União Europeia, a sua aplicação prática em Portugal continua a gerar disrupções. A persistência de filas extensas sublinha a necessidade urgente de otimizar os novos procedimentos para garantir que a segurança não comprometa a fluidez essencial ao setor de viagens.

  • Carteira da Google: Novas Funcionalidades

    Carteira da Google: Novas Funcionalidades

    Lisboa, 20 de outubro de 2025 — A Google está a reforçar a sua aplicação de carteira digital, a Carteira da Google (Google Wallet), com a introdução de funcionalidades que visam melhorar a organização e a conveniência para os utilizadores. As novidades recentes focam-se em dar mais controlo ao utilizador sobre os seus itens digitais e em tornar a utilização de passes de fidelidade e bilhetes mais inteligente.
    Personalização e Organização Aprimoradas
    Uma das atualizações mais elogiadas é a possibilidade de adicionar alcunhas personalizadas aos cartões, bilhetes ou passes guardados na aplicação. Com um limite de até 25 caracteres, esta funcionalidade permite aos utilizadores nomear cartões idênticos (como múltiplos cartões de transporte ou de fidelização) de forma clara, tornando mais fácil a identificação rápida do item correto no ecrã inicial, um avanço notável para quem gere vários passes da mesma categoria.
    Notificações Inteligentes Baseadas na Localização
    A Carteira da Google também se tornou mais “inteligente” ao integrar notificações baseadas na localização. A aplicação passa a mostrar avisos e sugestões de passes ou cartões de fidelidade que podem ser usados quando o utilizador se encontra próximo de um local específico. Por exemplo, ao chegar perto de uma loja onde tem um cartão de fidelização guardado, a aplicação pode exibir uma notificação para aceder ao cartão com um simples toque, eliminando a necessidade de o procurar manualmente. Esta funcionalidade promete agilizar o uso no transporte público, eventos e estabelecimentos comerciais.
    Expansão de Suporte para Viagens
    No segmento de viagens, a Google respondeu à concorrência ao adicionar o suporte para que os cartões de embarque de grandes companhias aéreas como a American Airlines, Delta e United Airlines possam ser adicionados diretamente à carteira digital. Este recurso sincroniza as informações do bilhete em tempo real, oferecendo uma alternativa mais eficiente e segura do que guardar screenshots dos cartões de embarque. A empresa prevê que mais companhias aéreas passem a adotar este suporte em breve.
    Outras Melhorias e Contexto
    Estas atualizações complementam o leque de funcionalidades já robustas da Carteira da Google, que se estabeleceu como o sucessor do Google Pay e continua a ser um centro seguro para:

    • Pagamentos Contactless (por aproximação), usando a tecnologia NFC.
    • Guardar cartões de crédito e débito, bilhetes de eventos, passes de transporte e cartões de fidelização.
    • Integração com outras apps Google, como o Gmail e o Calendário, para fornecer alertas sobre passes e bilhetes.
      A Carteira da Google está disponível em mais de 60 países e regiões em dispositivos Android e Wear OS, incluindo Portugal, onde o pagamento por aproximação já é amplamente suportado por diversos bancos nacionais.
      Com estas novidades, a Google reafirma o seu compromisso em simplificar as transações digitais, oferecendo uma experiência cada vez mais fluida, organizada e segura para os seus utilizadores.

    ./com GEM-INFO

  • Calor prejudica a campanha da azeitona

    Calor prejudica a campanha da azeitona

    O calor tem sido um fator determinante na atual campanha da azeitona, trazendo diversos impactos negativos em Portugal e outros países produtores do Mediterrâneo:

    • Atraso na campanha: Temperaturas elevadas em outubro causaram atrasos no início da apanha, especialmente no Alentejo, principal região produtora, e podem levar a uma redução de até 10% na produção esperada.alentrium+1​
    • Danos na floração e frutificação: O calor fora de época prejudicou a floração do olival e a pega dos frutos, reduzindo a quantidade de azeitonas formadas, como observado em Trás-os-Montes e Alto Douro.rtp
    • Redução da síntese lipídica: Altas temperaturas durante a maturação das azeitonas dificultam a produção de óleo, pois causam estresse térmico e prejudicam as enzimas envolvidas na formação do azeite, diminuindo a qualidade e quantidade do produto final.olivonews
    • Mudanças nos métodos de colheita: Produtores estão tendo que adaptar horários e técnicas, como colher nas horas mais frescas do dia, para evitar danos maiores às frutas.correiobraziliense
    • Oscilação nos preços: As adversidades climáticas têm impacto direto sobre os rendimentos e, consequentemente, sobre os preços do azeite, embora haja expectativa de alguma recuperação de preços em 2025 devido à entrada de novos olivais produtivos.theportugalnews+1​
    • Necessidade de adaptação e seguros: Agricultores pedem mais apoio e sistemas de seguro para compensar prejuízos devido às condições climáticas extremas, além de investir em práticas agrícolas sustentáveis para tornar as plantações mais resilientes ao calor.rtp+1​

    Em resumo, o calor extremo está a atrasar a colheita, reduzir a produção, afetar a qualidade do azeite e obrigar os produtores a adaptarem práticas e investirem em resiliência. A tendência é de que este tema ganhe cada vez mais importância no setor oleícola português.alentrium+3​

    Pesquisas Perplexity

  • Centro Alqueva abre portas a educadores

    Centro Alqueva abre portas a educadores

    O Centro Alqueva, um novo espaço educativo e interativo situado junto à barragem de Alqueva, recebeu hoje professores de diversos agrupamentos escolares e escolas profissionais da área de influência do Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva.

    A visita guiada teve como objetivo apresentar este centro, que integra ciência, território e sustentabilidade na interpretação do projeto de Alqueva.

    O espaço oferece uma perspetiva educativa e interativa sobre a importância e o impacto do empreendimento na região.

    Durante o evento, no auditório do Centro Alqueva, a EDIA (Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva, S.A.) apresentou a sua oferta educativa para o ano letivo 2025/2026, integrada no programa “Alqueva vai à Escola”.

    A abertura do Centro Alqueva vem reforçar este programa, proporcionando novas oportunidades de aprendizagem e exploração para os alunos da região.

    O Centro Alqueva pretende ser um ponto de referência para o conhecimento sobre o projeto Alqueva, promovendo a educação ambiental e a consciencialização sobre a importância da gestão sustentável dos recursos hídricos.

  • Vila Real de Santo António lidera na Aquacultura Nacional

    Vila Real de Santo António lidera na Aquacultura Nacional

    O investimento estratégico de 10 milhões de euros da Seaculture, empresa pertencente ao Grupo Jerónimo Martins Agro-Alimentar, solidificou a posição de Vila Real de Santo António como líder no setor da aquacultura nacional.

    A unidade de produção, localizada no concelho, foi visitada pelo executivo municipal, que se inteirou do projeto, considerado o maior de produção offshore em Portugal, o qual representa um importante polo de dinamização económica para a região.

    A operação da Seaculture já gerou 64 postos de trabalho no concelho com a integração de tecnologia avançada com práticas sustentáveis, visando a «produção de pescado de alta qualidade».

    Segundo informa a autarquia, este investimento «demonstra o compromisso do município no apoio a projetos estratégicos que impulsionam o desenvolvimento económico e a criação de emprego qualificado» e o investimento reforça a economia local ao criar emprego qualificado. Para o presidente da câmara municipal, Álvaro Araújo, «demonstra a aposta do concelho na valorização dos recursos marinhos».

    A unidade de produção aponta como meta atingir uma produção de 1.500 toneladas de dourada e robalo em 2025, com planos de expansão para 3.500 toneladas anuais a partir de 2027.

    A infraestrutura inclui, para além da produção em mar aberto, armazéns, escritórios e uma unidade de acondicionamento em terra, no espaço da Docapesca.

    O sistema permite que o pescado capturado ao largo de Vila Real de Santo António seja distribuído para os supermercados da cadeia Jerónimo Martins em todo o país num prazo máximo de 24 horas, garantindo a sua frescura.

  • Incêndios devastam 60 Mil Hectares

    Incêndios devastam 60 Mil Hectares

    A recente vaga de incêndios florestais em Portugal devastou cerca de 60 mil hectares, colocando em evidência a urgência de uma transformação profunda na gestão do território e da floresta.

    Se até 15 de julho de 2025 haviam ardido 10.768 hectares, as últimas semanas somaram mais de 50 mil hectares, incluindo incêndios de grandes dimensões em Arouca, Penamacor e no Parque Nacional da Peneda-Gerês.

    Estes incêndios, além de afetarem comunidades locais, causam danos irreparáveis a ecossistemas sensíveis, comprometendo a biodiversidade, a qualidade do solo e o ciclo da água.

    Diante deste cenário, a GEOTA (Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente) defende um modelo de gestão florestal focado em espécies autóctones, ecologicamente adaptadas ao território português, como o carvalho, sobreiro, medronheiro, castanheiro, pinheiro-bravo e outras espécies nativas.

    A organização acredita que esta abordagem permite restaurar a biodiversidade, conservar o solo, regular os ciclos hídricos e aumentar a resiliência às alterações climáticas, ao mesmo tempo que reduz o risco estrutural de incêndios.

    A transformação da paisagem tem de ser vista sobretudo como uma transformação social que encaixe no contexto sociocultural específico de cada território. Trabalhamos com foco no restauro ambiental, mas é um trabalho sobre as pessoas“, afirma Miguel Jerónimo, coordenador dos projetos Renature, promovidos pela GEOTA.

    A organização sublinha a importância do envolvimento das comunidades locais neste processo, destacando que a mudança da paisagem é, acima de tudo, um processo social que exige ouvir quem vive nos territórios, perceber as suas necessidades e integrar o conhecimento local no planeamento das ações.

    Os territórios afetados pelos incêndios enfrentam uma degradação acelerada dos solos e dos ecossistemas, agravada pelas alterações climáticas e pela ausência de gestão ativa da paisagem. Em áreas como a serra de Monchique, a GEOTA observa sinais claros de desertificação, com espécies autóctones a adaptarem-se a novas condições ecológicas.

    Os projetos Renature, implementados pela GEOTA na serra de Monchique, serra da Estrela e no Pinhal de Leiria, visam reverter este cenário.

    Estes projetos seguem uma metodologia estruturada e replicável, baseada no envolvimento direto de proprietários e comunidades locais, na reflorestação com espécies autóctones, na atuação de equipas técnicas especializadas e no recurso a materiais contratados localmente.

    Contam ainda com parcerias com instituições públicas e são financiados por investimento privado. Até ao momento, os três projetos em curso totalizam mais de 1,8 milhões de árvores plantadas, cerca de 3.000 hectares intervencionados e a participação ativa de mais de 700 proprietários e comunidades.

    José Nascimento, proprietário na serra de Monchique apoiado pelo GEOTA, relata: “Antes do incêndio de 2018 o terreno era ocupado por eucalipto e algum medronheiro. Agora foi possível replantar esta área apenas com espécies autóctones, medronheiros e sobreiros.”

    Nuno Lourenço, representante da Junta de Freguesia de Cortes do Meio na serra da Estrela, reforça: “Este projeto tem um valor enorme para nós. A comunidade de Cortes do Meio está profundamente grata e orgulhosa pelo trabalho que aqui tem sido feito na serra da Estrela e estamos comprometidos em dar continuidade ao projeto que iniciámos em conjunto com o GEOTA.”

    Além da reflorestação, os projetos Renature promovem ações de voluntariado ambiental com as comunidades, escolas e empresas, fomentando o envolvimento ativo da sociedade na recuperação das paisagens.

    “Os projetos de voluntariado desenvolvidos no âmbito do Renature Leiria, na Mata Nacional de Leiria, são socialmente relevantes, potenciando uma sensibilização geral, transversal a diferentes gerações da comunidade para o combate aos problemas ecológicos e a favor da sua recuperação ambiental”, afirma a Engª Mónica Almeida, Chefe da Divisão de Gestão Florestal do Centro Litoral do ICNF.

    Perante a dimensão dos desafios, a GEOTA apela à ação imediata: “Não podemos esperar pelo próximo verão para agir. O tempo da prevenção, do planeamento e da recuperação é agora e deve-nos envolver a todos.”

  • No Alentejo há programas de vindimas para todos os gostos

    No Alentejo há programas de vindimas para todos os gostos

    Vindimas noturnas, passeios de jipe e piqueniques entre as vinhas são algumas das propostas dos produtores que celebram a tradição, a colheita e os sabores da região

    Com o arranque das vindimas, o Alentejo volta a abrir as portas das suas adegas para celebrar um dos momentos mais marcantes do calendário vínico. Os programas, que se estendem por toda a região em várias unidades de enoturismo, permitem explorar a região alentejana através dos seus vinhos, da gastronomia e da cultura.

    A Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA) reuniu alguns dos programas de vindimas disponíveis, sobre os quais se pode obter mais detalhes na Rota dos Vinhos do Alentejo. A nossa Redacção considerou interessante apresentar este roteiro aos leitores, devido à abrangência da informação recolhida.

    Rota dos Vinhos do Alentejo – Évora
    Na Rota dos Vinhos do Alentejo, um espaço com a assinatura da CVRA que visa divulgar o enoturismo na região e, consequentemente, os Vinhos do Alentejo, a iniciativa permanente intitulada «Semana dos Produtores» permite dar a conhecer aos visitantes, nacionais e estrangeiros, quatro referências de vinhos de dois produtores distintos que são apresentados semanalmente, em sistema de rotatividade. No local, é também possível personalizar um roteiro com experiências que vão desde a visita à adega, provas de vinhos, gastronomia, safaris no montado, piqueniques, viagem de balão e muito mais.

    Morada: Rua Cinco de Outubro nº 88, 7000-854 Évora      
    Preço: €7,5 por prova e por pessoa (p.p.)  
    Reservasreservas.provas@vinhosdoalentejo.pt ou (+351) 266 746 498 

    Adega José de Sousa – Reguengos de Monsaraz 
    De 16 de agosto a 15 de setembro, a Adega José de Sousa propõe uma experiência de vindima que inclui visita à Adega dos Potes, onde o vinho continua a ser fermentado em talhas de barro, e à Adega Nova. A atividade termina com prova de três vinhos com petiscos da região, sendo ainda possível optar pelo programa com o almoço incluído. 

    Morada: Rua de Mourão 1, 7200-291 Reguengos de Monsaraz   
    Preço: €29 (sem almoço) e €60 (com almoço) p.p. 
    Reservasjosedesousa@jmfonseca.pt ou (+351) 918 269 569  

    Adega do Monte Branco – Estremoz 
    O programa de vindimas da Adega do Monte Branco começa com a receção da uva e a participação em alguns dos trabalhos típicos da época. Sempre que possível, inclui também a tradicional pisa da uva. A experiência de 2 horas e meia termina com uma prova de vinhos e mostos, acompanhada de um piquenique no terraço com snacks típicos da região. 

    Morada: Monte Branco, 7100-145 Estremoz 
    Preço: €50 por pessoa 
    Reservasenoturismo@adegadomontebranco.pt ou (+351) 910 945 592 

    Casa Relvas – Évora    
    Desde a vinha até à adega, o programa da Casa Relvas convida a participar em todas as etapas da vindima: passeio entre as vinhas, identificação de castas, análise de bagos, vindima manual, pisa a pé, prova de mostos e prova de vinhos e azeites.  

    Morada: Herdade de São Miguel, São Miguel de Machede, 7005-752 Évora   
    Preço: €65 por pessoa (sem almoço) ou €95 por pessoa (com almoço) 
    Reservasenoturismo@casarelvas.pt ou (+351) 266 988 034 / 917 295 358 

    Casa das Talhas (Adega Coop. de Vidigueira, Cuba e Alvito) – Vidigueira 
    Durante agosto e setembro, a Casa das Talhas convida a viver a vindima com os pés na terra. O programa inclui visita às vinhas dos associados, participação na colheita e pausa para o tradicional petisco da manhã — a “bucha”. De regresso à adega, é possível conhecer todo o processo de vinificação, antes de terminar com um almoço típico e a oferta de uma garrafa de vinho personalizada por pessoa. 

    Morada: Bairro Industrial, 7960-305 Vidigueira    
    Preço: €75 por pessoa 
    Reservashttps://adegavidigueira.pt    

    Casa de Santa Vitória – Beja   
    Entre 10 de agosto e 10 de setembro, este produtor de Beja promove um programa completo de vindimas, que começa com um welcome drink, segue-se um passeio pelas vinhas com colheita de uvas, visita à adega e à cave das barricas. A atividade termina com prova de vinhos Santa Vitória acompanhados de petiscos regionais, com oferta de uma garrafa de vinho Santa Vitória Seleção. O programa inclui ainda almoço no restaurante Alentejo Vineyards. 

    Morada: Herdade da Malhada, Santa Vitória, 7800-730 Beja 
    Preço: €65 p.p (mínimo 02 pessoas) 
    Reservasinfo@vilagale.com ou (+351) 284 970 100 

    Enoturismo Cartuxa – Évora  
    De 02 de setembro a 03 de outubro, a Cartuxa abre as portas a uma experiência de vindimas com assinatura própria. Em horários fixos — 11h00 e 16h00 —, os visitantes são convidados a participar na escolha manual das uvas e na tradicional pisa, num regresso às raízes da produção vínica. O programa inclui a prova de seis vinhos e dois azeites da Fundação Eugénio de Almeida, acompanhada por sabores típicos da região. Para uma vivência ainda mais completa, é possível juntar uma refeição harmonizada na Enoteca Cartuxa, no coração de Évora. 

    Morada: Estrada da Soeira, 7005-003 Évora 
    Preço: €200 (sem almoço) ou €275 (com refeição) 
    Reservasenoturismo.cartuxa@fea.pt ou (+351) 266 748 383 

    Ervideira – Vendinha / Reguengos de Monsaraz 
    A experiência “100 Pés” está de regresso e convida os participantes a pisar a uva manualmente, tal como os antigos produtores. Segue-se uma visita à adega, onde se dá a conhecer o processo completo de produção do vinho, desde a uva até à garrafa. O programa termina com uma prova de vinhos Ervideira acompanhada por uma tábua de sabores tradicionais alentejanos. 

    Morada: Herdade da Herdadinha, Vendinha, 7200-042 Reguengos de Monsaraz 
    Preço: €65 por pessoa 
    Reservasenoturismo@ervideira.pt ou (+351) 913 545 382 / 266 950 010 

    Esporão – Reguengos de Monsaraz 
    Na Herdade do Esporão, as vindimas são celebradas com um programa especial nos dias 18, 22, 29 de agosto e 5 de setembro. A experiência começa às 10h00 e inclui visita à vinha, à adega dos Lagares e à cave subterrânea. A atividade termina com um almoço no Wine Bar da Herdade do Esporão. 

    Morada: Herdade do Esporão, 7200-175 Reguengos de Monsaraz 
    Preço: €90 por pessoa  
    Reservasreservas@esporao.com, pelo contacto (+351) 266 509 280 ou através de https://www.sevenrooms.com/events/winebaresporao  

    Fita Preta – Évora    
    A partir de 19 de agosto, a Fita Preta oferece programas de vindimas focados na animação e no conhecimento do vinho. Os participantes podem experienciar a mesa de escolha da uva, a remontagem, análise de laboratório, prova de mostos e prova de vinhos, com a opção de participar na apanha das uvas.  

    Morada: Morgado de Oliveira, Estrada da Igrejinha, M527 – Km 109, Nossa Senhora da Graça do Divor, 7000-016 Évora 
    Preço: a partir de €150 por pessoa  
    Reservasenoturismo@fitapreta.com ou (+351) 918 266 993

    Gerações da Talha – Vila de Frades 
    Com raízes profundas na tradição do Vinho de Talha, o programa “Mexer das Talhas” oferece uma imersão única no modo de produção milenar da região. A experiência decorre na adega Gerações da Talha e inclui visita à adega, prova de três vinhos de talha acompanhada de petiscos típicos e a oportunidade de participar no ritual do “mexer das talhas”. Para quem quiser prolongar o momento, é possível acrescentar um almoço na adega ou um passeio de jipe pelas vinhas. 

    Morada: Rua de Lisboa, 29A, 7960-432 Vila de Frades 
    Preço: A partir de €30 por pessoa  
    Reservasgeral@geracoesdatalha.pt (+351) 913 789 476 

    Herdade da Malhadinha Nova – Beja  
    Desde a colheita da uva, ainda nas vinhas, até à transformação na adega, a Herdade da Malhadinha Nova propõe mergulhar na cultura de uma “Harvest Experience” de dois dias. O programa inclui visita à propriedade num veículo todo-o-terreno vintage, visita à adega, prova de vinhos, piquenique, pisa a pé nos lagares, passeio de moto 4, e ainda todas as refeições, com um jantar temático no Restaurante Organic & Inspired Cuisine. 

    Morada: Herdade da Malhadinha Nova, 7800-601 Albernoa, Beja 
    Preço: A partir de €780 por pessoa em quarto duplo  
    Reservasreservas@malhadinhanova.pt ou (+351) 284 965 432 

    Honrado – Vila de Frades 
    Este produtor alentejano tem experiências nas vindimas para todos os gostos: desde dar a conhecer o processo de vinificação, à lavagem da Talha, passando pela visita da Cella Vinaria Antiqua e das Ruínas Romanas, até à participação no workshop de olaria e a provas cegas.  

    Morada: Rua General Humberto Delgado 17, 7960-446 Vila de Frades 
    Preço: A partir de €50 por pessoa 
    Reservasenoturismo@honrado.pt ou (+351) 284 092 094 e (+351) 914 610 435 

    João Portugal Ramos – Estremoz  
    A Adega Vila Santa convida a viver a tradição das vindimas no coração do Alentejo. A experiência inclui a colheita manual das uvas, uma pausa para a típica “bucha” alentejana e a emblemática pisa a pé nos lagares de mármore. Segue-se uma visita guiada à adega e às caves, culminando num almoço típico harmonizado com vinhos da casa. 

    Morada: Adega Vila Santa, Estrada Nacional 4, 7100-149 Estremoz 
    Preço: €110 por pessoa 
    Reservashttps://www.jportugalramos.com/pt/natureing-with-wine/  
      
    Mainova – Arraiolos  
    “Moinante” é aquele que dorme durante o dia, porque esteve a noite toda na farra e é também o nome da experiência de vindima da adega Mainova. A Moinante Experience está disponível a 13 de setembro e propõe um programa que inclui uma visita ao campo com prova de um azeite com pairing, visita à adega e prova de mostos, um sunset ao som de DJ e o jantar em cozinha de fogo. Segue-se a vindima noturna, o observatório de estrelas e uma ceia. 

    Morada: Herdade da Fonte Santa, Estrada Nacional372-1, 7040-669 Vimieiro/Arraiolos   
    Preço: €110 por pessoa 
    Reservasenoturismo@mainova.pt ou (+351) 910 732 526   

    Monte da Raposinha – Montemor-o-Novo 
    Com visitas disponíveis de terça-feira a sábado, o Monte da Raposinha convida a descobrir a adega, o projeto e o terroir que dá origem aos seus vinhos, num ambiente descontraído e acolhedor. A experiência inclui prova de vinhos e tem a duração aproximada de uma hora. 

    Morada: Monte da Raposinha, Estrada do Couço, 7425-144 Montargil 
    Preço: €15 p.p. 
    Reservasreservas@montedaraposinha.com ou (+351) 933 357 778 

    Quinta do Quetzal – Vidigueira  
    Na Quinta do Quetzal, em pleno coração do Alentejo, as vindimas são celebradas com experiências que combinam tradição, gastronomia e os vinhos da casa. As atividades arrancam com a vindima manual e uma explicação do processo de vinificação, seguida de visita à adega. A experiência pode terminar com um piquenique preparado pelo Chef João Mourato, servido entre as vinhas, ou com um almoço harmonizado no restaurante do produtor, após a tradicional “bucha”. 

    Preço: €70 p.p. (piquenique) ou €100 p.p. (almoço harmonizado) 
    Morada: Estrada das Sesmarias, 7960-909 Vila de Frades 
    Reservasreservas@quintadoquetzal.com 

    Tapada de Coelheiros – Arraiolos      
    O convite na Tapada de Coelheiros passa por descobrir a essência das vindimas numa experiência sensorial em plena natureza, conhecendo a propriedade de jipe. Já na adega, a visita inclui a prova de mosto em fermentação e termina com uma prova exclusiva de vinhos da casa, harmonizados com uma seleção de produtos regionais  

    Morada: Tapada de Coelheiros, 7040-202 Igrejinha/Arraiolos    
    Preço: €75 p.p.   
    Reservasenoturismo@coelheiros.pt ou (+351) 266 470 000 

    Torre de Palma Wine Hotel – Monforte  
    Inspirado nas antigas tradições romanas, o Torre de Palma Wine Hotel propõe um regresso às origens com um programa de vindimas que honra a história do vinho na região. Entre agosto e outubro, os participantes podem colher uvas, selecionar os melhores cachos, visitar a adega e provar os mostos. A emblemática pisa a pé, em lagares de mármore de Estremoz, está disponível durante o mês de setembro, e a experiência termina com um almoço harmonizado com vinhos do produtor 

    Morada: Herdade de Torre de Palma, 7450-250 Monforte 
    Preço: €50 p.p. (sem almoço) ou €110 p.p. (com refeição incluída) 
    ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Reservasreservas@torredepalma.com ou (+351) 245 038 890 e 936 004 264 

    Publireportagem – MEDIA TAILORS

  • Nova Direção da SEDES Algarve toma posse em S. Brás

    Nova Direção da SEDES Algarve toma posse em S. Brás

    A nova direção do Núcleo Distrital do Algarve da SEDES – Associação para o Desenvolvimento Económico e Social – iniciou funções no dia 1 de agosto, em São Brás de Alportel, com o objetivo de impulsionar a participação cívica e fomentar o desenvolvimento económico e social da região.

    A cerimónia de tomada de posse contou com a presença de representantes da autarquia, incluindo a vice-Presidente da Câmara Municipal, Marlene Guerreiro, e o presidente da Câmara Municipal, Vítor Guerreiro. Ambos sublinharam a importância da SEDES para a região e a relevância da participação cívica no desenvolvimento do concelho.

    O empresário Paulo Bernardo, natural de São Brás de Alportel, assumiu a liderança do núcleo distrital e apresentou as principais linhas de ação para o seu mandato. O Presidente do Conselho Coordenador da SEDES, Álvaro Beleza, também marcou presença e partilhou a sua ligação pessoal ao concelho.

    Paralelamente à tomada de posse, realizou-se uma conferência intitulada «A Economia do Algarve e os Desafios do Futuro», proferida por Luís Serra Coelho, da Universidade do Algarve, que proporcionou um espaço de reflexão sobre os desafios económicos que a região enfrenta.

    A SEDES, fundada em 1970, é uma associação cívica portuguesa que tem como objetivo promover o debate democrático, a integração europeia e a defesa dos direitos, liberdades e garantias dos cidadãos. Ao longo da sua história, a associação tem procurado contribuir para o desenvolvimento económico e social de Portugal, independentemente do contexto político.

    Foto do Arquivo Fotográfico Municipal
  • Força Aérea na emergência médica

    A Força Aérea inicia hoje o transporte de emergência médica com quatro helicópteros disponíveis 24 horas por dia, uma operação transitória que envolve também dois aparelhos da empresa Gulf Med, que só vão operar durante o dia.

    O envolvimento da Força Aérea Portuguesa (FAP) no transporte de emergência médica foi anunciado na quinta-feira pelo Governo, alegando que essa era a solução encontrada até que o contrato entre o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) e a Gulf Med, empresa a quem foi adjudicado o serviço, obtivesse o visto do Tribunal de Contas (TdC).

    Na tarde de segunda-feira, o TdC anunciou que tinha dado ‘luz verde’ ao contrato em causa, mas o INEM adiantou que a concessão do visto “ainda pressupõe alguns procedimentos” que inviabilizaram que a sua execução se iniciasse hoje.

    Na prática, a operação do Serviço de Helicópteros de Emergência Médica (SHEM) vai ser garantida através de quatro helicópteros e de equipas médicas da FAP, que vão funcionar 24 horas por dia, e que serão acionados através do Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) do INEM.

    Além destas quatro aeronaves da FAP, a Gulf Med vai assegurar a partir de hoje, através de um ajuste direto até o contrato entrar em vigor, dois helicópteros Airbus, que ficarão nas bases de Macedo de Cavaleiros e de Loulé, mas que apenas operarão no período diurno (12 horas por dia).

    Estes helicópteros vão ter a bordo equipas do INEM e permitem o embarque pelas portas traseiras, o que facilita a segurança dos doentes e a rapidez da operação, salienta a empresa com sede em malta.

    O concurso público internacional foi lançado em novembro de 2024 e a decisão final de adjudicação à Gulf Med foi anunciada em março deste ano, prevendo a operação de quatro helicópteros que ficarão nas bases do INEM de Macedo de Cavaleiros, Viseu, Évora e Loulé entre julho de 2025 e o final de 2030.

    A Gulf Med adiantou ainda que o investimento nos quatro helicópteros Airbus H145 foi de 40 milhões de euros e que pretende também desenvolver a formação de pilotos portugueses e criar uma organização de formação certificada em Portugal.

    O INEM esclareceu que o início da prestação de serviço através da empresa que tinha vencido o concurso – que contemplava os quatro helicópteros a partir de 01 de julho – será feito “de forma gradual”, de modo a cumprir “todos os requisitos da legislação aeronáutica europeia, relacionados essencialmente com a garantia de segurança da operação”.

    Em comunicado, o Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) rejeitou a solução de envolver a FAP na operação dos helicópteros de emergência médica, alegando que constitui uma “manobra de branqueamento que não resolve os problemas estruturais identificados há meses”.

    A FAP não respondeu às perguntas da agência Lusa sobre quais as características dos helicópteros que vão garantir o serviço de transporte aéreo de emergência a partir de hoje e em que locais ficarão as bases destes aparelhos.

    ./Lusa
  • MAR 2030: Algarve garante 14,5 milhões de Eẽuros para impulsionar Pescas e Aquacultura

    MAR 2030: Algarve garante 14,5 milhões de Eẽuros para impulsionar Pescas e Aquacultura

    Algarve lança Plataforma Colaborativa de Inovação para a Economia do Mar

    Sessão no Patacão lança Plataforma de Inovação Colaborativa e revela investimentos estratégicos como o Hub Azul de Olhão, financiado pelo PRR. O objetivo é ligar o conhecimento científico às necessidades das empresas. Redação Gem-Digi 29/06/2025

    A economia do mar no Algarve recebeu um novo impulso com a aprovação de 14,5 milhões de euros em fundos do programa MAR 2030. Este financiamento inicial destina-se a fortalecer os setores tradicionais da pesca, aquacultura e transformação de produtos do mar.

    O anúncio foi feito durante a sessão pública de lançamento da Plataforma de Inovação Colaborativa da Economia do Mar, que decorreu no passado dia 18 de junho, no auditório dos serviços regionais de agricultura e pescas, no Patacão. O evento, que reuniu cerca de 50 especialistas e empresários, foi promovido pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve, no âmbito da Estratégia Regional de Especialização Inteligente (EREI ALGARVE).

    Durante a sessão, foram destacadas as tendências e oportunidades estratégicas para a região, com especial ênfase no Hub Azul Olhão. Esta infraestrutura de inovação, financiada pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) em 4,7 milhões de euros, estará focada na capacitação em biotecnologia azul, aquacultura e robótica. A apresentação do enquadramento estratégico esteve a cargo de Carlos Pinho, da equipa executiva do Fórum Oceano, a entidade que gere o cluster nacional da economia do mar.

    O debate sobre o potencial de transformação da região foi aprofundado numa mesa-redonda dinamizada pela Divisão de Empreendedorismo e Transferência de Tecnologia (CRIA) da Universidade do Algarve. A discussão contou com a participação de importantes entidades de investigação, como o Centro de Ciências do Mar (CCMAR) e o Centro de Investigação Marinha e Ambiental (CIMA), bem como os Laboratórios Colaborativos S2AquaColab e GreenColab, e a empresa Nautiber – Estaleiros Navais do Guadiana.

    Com o intuito de identificar necessidades concretas, a NERA – Associação Empresarial da Região do Algarve organizou uma dinâmica de grupo para sinalizar prioridades de investimento, capacitação e projetos a desenvolver a curto prazo na fileira do mar.

    No final do evento, os participantes visitaram as obras de requalificação do antigo laboratório de sanidade animal, que está a ser transformado num moderno centro de competitividade dedicado ao estudo e aplicação de algas, nomeadamente na agricultura e aquicultura.

    Uma das principais conclusões do encontro foi a clara distinção entre as necessidades dos setores. Enquanto os mais tradicionais (pesca e aquacultura) focam-se em melhorias na governação e nos processos de licenciamento, os setores emergentes, como a biotecnologia azul, priorizam a transferência eficaz do conhecimento científico para o tecido empresarial.

    A Plataforma de Inovação Colaborativa da Economia do Mar continuará a sua missão de reunir entidades e empresas para desenvolver desafios de inovação e projetos integrados, com vista a captar financiamento nacional e europeu.

  • GNR e Instituto da Vinha e do Vinho unem-se para fiscalizar

    GNR e Instituto da Vinha e do Vinho unem-se para fiscalizar

    A Guarda Nacional Republicana (GNR) e o Instituto da Vinha e do Vinho, I.P. (IVV), anunciaram ter assinado na passada sexta-feira, dia 21 de fevereiro, um Protocolo de Cooperação.

    O objetivo é reforçar a fiscalização e controlo dos trânsitos de vinhos em Portugal, fortalecendo as medidas de prevenção e combate a eventuais irregularidades que possam afetar o setor vitivinícola.

    Este protocolo visa também garantir o regular funcionamento deste setor de elevada importância para o tecido empresarial e para a economia em geral, através de uma atuação conjunta em quatro áreas fundamentais, abrangendo a formação, a sensibilização, a fiscalização e a cooperação.

    Procuram, com esta iniciativa, reforçar a eficiência da fiscalização, no combate aos eventuais fenómenos ilícitos, decorrentes da entrada irregular de produtos vitivinícolas no circuito económico.

    Ao mesmo tempo, apelam à colaboração de todas entidades do setor, no sentido de serem denunciadas junto do IVV, possíveis práticas que justifiquem uma verificação atenta, através do canal disponível para o efeito

  • Debate em Silves sobre a produção da laranja

    Debate em Silves sobre a produção da laranja

    No próximo dia 15 de fevereiro, sábado, com início previsto para as 11:00 horas, durante a 9.ª Mostra Silves, Capital da Laranja, a Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas (CPPME) e a Câmara Municipal de Silves, organizam um debate, no âmbito de uma parceria.

    O objetivo é facilitar o acesso a informação específica que permita encontrar as melhores soluções de apoio e financiamento para o desenvolvimento da atividade e divulgar aos empresários os incentivos e programas de apoio específicos disponíveis.

    Eis os Oradores:

    • Aquiles Marreiros, Vogal Executivo do PR Algarve2030, CCDR Algarve
    • Jorge Pisco, Presidente da Direção da CPPME
    • Nuno Gonçalves, Vice-Presidente do Conselho Directivo do IAPMEI
    • Cláudia Bento, Administradora Executiva da CCAM Terras do Arade
    • Carlos Albano, Vogal da Direção da Vicentina-Associação para o Desenvolvimento do Sudoeste