FOZ – Guadiana Digital

Categoria: Antigas

Notícias de tempos anteriores

  • Festa da Ilha da Culatra é já Património Cultural Imaterial

    Festa da Ilha da Culatra é já Património Cultural Imaterial

    A inclusão na lista de Património Cultural Imaterial desta festa, caracterizada por uma procissão embarcada que faz o percurso entre a Culatra e Olhão, nasceu de uma proposta do ano de 2019 elaborada pela Associação de Moradores da Ilha da Culatra, um dos núcleos habitacionais das ilhas barreira da Ria Formosa, passou por um período de consulta pública de trinta dias.

    O anúncio da classificação da Festa em Honra de Nossa Senhora dos Navegantes da Ilha da Culatra no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial destaca a importância de que se reveste «esta manifestação do património cultural imaterial enquanto reflexo da identidade da comunidade envolvente», assim como a «sua profundidade histórica e evidente relação com outras práticas inerentes à comunidade».

    A festa em honra de Nossa Senhora dos Navegantes é realizada com uma procissão no primeiro domingo de cada mês de agosto, que começa com a retirada da imagem da padroeira da comunidade piscatória da Culatra da capela local para ser levada a bordo de uma embarcação de pesca, pela Ria Formosa, até Olhão. No cais de Olhão, a procissão marítima recolhe a imagem de Nossa Senhora do Rosário, a padroeira da cidade, e inicia o regresso à Culatra, onde se realiza depois uma procissão pelas ruas do núcleo piscatório e uma missa.

    Apesar da festa celebrar a Senhora dos Navegantes não se considera meramente religiosa, mas toda uma manifestação cultural em si, – a Festa da Ilha.

    JEC/FOZ – Foto cortesia do Jornal do Algarve

  • A vila pombalina vista de Espanha

    A vila pombalina vista de Espanha

    Foto de José Luiz Rua Nascer

  • Empresárias portuguesas e andaluzas unidas numa viagem aos sentidos

    Empresárias portuguesas e andaluzas unidas numa viagem aos sentidos


    Através de uma parceria «Intrepida» é apresentado um convite para descobrir recantos do Alentejo guiados por Mar Villalba, de Mi Ruta, seguindo-se uma degustação de uma seleção de Queijos Doñana com Ana Rocío Lepe, que são uma amostra do potencial das regiões que fazem parte de Portugal e de Espanha.

    Numa altura do ano em que se começa a renovar a vontade de redescobrir novas paisagens e sabores, ainda que próximos, a Fundación Tres Culturas apresenta a primeira parceria entre empresárias de Portugal e de Espanha. É uma ideia inovadora que se baseia na união e no apoio entre as empresárias dos dois países.

    A parceira encontra-se entre os muitos resultados positivos extraídos do último fórum de trabalho INTREPIDA plus, realizado em outubro de 2020 em Sevilha e que foi organizado pela Fundación Tres Culturas, líder do projeto. Nessa ocasião e apesar das circunstâncias, mais de 70 empresárias das oito províncias da Andaluzia conviveram durante dois dias consecutivos com outras empresárias do Algarve e do Alentejo.

    A Fundación Tres Culturas del Mediterráneo coordena o projeto INTREPIDA plus, uma iniciativa do programa Interreg VA Espanha-Portugal (POCTEP) que promove projetos de cooperação transfronteiriça, com o apoio da União Europeia.

    O projeto INTREPIDA plus centra o seu foco no empreendedorismo das empresárias que desenvolvem a sua atividade na Eurorregião Alentejo-Algarve-Andaluzia, com o intuito de potenciar a sua internacionalização e visibilidade em novos mercados.
    Este guia turístico digital é gratuito e está disponível nos idiomas português e espanhol.

    Mais que um convite

    Na verdade, para as empresárias da Andaluzia, trata-se de algo mais do que um convite para descobrir, como turistas de Espanha, as belas paisagens e lugares de interesse que, uma pequena parte dos portugueses têm. A informação que Mar Villalba, da Asociación Mi Ruta Responsable, foi compilando durante os quatro dias em que viajou, sozinha, combina dados práticos e conselhos para os viajantes além de recomendações, ao mesmo tempo que incentiva o uso de carros elétricos como uma opção de transporte sustentável e respeitosa com o meio ambiente.

    É importante, dizem as senhoras, notar que o guia é um relato íntimo em que se visita o interior de uma seleção de empresas geridas por mulheres, onde se evidencia o papel que muitas mulheres desempenham em muitos casos, como as seguidoras de tradições empresariais que, de outra forma, talvez pudessem ter sido perdidas.

    Ao mesmo tempo que, como mães, esposas, cuidadoras, companheiras e, em definitivo, como cidadãs, essas empresárias contribuem para fixar a população em lugares afastados dos grandes centros urbanos e assim, ajudam a combater o despovoamento das áreas rurais, uma preocupação partilhada quer por Portugal quer por Espanha.

    Além disso, essas empresas demonstram o desejo de inovar e de apostar em produtos de qualidade, com serviços personalizados que animam a um desfrute tranquilo e ao deleite. Entre as empresárias e os negócios, destacam-se: Catarina Machado da Mercearia de Marvão em Marvão, Ana Paula Leitão da Água Mole em Cabeço da Vide, Paula Carvalho de Descubra o Alentejo e Ana Isabel Pereira da Horta do Muro, ambas em Campo Maior. Por outro lado, no Distrito de Évora onde Eduarda Tavares da Courela do Zambujeiro em Redondo, Manuela Marques da Olaria Bulhão em S. Pedro do Corval, várias empresárias de Arraiolos como Maria do Céu Na Sombra do Alentejo, Isabel Diogo da Sempre Noiva, Joana Garcia da Queijaria do Monte da Vinha e Teresa Barrocas do Moinho de Pisões. Em Évora, Ana Rita Guerreiro do Alentejo Natural, Isabel de Mello da Quinta da Espada e Delfina Marques da Capote’s Emotion, que além é também Vice-Presidente do NERE (Núcleo Empresarial da Região de Évora), por sua parte, também sócio no projeto INTREPIDA plus.
    Um exemplo destas empresárias que continuam com a tradição e que desenvolvem o seu trabalho nas zonas rurais da Andaluzia, é Ana Rocío Lepe, natural de Bonares na província de Huelva, Espanha, que em nome da empresa Quesos Doñana selecionou cinco variedades de queijos para uma degustação orientada por ela própria, para depois da apresentação do guia digital do Alentejo, na sede da Fundación Tres Culturas, em Sevilha, Espanha.

    Os rebanhos caprinos da empresa familiar Quesos Doñana, alimentam-se das pastagens que crescem às portas do Coto de Doñana, um lugar privilegiado pela sua flora e fauna, um ecossistema único em muitos aspetos. Desde 2005 que começaram a produzir queijos artesanais desde zero, a partir de leite cru e pasteurizado dos seus próprios rebanhos. Entre as suas marcas, a produção artesanal destaca-se sobre a produção industrial. Em menos de dez anos, até ganhou 40 prémios, incluindo duas medalhas de ouro do World Cheese Awards, competindo com mais de 3.000 queijos de 35 países dos cinco continentes. No entanto, nas palavras de Ana Rocío Lepe, «os prémios são necessários porque ajudam a continuar a acreditar no seu trabalho quotidiano, mas, o reconhecimento das pessoas que regressam à loja é a melhor recompensa que se mantém a longo prazo». Sem dúvida que a fé no projeto empresarial e no trabalho constante, são os ingredientes que garantem a continuidade e o sucesso de uma empresa que começou com um volume de negócios de 100.000 euros e que triplicou no seu quarto ano de existência. Os seus queijos utilizam apenas 15% do leite de cabra utilizado na Andaluzia. O leite que os queijeiros andaluzes não utilizam é exportado para países como a França.

    Como acontece em Espanha e Portugal, é necessário um maior convencimento da qualidade e das possibilidades dos nossos próprios produtos. Esta empresa também permite a sobrevivência de raças de gado autóctones como a cabra Rubia Costeña, típica da Serra de Huelva, Andaluzia, também muito apreciada pelo seu leite. Ana Rocío Lepe declarou que se sente «orgulhosa de valorizar o produto da sua terra e assim contribuir para a economia local».

    Neste encontro INTREPIDA, que foi transmitido na plataforma de zoom digital, nas redes sociais da Fundação Tres Culturas e presencialmente, permitiu aos participantes poderem degustar de cinco variedades de queijos com diferentes combinações de texturas e de sabores diversos, que vão do doce ao picante, queijos como entrada ou de sobremesa, entre tantas outras possibilidades, com destaque para os queijos de cabra e ovelha com sabores.

    A Fundación Tres Culturas del Mediterráneo é a Beneficiária Principal do projeto INTREPIDA plus, juntamente com os seguintes parceiros de Espanha e Portugal: Mancomunidad Condado de Huelva, Diputación de Huelva, Núcleo de Empresários da Região de Portalegre (NERPOR), Núcleo Empresarial da Região de Évora (NERE) e do Município de Faro. O projeto INTREPIDA plus tem financiamento europeu do programa INTERREG VA Espanha-Portugal (POCTEP).

    JEC/Foz

  • Recibos verdes sem aumento do apoio na pandemia

    O Tribunal Constitucional chumbou o aumento do apoio aos trabalhadores independentes decidido pelo Parlamento. O diploma, aprovado na Assembleia da República e promulgado pelo Presidente da República foi recusado porque o TC considera que os deputados não podem aprovar medidas que constituam aumento da despesa fora do Orçamento de Estado. O Governo tinha invocado a inconstitucionalidade da medida. O artigo chumbado que teria maior impacto orçamental é o que determina que os apoios à redução de atividade dos independentes devem ter em conta a quebra de faturação registada em comparação com 2019 (e não com o ano anterior), gerando, por isso, um subsídio mais alto.

  • A pupia

    A pupia

    O BOLO

    Na nossa dieta andevalenha quase que não pode faltar, para o café da manhã e lanches o característico pãozinho de gordura ou manteiga, elaborado com a simplicidade de mãos artesanais que adquiriram o costume que deixassem os séculos como boa herança; pequena iguaria que nas mesas dos mineiros ou no campo é um elemento alimentício de valor capaz de suportar as longas intempéries de qualquer manhã de inverno.

    As crianças gostam de pãozinho e mastigam-no com prazer e devagar como querendo que não se lhes acabe; as mulheres acham primordial, guardam-no com excesso de cuidado na bolsa, oferecem-no com esmero e fazem-lhe o seu rito devocional de mães ou esposas; os mais velhos querem o toque da sua ternura e degustam-no molhado no café, simbolizando a necessidade de mais ternura e mais sabor.

    Faz-se com sabedoria, como se fazem as coisas que nos sustentam a vida e nos livram da fome e se come com paixão. O pãozinho é redondo como um pequeno universo e não tem fim.

    Ramon Llanes. 15 julho de 2021.
  • Espanha prepara planos contra inundações no Guadiana

    Espanha prepara planos contra inundações no Guadiana

    A Confederação Hidrográfica do Guadiana submeteu a informação pública, durante um período de três meses, a documentação correspondente à “Proposta de plano de gestão do risco de inundação”, no valor de 153 milhões de euros, entre 2022 e 2027.

    As inundações em Espanha constituem o risco natural que causa maiores danos, tanto em perda de vidas humanas e danos materiais que têm ocorrido ao longo do tempo e este organismo da vizinha Espanha que atua na bacia do Guadiana entende que o combate aos seus efeitos passa pela implementação de soluções estruturais e não centradas na prevenção, protecção e preparação. 

    Destaca os planos de Protecção Civil e a implementação de sistemas de alerta precoce ( 12,85 milhões de euros), bem como a recuperação de rios e margens (53,33 milhões de euros), e a melhoria da continuidade fluvial, transversal, longitudinal e sedimentar (59,33 milhões de euros).  

    As autoridades costeiras competentes e as autoridades de proteção civil estabelecem objetivos de gestão de risco de inundação para cada Área de Risco Potencial de Inundação Significativa (ARPSI), concentrando sua atenção na redução das potenciais consequências adversas das inundações para a saúde humana, meio ambiente, patrimônio cultural, atividade econômica e infraestrutura.

    O ARPSI foi determinado durante a revisão e atualização da Avaliação Preliminar de Risco de Inundação (EPRI), aprovada em 12 de abril de 2019. Junto com os mapas de perigo e de risco de inundação, relatados pelo Comitê de Autoridades Autoridades Competentes do Distrito da Bacia Hidrográfica em 17 de março , 2020, constituem a informação fundamental em que se baseiam os PGRIs.  

  • Dinossauros da Lourinhã em férias no Algarve

    Dinossauros da Lourinhã em férias no Algarve

    A exposição tem entrada livre e vai estar patente ao público até ao próximo dia 22 de agosto, permitindo que os visitantes possam aproveitar as férias de verão para oferecer uma experiência considerada única aos seus filhos. Desta forma, os organizadores entendem que, em família, «podem aprender de forma divertida e segura, tudo sobre a vida e desaparecimento de algumas das espécies animais mais temíveis que habitaram o nosso planeta durante mais de 200 milhões de anos». Para visitar a exposição é obrigatório cumprir todas as recomendações da Direção-Geral de Saúde.

    São catorze os dinossauros, do período Triássico ao Cretáceo, e vão andar livremente no Parque do Ribeiro, um bonito vale à entrada de Albufeira. A exposição é temporária, com modelos à escala real (entre 1,80 m e os 13 metros), todos «certificados cientificamente, que prometem deslumbrar miúdos e graúdos sobre estes fantásticos animais». À noite, graças à iluminação dos modelos expostos, o vale dos dinossauros transforma-se com novas sombras e cores, ficando ainda mais impressionante.

    Fica a saber sobre a vida e extinção das espécies do mais temido animal que habitou o planeta: T-Rex Junior, e outros como Iguanodon, Lourinhanosauros, Pterodactylus, Velociraptor, Plateosaurus, Dilophosaurus, Scelidosauros, Oviraptor, Deinonychus, Trodon, Allosaurus, Centrosaurus e Tyranossauros Rex.

    Os dinossauros foram cedidos pelo Dino Parque da Lourinhã, o maior Museu ao Ar Livre da Europa dedicado à temática dos dinossauros e à paleontologia.

    «Os últimos dinossauros desapareceram do Planeta há cerca de 66 milhões de anos. Estes animais habitaram a terra durante os períodos geológicos Triásico, Jurássico e Cretácico. Porém, nem todas as espécies de dinossauros viveram na mesma época, assim como também não se extinguiram ao mesmo tempo. Viveram no mundo inteiro e os seus fósseis foram encontrados em todos os continentes. E alguns destes dinossauros só viveram no território que hoje conhecemos como Portugal, pelo que são únicos no mundo. Havia dinossauros de todos os tamanhos. Alguns eram mais pequenos do que uma galinha, enquanto outros chegavam a atingir os 45 metros de comprimento». Esclarecem os organizadores.

  • Medidas de acesso aos estabelecimentos turísticos são exagero segundo a AHETA

    Medidas de acesso aos estabelecimentos turísticos são exagero segundo a AHETA

    A Associação de Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA) criticou a obrigação de ser apresentado um teste negativo ou um certificado de vacinação para aceder aos estabelecimentos turísticos, considerando que se trata de um exagero e pede ao Governo a revogação imediata da medida.

    “Um exagero desnecessário, uma medida impraticável e de eficácia duvidosa. Ao contrário do que o Governo afirma, de que promove o desenvolvimento, vem restringir ainda mais a disponibilidade das pessoas para fazer férias e contribuir decisivamente para que muitos portugueses optem por passar férias no estrangeiro, em vez de optarem por fazê-lo no próprio país”, afirmou presidente da AHETA. Elidérico Viegas à agência noticiosa Lusa.

    De acordo com o responsável, os “profissionais dos hotéis não são profissionais de saúde, nem forças de segurança, nem autoridades sanitárias” e “não estão habilitados nem têm condições para dar cumprimento à medida que foi anunciada pelo Governo”.

    Os hotéis estão a ser bombardeados com telefonemas a toda a hora de todas as pessoas que tinham feito reservas, indignadas com esta decisão, alertou, esclarecendo que, por enquanto, ainda não se assiste ao cancelamento de reservas, embora considere que a decisão “não vai motivar pessoas a fazer férias no país”.

    Além da hotelaria, em Portugal continental, também a restauração está obrigada a exigir certificado COVID-19 ou teste para ingressar no interior, mas apenas nos concelhos de risco elevado e muito elevado, entre as 19h00 de sexta-feira e aos fins de semana e feriados, o que permite que os estabelecimentos de concelhos de risco muito elevado deixem de encerrar às 15h30, fechando portas às 22h30.

  • Não há estacionamento para quem vai de fora trabalhar em Monte Gordo

    Não há estacionamento para quem vai de fora trabalhar em Monte Gordo

    Um abaixo assinado subscrito por dezenas de trabalhadores de Monte Gordo exige o acesso sem custos ao estacionamento, desde que, «ao dos últimos anos», se tem assistido à criação e ampliação das zonas de estacionamento pago em Monte Gordo, «criando cada vez mais dificuldades a quem necessita de estacionar a sua viatura naquele local para ir trabalhar».

    Os signatários consider não ser justo que «a Câmara Municipal de Vila Real de Santo António esteja a obrigar os trabalhadores a terem de optar entre mais uma elevada despesa mensal ou a perderem imenso tempo à procura de um lugar numa zona distante, por vezes a mais de 1 Km, para estacionarem a sua viatura e terem de fazer o percurso de e para o seu local de trabalho a pé».

    O abaixo-assinado a exige que a Câmara Municipal de Vila Real de Santo António tome medidas para garantir «sem custos» o acesso dos trabalhadores ao estacionamento em Monte Gordo. O Sindicato dos Trabalhadores da Hotelaria do Algarve tem estado a solicitar uma reunião, com carácter de urgência, à câmara municipal de Vila Real de Santo António do qual Monte Gordo é freguesia.

  • Incidência da Pandemia sobe na Huelva vizinha do Algarve

    Incidência da Pandemia sobe na Huelva vizinha do Algarve

    A explosão de novos positivos para Covid-19 em Huelva disparou a taxa de incidência durante o fim de semana para 214,9 casos por 100.000 habitantes, valor que supera em 30% o registado pela província na segunda-feira da semana anterior.

    A esse respeito, deve-se destacar que há dois municípios que ultrapassam 1.000 casos por 100.000 habitantes. São eles Santa Bárbara de Casa (1.821,17), que já ultrapassou esse limite na semana passada, e Niebla, cujo índice subiu para 1.149,9 ontem. Por sua vez, Isla Cristina (766,6) e Alosno (438,1) também apresentam taxas elevadas.

    Diz ainda aquele meio que a taxa na capital da província, muito visitada pelos portugueses, Ainda assim, também experimentou uma recuperação, embora mais tímida do que na província como um todo. Dessa forma, sua incidência sobe para 195,4 casos por 100.000 habitantes, com 281 casos positivos nas últimas duas semanas.

    Por autarquias, os contágios registados ao longo do fim-de-semana situaram-se em: Huelva capital (67), Isla Cristina (32), Lepe (31), Ayamonte (20), Aljaraque (18), Niebla (15), Moguer (11) , La Palma del Condado (11), Cartaya (10), Escacena del Campo (10), San Juan del Puerto (7), Aracena (4), Almonte (4), Punta Umbría (4), Palos de la Frontera ( 3), Bonares (2), Valverde del Camino (2), La Zarza-Perrunal (2), Zalamea la Real (1), Puebla de Guzmán (1), Beas (1), Cumbres Mayores (1), Cumbres Mayores (1), Jabugo (1), Lucena del Puerto (1), Minas de Riotinto (1) e Nerva (1).

    Por outro lado, a pressão hospitalar sofreu ligeiro aumento nos últimos dois dias com mais dois internados, ambos em terapia intensiva. Dessa forma, o número de internados sobe para 23, dos quais três permanecem na UTI.

    Do lado positivo, há a ressaltar que ontem não houve mortes na província, cifrado em 395 mortos, e 93 pessoas conseguiram vencer a doença, de modo que já são 32.509 curadas do início da pandemia

    Em relação à taxa de vacinação, um total de 309.938 pessoas já receberam a primeira dose de alguma das vacinas, enquanto 250.642 estão com o esquema completo.

  • Escolas do Algarve com quase metade executada de fundos europeus

    Escolas do Algarve com quase metade executada de fundos europeus

    As candidaturas aprovadas pelo Programa Operacional Regional do Algarve, para melhoria de infraestruturas escolares, permitirão aos municípios da Região executar 34 milhões de euros de investimento em 63 escolas, informou a CCDRA.

    As candidaturas aprovadas no âmbito do CRESC ALGARVE 2020 ascendem a 27 milhões de euros de investimento elegível na requalificação e construção de escolas, com um apoio de 18,6 milhões de euros em fundos europeus geridos na Região, provenientes do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), em execução nos anos de 2021 e 2022.

    À data de 30 de Junho, a taxa de execução destas candidaturas atingiu os 41,51 por cento, inserindo-se a requalificação de escolas insere-se na prioridade na formação profissional, nas competências e na aprendizagem ao longo da vida através do desenvolvimento das infraestruturas de formação e ensino do Eixo 7 – Reforçar as competências.

    Na região do Algarve o programa dirige-se a investimentos de remoção do fibrocimento em 30 escolas e de requalificação, reconstrução e  apetrechamento dos estabelecimentos de Ensino Básico do 1º, 2º, 3º ciclos e secundário, redimensionando-os e modernizando-os, proporcionando condições para a utilização informática e atividades experimentais e melhorando as respetivas condições funcionais, ambientais e de conforto térmico e acústico.

    A melhoria da qualidade dos equipamentos educativos e as valências colocadas à disposição da comunidade escolar, de alunos e professores pretendem contribuir para o sucesso do percurso educativo, qualificando a aprendizagem com impacto relevante na redução do abandono escolar e no combate das desigualdades sociais e territoriais.

  • Instalações desportivas fechadas em Lagoa

    Concelho de Lagoa mantem-se em risco elevado e reforça medidas de prevenção e combate à COVID-19, tendo adiado todos os eventos culturais agendados até ao final de julho e volta a encerrar os polidesportivos e multidesportivos do concelho. Segundo o Município, chegam a juntar-se cerca de 30 a 40 jovens em simultâneo no mesmo espaço que nem sempre cumprem com as regras de segurança em vigor

  • Mentiras e falsificações

    Segundo o Diário de Notícias de hoje, há relatos de pessoas que testam positivo em auto análises e, pelo facto de não terem sintomas, não avisam as autoridades. A mentira está a tornar-se um dos fatores de agravamento da pandemia, nesta quarta fase de agravamento da doença Covid-19.

  • Variante Delta sobe em Espanha

    Quatro comunidades autónomas de Espanha registam acentuados subidas da variante Delta do coronavirus, onde é já predominante em sessenta por cento dos casos. Em Madrid, Catalunha, Valência e Navarra a situação agravou-se, segundo relata o diário El País de hoje. Preocupante é a subida da incidência dos casos para 814 por cem mil, entre a juventude maior de vinte anos..

  • Acerca de Milagres e de Mistérios

    Acerca de Milagres e de Mistérios

    Crónicas Avulsas – Crónicas do Largo da Bica

    A informação passou em rodapé num qualquer canal de televisão espanhol. Não memorizei qual deles. Percorria-os aleatoriamente premindo compulsivamente o botão do comando, entediado por não encontrar algo que justificasse o meu interesse. Seriam meados de Março e não lhe dei importância: falava do falecimento do compositor Antón Garcia Abril.

    Não fazia a mínima ideia de quem seria o senhor objecto de tamanho destaque! Mais à frente, pressionados outros botões, noutro canal, um jornalista pesaroso empenhava-se no desenvolvimento da notícia. O realizador enquadrara a locução com um som que de imediato reconheci como sendo o da banda sonora da inesquecível série televisiva de Félix Rodriguez de la Fuente: “ El Hombre y La Tierra”.  

    Instantaneamente, percebi que quem falecera fora o autor da música que identificava o programa que tantas vezes me prendeu na adolescência ao écran da Grundig a preto e branco lá de casa. Se bem me recordo, as emissões aguardadas ansiosamente por toda a família eram semanais e, antecipava em décadas um modelo ainda hoje tão apreciado e divulgado em canais especializados e que procura desvendar e aproximar de nós os segredos da vida animal em comunhão plena com a natureza: como interagem, como acasalam e procriam, como uns servem de alimento a outros!

    Dos muitos episódios que vi e revi ao longo dos anos, das inolvidáveis memórias daí resultantes, recordo impactantes e inovadoras filmagens obtidas necessariamente com enorme esforço e muita paciência em perigosos terrenos escarpados, algures nalgumas das cadeias montanhosas existentes na nossa península Ibérica, focadas em inacessíveis ninhos de pesados e desajeitados abutres ou os de esguias águias de afiadas garras e bicos curvos: acompanhávamos o crescimento e fortalecimento dos seus filhotes, assim como o titânico esforço dos progenitores para lhes proporcionarem segurança, conforto e alimento.

    Desse contexto narrado de forma a suscitar emoções fortíssimas no espectador sentado confortavelmente no sofá de sua casa, ainda hoje revivo com facilidade o interminável voo circular dessas sublimes aves de grande porte a patrulhar a partir de muito acima, os vales lá muito abaixo. As belas imagens mostravam-nas a aproveitar as correntes de ar ascendentes, a planar com uma aparente ausência de esforço, a sondar minuciosamente a eventual presença e movimentos de presas camufladas junto ao solo, entre a vegetação rasteira e as muitas pedras ou a existência de algum cadáver de animal que lhes proporcionasse o alimento necessário à sua sobrevivência e da sua família.

    Félix Rodrigues de la Fuente, com a sua voz tão característica que o distinguia sem margem para qualquer dúvida, referindo-se à perspectiva aérea das aves nas suas constantes rondas pelo seu território de caça, ilustrava essas imagens com apropriadas frases como: “ à vista de pássaro”.

    Por esses tempos, um outro famoso aventureiro e oceanógrafo, Jacques-Yves Cousteau, inventor do escafandro autónomo, percorria incessantemente os gigantescos mares que se estendem em volta do planeta a bordo do seu famoso navio Calypso, fazendo estudos dos diferentes oceanos e pesquisas acerca da vida marinha.

    Secundado e apoiado pelo filho Philippe, exímio mergulhador e director responsável da grande maioria das filmagens subaquáticas, posteriormente divulgadas mundialmente através da National Geographic, precocemente falecido no nosso rio Tejo num estúpido acidente envolvendo um hidroavião, proporcionaram-nos uma outra perspectiva da vida existente nos oceanos, bem diferente da dos mitos criados desde a mais remota antiguidade repletos de terríveis monstros: aquela que nem sonhávamos que existia abaixo da superfície marítima, a partir de surpreendentes filmagens conseguidas por mergulhadores interagindo com a fauna marítima.

    Uns anos depois, numa manhã antes do almoço, um velho amigo entrou na recepção da empresa onde eu trabalhava. Veio até mim com um sorriso e um brilho no olhar indiciadores de absoluta felicidade: para mim, sinal claro de que o problema de saúde que tão duramente o afligira estava ultrapassado ou, no mínimo, controlado!

    No auge de agudíssima crise, havia-me chegado notícias de que receando eventuais consequências negativas de uma inadiável intervenção cirúrgica, ele teria tentado evitá-la a todo o custo.

    Do lado de trás da secretária de atendimento, com sincera e real preocupação, interessei-me pela sua saúde. Não foi necessário perguntar mais nada: às secas, sem aviso prévio, em plena recepção, desapertou o cinto, desabotoou os botões da breguilha e, num movimento inesperado e brusco, surpreendentemente, baixou as calças e as cuecas para me mostrar a algália que lhe saía pela ponta do pénis!

    Com as calças em baixo, a segurar o “material” entre o indicador e o polegar da mão direita, tentando explicar-me os pormenores da intervenção cirúrgica, não se apercebeu que uma senhora entrara pouco depois dele e estacara na sua retaguarda de olhos esbugalhados a mirar-lhe o rabo.

    Aos meus cerca de trinta anos, jamais havia sido confrontado com tão constrangedora ocorrência: por um lado, a senhora que acabara de entrar, parada logo atrás do traseiro peludo do meu amigo e, do outro lado da secretária, com visão frontal para a algália de cor azul com uma tampinha que se retirava em caso de aflição para alívio imediato, absolutamente assombrado, estava eu.

    Poderemos afirmar que a inusitada circunstância proporcionou duas diferentes perspectivas ou, se assim quisermos, dois diferentes pontos de vista de um determinado acontecimento, ambos consequência da percepção parcelar dessa realidade, todavia, bem mais abrangente do que aquilo que os sentidos dos indivíduos envolvidos em cada parcela observada captam e entendem.

    Assim, deste modo, conclui-se que emitir opiniões ou arriscar decidir a partir de simples observações parcelares de uma determinada realidade, pela elevada subjectividade associada, pode revelar-se um exercício sujeito a tremendas falhas e expor-nos a decisões injustas.

    Henrique Bonança

    VRSA – 25 de Junho de 2021  

  • Rota do Cruzeiro do Guadiana está inaugurada

    Rota do Cruzeiro do Guadiana está inaugurada

    A empresa de transportes fluviais que possui a concessão na margem portuguesa do rio Guadiana inaugurou a travessia fluvial que percorre o triângulo das águas dos três concelhos constituintes da Eurocidade do Guadiana, Castro Marim, Vila Real de Santo António.

    O cruzeiro tem a duração de hora e meia e sairá do molhe de Portugal em Ayamonte, todas as quartas-feiras de Julho e Agosto, às 18:30.

    Trata-se de um novo produto de natureza turística que permite apreciar o território ribeirinho dos três concelhos vizinhos, a foz, a passagem sob a Ponte Internacional do Guadiana.

    O preço é de 13 euros por pessoa e inclui lanche e bebidas e poderá ser acedido quer por visitantes que por residentes, com respeito pelas medidas de segurança relativas ao tempo de pandemia.

    No primeiro passeio participaram as autoridades locais representativas dos três municípios, representes da Câmara de Comércio de Ayamonte, de empresas turísticas e agentes culturais.

  • UE no apoio à navegabilidade do rio Guadiana

    UE no apoio à navegabilidade do rio Guadiana

    O desenvolvido com o apoio dos fundos europeus, no âmbito do Interreg Espanha Portugal V-A, do projeto “0228_GUAD20_5_E Guadiana: Património Natural Navegável” para restabelecer a navegabilidade em segurança, entre Alcoutim e o Pomarão (Mértola), é formalmente concluído hoje, dia 7 de julho, numa cerimónia a decorrer em Huelva.

    A Região do Algarve encontra-se representada pelo presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve, José Apolinário, e pelo presidente da câmara de Alcoutim e vice-presidente da AMAL, Osvaldo Gonçalves, pelo presidente da câmara municipal de Castro Marim, Francisco Amaral, e o presidente da câmara municipal de Vila Real Santo António, Luis Romão.

    A CCDA destaca que «a ocupação humana no vale do Guadiana foi durante milénios marcada pela navegabilidade do Guadiana entre a sua foz e Mértola» procurando com o GUAD20, devolver a navegabilidade ao rio, em segurança, e dotá-lo das infraestruturas para a sua «utilização sustentável na qual se inclui o desenvolvimento da atividade turística e recreativa em consonância com o desenvolvimento sustentável promovido pelo Programa Operacional de Cooperação Transfronteiriça España – Portugal (POCTEP)».

    Esta intervenção no rio Guadiana, afirma ainda aquele organismo regional, «permitiu aumentar o número de embarcações de recreio e de turismo que usam esta via navegável, melhorar os serviços prestados e beneficiando as zonas ribeirinhas dos concelhos de Vila Real de Santo António, Castro Marim, Alcoutim e Mértola».

    A Agência Pública de Portos da Andaluzia tem sido o «chefe de fila» deste projeto, que se iniciou em outubro de 2015, tendo como parceiros a Agência Pública de Portos da Andaluzia, o Instituto Hidrográfico (IH) e a Direção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos (DGRM), apresentando um custo total elegível de 2,2 Milhões de Euros, o qual foi cofinanciado em 1,65 Milhões de Euros; através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER)

    A CCDR afirma que os resultados deste projeto são «a melhoria do equipamento de transporte marítimo de passageiros entre Ayamonte e Vila Real de Santo António, através das obras adaptação/melhoramento no molhe de Ayamonte para receber mais passageiros e em melhores condições, e das condições de navegabilidade junto ao “porto” de Sanlúcar de Guadiana e do número de postes de amarração e modernização do cais, bem como o levantamento hidrográfico do rio que permitiu atualizar a cartografia e melhorar a navegabilidade ao longo do rio».

    Paralelamente, estão redefinidos o canal de navegação entre Alcoutim e o Pomarão e a instalação das boias de sinalização e um canal navegável com 30 metros de largura e uma cota de fundo de -2.00 ZH, que permite a passagem de barcos até 70 metros de comprimento, com um calado de 1,80 metros.

    Aquela comissão regional afirma o propósito de criar condições para, no próximo Quadro Comunitário de Apoio, levar a navegabilidade até Mértola e melhorar os apoios náuticos ao longo das margens do rio, salvaguardando a biodiversidade, assegurando a presença dos valores naturais que caracterizam esta paisagem e o uso sustentável do Rio Guadiana.

  • Eurocidade do Guadiana visita Chaves – Verín

    Eurocidade do Guadiana visita Chaves – Verín

    A delegação visitante estava composta pelo diretor da Eurocidade do Guadiana, Luís Romão, que é atualmente o presidente da autarquia de Vila Real de Santo António, acompanhado por técnicos dos três municípios.

    Luís Romão destacou que, para além de conhecer as instalações, o funcionamento e o reforço das relações diplomáticas da instituição, a visita «serviu para saber em primeira mão como estão a resolver alguns dos desafios que temos em comum. A Eurocidade de Chávez-Verín iniciou seu processo de governança conjunta antes de nós, e a forma como os cidadãos e a comunidade empresarial se envolveram é um sucesso ».

    Foi constatado que Eurocidade de Chaves-Verín partilha muitos elementos comuns com a do Guadiana: ambas na fronteira luso-espanhola, o rios que servem como vias de ligação entre os municípios, vestígios da arquitetura defensiva, testemunhos da sua evolução enquanto populações que passaram do confronto à cooperação, conferindo-lhes também um carácter diferenciador e acrescido de atracão turística … mas, sobretudo, «ambos partilham que são os únicos em toda a raia ibérica que têm o estatuto de Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial – AECT».

    Este reconhecimento, que confere personalidade jurídica, abre também um leque de possibilidades de desenvolvimento que lhes permite participar em projetos europeus de maior envergadura.

    Para além do empenho político, da sociedade civil e do sector privado, Luís Romão observou como muito positivo o facto de o AECT Chaves-Verín possuir uma equipa de trabalho estável – independente de projetos, certa autonomia orçamental e uma oferta turística consolidada.

  • PCP destaca participação na redução de portagens nas SCUT

    PCP destaca participação na redução de portagens nas SCUT

    Em defesa da sua tese, o PCP afirma, em nota da Direção Regional do Algarve, que tal decisão «é inseparável da prolongada e persistente luta das populações algarvias e de outras regiões do País, pela abolição das portagens e pela devolução da Via do Infante (e das outras ex-SCUT) às populações».

    Lembra que esta luta dura desde 2011 e que enfrentou a opção de sucessivos governos, quer do PSD/CDS, quer do PS, pelos interesses dos grupos económicos que detém a concessão destas autoestradas, num «negócio que tem sido ruinoso para o País». E recorda que estas autoestradas foram construídas com dinheiros públicos e é escandalosamente proveitoso para os donos das concessões.

    Diz ainda que o avanço que se alcançará a partir de 1 de Julho em matéria de portagens, decorrente da aprovação do Orçamento do Estado para 2021, só possível pela abstenção do PCP, não corresponde às justas exigências e à luta que as populações e o PCP têm travado nesta matéria.

    O PCP diz, contudo, que a luta que só estará concluída quando for alcançada a eliminação total das portagens, como propôs na discussão do OE para 2021, e o consequente resgate da concessão da Via do Infante.

    Sublinha que a troca de argumentos a que se assistiu entre o PS e o PSD na região do Algarve em torno desta matéria, reivindicando cada um para si a paternidade deste avanço, constitui uma tentativa de branqueamento das suas responsabilidades e de claro ilusionismo político.

    Desde logo porque, «se as portagens se mantiveram em vigor nestes quase 10 anos, foi por decisão e votação destas forças políticas que recusaram sucessivamente as propostas do PCP para a sua eliminação. Mas também, porque em relação ao OE para 2021, se por um lado o PS votou contra e tentou impedir a redução do valor das portagens em 50% (ameaçando com o recurso ao Tribunal Constitucional), por outro lado, o PSD votou contra o próprio Orçamento do Estado que, por estar em vigor, agora permite esta mesma redução».

    Valorizando este avanço a partir de 1 de Julho, «que não apaga todos os danos e custos causados à região do Algarve e às populações ao longo destes anos», o PCP reafirma que prosseguirá a sua intervenção e luta, quer pela abolição total das portagens na Via do Infante, quer pela requalificação total da EN 125, também ela «vítima de uma sinistra concessão», dotando a região das condições mais elementares para a mobilidade rodoviária, de passageiros e mercadorias, no Algarve.

  • Concertos de Mértola transferidos para o Cais do Guadiana

    Concertos de Mértola transferidos para o Cais do Guadiana

    Na sequência do rápido esgotamento dos bilhetes disponíveis para os concertos de S. João, agendados para 23 e 27 de junho no Pavilhão Multiusos de Mértola, os concertos foram transferidos para o espaço do Cais do Guadiana por forma a serem disponibilizados mais alguns bilhetes, informou o município.

    Tendo em atenção a pandemia e as normas em vigor na regulamentação de espetáculos e eventos, a capacidade de ocupação dos espaços está limitada e sujeita a vários condicionalismos, desde logo: a obrigatoriedade da reserva, dos lugares sentados, da distância entre lugares, do uso de máscara, da delimitação dos recintos, do controle de entradas e saídas, entre outras.

    Por esta razão, apesar da mudança de local, «a capacidade de ocupação do Cais continuará a ser limitada, ajustada ao cumprimento das distâncias exigidas e concertada pela validação da Autoridade de Saúde Local, por forma a evitar ajuntamentos que possam colocar em risco a saúde pública».

    Na sequência serão disponibilizados mais 130 bilhetes por espetáculo, que estarão disponíveis no Atendimento da Câmara Municipal, sito na Casa Vargas em Mértola, para levantamento presencial sem pré-reserva, com o limite de 4 bilhetes/ pessoa, por forma a garantir uma distribuição o mais equitativa possível.