FOZ – Guadiana Digital

Categoria: Alentejo

  • Algarve Aposta na Inovação

    Algarve Aposta na Inovação

    Turismo Mais Sustentável e Competitivo

    A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve vai promover, no próximo dia 18 de março, a primeira reunião da Plataforma de Inovação e Colaboração (PIC) dedicada ao Turismo.

    O evento, que decorrerá no Auditório David Assoreira, em Faro, entre as 14h30 e as 18h00, visa impulsionar a articulação entre o conhecimento científico, a inovação tecnológica e a atividade empresarial no setor turístico algarvio.

    A iniciativa reunirá um conjunto diversificado de agentes do ecossistema regional, desde entidades do setor do turismo a instituições de investigação, passando por empresas e outros atores relevantes, com o objetivo de identificar oportunidades de colaboração que reforcem a competitividade e a sustentabilidade do turismo na região.

    A plataforma, enquadrada na Estratégia Regional de Especialização Inteligente (EREI), procura contribuir para o desenvolvimento de soluções inovadoras e sustentáveis para o setor, estabelecendo uma ligação mais forte entre as políticas públicas, a investigação científica, a inovação e o empreendedorismo, promovendo, assim, a criação de valor para o Algarve.

    A sessão de abertura contará com as intervenções de José Apolinário, Presidente da CCDR Algarve, André Gomes, Presidente da Região de Turismo do Algarve, Patrícia Pinto, Vice-Reitora da Universidade do Algarve, e Lurdes Serpa Carvalho, Diretora da Unidade de Planeamento e Desenvolvimento Regional da CCDR Algarve.

    O programa do evento divide-se em duas partes. A primeira, focada na “Transformação Digital e Verde no Turismo do Algarve”, incluirá uma apresentação sobre o “Estado da Arte das Tecnologias aplicadas ao Turismo”, por Joaquim Nascimento, Presidente da Algarve Evolution, seguida de uma mesa-redonda sobre o tema “O Turismo e o Ecossistema Regional de Inovação”, com representantes de diversas áreas ligadas ao turismo.

    A segunda parte, dedicada aos “Caminhos de Sustentabilidade e Resiliência no Turismo”, terá uma comunicação sobre “Inovação e Resiliência no Turismo”, apresentada por Hugo Pinto, investigador do CinTurs e docente da Faculdade de Economia da Universidade do Algarve. Uma mesa-redonda abordará as “Vias de Inovação: Da Sustentabilidade à Regeneração do Destino Algarve”, com intervenções de representantes de projetos e entidades ligadas ao turismo responsável e de natureza, turismo regenerativo, turismo náutico e enoturismo.

    Para além das apresentações e mesas-redondas, a iniciativa incluirá “Espaços de Descoberta Empreendedora”, com o objetivo de promover a participação ativa dos participantes, a partilha de projetos e desafios, e a identificação de oportunidades para ações colaborativas a desenvolver no âmbito da Plataforma Regional da EREI.

    O encontro terminará com as conclusões apresentadas por Cristiano Cabrita, Vice-Presidente da CCDR Algarve. A iniciativa surge num contexto de crescente preocupação com a sustentabilidade e a necessidade de adaptação do setor turístico às novas exigências dos mercados, sendo expectável que contribua para o desenvolvimento de soluções inovadoras que permitam ao Algarve consolidar a sua posição como destino turístico competitivo e resiliente.

  • Alqueva: Governo aperta uso de água para salvar agricultura no Alentejo e Algarve

    Alqueva: Governo aperta uso de água para salvar agricultura no Alentejo e Algarve

    O Governo de Portugal aprovou um novo pacote de medidas para a gestão e utilização da água no Empreendimento de Fins Múltiplos do Alqueva (EFMA), numa resposta direta à pressão hídrica que afeta o sul do país.

    As novas diretrizes, que visam garantir a sustentabilidade do recurso a médio e longo prazo, foram já detalhadas pela Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva (EDIA), a entidade responsável pela gestão operacional do maior reservatório da Europa.

    As medidas agora em vigor impõem uma gestão mais rigorosa dos volumes disponíveis, priorizando a eficiência e o uso racional da água, essenciais para a sobrevivência das culturas no Alentejo.

    Embora os pormenores específicos das quotas variem consoante os setores e as necessidades regionais, o objetivo principal é claro: proteger a reserva estratégica e evitar cortes drásticos que poderiam comprometer as campanhas agrícolas futuras.

    Segundo as autoridades, a implementação destas regras é crucial para proteger a resiliência do setor primário.

    O Alqueva não serve apenas o regadiu alentejano, mas também desempenha um papel vital no abastecimento de água para consumo humano e para o apoio à agricultura de valor acrescentado, que tem prosperado na região nos últimos anos.

    A gestão cautelosa é vista como um balanço necessário entre as necessidades imediatas dos agricultores e a garantia de que haverá água disponível em períodos de seca prolongada.

    Um dos benefícios esperados é a estabilização da atividade agrícola nas áreas de regadio mais críticas.

    O Governo e a EDIA esperam que, ao otimizar a distribuição de água, se consiga mitigar os impactos da seca que se tem sentido intensamente, sobretudo nas culturas de maior rendimento e naquelas que empregam um maior número de pessoas na região.

    Esta ação coordenada procura também fornecer maior previsibilidade aos agricultores, permitindo um melhor planeamento das sementeiras e colheitas.

    Adicionalmente, as novas medidas de gestão no Alqueva trazem alívio indireto ao Algarve, uma vez que a capacidade de Alqueva em manter a irrigação no Alentejo reduz a pressão sobre os recursos hídricos algarvios, que têm enfrentado desafios severos.

    A EDIA será agora responsável pela fiscalização rigorosa do cumprimento destas novas regras, assegurando que o uso do recurso hídrico se pauta pela máxima responsabilidade em prol da economia regional.

  • O montado de Serpa como sistema agrícola Mundial

    O montado de Serpa como sistema agrícola Mundial

    O Sistema Agrosilvopastoril do Montado da Serra de Serpa foi oficialmente reconhecido pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) como Sistema Importante do Património Agrícola Mundial (SIPAM).

    No coração do Baixo Alentejo, onde a paisagem ondula entre sobreiros centenários, pastagens e culturas de sequeiro, um território moldado pela resiliência humana acaba de ser inscrito no mapa mundial dos sistemas agrícolas de exceção.

    Este reconhecimento internacional, alcançado após um processo de candidatura de seis anos e meio promovido pela associação Rota do Guadiana, em parceria com a Câmara Municipal de Serpa e o INIAV, IP, destaca a importância de um sistema vivo, multifuncional e sustentável, que combina produção agrícola, silvícola e pastoril com um património cultural e natural de elevado valor.

    «Este sistema acontece porque, desde há várias gerações, existem pessoas, mulheres e homens, que estão a trabalhar em condições climáticas adversas, fazendo agricultura numa relação de subsistência com a natureza, preservando-a e valorizando-a», afirma David Machado, presidente da Rota do Guadiana.

    Com uma área de 621,5 quilómetros quadrados e uma população residente de cerca de 7 300 habitantes, o território do Montado da Serra de Serpa representa um exemplo da agricultura tradicional mediterrânica de sequeiro. A prática agrícola neste espaço tem sido marcada pela diversidade de atividades, entre as quais se destacam o pastoreio extensivo, o olival tradicional, os pomares de sequeiro e as hortas familiares.

    A especificidade deste sistema reside na sua complexidade e na profunda ligação entre homem e território. «O Montado é um sistema único, praticamente reduzido à Península Ibérica. É icónico porque sintetiza todos os elementos: a cortiça, o porco alentejano montanheiro, as raças autóctones, o mel, a caça e ainda uma paisagem humanizada rica em biodiversidade», descreve o investigador Inocêncio Seita Coelho, autor de vasta obra sobre economia do montado.

    Este especialista sublinha ainda o modo de vida das populações locais, que permanecem ligadas ao território através de um modelo de habitat disperso: «As pessoas vivem no meio, nos montes dispersos. Vivem ali, têm ali a sua vida, estão agarradas ao território».jo tourism

    David Machado destaca que «o sistema possui agrobiodiversidade» e refere a importância de raças como a ovelha campaniça, a cabra serpentina, a vaca molenga e o porco alentejano. Acrescenta que o território está associado à dieta mediterrânica e ao cante alentejano, ambos reconhecidos como património imaterial da humanidade.

    No plano material, o montado da Serra de Serpa revela-se ainda em construções tradicionais de taipa, infraestruturas de captação de água adaptadas à aridez do território e uma rede de produção artesanal que transforma os recursos locais no próprio território. «Ali, a transformação dos produtos é feita mesmo no território. É muito difícil encontrar isto noutro lado», frisa Seita Coelho.

    O reconhecimento da FAO não implica apoio financeiro direto, mas confere visibilidade internacional e impulsiona medidas de valorização no âmbito da política agrícola comum. Para David Machado, o objetivo é garantir a continuidade deste modelo: «Estamos preocupados em que essa actividade turística também seja sustentável. O sistema tem resistido às alterações climáticas e continua a valorizar a biodiversidade. É essa sustentabilidade que queremos preservar».

    O plano de ação que acompanha a candidatura prevê intervenções nas áreas da investigação científica, diversificação económica, apoio aos agricultores e promoção do território. A inclusão de medidas de discriminação positiva no novo quadro da PAC é uma ambição partilhada.

    O percurso até este reconhecimento internacional foi longo. Já antes havia sido feita uma tentativa de candidatura à UNESCO, sem sucesso. Agora, com o selo da FAO, o montado da Serra de Serpa passa a integrar a lista dos cerca de 100 SIPAM existentes no mundo.

    «Foi um momento de grande entusiasmo para o comité científico da FAO. Quando viram a candidatura, disseram: finalmente o montado!», recorda Inocêncio Seita Coelho.

    Este reconhecimento é, em última instância, um tributo às comunidades que ali vivem e cuidam do território. «Esta é uma das provas de que os agricultores são os melhores amigos da natureza. A sua atividade de subsistência resultou num sistema válido, frutuoso e resiliente», sublinha David Machado.

  • Governo quer assegurar acesso público às praias de Grândola

    Governo quer assegurar acesso público às praias de Grândola

    O Governo da República está a trabalhar com todas as 18 praias concessionadas do eixo Troia-Melides, no concelho de Grândola, distrito de Setúbal, para que seja assegurado o acesso público ao areal, anunciou ontem a ministra do Ambiente.

    «Garantir o acesso adequado às praias é uma obrigação que decorre da lei e que queremos ver salvaguardada. Nenhum novo empreendimento turístico junto às praias poderá será aprovado, em Portugal Continental, sem que seja previamente assegurado este direito», afirmou a ministra.

    Maria Graça Carvalho falava durante a apresentação dos resultados de fiscalização dos acessos às 22 praias entre Troia e Melides, na costa de Grândola, das quais 18 estão concessionadas.

    Esta ação foi enquadrada no programa da Orla Costeira Espichel-Odeceixe e foi desenvolvida em articulação com a Autoridade Marítima Nacional e entidades locais, como foi o caso da Câmara Municipal de Grândola.

    Segundo a governante, na maioria das 18 praias concessionadas daquela região «a lei está a ser cumprida».

    Segundo a agência Lusa, no âmbito dessa fiscalização às 22 praias, as autoridades encontraram oito com acesso sem restrições, duas com acesso controlado, oito com acesso condicionado e uma com acesso interdito.

    As restantes três praias não têm condições para ter infraestruturas, explicou fonte da Agência Portuguesa do Ambiente (APA).

    Relativamente ao acesso controlado, o Governo referiu que se trata de um acesso viário condicionado por passagens por propriedades privadas, geralmente no interior de empreendimentos turísticos, e estacionamento público disponível em número limitado.

    Nessas praias, a tutela pretende que os operadores coloquem placas a informar a existência de acesso pedonal e colaborem na concretização de projetos para a disponibilização de estacionamento e acessos livres de condicionalismos. São exemplos dessas praias a Troia-Galé e a Galé Fontainhas.

    No caso das praias de acesso condicionado, quer por questões territoriais ou pela ocupação turística, o objetivo passa pela construção de mais parques de estacionamento e de acessos pedonais públicos.
    Já a praia interdita, a da Raposa, não tem acesso público livre, localiza-se junto ao Estabelecimento Prisional de Pinheiro da Cruz e numa zona destinada a exercícios militares.

    Maria Graça Carvalho defendeu ainda que seja exigido às concessionárias das praias que cumpram um «verdadeiro serviço público», cabendo essa exigência aos municípios.

    «Há um conjunto de condições que as concessionárias devem assegurar. Segurança balnear, bons acessos, balneários e sanitários, um gabinete de primeiros socorros, a limpeza do areal e outros bens e serviços igualmente necessários que as próprias câmaras municipais, enquanto entidades emissoras das licenças, têm legitimidade para salvaguardar junto dos concessionários», afirmou.

    A governante adiantou que, no futuro, irão ser feitas operações de fiscalização em conjunto com a ASAE (Autoridade de Segurança Alimentar e Económica), no sentido de fiscalizar o cumprimento dessas medidas, admitindo que os preços de alguns bens básicos estejam incluídos nessas ações.

    «São condições de serviço público que não contemplam o controlo de preços, mas sim de condições mínimas, como é a água. Vamos pedir às câmaras que exijam isso dos concessionários», apontou.

    Maria Graça Fonseca admitiu ainda a realização de ações de fiscalização semelhantes à do concelho de Grândola em outras zonas do país, nomeadamente no Algarve, caso existam denúncias ou notificações.
    «O retorno que esperamos por este esforço é que as praias possam ser devidamente aproveitadas por todos, sem restrições e com condições adequadas», concluiu.

    ./Com Lusa

    Foto: https://pixabay.com/pt/users/sarahbernier3140-815740/

  • Estremoz recebe exposição inédita de gravuras de Nelson Mandela na Howard’s Folly

    Estremoz recebe exposição inédita de gravuras de Nelson Mandela na Howard’s Folly

    A Howard’s Folly, em Estremoz, apresenta até 31 de julho de 2025 a exposição “Nelson Mandela: Arte e Liberdade”, uma rara oportunidade de apreciar na Europa um conjunto de gravuras assinadas pelo ícone sul-africano. A mostra reúne obras das séries “The Struggle” e “Robben Island”, juntamente com peças da coleção “The Symbol” e outras edições limitadas.

    A exposição, que coincide com o mês de aniversário de Nelson Mandela (18 de julho), apresenta um conjunto de obras onde Mandela expressa memórias e promove a esperança, segundo Howard Bilton, presidente da Howard’s Folly.

    Nelson Mandela_Freedom

    As vendas das gravuras terão um propósito social, financiando terapias criativas para jovens e a preservação da cultura africana, através da House of Mandela, fundação da família Mandela, e da The Sovereign Art Foundation (SAF). Esta última, conhecida pelo Sovereign Asian Art Prize, já destinou milhões de dólares a programas de arteterapia para crianças vulneráveis.

    As obras em exposição incluem esboços de 2002, feitos por Mandela durante seu retorno a Robben Island, local onde esteve preso por 18 anos. As imagens, inicialmente marcadas pela dor, foram transformadas em inspiração através de cores luminosas e traços simples.

    A exposição está aberta ao público diariamente das 12h às 19h, com entrada gratuita. A Galeria de Arte Howard’s Folly está localizada no andar superior do restaurante, na Rua General Norton de Matos, em Estremoz.

    Howard’s Folly

    A Howard’s Folly é uma adega urbana, restaurante e centro criativo em Estremoz, Alentejo. Fundada por Howard Bilton, promove eventos culturais que combinam vinho, gastronomia regional e arte contemporânea.

    The Sovereign Art Foundation

    Fundada em Hong Kong em 2003, a SAF organiza o Sovereign Art Prizes e financia programas comunitários de arte na Ásia e em outros lugares do mundo, promovendo o bem-estar de crianças por meio da expressão artística.

  • CIBAL debateu ciclo urbano da água

    CIBAL debateu ciclo urbano da água

    Foi efetuada uma apresentação sobre a “Agregação das águas em baixa – Águas do Alto Alentejo, EIM”, pelo presidente Hugo Hilário, estando reunidos dez municípios do Alto Alentejo.

    O Plano de Avisos do Alentejo 2030 foi apresentado pela Secretária Técnica, Telma Guerreiro, e pelo Presidente da Autoridade de Gestão, Ceia da Silva.

    O Vice-Presidente da Agência Portuguesa do Ambiente, Pimenta Machado, focou a sua intervenção sobre o Ciclo Urbano da Água e os desafios que se colocam aos municípios do Baixo Alentejo.

    Para além dos municípios do Baixo Alentejo, estiveram também representantes as Comunidades Intermunicipais da Lezíria do Tejo, Alto Alentejo e Alentejo Central.

  • Faixas duplicadas entre Sines e a A2

    Faixas duplicadas entre Sines e a A2

    A empresa revelou à agência Lusa que a cerimónia de consignação, decorreu nas instalações da IP, em Almada, a marcar o arranque formal da empreitada,

    A obra é financiada pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e deve contribuir para a melhoria das condições de circulação e segurança no IP8/A26, entre o nó de Roncão e Relvas Verdes, no concelho de Santiago do Cacém, num troço com cerca de 15 quilómetros”.

    Será realizada a duplicação do traçado existente para um perfil de 2×2, contribuindo para a melhoria das acessibilidades ao Porto de Sines.

    Paralelamente foi consignada a empreitada de construção da variante rodoviária a Aljustrel, distrito de Beja, num investimento de cerca de 8,5 milhões de euros também financiada pelo PRR.

    Esta futura variante terá uma extensão de 4,4 quilómetros e inclui três rotundas, duas passagens superiores e uma passagem inferior, fazendo a ligação da Estrada Regional 261 (ER261) à Estrada Nacional 2 (EN2), passando pela Estrada Nacional 383 (EN383).

    O trânsito de veículos pesados, muito em particular os que transportam matérias perigosas, como minérios e explosivos provenientes das minas, será desviado para fora da vila [de Aljustrel.

    Um dos objetivos, senão o mais óbvio, é melhorar os acessos à zona de extração mineira, à área de localização empresarial e à povoação de Montes Velhos, aumentando substancialmente as condições de segurança rodoviária.

  • Diario do Alentejo com menção honrosa

    Diario do Alentejo com menção honrosa

    A reportagem “famílias” do “Diário do Alentejo” foi distinguida com menção honrosa

    Tem autoria da jornalista Nélia Pedrosa e do fotojornalista Ricardo Zambujo, na categoria de “Imprensa”, no âmbito do “Prémio ANMP de Jornalismo e Poder Local 2024”, atribuído pela Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP).

    Segundo a ANMP, “Isabel Vargues, professora universitária, em representação do júri, salientou a importância dos jornalistas apresentarem a concurso reportagens em que se verifica que contam bem uma história”.

    A cerimónia de entrega dos prémios decorreu na sede da ANMP, em Coimbra, sendo esta distinção um motivo de orgulho pelo reconhecimento do trabalho realizado pela equipa do “Diário do Alentejo”.

  • Aeroporto de Beja a crescer

    Aeroporto de Beja a crescer

    Verificámos outros fatores em relação às potencialidades desta importante infraestrutura nacional que, recentemente recebeu um impulso mediático com a presença da cantora Taylor Swift que o escolheu, pretetindo Lisboa.

    Porém, se este crescimento é significativo em termos da própria infraestrutura, qual a real importâncias destes números no contexto dos aeroportos de Portugal Continental?

    O Aeroporto de Beja, situado na tranquila região do Alentejo, tem sido objeto de discussão quanto ao seu papel no panorama aeroportuário de Portugal Continental.

    Recentemente, dados da Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) e análises de fontes locais, como o site da Rádio Campanário, indicam um crescimento na utilização desta infraestrutura. Este crescimento, embora significativo para o próprio aeroporto, levanta questões sobre a sua relevância no contexto mais amplo dos aeroportos portugueses.

    A importância de um aeroporto não se mede apenas pelo seu tráfego aéreo ou pela sua capacidade de infraestrutura, mas também pelo seu impacto econômico e social na região em que se insere.

    O Aeroporto de Beja, por exemplo, tem visto um aumento na sua vertente industrial, com investimentos na manutenção e estacionamento de aeronaves. Este tipo de atividade contribui para a economia local, criando empregos e atraindo investimentos adicionais.

    No entanto, apesar desses desenvolvimentos positivos, o Aeroporto de Beja enfrenta desafios para se consolidar como um hub de tráfego de passageiros e carga.

    A falta de interesse dos operadores aéreos em utilizar o aeroporto como ponto de partida ou chegada para voos de passageiros é uma das principais barreiras.

    Isso é em parte devido à sua localização geográfica e à concorrência com outros aeroportos mais estabelecidos, como os de Lisboa, Porto e Faro, que juntos representam uma grande fatia do tráfego aéreo em Portugal Continental.

    Além disso, a relevância de um aeroporto também está ligada à sua capacidade de atrair turismo para a região. O Alentejo, apesar de ser uma área de crescente notoriedade turística, ainda não alcançou um estatuto que o torne um destino de grande procura internacional. Isso reflete diretamente na utilização do Aeroporto de Beja para o tráfego de passageiros.

    A longo prazo, o Aeroporto de Beja pode vir a desempenhar um papel mais central no sistema aeroportuário de Portugal, mas isso requer uma visão estratégica e colaboração entre diversos stakeholders.

    Dados: ANAC, Rádio Campanário, Copilot
  • Encerrou em Mesquita a 4ª Campanha Arqueológica.

    Encerrou em Mesquita a 4ª Campanha Arqueológica.

    Na ausência de tratamento de dados e redação do relatório, os responsáveis descrevem esta nova intervenção em 2024 como muito satisfatória.

    «Foram dias de trabalho, calor e esforço, mas também de convivência e aprendizagem. Certamente aprendemos com todos e vice-versa», observaram.

    mesquita foto de familia
    Mesquita, foto de familia

    Os qrqueólogoa agradeceram às instituições que tornaram possível a campanha, o Campo Arqueológico de Mértola, a Câmara Municipal, o Projecto de I&D Maqbara, Sociedade Recreativa Mesquitenses, os técnicos, arqueólogos estagiários do mestrado em Arqueologia da UGR/US, voluntários e outros colaboradores.

  • Terminou a seca, mas deixou rasto

    Terminou a seca, mas deixou rasto

    O IPMA usou o índice PDSI, que se baseia no conceito do balanço da água tendo em conta dados da quantidade de precipitação, temperatura do ar e capacidade de água disponível no solo e permite detetar a ocorrência de períodos de seca classificando-os em termos de intensidade (fraca, moderada, severa e extrema).

    Balanço e lições para o futuro

    A seca que assolou as regiões do Algarve e Alentejo foi um período desafiador que deixou marcas profundas na paisagem, na economia e na vida das pessoas.

    Durante este tempo, enfrentou-se a pior seca de que há registo, com barragens e reservatórios a atingirem níveis críticos de água, afetando severamente a agricultura, uma das principais atividades económicas destas regiões.

    No Algarve, a Barragem da Bravura, em Lagos, chegou a estar a apenas 8% da sua capacidade, o que representou um duro golpe para os agricultores que dependem deste recurso vital.

    A situação não foi muito diferente na Barragem do Arade, que desceu para 15% da sua capacidade, deixando cerca de 1.800 agricultores com uma quantidade de água insuficiente para as suas necessidades.

    A seca prolongada foi exacerbada pelas alterações climáticas, com 2023 a ser registado como o ano mais quente para o planeta, aumentando o pessimismo quanto à possibilidade de recuperação a curto prazo.

    No Alentejo, a situação também foi grave, com o território a sofrer de seca severa e extrema. Apesar de uma ligeira melhoria na primeira quinzena de Março, grande parte do sul de Portugal não viu variações significativas na quantidade de água no solo.

    O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) relatou que, apesar das chuvas que caíram, o período de Outubro de 2021 a Março de 2022 foi o mais seco desde 1931, evidenciando a gravidade e a persistência da seca.

    A seca no Algarve e Alentejo não só afetou a agricultura mas também teve impactos na biodiversidade, nos recursos hídricos e na qualidade de vida das populações.

    A escassez de água levou a restrições no consumo, aumentou os custos de produção e forçou muitos a repensar as práticas de gestão de água e terra. Este período de seca destacou a necessidade urgente de medidas de adaptação e mitigação das alterações climáticas, bem como de uma gestão mais sustentável dos recursos naturais.

    Com o anúncio do fim da seca, há uma sensação de alívio, mas também a consciência de que eventos semelhantes podem voltar a ocorrer.

    É crucial aprender com esta experiência e trabalhar para garantir que as regiões do Algarve e Alentejo estejam mais bem preparadas para enfrentar os desafios que as alterações climáticas possam trazer no futuro.

    Foto: Joaquim Félix
  • Partiu José Veloso o arquiteto do povo o velejador o democrata

    Partiu José Veloso o arquiteto do povo o velejador o democrata

    Arquiteto do povo, porque passou a vida em luta pelas necessidades habitacionais dos mais carenciados para quem projetou; velejador, porque era um exímio e apaixonado nauta; democrata, porque lutou sempre para que Portugal tivesse um regime de direitos, liberdades e garantias, onde fossem respeitados os direitos de quem trabalha.

    A sua vida e obra merecem o respeito de todos os democratas e o seu partido, o PCP, divulgou uma nota do falecimento que aqui reproduzimos e que, projeta a imagem completa da dimensão deste algarvio que recolhe hoje à última morada, onde poderá ser recordado, na sua cidade natal.

    Na nota do Secretariado da Direcção da Organização Regional do Algarve, o PCP manifesta o seu profundo pelo falecimdnto em 19 de Janeiro de 2024, José Paulo Velho Geraldo de Albuquerque Veloso, discorrendo, depois sobre a sua vida, obra e participação política.

    «É com profundo pesar que o Secretariado da Direcção da Organização Regional do Algarve do Partido Comunista Português informa que faleceu em 19 de Janeiro de 2024, José Paulo Velho Geraldo de Albuquerque Veloso. Nascido a 9 de Junho de 1930 na Freguesia de Santa Maria em Lagos, José Veloso, licenciou-se em Arquitectura pela Escola Superior de Belas Artes de Lisboa e passou a exercer a sua profissão em Lagos, onde abriu o seu próprio Gabinete de Arquitectura.

    Em 1967 e em 1972, fez parte das delegações portuguesas de arquitectos aos congressos da União Internacional dos Arquitectos, respectivamente na Checoslováquia e na Bulgária. Em 1969 participou activamente no Movimento Democrático Português/Comissão Democrática Eleitoral (MDP/CDE) e foi então candidato da CDE, por Faro, à Assembleia Nacional.

    Após o 25 de Abril em 1975, foi candidato à Assembleia Constituinte, pelo MDP-CDE. Foi candidato do PCP, em diversas eleições para a Assembleia da República, sempre pelo círculo de Faro. Foi membro da Assembleia Municipal de Lagos, nas listas da APU e da CDU, nos mandatos de 1980 a 1982, 1986 a 1989 e 1990 a 1993. Foi eleito vereador na Câmara Municipal de Lagos, pela APU, no mandato de 1983 a 1985 e membro da Comissão Organizadora da Assembleia Constituinte da Associação Nacional dos Municípios Portugueses, ANMP. Integrou a Comissão Concelhia de Lagos e foi membro da Direcção da Organização Regional do Algarve do PCP.

    Dando cumprimento a uma das maiores conquistas da Revolução de Abril “ O Direito à Habitação” José Veloso trabalhou para o Fundo de Fomento da Habitação, como coordenador de equipas de projecto do Serviço de Apoio Ambulatório Local (SAAL), com projectos construídos em diversos concelhos algarvios. É nesse quadro que José Veloso ficou com o seu nome de arquitecto irreversivelmente ligado a um extraordinário acontecimento popular, marca da Revolução de Abril: «Os índios da Meia Praia».

    Como membro da Cooperativa BLOCO, Crl., dedicou a sua actividade profissional quase exclusivamente a projectos de equipamentos públicos, de habitação de promoção municipal e de habitação cooperativa, com obras construídas em vários concelhos algarvios e alentejanos. Recebeu menções honrosas do Fundo de Fomento da Habitação, em projectos de habitação cooperativa, em Lagos, e tem uma obra, em Monchique seleccionada pelo IPPAR. Diversas obras suas foram escolhidas pelo Inquérito à Arquitectura Portuguesa do Século XX, IAPXX, promovido pela Ordem dos Arquitectos.

    Fez parte de listas para os corpos sociais da Associação dos Arquitectos Portugueses, antecessora da Ordem dos Arquitectos, tendo sido eleito para o conselho de delegados. Em 2021 a Ordem dos Arquitectos homenageou-o com o Titulo de Membro Honorário. Além de projectos de arquitectura, publicados em revistas da especialidade, colaborava frequentemente na imprensa regional do Algarve, com artigos de opinião.

    Editou vários Livros nomeadamente: “Lagos e outras terras, memórias soltas e alguns pensamentos sobre gentes da borda d`água, barcos, mar e rios”, “Houve fascismo em Portugal, testemunhos de um cidadão”, “Brevíssima foto-história da Cidade marítima, ao longo do século XX, memórias da cidade bela”, “Grandes navios de vela de bandeira portuguesa, compilação fotográfica com alguma história”.

    Foi participante do grupo fundador do Clube de Vela de Lagos, em 1950, e eleito em vários mandatos como Comodoro e como Presidente da Direcção. Foi membro eleito do Conselho Técnico da Federação Portuguesa de Vela, em 1973/74, foi sócio fundador e eleito Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Associação Lacobrigense de Desportistas Náuticos , foi sócio fundador e eleito Presidente da Mesa da Assembleia Geral da TERTÚLIA, Associação Sócio-Cultural de Aljezur.

    José Veloso teve uma vida inteiramente dedicada à luta e intervenção pela emancipação dos povos, pela democracia, o progresso social, a paz e o socialismo.

    A direcção de FOZ – Guadiana Digital, apresenta a Miguel Veloso, nosso colaborador, e família, as mais sentidas condolências.

  • Dezembro deu mais mil milhões de m3 ao Alqueva

    Dezembro deu mais mil milhões de m3 ao Alqueva

    Mil milhões de metros cúbicos é quanto a barragem de Alqueva armazenou com as chuvas de dezembro, subindo hoje, às 7:00 horas, para a quota de 148,80, anunciou a EDIA.

    Este valou representa um volume armazenado de 3.580 hm3 e corresponde a quase 87% do armazenamento total da barragem, sendo que, desde o dia 1 de dezembro, a albufeira de Alqueva subiu perto de 5.5 m e encaixou cerca de 1000 hm3 de água.

    A empresa lembra que o nível pleno de armazenamento da barragem de Alqueva é de 4.150 hm3, à cota máxima de 152 m.

  • A Eurorregião AAA tem objetivos comuns

    A Eurorregião AAA tem objetivos comuns

    António Miguel Pina, presidente da AMAL, sublinhou o empenho das Autarquias do Algarve na melhoria das ligações transfronteiriças, em especial na defesa da ligação ferroviária Sevilha – Huelva – Faro e na sua interligação a Lisboa, mas também da Ponte Internacional Alcoutim -Sanlúcar de Guadiana.

    Na sua intervenção de prestação de contas dos trabalhos desenvolvidos, o Presidente da Junta de Andaluzia, Juan Manuel Moreno, afirmou a necessidade das três regiões somarem esforços juntos do respetivos Governos para conseguir os investimentos necessários para a ligação ferroviária de alta velocidade, levando o AVE de Sevilha a Faro,.

    Sublinham que este corredor ferroviário atlântico é vital para o crescimento económico e social da Eurorregião, assim como para a coesão com o resto da Península e com a Europa.

    Juan Manuel Moreno destacou a aprovação do novo Convénio de Cooperação Transfronteiriça, no contexto do Quadro Financeiro Plurianual 2021-2027 (POCTEP), a aposta na especialização inteligente e do crescimento através dos investimentos em inovação, tecnologia de vanguarda e digitalização em áreas fundamentais como o meio ambiente, energias limpas e renováveis, economia azul, prevenção e combate aos incêndios florestais ou infraestruturas competitivas e sustentáveis, com projetos que superam os 109 milhões de euros.

    A comitiva da Região do Algarve integrou ainda os vice-presidentes da CCDR Algarve, José António Pacheco e Elsa Cordeiro, e os autarcas de Alcoutim, Osvaldo Gonçalves e Paulo Paulino, presidente e vice-presidente da Câmara Municipal, respetivamente.

    Durante o próximo biénio, o Presidente da CCDR Algarve, José Apolinário, ocupará uma das vice-presidências da Eurorregião.

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  • Eu sou digital com a CCDR Algarve

    Eu sou digital com a CCDR Algarve

    A CCDR da Região do ALGARVE tornou-se entidade parceira do Programa EU SOU DIGITAL no no Fórum Nacional das Competências Digitais, que decorreu no ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa, em cerimónia presidida pelo Primeiro-Ministro, António Costa.

    Ali assinou um protocolo de colaboração com o Programa MUDA, tendo sido representada pela vice-presidente Elsa Cordeiro e assumido o compromisso de desenvolver esforços, tendo em vista a realização de iniciativas que permitam atingir os objetivos traçados no Programa EUSOUDIGITAL, nomeadamente dinamizar a realização de parcerias entre os municípios, freguesias e associações da região e a A2D Consulting, na qualidade de entidade executora do MUDA, para a implementação de uma ampla rede de Centros EUSOUDIGITAL.

    Mais de 80% da população portuguesa já está online, mas cerca de 16% dos portugueses nunca utilizou a internet, quando a média europeia é bastante inferior a 10.  

    Portugal será um País mais produtivo, mais avançado e mais inclusivo se em conjunto conseguirmos incrementar as condições e vantagens proporcionadas pelos serviços digitais disponibilizados pelas empresas e pelo Estado, afirma esta CCDR.

    O Programa EUSOUDIGITAL destina-se a todos os portugueses que nunca usaram a internet, em particular adultos acima dos 45 anos que pretendam adquirir competências digitais básicas essenciais ao dia-dia, permitindo uma melhor adaptação às novas realidades de emprego que dependam do acesso à internet, combater o isolamento através de ferramentas digitais de comunicação e como aprender a usar o email e outras ferramentas de comunicação, pesquisar na internet e usar as redes socias, assim como os aspetos essenciais da utilização da internet em segurança.

    As entidades signatárias do referido protocolo reconhecem a importância do aumento da inclusão digital em Portugal nos próximos anos e corporizam a vontade e a união de esforços, bem como a partilha de uma visão de uma sociedade evoluída.

    Esta será assente numa cidadania ativa, inclusiva e participativa, assumiram, em conjunto, o compromisso de incentivar a participação dos Portugueses no espaço digital e ajudar a tirar partido dos benefícios associados aos serviços digitais, disponibilizados por empresas e pelo Estado, comprometendo-se igualmente a promover a capacitação digital de centenas de milhares de adultos em Portugal até ao final do ano de 2023.

    Mais informação em: Programa EUSOUDIGITAL

  • Autárquicas – Alentejo

    Autárquicas – Alentejo

    Nomes dos presidentes eleitos para as câmaras municipais da área raiana do Guadiana para os próximos quatro anos, mandato de 2021-2025.

    Beja

    • Barrancos – Leonel Caçador Rodrigues (PCP/PEV)
    • Beja – Paulo Jorge Lúcio Arsénio (PS)
    • Mértola – Mário José Santos Tomé (PS)
    • Moura – Álvaro José Pato Azedo (PS)
    • Serpa – João Francisco Efigénio Palma (PCP/PEV)
    • Vidigueira – Rui Manuel Serrano Raposo (PCP/PEV)

    Evora

    • Alandroal – João Maria Aranha Grilo (PS)
    • Borba – António José Lopes Anselmo (Movimento Unidos por Borba)
    • Mourão – João Filipe Cardoso Fernandes Fortes (PSD/CDS-PP)
    • Reguengos de Monsaraz – Marta Sofia da Silva Chilrito Prates (PSD)
    • Vila Viçosa – Inácio José Ludovico Esperança (PSD/CDS-PP/MPT/PPM)
    president
  • Jardins sustentáveis com plantas autóctones projeto da UÉ

    Jardins sustentáveis com plantas autóctones projeto da UÉ

    Carla Pinto Cruz, professora do Departamento de Biologia e investigadora no MED da Universidade de Évora (UÉ) lidera este projecto de conservação e gestão do património natural. A finalidade é impulsionar o uso de plantas autóctones nos espaços verdes de localidades do Alentejo Central, mas pode ser replicado em todo o território nacional.

    O sargaço (Cistus monspeliensis), a roselha-grande (Cistus albidus), o rosmaninho (Lavandula pedunculata), o pilriteiro (Crataegus monogyna) ou a gilbardeira (Ruscus aculeatus) são apenas alguns exemplo de espécies nativas que a equipa de investigadores vai usar em espaços verdes no âmbito do projecto “Plantas Nativas na Cidade – Repensar os espaços verdes urbanos”, financiado no valor de 37.903 euros pelo Fundo Ambiental e inserido no Programa de Conservação da Natureza e da Biodiversidade, do Ministério do Ambiente.

    Créditos: Agricultura e Mar

  • Rede regional de meteorologia no Alentejo

    Rede regional de meteorologia no Alentejo

    A associação pretende estabelecer um protocolo com o município de Grândola, para a instalação de uma estação meteorológica nesta localidade do Alentejo Litoral e anunciou a instalação a partir de janeiro em Vila Verde de Ficalho, Pias, Arraiolos, Alcácer do Sal, Fronteira, Alter do Chão e Santiago do Cacém.

    Este projeto disponibiliza em tempo real o estado do tempo nas diversas regiões do Alentejo, como a temperatura, precipitação ou humidade

    Em funcionamento, estão as estações instaladas em Serpa, Beja, Amareleja, Mértola, Moura, Almodôvar, Castro Verde, Aljustrel, Vidigueira, Barrancos, Sines, Vila Viçosa, Mourão, Évora, Redondo, Estremoz, Portalegre, Campo Maior e Marvão.

  • Os Verdes contra o encerramento da Casa do Alentejo

    Os Verdes contra o encerramento da Casa do Alentejo

    O PEV, Partido Ecologista <Os Verdes>, apresentou na Assembleia da República um projeto de resolução, para apoio da Casa do Alentejo em Lisboa, e para evitar um possível encerramento deste lugar de cultura e encontros, dedicado ao Alentejo.

    Os Verdes consideram que esta Casa é uma verdadeira «Embaixada do Alentejo”» é um espaço cultural único na capital e que deve ser «salvo da situação difícil em que a Pandemia de COVID -19 a colocou».

    No projeto de resolução entregue no Parlamento, instam o Governo a promover as diligências necessárias, com vista a garantir uma solução de financiamento viável à Casa do Alentejo, para que esta possa manter os postos de trabalho e a sua atividade em funcionamento, para além do fim de 2020, em articulação com a Câmara Municipal de Lisboa e com os Municípios do Alentejo.

    Leia aqui o Projeto de Resolução na íntegra em: