FOZ – Guadiana Digital

Categoria: Cultura

  • Colóquio dedicado ao historiador E. Horta Correia

    Colóquio dedicado ao historiador E. Horta Correia

    Este evento é uma oportunidade única para explorar o legado e as contribuições de Horta Correia para estas disciplinas. A entrada para o colóquio é gratuita, contudo, requer inscrição prévia. Os interessados devem enviar um email para coloquiohortacorreia@gmail.com para garantir a sua participação.

    José Eduardo Horta Correia é reconhecido pelo seu percurso académico notável, que começou na Universidade de Coimbra na década de 1970, até se tornar Professor Emérito na Universidade do Algarve.

    A sua influência pedagógica e de investigação estende-se por todo o território português e além-fronteiras, marcando gerações de estudiosos nas áreas da História da Arte, Arquitetura e Urbanismo.

    O programa do colóquio já está disponível para descarregar e promete abordar temas ricos e variados que refletem a profundidade do trabalho de Horta Correia. Não perca a chance de mergulhar nos estudos modernos da arquitetura e urbanismo portugueses e de honrar a trajetória deste ilustre académico.

  • Rui Cruz apresentou «Verão de Partida» em Castro Marim

    Rui Cruz apresentou «Verão de Partida» em Castro Marim

    O livro é inspirado no Baixo Guadiana e na terra mítica de Castro Marim, que atrai novos residentes, como é o caso da família do autor, que atualmente reside no concelho.

    Os presentes ficaram a conhecer um pouco mais sobre a história desta obra, que conta a aventura de uma família que decide subir o rio Guadiana de barco até Alcoutim, durante as férias de verão. Já na descida vivem uma grande quantidade de imprevistos, que culminam num acidente.

    Graças a essa mudança, a sua esposa, professora, deixou de fazer muitos quilómetros por dia, e um dos seus dois filhos trabalha em regime de teletrabalho, enquanto o outro exerce funções num novo empreendimento no território.

    Apresentação de livro com audiência em biblioteca.

    Os presentes ficaram a conhecer um pouco mais sobre a história desta obra, que conta a aventura de uma família que decide subir o rio Guadiana de barco até Alcoutim, durante as férias de verão. Já na descida vivem uma grande quantidade de imprevistos, que culminam num acidente.

    Tratando-se de uma história real que se desenrola entre Castro Marim, Vila Real de Santo António, Alcoutim e Faro, esteve presente nesta apresentação a vice-presidente da câmara municipal de Castro Marim, Filomena Sintra.

    Rui Cruz nasceu em Lisboa em 1966 e reside atualmente no concelho de Castro Marim. Formado em arquitetura, engenharia e network, foi empresário durante 30 anos na região de Lisboa, interrompendo a sua carreira quando realizou a mudança para o Algarve com a família, desenvolveu o gosto pela escrita e leitura.

  • Guadiana é também nome de grande cantor de flamenco

    Guadiana é também nome de grande cantor de flamenco

    É sobrinho de Porrina de Badajoz e, aos 12 anos ganhou o primeiro prémio no Festival de Flamenco de Badajoz. No ano de 1972 estreou-se no tablao Café Chinitas e partilhou o palco com figuras da envergadura de Manuel Soto «Sordera», Manzanita, Carmen Mora e Enrique Morente, na época de ouro dos tablaos de Madrid.

    Ele trouxe variações únicas para o cante que lhe dão uma personalidade única. Nas últimas décadas, Guadiana tornou-se uma referência indiscutível por méritos próprios, e não só por preservar e divulgar esse legado, mas também por o desenvolver com um sotaque inimitável, as canções brotam na sua voz com renovadas reviravoltas, algo invulgar nos dias de hoje. Ele tem uma maneira pessoal e valiosa de entender o canto tradicional, dono de uma excelente voz de metal flamenco.

    Dentro da sua extensa carreira, vale a pena destacar entre as suas atuações a feita nos “Pirenéus Sul”, que o Maestro Paço de Lúcia, pela única vez em toda aquela digressão de mais de quarenta concertos, permite que outro artista ocupe o mesmo palco, ele só estabelece duas condições, saber quem é, e que atua depois do seu recital e ao nome do Guadiana não colocou qualquer objeção, 

    Mas o mais difícil ainda estava por vir; no final do seu set, Paço de Lucía fica nos bastidores e pede uma cadeira para ver, assim declarou, cantar Guadiana. Deu também um concerto na “Feria Mundial del Flamenco / WOMEX (Sevilha)”.

    Além disso, Guadiana foi convidado a cantar no Museu Picasso de Málaga, juntamente com Diego del Morao, organizado pela Fundação SGAE e pelo Museu Picasso.

    Su discografía: «Cuando el rio suena» en 1.999, premio al mejor disco revelación del cante, por Flamenco Hoy, de la crítica nacional del flamenco del año 2.000, “Brillo de luna” en 2.002, “Sonacay” en 2.013 y “Jaleos” en 2.014, premio al mejor disco de cante, por premios Flamenco. En el 2020 publica “por dos vereas iguales”.

    A vida e carreira do cantor está documentada amplamente com uma entrada na Wikipedia, donde condensamos este texto e tem vária entradas no Youtube.

  • Exposto o «Pôr do Sal» de Pedro Seromenho

    Exposto o «Pôr do Sal» de Pedro Seromenho

    A exposição pioneira que transforma sal em arte, assinada pelo artista Pedro Seromenho, iniciou o roteiro em Castro Marim, com inauguração marcada ocorrida no dia 26 de janeiro, na Casa do Sal.

    Inspirado pelas salinas da Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e com o sal como material de eleição e protagonista, Pedro Seromenho iniciou o projeto que seguirá em périplo por outros territórios.

    O momento de inauguração foi o culminar de muitas horas de trabalho, com o artista a finalizar uma instalação artística de 12 metros ao vivo e à vista de todos os presentes que observaram de perto a técnica desta arte efémera, ao som da harpista Helena Madeira.

    A exposição “Pôr-do-Sal” inclui dez desenhos de profissões tradicionais e ainda uma instalação artística com 12 metros, além de uma residência de uma semana em que o artista Pedro Seromenho realizará desenhos com sal.

    A mostra vai retratar pastores, pescadores, aguadeira, salineiros ou cesteiros, enquanto as crianças das escolas do concelho vão ter oportunidade de participar em oficinas de ilustração e horas do conto.

    O sal utilizado nesta exposição foi retirado nas salinas de Castro Marim em setembro do ano passado, cujo processo pode ser visualizado através de um vídeo em time lapse.

    Pedro Seromenho nasceu no Zimbabué, reside em Braga e é licenciado em Economia. Em 2006 estreou-se na literatura infanto-juvenil, e tem já 18 livros publicados, sendo atualmente considerado como um grande contador de histórias.

  • «Ficções» é exposição de pintura de José Carlos Barros em Vila Real de Santo António

    «Ficções» é exposição de pintura de José Carlos Barros em Vila Real de Santo António

    Na Biblioteca Municipal Vicente Campinas e com a presença do autor José Carlos Barros, poeta e escritor galardoado com o primeiro prémio da editora Leya, foi ontem, 8 de janeiro, inaugurada a exposição de pintura «Ficções» que estará permanente até ao próximo dia 31 de janeiro.

    A exposição apresenta desenhos a lápis de cor ou a pastel e tinta industrial «quase como se fosse um diário de ausências e memórias do que não existe ou está noutro lugar».  São dezoito quadros, e alguns deles podem ser adquiridos, têm preço que pode ser consultado.

     José Carlos Barros proferiu algumas palavras de apresentação da sua exposição. Começou por dizer que «expormos nem sempre é coisa muito fácil, muito agradável. Depois, ainda por cima, está associado a uma coisa que é, quando nos expomos, é porque achamos que o que fazemos merece o olhar das outras pessoas. E isso, por vezes, também nos deve recomendar alguma prudência. Não deixa de ser sempre um bocadinho, um atrevimento, fazer estas coisas». 

    Acrescentou que «Sejam grandes ou pequenas obras, eu levo a escrita a sério, portanto, quando escrevo um livro, quer dizer o que lá está, enfim, é aquilo que eu consegui fazer e, portanto, investi nisso seriamente». 

    Referindo-se à sua ação nas artes plásticas disse que «o caso do desenho, da pintura, é diferente porque é uma espécie de divertimento e de coisa, que está sempre um bocadinho ao lado. E agrada-me às vezes, embora nem sempre as pessoas percebam isso, porque isto ao referir-se à pintura, também não é uma coisa muito para o público». 

    Depois destas breves palavras, José Carlos Barros apresentou os quadros e explicou os respectivos motivos. «Este aqui chama-se Resident 1909. Eu gosto muito de pintura. E fui apaixonado por um quadro do Kirchner que se chama Dresden. Bem, a partir daí eu fiz um desenho que já não tem nada a ver com o quadro original, mas onde me apeteceu meter 1909. Tem ali umas pessoas do lado direito no quadro. Aqui está a chover. Do outro, não chove e, portanto, são os jogos destes».

    E, mudando para outro «Ficamos sempre um bocado fascinados com Marrocos. Aquilo é uma, enfim, interpretação de Tetuan, que eu fiz com base em algumas fotografias que tirei, especulando de tal maneira que, às tantas, os prédios já são letras. Já é um a um B ou 19, ou umas palavras que estão ali bem escondidas.»

    E ainda outro «Ali está um, a partir de uma fotografia, uma radiografia aos pulmões».

    Falou depois sobre o seu processo de pintura, das tintas mais ou menos baratas que utiliza para a elaboração dos seus quadros, do uso dos materiais reciclados. Deteve-se num quadro «Sítio do Alto», «Uma coisa que eu conheço há muitos anos que passo ali a pé, por razões que me interessam, agora quase diariamente, e ver todos os dias chaminés de mestre a cair. Coisas de boa arquitetura a cair, e nós sabemos depois o que é que vai substituir sempre estas coisas, que é a má arquitetura». 

    Aproveitou, então, para falar da preservação, dizendo que «O património, não é só aquela coisa que vem de trás e nós devemos proteger isto, que é muito bom, sem percebermos muito bem que o património é feito a cada ano. Quer dizer, eles, quando fizeram aquelas coisas, estavam a fazer património e nós, neste momento, não estamos a fazer património para o futuro. Fez-se na primeira metade do século com as multibandas com as chaminés, e neste momento não se está a fazer e, portanto, é uma tristeza»

    Revelou, a seguir, que, quando teve um problema de coração e depois começou a andar a pé, o ter descoberto esse fascínio, que classifica agora como uma coisa maravilhosa. Percebeu também que as coisas são vistas de outra maneira e reparou que nunca as tinha visto, as coisas à volta da sua própria casa. 

    «Anos e anos, nunca as tinha visto. Comecei a ver as abas das chaminés, os pormenores das platibandas, etc. É uma tristeza perceber que quase de quinze em quinze dias cai uma chaminé. Se calhar, caem quatro ou cinco e no Algarve, ao todo, devem cair umas quinze ou vinte por semana ou de 15 em 15 dias. Estão todas a desaparecer. Portanto, a pintura também serve um bocado para isso». 

    José Carlos Barros teve a assistir, para além do público, os responsáveis da Biblioteca Municipal e  todo o staff institucional da cultura, na autarquia de Vila Real de Santo António.

    Fernando Horta, vereador, classificou a exposição e o trabalho do autor como «uma base clara, disruptiva de um processo inquieto de criação, que é de alguém que observa delicadamente, aquilo que anda e aquilo que se encontra à sua volta, e tem esta capacidade, acho que já comparada com Aquilino».

  • Concurso «Book Trailers» em Tavira

    Concurso «Book Trailers» em Tavira

    Segundo a câmara municipal, que divulgou a iniciativa, o principal objetivo é de dinamizar e promover a leitura, a cultura e as bibliotecas. Um book trailer é um vídeo curto que tem como finalidade apresentar, de maneira breve e visual, a atmosfera de um livro, sem mostrar a trama completa nem o desenlace, de modo a sugerir e criar o interesse no leitor.

    O concurso destina-se a toda a comunidade, nomeadamente a escolar, podendo os interessados apresentar a sua candidatura individualmente ou em equipas de quatro. O book trailer deve ter por base um livro, uma duração mínima de 30 segundos e máxima de 2 minutos e conter o máximo de duas ilustrações da obra original.

    O vídeo deve ser inédito e não poderá ter sido apresentado noutro concurso. Os critérios de seriação terão por base a criatividade e inovação, a qualidade artística da banda sonora e das imagens e técnica, a captação, edição e pós-produção, o argumento e a realização, assim como a correção linguística.

  • Dino Santiago recebe Medalha de Mérito do Governo e saudação da CCDR Algarve

    Dino Santiago recebe Medalha de Mérito do Governo e saudação da CCDR Algarve

    Dino D’Santiago tem dado voz a vários movimentos que lutam contra a discriminação racial e participado ativamente em projetos de integração social e promoção da igualdade nas escolas e nas cadeias e a distinção até decorreu no Estabelecimento Prisional do Linhó, em Sintra, onde participa regularmente na iniciativa De Dentro para Fora, coordenada por Filipe Gameiro Neves, que procura fazer da música «um espaço de liberdade no interior da cadeia».

    Dino D’Santiago é o nome artístico adotado por Claudino Pereira, nascido em Quarteira, em 13 de dezembro de 1982, filho de pais cabo-verdianos, naturais de Santiago, que cresceu no Bairro dos Pescadores para o qual os pais tinham ido morar ao chegarem a Portugal.

    Este bairro, que após a revolução do 25 de Abril, tornou-se residência de emigrantes oriundos de Angola, Cabo Verde, Moçambique e São Tomé e Príncipe para trabalhar na construção civil e no turismo, bairro que começou a ser demolido em 1997 fazendo com que Dino fosse morar com a família para o Bairro da Abelheira. Seria no Coro da Igreja de São Pedro do Mar, ali mesmo ao lado, que começaria a cantar com os pais e os irmãos.

    Dino D’Santiago junta esta distinção a uma coleção variada de prémios e galardões conquistados ao longo da sua carreira artística. Ainda antes do Globo de Ouro de 2022, na Categoria Intérprete, quando era já o artista com mais prémios nos Play – Prémios da Música Portuguesa, prémios anuais cuja primeira edição ocorreu em 2019.

    Em 2021, foi distinguido pelo município de Loulé com a Medalha de Mérito – Grau Ouro. Nesse ano, seria ainda considerado pela Most Influential People of African Descend, um dos mais influentes, em termos globais, e colocado entre as personalidades negras mais influentes da lusofonia, listadas na PowerList100 criada pela revista Bantumen com o apoio de várias entidades.

  • Cultura no Algarve tem novo Diretor Regional

    Cultura no Algarve tem novo Diretor Regional

    Frederico Regala é arqueólogo e estava a exercer funções como diretor de Serviços de Bens Culturais naquela Direção Regional algarvia.

    Doutorado em Arqueologia pela Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade do Algarve, 2021, com a dissertação sobre «O Património Espeleo-Arqueológico do Algarve: inventariação, caracterização e salvaguarda de cavidades cársicas com potencial arqueológico», obtendo a classificação final de Muito Bom com Distinção e Louvor.

    Recebeu o Prémio Estácio da Veiga de Arqueologia e Evolução Humana, atribuído pelo Interdisciplinary Center for Archaeology and Evolution of Human Behaviour (ICArEHB), em parceria com a Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade do Algarve, para distinguir o melhor trabalho de dissertação de Mestrado em Pré-História e Evolução Humana, 2016.

    Pedro Gago, conservador-restaurador da DRCAlg assume o cargo de Diretor de Serviços de Bens Culturais, Adriana Freire Nogueira, que exerceu as funções de Diretora Regional de Cultura do Algarve, desde 2018, regressa, a seu pedido, à vida académica e ao cargo de Professora Associada da Universidade do Algarve.

    A DRCAlg de nota de agradecimento à «dedicação, empenho e entusiasmo ao serviço da cultura no Algarve», destacando a abertura do Centro Expositivo da Fortaleza de Sagres, e a criação do Centro de Arte Contemporânea, no primeiro andar, que abriu com uma exposição de Manuel Baptista; a empreitada de manutenção e conservação dos mosaicos romanos da Villa de Milreu; a empreitada da obra de conservação e restauro dos módulos de taipa almóada do Castelo de Paderne; a obra de reabilitação do monumento de Alcalar 9 e sua área envolvente; a Rota Literária Saramago no Algarve e a criação do GAAC – Gabinete de Apoio aos Agentes Culturais, entre dezenas de outros projetos em que esteve envolvida.

  • Porquê brindar com espumante no Réveillon?

    Porquê brindar com espumante no Réveillon?

    A prática de brindar com espumante remonta aos tempos antigos, quando a bebida era associada à realeza e à opulência. Amplamente utilizada em grandes celebrações, a prática ganhou notoriedade ao longo dos séculos e tornou-se uma presença marcante nas festividades de fim de ano, sendo vista como uma forma de celebrar e atrair coisas positivas para o novo ano.

    Naquela época, possuir uma garrafa de espumante era considerado um sinal de grande riqueza e poder. Era como se representasse a abundância e a prosperidade nas festividades. Embora tenha tido origem na Europa, a tradição rapidamente se disseminou por outros continentes e países.

    Este gesto, na sua simbologia, evoca celebração, alegria e a esperança de um novo ano repleto de realizações, enquanto aguarda novos caminhos que podem apresentar-se.

    A escolha do espumante como símbolo de celebração, além da história, também se baseia no seu sabor e apresentação. A bebida em si confere um toque de sofisticação e festividade à ocasião.

    Há opções para todos os gostos, como Moscatel e Brut. No universo dos brindes de Réveillon, o espumante, especialmente o Moscatel, destaca-se como uma escolha refinada e versátil para celebrar a virada do ano. O Moscatel, reconhecido por sua doçura e aroma floral distintivos, adiciona uma dimensão única à experiência de brindar, cativando paladares diversos.

    O ato de brindar com espumante é considerado uma superstição positiva. Muitas pessoas que valorizam as tradições de

    Ano Novo acreditam que brindar com uma bebida espumante traz boa sorte e prosperidade para o ano que se inicia. Ao erguer a taça, parece que estamos invocando boas energias e atraindo coisas positivas para o próximo ano.

    Além do sabor e da cor, a presença das bolhas confere um apelo festivo ao espumante. Pela simbologia e significado que esta tradição carrega, as bolhas do espumante e o ato de abrir a garrafa trazem consigo um apelo festivo que outras bebidas não têm.

    Brindar em conjunto e o tilintar das taças são algumas das imagens mais comuns quando se trata de festas de Ano Novo, reforçando ainda mais a importância e o significado de uma tradição como esta.

  • Confraria do Atum dá balanço à atividade social

    Confraria do Atum dá balanço à atividade social

    A confraria vilarealense concretizou um ano cheio de atividades e participações por todo o país e na vizinha Espanha, nada menos que 95. António Cabrita, presidente da Confraria do Atum salienta que a associação realizou uma forte divulgação do nome de Vila Real de Santo António e do seu entorno, com o seu produto estrelar, essencialmente do ponto de vista gastronómico, que é o atum.

    A título de exemplo, refira-se o que têm sido os três últimos meses de presença dos responsáveis e participantes nesta confraria, numerosa, como se pode observar e distendida por todo Portugal e Andaluzia.

    Pessoas sorridentes em evento de premiação.

    Em Alvaiazere conviveu com a Confraria do Chicharo: em Ayamonte este numa da exposição de pintura e escultura – “Entre duas margens”, patrocinada pelas autoridades locais, Em Colindres/Cantábria/Espanha, aconteceu a geminação com a Cofradia del Bonito del Norte, participou em convívios, tais como, em Barcelos, a Confraria do Galo de Barcelos.

    Em Sabugosa/Tondela, estiveram com a Confraria dos Carolos e Papas de Milho, em Portimão com confraria dos Gastrónomos do Algarve, em Olhão, com a Confraria Olhanense do Litão e com a Confraria Marinha da Ria Formosa., em Memória, Leiria, com a Confraria do Carneiro e das Sopas do Verde, em Espinho, com a Confraria da Caldeirada de Peixe e do Camarão de Espinho, em Setúbal, com a Nobre Confraria Gastronómica do Melhor Peixe do Mundo, em Pinhal Novo, Palmela, com a Confraria da Sopa Caramela,.

    Entretanto, comemoraram o 15º aniversário da Confraria do Atum.

    Grupo em trajes tradicionais com bandeira da confraria.
    confraria do atum

    Prosseguiram os encontros em Alcaçovas, Viana do Alentejo, com a Confraria dos Doces Conventuais do Alentejo, em . Valdepeñas de Jaen/Espanha, geminaram com a Cofradia del Dornillo; em Estremoz com a com a Confraria do Enófilos do Alentejo; em Ayamonte/Espanha , na feira do VIMAR, feira do vinho e do mar; em Barranco do Velho/Loulé, com a Confraria da Serra do Caldeirão; em Campo Maior – Confraria Gastronómica do Alentejo, em homengem a comendador Rui Nabeiro.

    Registam-se as presenças em Odivelas, com a Confraria da Marmelada de Odivelas; em Arouca , na Assembleia Geral da FPCG, Federação Portuguesa das Coopetivas Gastronómicas; em Arouca , com, Confraria da Carne Arouquesa; em Carapelhos/Mira – Confraria dos Nabos e Companhia.

    Em Monte Gordo/VRSA promoveram o Almoço de Natal da Confraria do Atum. Em Albufeira, o convívio foi com a Confraria do Bacchus; e na Guia, com a Confraria dos Amigos da Guia e do Frango da Freguesia. .Em Vila Reasl de Santo António foi a Assembleia Geral Electiva da Confraria do Atum e a Caldeirada de Natal no Zé Calceteiro.

    Estas atividades dão nota de uma intensa e movimentada atividade com um ano de forte emoções e grandes divulgações, a demonstrar que a Confraria do Atum se encontra num periodo de vida bem recomendavel.

    Evento Fiesta de la Matanza com porco e peixe, Jaén.
    confraria do atum 2
  • Santo António de Arenilha salta para a História com Fernando Pessanha

    Santo António de Arenilha salta para a História com Fernando Pessanha

    A separata, foi editada pela Editora Guadiana, leva por título «Cartografia de Uma Vila Régia Artilhada Contra Ayamonte» na «Separata de cartografia de uma vila régia artilhada contra Ayamonte», ao abrigo das «Jornadas de Historia de la my Noble y Leal Cudad de Ayamonte Vol. XXV2022» do investigador e historiador vilarrealense.

    A sessão contou com a participação de numeroso público interessado na evolução de Vila Real de Santo António, cujos tempos anteriores e motivos para ser erigida pelo Marquês de Pombal, no reinado de D. José I, ocorreram durante a Revolução Iluminista que percorria a Europa.

    A investigação foi apresentada no âmbito do ciclo «Arquivo entre Histórias» e constitui mais um contributo para a construção do conhecimento sobre o que foi a vila régia fundada na foz do Guadiana, entre a sua edificação e momentos incontornáveis da nossa história contemporânea, como a Guerra das Laranjas ou as invasões francesas.

    Estiveram também presentes o vereador da autarquia com o pelouro do Património Material e Imaterial, Fernando Horta, e da presidente da Assembleia Municipal de VRSA, Célia Paz.

    José Estêvão Cruz, por procuração da diretora do Jornal do Algarve, leu um texto de saudação ao historiador Fernando Pessanha. Aquele jornal vem apoiando a publicação dos trabalhos do autor inserindo mensalmente na revista encartada no corpo do jornal, dedicada aos assuntos da cultura.

  • Feira do Livro de Mértola

    Feira do Livro de Mértola

    A cargo da Biblioteca Municipal, a feira promete mais uma vez reafirmar o propósito coletivo que a autarquia tem em criar comunidades leitoras, promovendo o gosto pelos livros, pela leitura e por muitas outras literacias.

    Ao longo de seis dias, será possível assistir a exposições, sessões de contos, apresentações de livros, oficinas, conversas, espetáculos de teatro e música que contam com a presença de autores como Cristina Taquelim, David Machado, Margarida Botelho, entre outros.

    Leitura, alegria e cor é o que é proposto, ao longo desta semana de atividades que integra o PLLM – Plano Local de Leitura de Mértola.
    A Feira do Livro de Mértola tem como parceiros/ colaboradores a Santa Casa da Misericórdia de Mértola, o Agrupamento de Escolas de Mértola e a Delegação de Mértola da Liga Portuguesa Contra o Cancro.

  • Danielle Riegel no III Festival de Harpa do Algarve

    Danielle Riegel no III Festival de Harpa do Algarve

    A terceira edição do Festival de Harpa do Algarve, passa ao longo do mês de novembro passa por diversos concelhos do Algarve, e conta com o apoio das várias paróquias, tendo a harpista Danielle Riegel a abrir na Igreja Matriz de Paderne, concelho de Albufeira, hoje, âs 21:30 horas

    O evento integra-se no âmbito do plano de produções musicais para 2023, da Ideias do Levante – Associação Cultural de Lagoa, em parceria com os municípios de Lagoa e Albufeira, a Junta de Freguesia de Monchique e a Santa Casa da Misericórdia de Monchique.

    Danielle Riegel é uma harpista de concerto internacionalmente aclamada e foi harpista solo da Orquestra Sinfônica de Haia, Holanda, durante 15 anos, tendo-se deixado atrair desde cedo para as artes e sendo, aos 12 anos, admitida no departamento de jovens talentos do Conservatório Real daquele país, seguindo-se uma carreira internacional de sucesso.

    Danielle foi premiada nos principais concursos nacionais e internacionais de harpa e apresentou-se em todo o mundo com músicos e maestros famosos em prestigiados festivais de música e salas de concerto em Amesterdão, Berlim, Viena, Paris, Madrid, etc.

    Desde setembro de 2020 vive em Portugal onde participa em concertos, festivais, casamentos e eventos corporativos. Ela também providencia sessões individuais de cura sonora e ensina tao qigong.

    Os outros espetáculos da agenda

    A 25 de novembro, a partir das 16:00 horas, atua Helena Madeira, voz e arpa, tendo como palco a Capela do Convento S. José, em Lagoa. A 26 de novembro, também âs 16:00 horas, Leonor Maia, em harpa, e Francisco Barbosa, em flauta-transversal, atuam na Igreja da Misericórdia de Monchique.

    Em cada edição é proposta a recolha de donativos para auxiliar instituições sem fins lucrativos do Algarve na área de apoio social e humano, para a Santa Casa da Misericórdia de Lagoa, a SOS Oncológico e a Espiral de Vontades.

    A primeira edição do evento decorreu ao longo do ano de 2021, via online e ou presencial, em vários concelhos do Algarve, com vários concertos e ou workshops em Albufeira, Lagoa, Loulé, Monchique.

  • A lenda da «Rapariga da Curva» é uma história invulgar

    A lenda da «Rapariga da Curva» é uma história invulgar

    Aracena esteve envolvida em um fenômeno inexplicável e assustador. Na estrada que liga esta localidade à autoestrada da Serra de Huelva, muitos condutores relataram o encontro com um fantasma que se enquadra na tipologia “Garota Curva”.

    A lenda da “Rapariga da Curva” tem sido muito transmitida em temas de mistério. Segundo a história popular, uma jovem perdeu a vida num trágico acidente de carro na curva mais perigosa da referida rodovia. Desde então, seu espírito inquieto aparece à noite para motoristas desavisados. Os testemunhos daqueles que tiveram o infeliz encontro com a aparição são chocantes.

    Uma das testemunhas, Antonio García, motorista experiente, contou seu encontro com a “Rapariga da Curva” com um misto de medo e espanto. “Era uma noite escura e chuvosa. Eu estava dirigindo pela rodovia Aracena quando, de repente, uma figura borrada apareceu na minha frente. O “A menina estava com um vestido branco e os cabelos molhados. Não consegui desviar o olhar, fiquei paralisado de medo. Depois de alguns segundos intermináveis, a figura desapareceu sem deixar vestígios. Ainda tenho pesadelos com aquele encontro.”

    Outra testemunha, María López, estudante universitária que visitava a família em Aracena, também teve um encontro aterrorizante com a aparição: “Estava voltando para casa tarde da noite depois de jantar com amigos. meu peito. Então, vi uma jovem parada na estrada. Sua aparência era pálida e desolada. Meu instinto me disse que algo estava errado. Acelerei o carro, mas a figura ainda estava lá, me perseguindo com seu olhar. Eu fechei os olhos, rezando para que desaparecesse… Depois de alguns segundos eternos, abri os olhos e a figura havia desaparecido. Fiquei aliviado, mas também perturbado pelo que acabara de testemunhar. Não consegui tirar a imagem. da minha mente por dias. Foi certamente uma experiência aterrorizante que nunca esquecerei.

    Esses depoimentos, junto com muitos outros semelhantes, criaram um clima de medo e fascínio na rodovia Aracena. Alguns moradores começaram a evitar dirigir naquela estrada à noite.

    Especialistas paranormais manifestaram interesse no caso e realizaram investigações preliminares para tentar compreender a origem da aparição. Alguns acreditam que a energia residual do trágico acidente deixou uma marca no local, o que explicaria os recorrentes avistamentos. No entanto, outros sugerem que poderia ser uma manifestação espiritual mais complexa.

    Segundo especialistas da área de psicologia, o medo e a sugestão podem desencadear alucinações e distorções visuais em situações estressantes. Esse fenômeno, conhecido como “percepção equivocada”, poderia explicar por que tantas pessoas relataram ter visto a “Rapariga da Curva” na rodovia Aracena.

    Independentemente das explicações científicas, a aparição deixou uma impressão profunda nas testemunhas. O medo e a intriga tomaram conta de algumas pessoas e muitos se perguntam se o fenômeno sobrenatural é real ou simplesmente um produto da imaginação coletiva.

    Seja qual for a verdade por trás desses avistamentos, a lenda da “Rapariga da Curva” na rodovia Aracena persiste e continua a assustar quem se aventura a dirigir no escuro da noite. É um lembrete assustador de que o mundo está cheio de mistérios inexplicáveis, capazes de desafiar a nossa compreensão racional e libertar os nossos medos mais profundos.

    Portanto, se algum dia você estiver em Aracena e decidir dirigir pela estrada em questão, leve em consideração os depoimentos e sentimentos de quem presenciou esse encontro arrepiante. Talvez, só talvez, você conheça a “Rapariga da Curva” e mergulhe no mistério sobrenatural desta zona da Serra de Huelva».

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  • A leitura e os cinco benefícios

    A leitura e os cinco benefícios

    No entanto, para além do entretenimento que proporciona e do aspeto intelectual, sabia que a prática regular da leitura desencadeia uma série de benefícios relacionados com a saúde mental e emocional das pessoas? Pois é, ler um bom livro, manter-se informado sobre as notícias ou até mesmo estudar algo que gostas pode proporcionar experiências incríveis e auxiliar no controlo da ansiedade e do stress do quotidiano.

    Ao longo deste artigo, abordaremos todos os aspetos positivos que a leitura pode trazer para o bem-estar psicológico e mental, bem como algumas dicas práticas para tornar esta atividade um hábito regular e saudável. Acompanha-nos para saberes mais!

    Os cinco benefícios da leitura, de acordo com especialistas:

    Na Prevenção de doenças, há estudos indicam que cultivar o hábito da leitura previne o surgimento de doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer, Parkinson, Esclerose Múltipla, Demência, entre outras. As ligações cerebrais aumentam consideravelmente durante a leitura.

    A Universidade de Emory constatou, através de um estudo, que ler afeta o nosso cérebro da mesma forma como se estivéssemos a viver presencialmente o que estamos a ler.

    Estudos do Instituto do Cérebro (InsCer) afirmam que a leitura tem uma influência comprovada na saúde mental, pois ajuda na imaginação, antecipação e aprendizagem, memória, mentalização, escrita, sono, entre outros aspetos. Em resumo, a leitura é um “exercício” para o desenvolvimento cognitivo.

    Investigações sugerem que a leitura pode diminuir os níveis de cortisol, a hormona associada ao stresse. Além disso, quando estamos mergulhados numa história envolvente, distraímo-nos, relaxamos e esquecemos os problemas do dia a dia.

    Contribui para o nosso desenvolvimento emocional, porque, através da leitura, podes explorar novos horizontes emocionais, tornando-se uma excelente ferramenta de autoconhecimento, desenvolvimento de emoções e sentimentos, aumento da autoestima, melhoria da criatividade, entre outros.

    Como cultivar o hábito da leitura

    Algumas pessoas já incorporam a leitura de boas histórias ou estudos no seu quotidiano, mas para aqueles que têm dificuldade em adotar este hábito, algumas dicas podem ser úteis:

    Começa por livros mais curtos ou histórias com temas que te interessam mais. Torna esta experiência agradável e cativante. Estabelece horários de leitura de acordo com a tua rotina – ler uma hora antes de dormir pode ajudar a melhorar o sono. Define metas de leitura – podem ser diárias, semanais ou mensais. Encontra um local confortável e bem iluminado para criar uma experiência de bem-estar.

    Atualmente, a democratização da leitura facilitou o acesso a uma variedade de materiais, seja através da internet, de livros físicos ou de dispositivos como o Kindle. Muitas livrarias físicas fecharam, mas as lojas online e as livrarias de segunda mão ainda oferecem muitas histórias e conhecimento. As diversas promoções, a Black Friday, a troca de livros, as vendas de usados e alternativas também são formas.

  • Crise na edição literária no Algarve

    Crise na edição literária no Algarve

    Foi esse mesmo o lamento apresentado pelo coletivo da Espúria, «um projeto criado por um grupo de amigos e escritores preocupados com o estado da literatura em Portugal e particularmente no Algarve», uma revista que reúne poetas, romancista e intelectuais dedicados ao trabalho das letras, sem o qual não encontram motivação para a sua realização pessoal e laboração em prol de uma atividade essencial às veias das modernas sociedades.

    Naquele que foi o Quinto Encontro, a apresentação da mais recente edição da revista Espúria, foi orientada por Assunção Constantino, em representação da Biblioteca Municipal Vicente Campinas, e Luís Ene e Pedro Jubilot, em representação do coletivo da Espúria.

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    al guitar duo

    A «Espúria XX23» é um zine literário, com a fotografia do centenário farol de Vila Real de Santo António na capa, da autoria de Carlos Afonso, da «Associação Um Quarto Escuro». A sessão de apresentação intercalou a leitura das participações de cada autor na atual edição da revista com momentos musicais de música clássica, de sabor andaluz, pelo «Al Guitar Duo», integrado pelos guitarristas André Ramos e Luís Fialho.

    Participam nesta edição Dário Agostinho, Luís Ene, Vitor Gil Cardeira,Rogério Cão, Sara Monteiro, Cláudia Sofia Sousa, Cláudia Tomé Silva, José Carlos Barros, Marco Macaaij, João Miguel Pereira, Jesús Gonzales Francisco, Ana P de Madureira, Pedro Jubilot, Clara Lourenço, Fernando Pessanha e Paulo Moreira, a maioria presente.

    Na sessão, também teve lugar a apresentação do livro «À minha Maneira», da autoria de Luís Ene, com a chancela «Sílabas e Desafios», com 21 haikus, poemas do japão, mas escritos na língua portuguesa, com um curioso e inovador grafismo. O livro tem prefácio de Pedro Jubilot.

    A ssesão contou com o apoio do município de Vila Real de Santo António.

    ./ josé estêvãocruz

  • António Cabrita apresenta «Na Bordinha da Água»

    António Cabrita apresenta «Na Bordinha da Água»

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    A apresentação está prevista para as 18:30 horas do próximo dia 25 de Outubro, quarta-feira, às 18:30 horas, no salão de reuniões da freguesia de Vila Nova de Cacela.

    Neste livro, em forma to A4, António Cabrita recolhe os poemas que escreveu entre os meses de Março e Maio, deste ano de 2023, «por aqui, por ali e por acolá», e decidiu juntar, como explica na nota introdutória.

    A inspiração do autor para esta obra foram «a água, o mar, a mesa, o tempo, o vento, a praia, o cão Duke, a Manta Rota e «outras coisas que me rodeiam, às quais não sou indiferente» e que foram os fatores influenciadores da escrita.

  • Separata de Fernando Pessanha sobre corsário

    Separata de Fernando Pessanha sobre corsário

    Esta separata foi originalmente publicada língua espanhola, no volume 15 da revista «Huelva en su Historia», da Universidade de Huelva.

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    A versão original deste estudo, em língua portuguesa, foi posteriormente publicada no Volume Nº 4 da «e-Strategica» – Revista da Associação Ibérica de História Militar. Agora é a Editora Guadiana, de Vila Real de Santo António, que faz a edição da separata.

    A capa é de Adela M. Sevilla, da Editamarketing – Servicio de Comunicación y Diseño Editorial, vindo este estudo de Fernando trazer luz sobre uma expedição corsária que teve lugar durante o reinado de D. Afonso IV, silenciada pelas crónicas castelhanas, a expedição naval comandada por D. Gonçalo Camelo contra as costas de Huelva, nomeadamente, contra Lepe e Gibraleón, no contexto da guerra luso-castelhana de 1336-1339.

    Depois das apresentações em Punta Umbría e em Ayamonte, Espanha, o lançamento desta investigação, agora em língua portuguesa, terá lugar em Castro Marim, onde em 1336 estava estabelecida a Ordem de Cristo, que igualmente combateu na guerra luso-castelhana de 1336-1339.

  • Dia Mundial da Alimentação assinalado em VRSA

    Dia Mundial da Alimentação assinalado em VRSA

    A celebração desta efeméride foi organizada pela Escola de Hotelaria e Turismo de VRSA (EHTVRSA), em colaboração com a Associação Terras do Baixo Guadiana e decorreu no Mercado Municipal de VRSA, envolvendo 60 alunos do 9º ano da Escola D. José I e da Escola Secundária de VRSA.

    Durante o foi produzido pão e efetuada visita às bancas do mercado, onde foram dadas algumas informações sobre a sazonalidade e verificação da frescura dos alimentos.

    A ação incluiu uma atividade pedagógica sobre a Dieta Mediterrânica com o tema «Um estilo de vida saudável» e terminou com degustação de pão e utilização de azeite e ervas aromáticas. A iniciativa pretende promover o conhecimento e a literacia alimentar, informando, esclarecendo e desmistificando algumas dúvidas e mitos que possam existir no seio da comunidade educativa sobre este assunto.

    A FAO tem como objetivo alcançar a segurança alimentar para todos e garantir que as pessoas tenham acesso regular a alimentos suficientes e de qualidade para uma vida ativa e saudável, liderando os esforços internacionais no combate à fome.

  • Residência Artística Vagabundas

    Residência Artística Vagabundas

    VAGABUNDAS é uma residência artística de criação, promovida pela Companhia Cepa Torta, que tem como objetivo «promover a criação artística no feminino e na interseção com o desenvolvimento de trabalho artístico descentralizado em particular em comunidades com problemas de desenvolvimento e desertificação».

    Neste primeiro ano de Vagabundas foram selecionadas para a Residência Artística as artistas Catarina Vieira e Marta Xavier, de entre 37 candidatas. O Programa foi desenvolvido em duas fases, tendo a primeira decorrido em abril na Mina de São Domingos (residência artística) e a segunda será em Lisboa com Debate-conferência e Mostra.

    Nesta segunda fase, o objetivo é apresentar em Lisboa, a criação desenvolvida por cada uma das artistas, nestes meses de trabalho, e aproveitar o momento para debater os desafios inerentes à criação no feminino em comunidades onde a desertificação cultural e social são uma realidade. 

    É já amanhã, dia ​14 de outubro, às 15:00 horas, no Teatro da Trindade, com Debate-Conferência, tendo por oradoras convidadas Cláudia Lucas Chéu, Natália Luiza e Nádia Torres e com as artistas desta residência, Catarina Vieira e Marta Xavier

    Em 17 de outubro às 19:00, será na Biblioteca de Marvila ​a Mostra “Lugar X” de Catarina Vieira, e em 18 de outubro às 19:00 horas, na Biblioteca de Marvila ​com a Mostra “Mina, Mercedes, Marta” de Marta Xavier