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Categoria: curiosidades

  • O Palco é a Vila: Teatro Comunitário de Mértola Lança Chamada para Envolver Residentes

    O Palco é a Vila: Teatro Comunitário de Mértola Lança Chamada para Envolver Residentes

    A cultura e a identidade local estão prestes a ganhar um novo palco em Mértola. O projeto Teatro Comunitário de Mértola lançou um apelo à participação de todos os residentes para a criação do seu mais recente espetáculo.

    Este projeto ambicioso propõe uma viagem cénica pela própria vila, transformando os lugares de encontro do coletivo e as paisagens quotidianas em cenários de histórias.

    O novo espetáculo tem como eixo central a exploração do que define a pertença a uma comunidade.

    Os participantes serão convidados a fazer uma profunda incursão sobre os caminhos que ligam o passado ao presente, buscando a verdadeira essência do espírito coletivo de Mértola e descobrindo as histórias de quem por ali passa e habita.

    O Teatro Comunitário de Mértola é um espaço inclusivo, aberto a pessoas de todas as idades e níveis de experiência – ou ausência dela – em representação.

    A iniciativa é um convite direto a quem deseja “contar algo ao mundo”, servindo de plataforma para a dramatização de desejos, inquietações, perguntas, soluções e ideias que o grupo considera importantes partilhar.

    Participar neste projeto vai além da simples encenação. Os ensaios oferecem uma oportunidade ímpar para o desenvolvimento de capacidades artísticas, nomeadamente ao nível da expressão, comunicação e potencial criativo.

    Os participantes terão acesso a técnicas de interpretação, improvisação, preparação e criação artística, explorando o potencial do corpo e da voz, tanto individualmente como em dinâmica de grupo, culminando na apresentação pública de criações coletivas.

    Este projeto de enriquecimento cultural e social é fruto de uma parceria estratégica entre a boa CRIAÇÃO e a Câmara Municipal de Mértola, integrado no âmbito do projeto CLDS 5G MAIS PRÓXIMOS.

    Os interessados em juntar-se a esta comunidade criativa e subir ao palco para contar a história de Mértola devem comparecer nos ensaios, que decorrem todas as quartas-feiras, no horário das 18h00 às 20h00. É o momento ideal para fazer parte do próximo capítulo cultural da vila.

  • Entrada poente de Castro Marim em renovação

    Entrada poente de Castro Marim em renovação

    A primeira fase da requalificação da entrada poente de Castro Marim arranca em breve, anunciou a câmara municipal, especificando que é nomeadamente a rua de São Sebastião, que vai ser alvo de uma intervenção de requalificação.

    A autarquia apontou como início da obra da primeira fase as próximas semanas, e constará de promover a sua utilização pedonal, valorização estética e ambiental.

    N primeira fase vão ser abatidas as árvores existentes, explicando a câmara que «as atuais estão a causar danos nos edifícios próximos de habitação e comércio e na rede de abastecimento de água, devido ao crescimento descontrolado das raízes destas espécies, consideradas impróprias e não adaptadas ao espaço».

    A rede de abastecimento de água que está danificada devido a estas árvores será substituída, com o espaço a ser também temporariamente reparado para que se possa usufruir durante este período com tranquilidade.

    Numa segunda fase, após o lançamento da obra a concurso, vai ser criada uma área completamente plana, sem divisões entre os passeios de calçada e as vias de circulação viária, que serão alargados e vão acolher balizadores limitadores que separem a área pedonal da estrada.

    A rua ficará apenas de um único sentido, de leste para oeste, para valorizar a circulação pedonal e assegurar a segurança dos transeuntes.

    As zonas vão apresentar espaços de estadia, além de áreas de enquadramento e proteção, com bancos, canteiros, floreiras e novas espécies de árvores, para gerar sombra.

    «A área da estátua de homenagem aos Combatentes do Ultramar também será valorizada com um novo enquadramento de vegetação envolvente», acrescenta a autarquia.

    A escolha das espécies foi feita de acordo com a sua adaptação às condições climatéricas da região e ao seu baixo consumo de água, contribuindo assim para a sua poupança e luta contra a seca que se abate no concelho de Castro Marim e no Algarve, recorrendo sempre que possível a espécies autóctones da zona mediterrânea.

    O espaço terá também um sistema de rega automático e eficiente para todas as zonas plantadas, feito de forma localizada, através de gotejadores auto-compensantes, com um sistema automático que impede que se regue em períodos de chuva.

    Esta obra procuram «gerar condições de conforto ambiental e de convívio social, resultando num espaço agradável».

  • Plantas podem emitir sons audíveis pelos animais

    Plantas podem emitir sons audíveis pelos animais

    Esses sons foram ajustados eletronicamente para poderem ser audíveis aos humanos. Oferecemos aqui aos nossos leitores, trechos da tradução do artigo que pode ser consultado em https://www.vice.com/en/article/3aknn3/plants-make-sounds-when-hurt-scientists-confirm-and-now-you-can-hear-it.

    A articulista conta assim: «A sua tomateira pode estar a pedir para que você a regue, mas embora outros animais e plantas possam ouvi-la, os seus ouvidos humanos são surdos ao som dos seus lamentos. Essa é a descoberta de uma nova pesquisa que capturou os estalos e cliques de plantas com stress, que foram sintonizadas na faixa de audição humana.»

    Segundo a articulista, a nova experiência revelou que «as plantas expostas a pressões nocivas, como lesões e desidratação, produzem ruídos ultrassônicos que podem ser audíveis para animais e plantas até 16 metros de distância».
    Desta forma, as plantas podem usar o som para se comunicar com seus ecossistemas mais amplos, uma descoberta que lança luz sobre seus misteriosos mundos internos e pode ajudar a mitigar os desafios agrícolas apresentados pelas mudanças climáticas.

  • 31 anos depois do Hubble sobe o telescópio Webb

    31 anos depois do Hubble sobe o telescópio Webb

    O Mundo inteiro pode observar as imagens do foguetão a subir, quando partiu da floresta tropical das Guianas, com absoluto êxito e poupança de combustível que lhe poderá proporcionar longa vida,

    O espelho extragrande, seis vezes maior que o espelho do telescópio espacial Hubble, do James Webb será capaz de detectar a luz infravermelha e estrelas e galáxias extremamente tênues e distantes.

    Desta forma, vai mergulhar no tempo, em direção às origens da luz que se espalhou e é emitida pelas estrelas das galáxias. Tal permitirá que ele, basicamente, possa andar mais de 13 bilhões de anos para trás, a cerca de 250 milhões de anos após o Big-Bang, quando se julga ter-se formado a primeira galáxia.

    Ainda de acordo com o administrador da agência espacial norte-americana, Webb permitirá um «salto quântico de compreensão de quem somos, como chegamos aqui, o que somos e como tudo evoluiu».

    «O telescópio James Webb é único», declarou Bill Nelson em entrevista ao site Space. Bill Nelson também descreveu a capacidade de Webb de identificar e estudar planetas alienígenas em trânsito ou passando na frente de suas estrelas hospedeiras. «Além de detectar exoplanetas, o telescópio será capaz de determinar qual é a composição química de uma atmosfera daquele planeta», disse ele. «Vamos começar a ser capazes de determinar se há atmosferas habitáveis ​​como a nossa orbitando em torno de outros sóis? Vai ser muito emocionante descobrir isso».

    O itinerário científico do Webb tem quatro áreas principais de enfoque: a primeira luz no universo, o nascimento de estrelas e planetas, como e quando as primeiras galáxias do universo se reuniram e o estudo dos exoplanetas e suas atmosferas.

    Essas áreas principais são apenas um ponto de partida: os ambiciosos planos de ciência do Webb também incluem a procura de vida alienígena, de fora da Terra e o estudo da matéria escura e energia escura.

    Além de seu entusiasmo pelas capacidades de próxima geração de Webb, Nelson também disse estar se sentindo “muito orgulhoso” das equipes que desenvolveram o telescópio. “Estou muito orgulhoso da força de trabalho da Nasa e do que eles fizeram. Webb é uma missão em construção há mais de 25 anos, com desenvolvimento no escopo começando em 1996, e alguns membros da equipe de missão passaram toda a sua carreira trabalhando para criar Webb e deixá-lo pronto para o lançamento”.

  • As bolas laranja nos cabos de alta tensão

    As bolas laranja nos cabos de alta tensão

    Estas bolas que são instaladas nas redes de alta tensão, são esferas de fibra de vidro usadas para indicar a existência dos fios a pilotos de aeronaves que possam sobrevoar a área.

    Além de serem colocadas nas torres de alta tensão para facilitar a visualização dos cabos por pilotos de aviões e helicópteros essas bolas, que são tecnicamente chamadas de esferas dissipadoras eletro-geométricas, servem também para atrair os raios.

    Dessa maneira, as esferas evitam que eles possam atingir os fios e os transfere pelo cabo de uma esfera para a outra, até que a corrente elétrica chegue à estrutura metálica das torres, e atinja o solo.  Assim, elas evitam que o raio parta os cabos e os atire sobre as estradas, o que poderia provocar graves acidentes.

    Visto em FIRESHELTER52