Existem ainda alguns lugares para escavar no Sítio Cercas das Alcarias de Mesquita (Mértola, Portugal) como parte deste projeto internacional e continuam abertas as inscrições para os interessados em participar até ao próximo dia 10., sob a designação de Espanha ao Al-Andaluz, islamização e resistência em meio rural.
Trata-se de uma campanha específica de escavação que visa avançar na área funerária e adjacente ao Eremitério de Nossa Senhora das Neves. e a intervenção integra-se em Projeto Al-Andaluz, Magreb, estando garantida à equipa voluntária o alojamento, alimentação e seguro contra acidentes.
O Castelo de Serpa irá acolher diversas atividades de recriação histórica, demonstrações de combate e de tratamento de feridos, jogos e teatralizações, anunciou a câmara municipal que em breve anunciará o programa completo.
O Festival resulta de uma candidatura no âmbito do fomento da cooperação transfronteiriça na Euroregião Andaluzia – Alentejo – Algarve, aprovada pela Junta da Andaluzia, que junta como parceiros os municípios de Aracena, Aroche e Serpa, e pretende promover uma agenda cultural comum ligada à história medieval deste território, com o intuito de consolidar a cooperação institucional e divulgar o património da região.
As atividades do Festival têm início em Aracena, com a Muestra de Música Antigua Castillo de Aracena, de 10 a 14 de agosto, seguindo-se em Aroche a Noche de las Velas de Aroche, a 13 de agosto, e terminando nos dias 20 e 21, em Serpa, com a iniciativa “Hospitalários: das Cruzadas à Reconquista Cristã”.
A iniciativa é organizada pelo Dark Sky Alqueva, Município de Reguengos de Monsaraz e ATLA – Associação Transfronteiriça do Lago Alqueva e apresenta um cartaz com várais atividades no Lago Alqueva, workshops, palestras, provas de vinho e observações do céu.
A inauguração da Dark Sky Party Alqueva está prevista para o dia 29 de julho pelas 21h, seguindo-se a palestra «Poluição luminosa: rejeitar uma herança do século XX», por Raul Cerveira Lima, professor adjunto de Física na Escola Superior de Saúde do Politécnico do Porto.
O programa prossegue pelas 22:00 horas com a palestra «Passeio Cósmico», por Miguel Claro, astrofotógrafo oficial do Dark Sky Alqueva, e às 22:30 horas, José Augusto Matos, guia do Dark Sky Alqueva e formador na área da astronomia vai falar sobre «Murmúrios da Terra». José Augusto Matos realizará ainda pelas 23:00 horas uma visita guiada ao céu, a olho nu.
À mesma hora decorre uma observação noturna pelo Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço e pelo Dark Sky Alqueva.
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No dia 30 de julho o programa integra atividades no Lago Alqueva a partir das 17:00 horas, com canoagem, barco com bananaboat e stand up paddle promovidas pela Alentejo Break. Às 18:00 horas haverá uma observação solar pelo Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço e pelo Dark Sky Alqueva.
Segue-se às 18:30 horas uma prova de vinhos com o produtor vitivinícola Casa de Sabicos e à mesma hora decorrem as primeiras sessões dos workshops «Sistema Solar comestível» (segunda sessão às 19) e «Universo de papel» (segunda sessão às 19:30), pelo Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço.
«Viajando do Macro ao Microcosmos» é o tema da aula de ioga que vai realizar-se às 19:30 horas pelo Áshrama Évora Dhyána – Centro do Yoga. Pelas 21:30 horas decorre a palestra «Dos buracos negros às ondas gravitacionais», por Francisco Lobo, coordenador e investigador do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço.
A palestra «Ir ao Espaço dá saúde e faz crescer» pelo astrónomo Miguel Gonçalves acontece às 22:00 horas, seguindo-se vinte minutos depois Humberto Campins, membro da Missão OSIRIS-REx da NASA e professor de física e astronomia na Universidade da Flórida (Estados Unidos da América), com a palestra em inglês «How likely is na asteroid to ruin your day». Pelas 22:40 horas, a ex-astronauta da NASA e capitã aposentada da Marinha dos Estados Unidos da América, Heidemarie Stefanyshyn-Piper, apresenta a palestra «My Story».
O produtor de vinhos Louro Wines vai realizar às 23h uma prova cega de vinhos intitulada «Via Vínica na Via Láctea» e à mesma hora decorre um concerto meditativo com Moksha Sound Journeys. A fechar, pelas 23h30 realiza-se uma observação noturna pelo Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço e pelo Dark Sky Alqueva.
A iniciativa foi denominada «Algarve: Investimentos com Fundos Europeus na Cultura e Património Cultural», e ocorerrá entre as 15:00 e as 19:00 horas, tendo José Apolinário, presidente da CCDR Algarve, destacado que a aposta no setor da cultura tem sido um dos eixos prioritários do Programa Operacional do Algarve – CRESC ALGARVE 2020.
Aquele dirigente revelou que os projetos apoiados «permitiram a intervenção em diversos locais de interesse cultural e em iniciativas que se destinam a valorizar o património cultural e reforçar a competitividade do território, sempre numa ótica de potenciar a diversificação económica da Região, mas que, naturalmente, também representa mais-valias para o setor predominante: o turismo».
Diz que a Região, em termos de prioridades de investimento, está no bom caminho, mas não dispensa ouvir os diferentes agentes envolvidos, cuja opinião «é muito importante para fundamentar os investimentos futuros».
O ALGARVE 2020, através do qual foi possível concretizar intervenções fundamentais e estruturais para a região, está em fase de conclusão e a cultura e as indústrias criativas vão continuar a ter lugar de destaque no próximo Quadro Financeiro Plurianual – ALGARVE 2030.”
O Museu Municipal de Lagos – dr. José Formosinho – cuja requalificação foi apoiada pelo ALGARVE 2020 e foi merecedora de uma distinção por parte da Associação Portuguesa de Museus, acolhe a sessão de trabalho, na qual «serão partilhados os resultados de um conjunto de projetos aprovados no âmbito do ALGARVE 2020, que, no total, permitiu um investimento de cerca de 53 milhões de euros, com 47 operações, no eixo Património Natural e Cultural».
Esta iniciativa dedicada aos investimentos na cultura na Região integra um conjunto de ações que visa divulgar os projetos apoiados no âmbito do Programa Operacional do Algarve – CRESC ALGARVE 2020, nota a CCDR Algarve que revela que no total do ALGARVE 2020, a 30 de junho passado, estavam executados cerca de 205,7 milhões de euros Fundo (64,54%) dos 1.555 projetos aprovados, «alavancando um total de cerca de 610 milhões de euros de investimento elegível».
Programa de Jornada de trabalho de dia 25 de julho
A sessão de trabalho dedicada à cultura começa com o painel «Investimentos com Fundos Europeus no ALGARVE 2020», no qual estarão em debate vários projetos, como os Banhos Islâmicos e Casa Senhorial dos Barreto (Loulé); Revelim e Castelo de Castro Marim; intervenção na Sé de Silves; Reabilitação do Cine-Teatro António Pinheiro (Tavira); Monumentos Megalíticos de Alcalar, Portimão e Cultura em Rede, projeto Bezaranha, (AMAL).
“Visão prospetiva e desafios Algarve 2030” será o tema do painel da hora seguinte, no qual se espera a intervenção de Antónia Correia, do Kitcolab Turismo; Alexandra Rodrigues, Diretora da Escola Superior de Gestão, Hotelaria e Turismo (ESGHT) da Universidade do Algarve; José Gameiro, e Rui Parreira. A sessão de encerramento decorre às 17h45 e conta com a intervenção (mensagem vídeo) da Secretária de Estado do Desenvolvimento Regional, Isabel Ferreira; da Secretária de Estado da Cultura, Isabel Cordeiro; do Presidente da CCDR Algarve, José Apolinário; do Presidente Câmara Municipal de Lagos, Hugo Henrique Pereira; Adriana Nogueira, Diretora Regional da Cultura, e João Fernandes, do Turismo do Algarve.
O XIV Festival Medieval de Elvas foi inaugurado oficialmente ao final da tarde de ontem, dia 7 de julho.
Até domingo próximo, dia 10, a Praça da República e a Rua da Cadeia servem de cenário para um evento que regressa após a paragem de dois anos motivada pela pandemia relacionada com a Covid-19.
Além das muitas tasquinhas e bancas que comercializam artigos de época, o programa conta com animação a cargo de grupos de danças orientais, saltimbancos, trapezistas, jogos, tiro com arco, treino de guerreiros e passeios de camelo, anunciou a autarquia.
Na abertura desta edição 2022 do Festival Medieval de Elvas, o presidente do Município, comendador José Rondão Almeida, destacou «o significado deste regresso do certame e a dinâmica que ele proporciona ao Centro Histórico da cidade», tendo a vereadora da cultura, Paula Calado, deixado um agradecimento a todos os trabalhadores municipais pelo apoio à concretização das diferentes iniciativas da Autarquia.
Malick Ndiaye, menino nascido no Senegal, de apenas 12 anos, usou velhas lentes de alta graduação do pai, uma lente de câmera, arame, papel, latas e bengala para fazer seu próprio telescópio e com esses recursos, construiu um telescópio que lhe permitiu ver o céu noturno e os detalhes da superfície da Lua.
Ao jornal El País afirmou ter levado duas semanas para construir o telescópio e explicou que «quando me concentrei no céu noturno e vi os detalhes da superfície da Lua que pensei que poderia tocá-lo com a mão».
E acrescentou: «Um dia eu estava na porta da casa e um homem que trabalhava na estrada passou. Ele me perguntou se era alguma topografia e eu disse que não, era um telescópio que eu tinha feito a mim mesmo. Então ele tirou fotos e um vídeo meu e as enviou para o Facebook.»
O vídeo iria acumular milhares de reproduções, atingindo a mão de cientistas da região que não hesitaram em entrar em contato com o jovem.
Agora tem um novo telescópio mais profissional, entregue por Maram Kaire, atual presidente da Associação Senegalesa para a Promoção da Astronomia que lhe permitirá aprofundar as observações do espaço.
Quando perguntado sobre seus sonhos para o futuro, o jovem sempre disse: “Eu só quero olhar para as estrelas.”
A apresentação final do projeto teve lugar na passada sexta-feira, no Largo Manuel Cabanas, em Vila Nova de Cacela, tendo contado com a presença da vereadora da cultura da câmara Municipal local, Conceição Pires, além de representantes, dirigentes e coordenadores do programa e do Agrupamento de Escolas.
O Programa de Educação Estética e Artística (PEEA), é uma iniciativa da Direção-Geral da Educação que pretende enriquecer as experiências de educação. Inscreve-se no quadro de uma política educativa de valorização da cultura e das artes do ministério, propondo metodologias inovadoras de aprendizagem nas áreas das Artes Visuais, Dança, Expressão Dramática/Teatro e Música.
Neste contexto, acompanha os educadores e professores, de forma continuada, através de planos sequenciados, com formação docente, iniciativas com parceiros culturais, projetos de ações educativas e realização de eventos no âmbito da Educação Artística – a fim de ser construída uma rede de conhecimentos e recursos, de acordo com cada contexto escolar.
Além da Equipa de Educação Artística, estrutura central, o PEEA contou ainda com um grupo de Embaixadores Regionais e Locais que, junto da escola EB1 Manuel Cabanas, estabeleceu uma relação de proximidade, acompanhando os docentes, os alunos e a comunidade.
Esta rede de professores realiza ações sequenciadas que reconhecem a Arte como forma de conhecimento e valorizam as culturas locais e globais para a construção de uma marca de identidade.
O solstício de verão é o momento em que o Sol atinge a maior declinação polar em latitude, medida a partir da linha do Equador, fenómeno astronómico que acontece duas vezes por ano: uma vez em junho e outra em dezembro, no solstício de Inverno quando a noite é a mais longa do ano. É devido ao movimento da Terra em volta do Sol, e também à inclinação do eixo de rotação da Terra
O termo “solstício” provém do latim sendo composto pelas palavras sol e sistere (que não se mexe). Esse termo faz referência ao fato de que, visto da Terra, o Sol parece parado, mantendo uma posição fixa ao nascer e ao se pôr, durante algum tempo.
Em termos de mítica do hemisfério Norte e da cultura anglo-saxónica o monumento Stonehenge transporta-nos para momentos ancestrais desta celebração antigo e está representado na fotografia acima.
Susana Travassos vai dar um concerto no Centro Cultural António Aleixo, em Vila Real de Santo António em homenagem ao pai e diretor do Jornal do Algarve, falecido em Dezembro do ano passado.
«O meu pai é um pássaro» é o lema desta apresentação prevista para o próximo sábado, 18 de Junho, às 21:30 horas, sendo esta a segunda vez que sobe ao palco este espetáculo inteiramente dedicado ao jornalista e professor de História, pois Susana Travassos e a sua banda já haviam estreado o formato no Cineteatro Louletano.
Susana disse ao Jornal do Algarve «Na altura do primeiro concerto várias pessoas vieram ter comigo a perguntar porque não fazia o espetáculo na terra natal doo meu pai. Esta é a resposta a esse repto», feito pelo presidente da amara da sua terra natal, Álvaro Araújo, que tinha assistido ao concerto em Loulé.
No próximo dia 17 de Maio, sexta-feira, o município de Grândola organiza uma excursão Megalítica à Serra de Grândola, com o objetivo de aproximar os cidadãos do património local.
A autarquia aproveita o ensejo de estar a decorrer o processo de classificação do megalitismo alentejano, com dezanove monumentos localizados no concelho.
A câmara municipal quer dar a oportunidade de observar e conhecer uma paisagem milenar e proporcionar a visita alguns monumentos com acesso condicionado.
Disponobiliza um autocarro para oito pessoas, mas pode ser utilizado o transporte próprio, sendo a partida localizada junto ao Núcleo Museológico de São Pedo.
«Pequei por poetizar tão tarde» é o novo livro de poemas de Célia Segura, poeta residente em Castro Marim e que participa ativamente nos movimentos poéticos transfronteiriços do Algarve e da Andaluzia.
Célia Segura considerou como um momento mágico, em que a música e a dança estiveram numa consonância perfeita e considerou-se de «coração cheio». pela afluência ao Revelim de Santo António, um palco de alta qualidade e de paisagem magnífica.
No próximo dia 25 de Junho, Ofir Chagas apresenta ao público a segunda edição da obra «História de Tavira», durante a inauguração da Biblioteca da Santa Casa da Misericórdia.
A Sessão Cultural tem efeito na Igreja da Misericórdia, às 14:30 horas. A obra já se encontrava esgotada. A Biblioteca fica instalada numa das dependências da Igreja, junto ao Museu Religioso, com entrada pela Calçada da Galeria. O património da Sala comportará cerca de 4 milhares de volumes, doados por alguns tavirenses, encontrando-se aberta a novas doações.
A Obra “História de Tavira”, foi editada em 2015, e será agora apresentada em 2ª edição num só volume de 597 páginas),estando à disposição dos interessados na referida Sessão Cultural, sendo a receita global apurada, destinada para a nova Biblioteca.
«As Pessoas Invisíveis» é a revisitação de um dos eventos mais trágicos e menos conhecidos da nossa História colonial: o massacre de um grande número de nativos forros, mostrando como o fim legal da escravatura precedeu, em muitas dezenas de anos, a sua efetiva abolição. Entre realismo e magia, Poder e invisibilidade, ignomínia e sobressalto, o presente romance, é de uma maturidade exemplar».
José Carlos Barros é licenciado em literatura paisagista pela Universidade de Évora. Vive e trabalha em Vila Nova de Cacela. Foi diretor do Parque Natural da Ria Formosa, e da Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António. Autor de poesia , «O Uso dos Venenos», 2018, «A Educação das Crianças», 2020, «Estação – Os Poemas do DN Jovem, 1984-1989», 2020, «Penélope Escreve a Ulisses», 2021, e dos romances «O prazer e o tédio», 2009, e «Um Amigo para o Inverno», 2021.
José Carlos Barlos é atualmente vereador na câmara municipal de Vila Real de Santo António, onde já desempenhou também os cargos de vereador da cultura e de vice-presidente. Foi também presidente da Assembleia Municipal deste concelho.
No âmbito do projeto de inventário e catálogo monográfico do património e da memória político administrativa do município de Lagoa, a autarquia tem em curso o inventário do património histórico, arquitetónico e artístico do seu território.
Este inventário, que é ao mesmo tempo catálogo, sustentado por trabalho de terreno e criteriosa crítica de fontes e bibliografia, abrange todo o património religioso e tem também por objetivo a disseminação do conhecimento sobre esta área patrimonial.
A conferência prevista pretende divulgar a metodologia de trabalho, sustentada na gestão da informação, e partilhar alguns dos dados ainda em construção. Este trabalho incide não somente no património considerado nobre como é o caso, por exemplo, da Igreja Matriz de Estômbar, mas também no considerado pequeno património, como é caso dos Passos da Paixão de Cristo da cidade de Lagoa.
A conferência será dinamizada por Bárbara Santos que é mestranda em História e Patrimónios, com especialização em História da Arte, na Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade do Algarve, e licenciada (2020) em História da Arte pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa que presta serviços no Município de Lagoa, como técnica na área de História da Arte, estando integrada no projeto da Casa da Cidadania de Lagoa. Entre 2020 e 2021 realizou nesta câmara o seu Estágio PEPAL.
As atuações ocorrem no Auditório Carlos do Carmo, Igreja da Mexilhoeira da Carregação e Igreja de Porches. Os espetáculos têm início às 18:30 horas, exceto o do dia 27 que se inicia pelas 21:00 horas. Para além dos espetáculos, o III Festival de Piano Cidade de Lagoa vai ainda realizar master classes e concertos de piano nos lares da 3ª idade do Concelho de Lagoa. Para os promotores, o III Festival de Piano Cidade de Lagoa, com quatro concertos durante o mês de Maio, «assume-se como um evento de referência no panorama nacional».
É promovido pela Artis XXI [ Dir. Artística Elsa Mathei e Rute Gomes ]. A Dir. Artística do III Festival de Piano Cidade de Lagoa está a cargo do pianista Jeferson Mello. O programa do Festival de Piano Cidade de Lagoa propõe diversos formatos e linguagens musicais assegurados por pianistas com percursos relevantes no panorama nacional e internacional, ao mesmo tempo que cria um espaço de diálogo para músicos residentes no território de Lagoa, tendo sempre o piano como o grande protagonista. De âmbito pedagógico, teremos um concerto assegurado por jovens músicos de Lagoa, estudantes do Conservatório de Artes de Lagoa, de forma a valorizar o trabalho artístico desenvolvido pelas novas gerações. A ARTIS XXI, na sua premissa de permitir a fruição universal das artes, irá promover concertos de piano nos lares da 3ª idade no Município de Lagoa. Estes momentos estão a cargo da pianista Shaina Nazareth que irá partilhar obras dos grandes mestres do piano.
Nesta terceira edição é mantida «a descentralização dos concertos no Município de Lagoa, destacando a presença do pianista Artur Pizarro, com um reconhecido percurso internacional. Irá também orientar uma masterclasse para alunos de piano de nível avançado».
Mantendo a vontade de divulgação de linguagens musicais distintas, o pianista de Jazz Alexandre Dahmen, irá apresentar numa combinação de obras musicais do cancioneiro norte-americano e obras de sua autoria, onde estará presente uma diversidade musical com linguagem jazzística.
Num concerto dedicado ao repertório de música de câmara, a pianista Cristiana Silva e a violoncelista Sunita Mamtani apresentam um recital dedicado a esta formação obras de L.V.Beethoven e também a grande sonata para piano e violoncelo de S.Rachmaninoff.
O Concerto final do Festival estará a cargo dos pianistas Jeferson Mello, João Luís Rosa e os percussionistas João Paias e Tiago Pires, membros do Ensemble Artis XXI que irão interpretar a Sonata para dois pianos e Percussão de Béla Bartók, um dos pilares da música do séc. XX, além da estreia mundial de uma obra da compositora portuguesa Teresa Gentil, especialmente encomendada para o III Festival de Piano Cidade de Lagoa.
Na impossibilidade de restabelecer a circulação em tempo útil numa das duas únicas entradas no centro histórico da vila e por forma a cumprir a exigência de garantir canais de evacuação em caso de situações de emergência, o tradicional souk (mercado de rua) terá uma distribuição diferente, ocupando a Rua da Igreja de acesso ao Largo da Igreja Matriz de Mértola no centro histórico, sendo alargado para a envolvência do Largo Vasco da Gama e ruas que lhe dão acesso, já na parte “nova” da vila.
Apesar desta nova configuração, Da Alcáçova ao Arrabalde, o Festival Islâmico de Mértola apresenta em 2022, um “souk” com ruas cobertas de panos e caniços, cheias de artesãos, comerciantes de várias paragens, animação de rua, oficinas, aromas e sonoridades de vários pontos do mediterrâneo. E ao Cais do Guadiana regressam os concertos com nomes já confirmados como Al Qasar, Hey Douglas, Tamikrest, Trio Alcatifa entre muitos outros.
Depois de dois anos de interregno face às restrições provenientes da pandemia, contamos mais uma vez com a sua visita, no mais emblemático evento da vila de Mértola.
A técnica Guilhermina Bento, a Tecedeira Maria de Fátima Mestre e a Aprendiz de Tecedeira Nazaré Fabião, estiveram presentes no V Encontro Indústria, História, Património. que se realizou no passado fim de semana no Museu dos Lanifícios da Universidade da Beira Interior, na Covilhã.
Tratou-se de um evento organizado pelo Fórum Indústria, História, Património e pelo História, Territórios e Comunidade, um polo na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, do Centro de Ecologia Funcional – Ciências para as Pessoas e o Planeta da Universidade de Coimbra, em parceria com o Museu dos Lanifícios da Universidade da Beira Interior, a Câmara Municipal da Covilhã e o LabCom/UBI.
As comunicações apresentadas abordaram temas relacionados com a história da indústria, dando especial enfoque às comunidades que, direta ou indiretamente, se relacionaram com os processos de industrialização. Do programa fizeram também parte visitas guiadas ao património industrial da Covilhã, a inauguração da exposição de fotografias “património da Covilhã. Um outro olhar” de Manuel F. Rodrigues e a apresentação do ebook com alguns dos trabalhos apresentados no IV Encontro Indústria, História,
Os alunos do terceiro ciclo do «Agrupamento de Escolas» foram assistir à apresentação do projeto que tem um livro dedicado ao tema e levou a palco o rapper Jimmy P., com temas originais composto para o projeto: “Ficar bem”, “Quando dá errado” e “Como tu”.
Uma peça de teatro contountrês histórias ficcionadas sobre casos de violência no namoro, inspiradas em realidades distintas sobre a vítima masculina, a vítima feminina e uma relação de namoro vivida no mundo virtual.
Capacitar e dotar os jovens com ferramentas de diagnóstico e de prevenção de comportamentos agressivos nas relações de namoro, dos próprios e dos seus pares, é uma das principais finalidades do projeto, que sensibiliza para as diferentes formas de violência, designadamente verbal, psicológica, relacional, física e sexual.
O projeto CLDS 4G «Castro Marim (COM)Vida», é promovido pelo Município de Castro Marim e coordenado pela associação Odiana e cofinanciado pelo CRESC Algarve 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do Fundo Social Europeu.
Conflitos sociais e humanos, numa comédia interpretada por vizinhes e para vizinhes. O Teatro de «VizinhEs» – Faro é um grupo de Teatro Comunitário, composto por vizinhos e vizinhas de Faro, de todas as idades, origens e extratos sociais.
O projeto tem como objetivo ser um espaço de reflexão, jogo, criação e expressão artística, um espaço de desenvolvimento coletivo, de encontro entre vizinhes e para vizinhes. A sua prática é apoiada na ideia de arte e transformação social.
Créditos: Teatro das Figuras /Luísa Mela /Facebook
O FITA está previsto para os dias 5 a 14 de maio, deste ano. António Revez, diretor artístico da Lendias d’Encantar, entidade organizadora do certame anunciou ser esta uma aposta clara no reforço da internacionalização do FITA e na criação de elos de ligação entre os dois países da Península Ibérica através da arte. Entende ainda ser esta a afirmação no contexto da cultura ibero-americana.
Será a 5 de Abril, na casa do embaixador de Portugal em Espanha, num evento onde, além de António Revez, estará presente o embaixador, João Mira Gomes, e o presidente da Região de Turismo do Alentejo e Ribatejo, Vítor Silva que a programação da edição deste ano do FITA será apresentada.
A apresentação inclui um momento musical com e compositor Paulo Ribeiro e a degustação de produtos alentejanos.
No ano de 2021 o FITA esteve em oito localidades, durante dez dias, realizando 30 espetáculos de países ibero-americanos, mais Moçambique, com a participação de 70 artistas das artes cénicas e programadores convidados de diversos países.